Sobre Hildegard Angel

colunadahilde@gmail.com Hildegard Angel é uma das mais respeitadas jornalistas do Rio de Janeiro. Durante mais de 30 anos foi colunista no jornal O Globo, quer cobrindo a sociedade (com seu nome e também com o pseudônimo Perla Sigaud), quer cobrindo comportamento, artes e TV, tendo assinado por mais de uma década a primeira coluna de TV daquele jornal. Nos últimos anos, manteve uma coluna diária no Jornal do Brasil, onde também criou e editou um caderno semanal à sua imagem e semelhança, o Caderno H. Com passagem pelas publicações das grandes editoras brasileiras - Bloch, Três, Abril, Carta, Rio Gráfica - e colaborações também em veículos internacionais, Hildegard talvez seja a colunista social com maior trânsito

Na Terra da Garoa, mais garoenta do que nunca, e mais glamurosa do que sempre: a noite da Folha Moda!

Numa noite em que, segundo os meteorologistas, São Paulo alcançava seu índice de garoa máxima, Alexandre Herchcovitch, generosamente, abriu os dois andares de sua loja espetacular nos Jardins para recepcionar o melhor da moda mundial, num coquetel muito exclusivo de pré-lançamento da Coleção Folha Moda, uma enciclopédia em fascículos, com o melhor do que a Moda já produziu sobre a Terra, de A a Z, incluindo quatro dezenas de nomes do Brasil.

Foi uma noite simpática, com hora para começar e acabar, tribos da moda várias, estilos múltiplos e tatuagens lindas de capotar. Ai, gente, como os paulistanos sabem se tatuar bonito! Aquelas peles branquinhas servem de tela e inspiram imagens magníficas. São peixes que ondulam pelos braços, dragonas que descem ombros abaixo, uma beleza de tattoos…

Cariocas gostam de exibir o bronzeado bem transado. Paulistas, a arte da tatuagem com originalidade. Empate!

Havia nomes da moda em todas as direções. Alexandre Herchcovitch recebia logo à entrada, onde tive o prazer de ver um caftan dourado míni de Zuzu cintilando atrevido na vitrine, em tecido Lurex, debruado com placas plásticas cor de rosa e contas de acrílico branco pela saudosa das bijuterias Ethel Moura Costa. Data: 1966!

Foi o primeiro metro de tecido com fio de lurex que desembarcou no Brasil, trazido por mamãe na bagagem, vinda uma viagem de trabalho aos escritórios londrinos da fábrica Celanese, que a convidou para lançar o fio Lurex no Brasil, numa coleção dela.

O dourado atrevidinho da Zuzu no centro e, ao lado, o vestido de casamento, deslumbrante, de Dener para sua noiva, Maria Stella Splendore, com bordados inspirando fogos de artifício. O colecionador José Gayegos, que trabalhou com o estilista, me revelou ter sido essa mesma a intenção de Dener, explodindo de felicidade com seu casamento.

À direita do caftan mini, na vitrine, um extraordinário fourreau longo, branco, de chifon, de Clodovil, que poderia ser de baile e poderia ser de noiva – a capa com cauda longa deixa a dúvida – todo debruado com plumas brancas de avestruz, bem conservadíssimo, como novo.

A vitrine estava show.

No segundo andar, a exposição fascinante, com as roupas da Coleção Clodovil, uma delas doada por Marita Martins, e do Acervo Dener Pamplona de Abreu, conservado com carinho por José Gayegos, seu ex-colaborador.

E um outro caftan de Zuzu Angel, 1966, época em que ela era chamada pelas colunistas de moda de “Zuzu dos Caftans”.

Os astros da moda que vi por lá: Marcelo Sommer, Ronaldo Fraga, Ricardo Almeida, Michel Sarkis, o simpático dono da Inbrands. Não vi o Lino Villaventura, pois quando cheguei ele já havia saído. Todo o alto staff da Folha de São Paulo. A pesquisadora Vivian Whiteman. O amigo de sempre José Gayegos. O simpaticíssimo Michel Huck, do marketing Cultural da Folha. Sem esquecer a elegante anfitriã, Cristina Frias.

No Volume 1 da Coleção, que foi entregue a todos os presentes à saída, encontram-se:  o americano Gilbert Adrian, que se projetou como o mais notável figurinista das produções de Hollywood; a francesa Agnès B.; o tunisiano Azzedine Alaïa; a suíça Akris; o italiano Giorgio Armani; o colombiano Haider Ackermann. E os brasileiros Zuzu Angel, a mineira que revolucionou com a proposta da moda com identidade brasileira nos primórdios dos anos 60 e, nos anos 70, com sua coleção de protesto político; o grande nome da moda masculina, o paulistano Ricardo Almeida, chamado de “O alfaiate dos presidentes”; o pernambucano Walério Araújo, nº 1 das criações para o carnaval de São Paulo e moda espetáculo para celebridades.

Em breve, aguardem o Volume 2, com a letra B, em que, naturalmente, pontificará Balenciaga,

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A capa do Volume 1, agora em lançamento. Ele vem juntamente com um Glossário de Tecidos. Trata-se de uma edição original italiana, pela  ORE Cultura, de Milão, com Coordenação Editorial brasileira da Editora Página Viva. Editor-Chefe Carlos Tranjan. Consultoria de Vivian Whiteman.O projeto gráfico de Emanuele Zamponi e a diagramação de Diego Liotta são muito atraentes.

Hilde e SarkisConversando com Michel Sarkis, dono e presidente da Inbrands, que tem sob sua bandeira as marcas Ellus, Richards, Herchcovitch, VR, Salinas, Bobstore, Tommy Hilfiger e mais e mais… (Foto José Gayegos)

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No segundo andar, um caftan de linhão de Zuzu, com acabamentos de crochê rosa shocking e turquesa, original, 1966 (Foto José Gayegos)

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O caftan de Zuzu observa o trelelê da barbicha de Ronaldo Fraga com o palazzo pijama by Heckel Verri, usado pela Hilde

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Ivana Neves, mulher do estilista Ronaldo Fraga

IMG_1200Os compenetrados Hilde e José Gayegos, responsável pelo Acervo Dener Pamplona de Abreu, escutando a preleção da pesquisadora Vivian Whiteman sobre a importância da Coleção Folha Moda, democratizando a informação para quem ama moda e deseja se informar a respeito,

(Foto-reprodução caseira da coluna de Monica Bérgamo do site do UOL – olha o risquinho de reflexo no meio da foto! / Foto de Bruno Poletti Folhapress – E não deixem de ler a coluna da Monica na Folha de São Paulo de hoje, com a foto original do Bruno e com todos os formosos que estavam lá!)

Uma obra grandiosa, mais um legado literário com a chancela dos *Martins para o Brasil

O jornalista Franklin Martins lançou sua trilogia “Quem inventou o Brasil?”, pela Editora Ediouro, na Livraria da Travessa, da Visconde de Pirajá, com hora certa pra começar, mas longe de se poder  prever a que hora terminaria, tal o interminável entra e sai. Houve quem, a horas tais, especulasse que o balanço da noite pudesse alcançar a marca especular dos 400 autógrafos, do lançamento paulista. Mas não fiquei por lá pra conferir, já que um jantar com outros amigos me aguardava.

Dos imortais da ABL aos antigos companheiros de MR-8 do escritor, de amigos seus da redação de O Globo a admiradores de seus textos e mesmo de sua história familiar, Franklin reuniu na livraria mais charmosa da Zona Sul o extrato da qualidade do pensamento carioca. E já sabemos o que as cabeças boas do Rio fazem neste fim de semana: elas se debruçam sobre as páginas de “Quem foi que inventou o Brasil?”, em que a história republicana é relatada, página a página, através da música popular, da marchinha ao xote, do bolero ao samba, do teatro rebolado às escolas de samba, relatando através deles a política, fato a fato, impasse a impasse, movimento a movimento, golpe a golpe.

Um banho musicado de História do Brasil. As músicas podem ser ouvidas na íntegra ou em trechos neste site .

Uma obra grandiosa, mais um legado com a chancela dos *Martins para o Brasil.

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Franklin Martins autografa os três volumes de “Quem inventou o Brasil?, uma experiência histórico-musical

Alberto Costa e Silva

O acadêmico da ABL Alberto Costa e Silva

Ana Maria Machado

A escritora Ana Maria Machado, imortal da Academia Brasileira de Letras, irmã de Franklin Martins

Angela Fatorelli e Claudio Pimenta

Angela Fatorelli e o diretor de arte Claudio Prudente, que também é um Martins

Beatriz Tepedino

Beatriz Tepedino

Angela Muniz

Angela Muniz

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Yole Mendonça e Monica Monteiro, mulher de Franklin

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Wagner Tiso

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Jorge Carneiro, presidente da Ediouro, Franklin Martins e esta jornalista

IMG_8261 (1)Com Franklin, ex-companheiro de meu irmão, Stuart Angel, e meu marido, Francis Bogossian

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Franklin e Carlos Alberto Muniz, antigo companheiro, secretário municipal do Meio Ambiente

Carlos Vainer

Carlos Vainer, coordenador do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ e um dos elaboradores do Plano Estratégico da universidade até 2020

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Paulo Jerônimo, Vice-Presidente da ABI, e Leo Malina.

Franklin Martins, Ricardo Cravo AlbinLuiz Almeida e Roberto Azevedo

Franklin Martins, Ricardo Cravo Albin, Luiz Almeida e Roberto Azevedo

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Carlos Vainer, Ana Maria Machado, Angela e Carlos Alberto Muniz

Legendas no e-mail - foto Marcelo Borgongino (1)Hildegard Angel cercada pela “família Ediouro”: Jorge Carneiro; presidente, Beatriz Tepedino, gerente de marketing; Ana Carla Sousa, editora; Daniele Carneiro, diretora editorial; Antonio Araújo, diretor.

Fotos de Marcelo Borgongino especial para este blog

*Os Martins – Origem

Quem foi que inventou o Brasil? Eis a questão que o Franklin Martins responde hoje na Travessa

É hoje, na Livraria Travessa de Ipanema, o lançamento no Rio de Janeiro da esperada trilogia do jornalista Frankin Martins “Quem foi que inventou o Brasil?”.

A história da República contada através da música popular. Eu, com o privilégio de já possuir os meus três tomos, tenho me deliciado saboreando o Brasil sob aspecto totalmente diverso do já sabido – o das letras de sambas e marchinhas – e tomando conhecimento de fatos para mim inéditos, como a torcida de Ary Barroso pela Revolução Constitucionalista de 1932, tendo por isso composto Paulistinha querida, exaltando a moça, nem loura nem morena, de cor 32. E estava dado o recado.

Franklin Martins vai estar hoje na Travessa da Visconde de Pirajá, autografando, e eu, na fila, com os meus tijolos preciosos, esperando a vez. Nos vemos por lá.

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Enfim uma voz jovem na imprensa reclama contra a ignorância dos jovens sobre a ditadura militar

Enfim, uma voz jovem na imprensa afinada com o que tanto tenho clamado e reclamado: a juventude brasileira não conhece os horrores praticados pela ditadura militar. Transcrevo a matéria da repórter Andréia Verdélio no site Comunique-se, a partir de informações da Agência Brasil*.

JOVENS DESCONHECEM HISTÓRIA DA DITADURA MILITAR 

A jornalista Daniela Arbex disse, na terça-feira, 4, que os jovens desconhecem a história da ditadura militar no Brasil quando saem às ruas em manifestações pedindo a volta do regime. Para ela, apesar de vários livros sobre o assunto, há ainda muitas histórias ocultas sobre o período.

“Ela [a ditadura] não é uma história que todo mundo já contou, tanto é que temos 434 mortos e desaparecidos [políticos] pelo país. Então, é puro desconhecimento”, disse ao participar do programa ‘Espaço Público’, da TV Brasil, que nesta semana foi gravado.

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Daniela Arbex (Imagem: Divulgação/TV Brasil)

Jornalista investigativa, Daniela Arbex é autora do livro Holocausto Brasileiro, que retrata a vida dos pacientes no Hospital Colônia de Barbacena, e está lançando o livro Cova 312, que conta a história de Milton Soares de Castro, um militante da Guerrilha do Caparaó, assassinado durante a ditadura militar no Brasil.

Para a jornalista, há uma resistência dos jovens para informar-se sobre o tema, mas ficam impressionados quando descobrem as histórias. “Eles não se interessam pela nossa memória, pela história recente do Brasil. E isso é um perigo porque acabamos reproduzindo esses modelos que levamos tanto tempo para vencer, como pedir a volta da ditadura, como dizer que ‘bandido bom é bandido morto’”.

Seria necessária uma mobilização permanente para apuração e punição dos crimes cometidos na ditadura, segundo Daniela, como ocorre em outros países da América do Sul, para que as pessoas tenham a consciência sobre os danos causados pelo regime.

“A nossa mobilização começou muito tarde, em relação a formar uma comissão para investigar [os crimes da ditadura]. A primeira tentativa de fazer uma CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito] foi em 1995, muito tarde. A Argentina nunca se desmobilizou, essa busca pelos seus mortos e desaparecidos é permanente”, argumentou a jornalista, que trabalha no jornal a Tribuna de Minas, de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

“Não houve nenhum ajuste de contas [julgamentos, no Brasil]. Temos uma lista com mais de 300 torturadores, essa lista foi divulgada [pela Comissão Nacional da Verdade] e ficou por isso mesmo. Poucos torturadores foram chamados e foram ouvidos”, disse.

*Carolina Pimentel.

 

Casamento Araújo-Chapman: Um Sonho de Uma Noite de Verão em pleno invernico carioca

De tal forma requintado e protocolar foi o cerimonial do casamento de Gilson Araújo Filho e Dara Chapman, que o noivo, um mês e meio antes da data, deu-se ao cuidado de pessoalmente fazer a entrega do convite a cada um dos destinatários.

Ora acompanhado por sua noiva, Dara Chapman, ou por sua mãe, Helenita, Gilsinho fez breves visitas em que explicou que seriam apenas e exclusivamente 160 convidados na cerimônia religiosa – no Outeiro da Glória, oficiada por padre Omar e concelebrada pelo pároco Sérgio – sucedida de recepção, para os mesmos amigos, na residência da família, no Jardim Pernambuco. Um cavalheiro, o Gilsinho.

Nossa Senhora da Glória não precisa de muito para estar uma glória. O Outeiro é por si glorioso, com seus azulejos, painéis barrocos esculpidos, as imagens centenárias nas vitrines, representações do Espírito Santo flamejando em folhas de ouro, a imagem magnífica de Nossa Senhora da Glória com suas vestes e o manto bordados, que a cada ano são trocados em ritual centenário. Tudo isso já nos enche os olhos, ocupa a mente com beleza, evoca passado e história.

No casamento de Dara e Gilson havia também as flores brancas escalando o altar e desabrochando nos bancos em buquês. Muito bonito.

Não, desta vez o atraso de mais de uma hora não foi culpa da noiva, não foi do padre, nem dos padrinhos Gisella e Ricardo Amaral e muito menos da organização impecável da cerimonialista Amarilis Vianna. Foi da van, que se perdeu no caminho para o Outeiro, levando a bordo os 15 padrinhos de Dara, vindos especialmente da Califórnia.

Enquanto esperávamos, éramos brindados com um concerto da melhor qualidade, ao som de teclado, flauta, violino, trompete, percussão e vozes do Coral Astorga, obras selecionadas a dedo por Gilsinho, um erudito apreciador da música clássica.

O repertório magistral se repetiu durante a cerimônia, que teve entre seus highlights a Habanera, da ópera Carmen, de Bizet, e à entrada da noiva a Marcha Nupcial, que Mendelssohn compôs para a peça de Shakespeare, Sonho de Uma Noite de Verão.

E, apesar daquela noite do sábado ser a de um invernico carioca, vimos deslizar sobre a passadeira vermelha do Outeiro, uma fadinha verde de sonho, coberta por minúsculos botões cor de rosa, ao som da Barcarolle, de Chopin.

Era a pequena Ana Carolina, com botões de rosa também nos cabelos, vestida com tafetá verde limão pela Lucília Lopes, a mesma que criou o vestido de sua mãe, Dara, com corpo de renda rebordada e salpicada também na ampla saia, formando cauda, em tafetá de seda, com laçarotes chatos contornando a cinturinha de jeune fille. Diadema de brilhantes e um apanhado de tule nos cabelos.

O noivo não poderia estar mais elegante. Impecável: Ermemenegildo Zegna, gravata Charvet, camisa Dormeuil.

A fadinha Carolina participou de todos os momentos do casamento e, à hora da assinatura dos pais no livro de compromisso, também quis assinar. Desejo cumprido.

Risos, palmas, felicidade. Padrinhos bonitos, bem vestidos.

Gentil, padre Sérgio falou o Evangelho, os votos e o Pai Nosso em inglês, para satisfação e participação dos norte-americanos.

Carmen Mayrink Veiga costuma dizer que o mais importante e bonito de um casamento é a cerimônia religiosa. A festa, para ela, é complemento até dispensável.

Ao chegarmos à recepção na residência dos noivos, no Jardim Pernambuco, já havia lá pessoas que não foram na igreja.

A festa teve buffet volante de Luiza Veiga, champagne Taittinger supergelado, tinto Villa Antinori, vinhas da Toscana, do Marquês Antinori.

O bolo de Regina Rodrigues era impactante (ela chegou a dizer que, em 45 anos, foi o bolo de casamento mais lindo que já confeitou – concebido pelo próprio noivo, cinco andares circundados por guirlanda de orquídeas, sobrevoadas por borboletas também brancas), e orquídeas havia na mesa dos doces de Cristiane Guinle, que desabrochavam de forminhas de orquídeas, idem, num décor com Vieux Paris, travessas de prata, Aubusson.

As orquídeas se multiplicavam em ramos sem tamanho, pelo salão, postas em redomas, concepção do próprio noivo, execução de Anderson Elias.

Sob um lustre de proporções fabulosas do designer Ingo Maurer, a indiscreta pista de dança espelhada refletia e revelava o irrevelável, ao som dos DJs Mamede e o fabuloso Jacaré, que fez o Hippopotamus trepidar por décadas e não perdeu a mão.

Tudo, um só refinamento.

Amizades verdadeiras cultivadas são indestrutíveis, como pudemos constatar na presença numerosa dos norte-americanos, que voaram especialmente para abraçar Dara, e dos muitos que vieram do Espírito Santo para estar com os amigos Araújo, Helenita e Gilson, no casamento de seu filho. Lá, vi os capixabas top Diva Micheline com a filha Andrea Paula Micheline, Marília e Octacílio Coser, Regina e Helio Dorea, para mencionar alguns. De São Paulo, o Adrian Rabinovitch, padrinho com Aurea Souza Campos, a Regina Ceribelli, irmã da Renata e bonita como ela.

Elegantes, também, Regina Rique, com seu colar de brilhantes ovalados, Saphira Tostes, Monica e Ricardo Farias, Gisella e Ricardo Amaral, Dayse e Julio Fabbriani, Inês e Sérgio Costa e Silva, Teresa e Pedro Avvad, Cristina e Cláudio Aboim, Sanjeev Chowdury, o casal Roberto Kauffman, Lucy Sá Peixoto.

Isis Penido, com vestido longo de renda turquesa que fez com o estilista Wanderson, falava-me que a Abrag paulista cerrou as portas. Agora temos apenas a Abrag do Rio de Janeiro, presidida por ela. A protetora das vítimas do glaucoma, com todo o seu dinamismo e olhos lindos azuis.

Ocupar-se com uma causa, ter um comprometimento com a comunidade em que se vive, é elegantíssimo.

Infelizmente, a sociedade brasileira de hoje reflete as instituições brasileiras da atualidade em geral, salvo raras exceções. Gilson Araújo Filho é uma dessas exceções raras, com sua atitude educada e cavalheiresca, ocupando-se de rituais de gentileza não mais vistos, como a visita cordial a cada um que convidou para seu casamento.

Na igreja e em casa…

Ah, se a sociedade brasileira e as instituições brasileiras fossem compostas por mais pessoas com tal requinte, o padrão de qualidade social aumentaria bastante e seria um Sonho de Muitas Noites de Diversos Verões.

Ao som de Mendelssohn, naturalmente.

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A pequena Ana Carolina, no altar, pediu ao padre Sérgio que também queria assinar o livro do matrimônio dos pais

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Dengo da fadinha Ana Carolina, mãe e filha vestidas por Lucília Lopes, Gilson Araújo de terno Ermenegildo Zegna su misura

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Annie Alberti, mãe da noiva Dara, prestigiou a moda brasileira, e vestiu Carlos Miele para entrar elegantemente, braços dados com o pai do noivo, Gilson Araújo. Aqui, na foto clássica, acombanhada do sobrinho, Bob Rogina, os noivos, a pequena Ana Carolina, Helenita e Gilson pai.

 

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As costas do vestido bege e rosa Blumarine de Heleita todo bordado com micro paetês

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A delicada mesa dos doces de Cristiane Guinle, desabrochando de forminhas-camélias

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O noivo com Adrian Rabinovitch, padrinho com Aurea Souza Campos

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Com os padrinhos Fabio Cuiabano e Lucília Lopes, autora dos vestidos da noiva e da daminha

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Marília e Octacilio Coser, padrinhos do casamento de Gilsinho

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Gilsinho disse “sim”, Dara respondeu “Yes”

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A entrada de Dara Chapman, acompanhada do primo, Robert Rogina, pois seu pai já é falecido

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Olhem eu aí, com um modelito Heckel Verri exclusive, xale de Galliano vintage, fotografando com um celular combinando com a roupa…

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Instantâneo dos padrinhos Gisella e Ricardo Amaral

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Marília e Octacilio Coser

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Orquídeas brotando de redomas de vidro

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Padre Sérgio, Gilson e Dara, com lacinhos chatos de Lucília Lopes, ao melhor estilo Givenchy, contornando a cintura fina

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Uma foto típica de álbum de casamento para encerrar

Fotos de Chafin Films (as boas) e minhas (no comments rsrsrs)

O presidente Barack Obama divulgou os documentos das atrocidades de nossa Ditadura Militar

Minha entrevista à TV Brasil a respeito da divulgação, pelo presidente Barack Obama, de documentos secretos do Departamento de Estado Americano sobre o assassinato de meu irmão, Stuart Edgar Angel Jones, pela ditadura brasileira, em 1971

http://www.ebc.com.br/cidadania/2015/07/historia-da-ditadura-ainda-precisa-ser-sempre-lembrada-afirma-irma-de-stuart-angel

Embaixador do Canadá escolhe o Rio de Janeiro para celebrar a data festiva de seu país no momento da despedida

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O presidente do Clube de Roma, seção Brasil, professor Heitor Gurgulino, e o embaixador do Canadá que se despede no fim da semana, Jamal Khokhar

Para o embaixador do Canadá, Jamal Khokhar, após seis anos no posto, foi sua última comemoração da Data Nacional canadense vivendo aqui no Brasil. E ele escolheu o Rio de Janeiro para passar este 1º de Julho festivo, o que fez questão de enfatizar em seu speech, como sempre descontraído, amigo, informal, como acontece quando se trata de um evento na sede do Consulado Geral do Canadá, no Rio de Janeiro, onde todos se sentem como se realmente fossem da casa. Sentem-se entre amigos.

Esta emulação franca e boa deve-se não só à simpatia da equipe que nos recebe, mas principalmente ao cônsul-geral Sanjeev Chowdury, há quase quatro anos na cidade e, nesse pouco tempo, criou vínculos sólidos de amizade, para a vida inteira, com os funcionários que lidera e os cariocas que tiveram a alegria de encontrá-lo nos tantos acontecimentos para que é convidado.

Diplomata de carreira, o embaixador Khokhar parte de Brasília no próximo fim de semana, para assumir um grande e prestigioso desafio: ser o novo presidente do Instituto das Américas, em La Jolla, na Califórnia. Brincando, ele disse que gostaria de no futuro voltar ao Rio de Janeiro… “para substituir Sanjeev, neste escritório maravilhoso na Praia de Copacabana, com vista para o mar”. Todos riram, naturalmente.

Depois, falou o cônsul Chowdury, anunciando que não faria discurso. Convidou todos os funcionários a virem à frente, apresentou-os, falou sobre cada um com carinho e simpatia, como é usual, e por fim apresentou o time de futebol canadense  F7 – da Canada Soccer Federation – que veio disputar a Copa das Américas no último fim de semana e deixará entre nós um de seus atletas, Andrew Sydoruk, rabo de cavalo louro, que o Fluminense contratou.

Esperamos que jogue tão bem quanto é bonito. 😉

Murilo Veiga, o mestre de cerimônias, chamou a canadense radicada no Brasil, Vanessa Rodrigues, professora do projeto Escola de Música da Rocinha, onde dirige uma Orquestra de Câmara há quase três anos. Fomos brindados com uma das Quatro Estações de Vivaldi (o Outono) e o chorinho Tico Tico, de Zequinha de Abreu.

Breves palavras finais da professora, do cônsul, do embaixador. Tudo descontraído, agradável, numa boa.

O mestre de cerimônias Murilo Veiga convidou o chef canadense Quentin Glabus a nos antecipar as gostosuras que serviria em seguida. E passamos mais um tempo juntos naquele 1º  de Julho do bravo Canadá, país que soube se impor, silenciosa e discretamente, ao longo dos séculos, com seu imenso território multicultural, notável poder econômico, prestígio internacional, mantendo a sua forte identidade, em excelente convívio diplomático com seu vizinho, o poderoso Tio Sam, o que havemos de convir é tarefa só para profissionais.

E God Save The Queen!

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Ely Couto, vice-presidente da Câmara de Comércio Brasil Canadá

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O cônsul Sanjeev é presenteado com a camisa do time de futebol canadense e examina a possibilidade de vesti-la… ao lado do jogador Andrew Sydoruk (o louro), que ficará no Rio de Janeiro, pois foi contratado pelo Fluminense

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O Cõnsul-Geral do Canadá, Sanjeev Chowdury, tira o paletó para vestir a camisa do time da Canada Soccer Federation, que chegou ao coquetel da Data Nacional do Canadá todo uniformizado

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Colocando o uniforme… ao lado do técnico do time e do jogador de futebol Andrew Sydoruk

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O cônsul Sanjeev já totalmente integrado à equipe da Canada Soccer Federation!

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O colunista Franklyn Toscano indeciso sobre que uniforme pedir emprestado: esse ou aquele?

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Alex Jianwei Ma, vice-cônsul da República Popular da China, e a cônsul-geral interina, Li Yanjun

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O atleta do time canadense que veio para jogar na Copa das Américas

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Diana Macedo Soares, a professora canadense Cathy Grebenc e Sérgio Chamone

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O cônsul-geral da Bélgica Bernard Quintin

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A representante de Relações Internacionais da Firjan,  Aline Lazarin Muller

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O embaixador Jamal Khokhar, o cônsul Sanjeev Chowdury e a musicista canadense Vanessa Rodrigues, que há três anos dá aulas no projeto da Escola de Música da Rocinha

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A Orquestra de Câmara da Escola de Música da Rocinha:  Gabriel de Oliveira, Isabela, Anderson Vieira e Camila Batista

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Murilo Veiga, funcionário do Consulado do Canadá, fez as vezes de mestre de cerimônia da solenidade

IMG_1107O embaixador Khokhar entregou um cheque do Bank of Canada em retribuição aos jovens músicos por sua apresentação

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O  chef canadense Quentin Glabus nos brindou com as delícias gastronômicas, especialmente os doces (com bandeirinhas do Canadá espetadas), sua grande especialidade

E tudo acabou em pizza… no bom sentido, naturalmente

Angela Costa tem uma cozinha quase do tamanho de seu coração. Ela ocupa o segundo andar inteiro de seu tríplex de Ipanema, uma cozinha com equipamento quase industrial, uma bancada enorme, mesas redondas, sofás, o que hoje chamamos de cozinha gourmet. Basta um bom motivo, que a cozinha de Angela imediatamente começa a fumegar. Outro dia a cozinha se transformou em pizzaria e encenou um rodízio incessante de pizzas de todos os sabores, para celebrar o aniversário de Diana Vianna. Foi um festival de pizza com champagne.

O apartamento de Angela, não tem muito tempo, passou por uma grande reforma, pelo arquiteto Roberto Gonçalves. Ganhou teto de vidro, elevador transparente, visão panorâmica 180º, espaços amplos, imensidão. Ela o inaugurou com uma festa espetacular, em que a surpresa foi um show do Thiago Abravanel como Tim Maia.

Nesta última noite, o show foi a alegria de estar com Angela, Diana e seus amigos, naquela generosidade toda, entre pessoas interessantes, ambiente internacional, reunindo várias personalidades do corpo consular, diante da linda vista das praias de Ipanema e Leblon.

A vida no Rio de Janeiro sabe ser bela.

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Angela Costa, Waleska Carvalho e a arquiteta Angela Fonti

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A vice presidente da Associação Comercial, Maria Luiza Nobre, e o ministro Laudemar Aguiar, diretor de Relacões Internacionais da Prefeitura do Rio de Janeiro

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Thereza Diogo e Angela Costa

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A consulesa da República Dominicana, Vitoria Martinez Mendez, e a aniversariante, Diana Vianna, que faz um elo de ligação da secretaria de Indústria e Comércio do Estado com o Corpo Consular e foi prestigiada pela presença da cônsul-geral do Equador, Monica Loaiza, a cônsul-geral do Uruguai, Myriam de Pastore, e a cônsul-geral da Guatemala, Ruth Stern

Os príncipes Serpa, os mecenas Medici e a Orquestra Sinfônica Cesgranrio

Os Medici

 Os Medici não eram monarcas. Tornaram-se ricos e influentes com o comércio de tecidos, daí a uma dinastia política italiana, dando origem a quatro papas, direito por hereditariedade ao Ducado de Florença e à Toscana, que governaram. Tudo, através deles e com eles, florescia. Sobretudo as artes. Inspiraram a origem da Renascença italiana, expandindo sua influência por toda a Europa. Desenvolveram o sistema contábil de débito e crédito, revolucionaram usos, costumes e etiqueta nas cortes, onde até o uso dos talheres introduziram, atingindo seu apogeu entre os séculos 15 e 17. Distinguiram-se sobretudo pelo mecenato, lançando e apoiando os grandes artistas de seu tempo. Tornaram-se referência, na História, de um comportamento repetido através dos tempos pelas grandes fortunas. Não há milionário culto e importante no mundo que não deseje, como fizeram os Medici, deixar seu legado nas artes para a Humanidade. Estão aí as grandes doações aos museus, as coleções preciosas de nomes de poder.

Os Serpa

A Dinastia de Serpa, também chamada Casa de Serpa, originou-se com  D. Fernando de Portugal (1217 – 1246), Infante de Portugal e Senhor de Serpa, filho de Afonso II de Portugal e D. Urraca de Castela, rainha de Portugal (11861220), filha de Afonso VIII de Castela, rei de Castela, e de Leonor Plantagenetaprincesa da Inglaterra e Rainha de CastelaFernando, dito Infante de Serpa, casou-se em 1200 com a filha do conde Nuñez de Lara, D. Sancha, mas não tiveram filhos. Mas ele teve um único herdeiro ilegítimo, o Prior de Santo Estevão de Alfama, D. Sancho Fernandes Serpa. D. Sancho, o primeiro a usar o sobrenome Serpa, representava um dos ramos que poderiam levar à sucessão da coroa portuguesa na Dinastia de Borgonha (chamada de Afonsina). Contudo dado que D. Beatriz de Portugal foi destronada em 1835, a Dinastia de Borgonha (de D. Sancho Serpa) deixou de ser a Casa Real. Com isso, o Ramo de Serpa não se conforma, e defende que, se a dinastia de Borgonha voltasse ao poder, eles reinariam, pois deveriam ser os legítimos herdeiros ao trono da dinastia Afonsina. Na virada para o século 20, José Joaquim de Serpa, 1º Visconde de Alvor, fez uma investida, através da chamada Declaração de Serpa, assinada por diversos Serpa, em 1911, formalizando junto aos monarquistas a chamada égalité de naissance (igualdade de nascimento) entre os descendentes de D. Afonso II. Com isso, eles passaram a se intitular “Príncipes de Serpa” e conservaram entre si o tratamento de Alteza Real, transmitido aos descendentes do Infante de Serpa.

A fusion

Bem, não sei se, em algum momento nos antigos tempo, os Medici da Itália se cruzaram com os Serpa de Portugal, e os Serpa com os Medici. Assim como desconheço se os Serpa de antigamente praticavam, como os Medici, as benesses do mecenato. Posso, porém, assegurar, que, no despontar deste Século 21, na tropicalidade trepidante de um país chamado Brasil, por um fenômeno qualquer desses tempos novos, que uns dizem ser de fim outros de começo, as duas famílias fundiram-se filosoficamente em uma única, resultando dessa mixagem um fruto de rara qualidade.

Pois tal fruto guarda no DNA o gene de um monarca legítimo Afonsino, da dinastia de Borgonha, o tino empresarial de um comerciante têxtil florentino, a fé católica de quatro papas e de um Prior de Santo Estevão, o gosto pelos rituais sofisticados e a ousadia de revolucionar até os hábitos das cortes, a mente matemática de engenheiro que inova créditos e débitos, a obstinação de um Visconde de Alvor, o gosto pelas artes e, o fundamental: um compulsivo prazer em ajudar o próximo, principalmente quando se trata de fazê-lo crescer através de seu trabalho artístico.

Um homem voltado com paixão para o mundo das artes, sejam elas a música, o teatro, as letras, o cinema, qualquer forma de expressão que transmita a sensibilidade de um artista vocacionado.

Para isso, Serpa/Medici não mede esforços, tempo, dedicação e investimento. Soma apoios de investidores, fundações sob sua gestão ou de parceiros, num efeito multiplicador que jamais se extingue.

Este Homo Sapiens, para usar o termo do momento 😉 , Homo Sensibilis, Homo Bonus, é o Carlos Alberto Serpa. Tendo ao lado, é claro e naturalmente, sua Mulher Sapiens, a Beth 😉 😉 .

Esta semana, nossos Amigos Sapiens receberam para uma noite extraordinária, lotando o Theatro Muncipal do Rio de Janeiro, com a primeira apresentação da Orquestra Sinfônica Cesgranrio. Sobre a qual já falei em post anterior: http://www.hildegardangel.com.br/?p=44259&preview=true&preview_id=44259&preview_nonce=b0ba62e961&post_format=standard

Foi uma noite de ovação, aplausos de pé e bis. Consagradora.

Tão tocante quanto a performance dos instrumentistas e do magnífico regente Eder Paolozzi,  foi a emoção daqueles jovens, seus sorrisos de indisfarçável contentamento por estarem naquele palco, como se vivessem um sonho difícil de dele despertar. Saímos todos de lá, acredito, ainda mais emocionados do que todos eles.

Obrigada Serpa, obrigada Beth, por nos permitirem, graças à sua enorme generosidade, à sua fantástica visão, nos sentirmos bondosos também

Beth e Carlos Serpa

Beth e Carlos Alberto Serpa -Theatro Municipal, estreia da Orquestra Cesgranrio com um público de mais de 500 pessoas, evento fechado para convidados do meio musical, empresarial e sociedade. Após a estreia foi oferecido na Casa de Arte e Cultura Julieta De Serpa coquetel para 150 convidados.

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A jovem Orquestra Sinfônica Cesgranrio – Entre os presentes, a secretária de Educação Estadual Eva Doris, Pedro Grossi, os atores Suzana Faini, Tadeu Aguiar  e Silvia Massari

Carlos Serpa e o secret educação Marcelo Calero

O mecenas Carlos Alberto Serpa e o secretário municipal de Cultura, Marcelo Calero – Em seu primeiro concerto, o grupo executou três obras ícones da música clássica: a abertura da ópera “A Flauta Mágica”, KV.620, de Mozart; e o Concerto para piano nº 4, em Sol Maior, Op 58 e a Sinfonia nº 5 em Dó menor, Op.67, ambos de Beethoven.

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Sonia Romano e Márcio de Oliveira Dias

Belita Tamoyo e Suzete Conteville

Belita Tamoyo recebeu Suzete Dourado em seu camarote

Lucia Grossi

Lucia Grossi

Heitor e Lilian Gurgulino

Heitor e Lilian Gurgulino

Liane Resende, Maria Tereza Fatorelli , Regina e Miguel Padilha(1)

Liane Resende, Maria Teresa Fatorelli, Regina e Miguel Padilha

Glaucia e Mauricio Zacharias

Glaucia e Maurício Zacharias

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Heckel Verri e sua mãe, Cleuba Verri

pianista Patricia Glatzl

A pianista Patricia Glatz

Daise e Julio Fabbriani

Daisi e Julio Fabbriani

Arnaldo Niskier, Bernardo e Ronaldo Cavalheiro

Arnaldo Niskier, Bernardo e Ronaldo Cavalheiro

Sonia e Antonio Henrique Simonsen

Antonio e Sonia Simonsen

Renata Fraga

Renata Fraga

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Fernando Resende e Ana Borges

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A Orquestra Sinfônica Cesgranrio e, ao fundo, o discurso do presidente do Cesgranrio. Além do maestro Paolozzi, a Banca Examinadora dos 200 estudantes que foram testados na formação da orquestra foi composta por  André Cardoso, atual presidente do Academia Brasileira de Música; Myriam Dauelsberg, doutora em Musicologia pela Universidade de Sorbonne; e Carlos Prazeres, regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia.

Alexandre Machafer, Carlos Serpa, Gustavo Tavares e Robson Maia

Alexandre Machafer, Serpa, Gustavo Tavares e Robson Maia

Ana e Belita Tamoyo, Ana Botafogo e Carlos Serpa

Flavia e Belita Tamoyo, Ana Botafogo e Carlos Alberto Serpa

Fotos de Marcelo Borgongino