Assistam ao vídeo de ontem:
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=D9itv0xqVYU
Enviado pelo leitor Odonir Oliveira
Assistam ao vídeo de ontem:
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=D9itv0xqVYU
Enviado pelo leitor Odonir Oliveira
Com palavras sensatas, leitor me pede que não coloque “mais lenha na fogueira”, prevendo consequências incontroláveis para esse clamor generalizado que se espalha pelo país em manifestações diárias.
Não acredito que eu ofereça grande riscos, pois a fogueira crepita independente de mim, que sou uma gotinha num marzão.
Até agora não sei onde esses jovens das ruas pretendem chegar e se têm alguma definição efetiva de suas pretensões, mas entendo que os jovens estão com uma vontade danada de viver as emoções das ruas, mesmo que não tenham causas claramente definidas.
O que é uma pena. Ir para as ruas por ir é um desperdício de energia boa, que poderia ser canalizada para grandes causas essenciais ao país, como a do petróleo, de que falei aqui. (vide: Jovens das ruas: quem sabe faz a hora, não espera o pior acontecer! http://www.hildegardangel.com.br/?p=23909)
Certamente, se a coisa chegou onde chegou foi por cegueira e incompetência generalizadas de:
1 – Aqueles que exercem o poder, leia-se políticos, judiciário etc., que fecharam os ouvidos para essa indignação crescente e latente do povo e continuaram exorbitando, não percebendo que uma corda, quando muito estica, um dia arrebenta.
2 – Um setor arrogante e manipulador da grande mídia – leia-se aí o chamado PIG -, que provocou, instigou e, este sim, colocou lenha na fogueira, com reportagens e afirmações não raro de revés falso ou equivocado, armando e tramando para fazer prevalecer suas conveniências e vontades, de modo irresponsável, sem deixar espaços para perspectivas positivas, criando um ambiente desestabilizador.
3 – Os partidos de esquerda, as lideranças estudantis e sindicatos distanciaram-se de seus sonhos, ideais, bandeiras, lutas, ficaram com o mesmo rosto envelhecido dos poderosos, do establishment, por isso não são mais modelo e liderança para a juventude brasileira. Os jovens estão soltos, sem direção, porque não têm referências. Jovens nas ruas, com muitas perguntas e sem terem quem as respondam..
E são justamente os porta-vozes dos órgão da imprensa desse PIG os atacados com agressividade pelos manifestantes, quando fazem a cobertura desses eventos nas ruas, ou nas frases, jargões e hinos, contra as organizações de mídia, entoados em coro. O feitiço se volta contra os feiticeiros.
Que a direita extrema e outros grupos políticos mal intencionados querem tirar proveito do movimento, isso querem, mas não vejo jeito de os jovens deixarem eles meterem a mão no seu quadrado. E rezo aos céus para que assim seja. Amém!
Face aos episódios de ontem na Alerj, O governador Sergio Cabral cancelou, aos dez minutos desta madrugada, toda agenda pública que tinha hoje, incluindo o evento de assinatura de protocolo de intenções entre o Governo do Estado e a Aliança Renault-Nissan, para a instalação de fábricas do veículo no Estado, e comunicou isso à imprensa…
Enquanto isso, as manifestações de ontem no Rio de Janeiro, noves fora as arruaças na Alerj, também tiveram o seu aspecto pacífico emocionante e até saudosista. No meio daquela multidão de 100 mil, a maioria vestindo branco, viam-se vários personagens que marcharam com os 100 mil daquela passeata épica de 1968 na mesma Cinelândia. Entre eles, Adriano de Aquino, que deixou suas impressões no Facebook, e a atriz Verinha Vianna, cuja foto, ao lado de Leila Diniz, Norma Bengell e Odete Lara, todas de minissaia, na famosa passeata de 1968, é um dos ícones daquele momento histórico…
Em respeito a Oxalá – o Senhor do Bonfim – os adeptos do candomblé se vestem de branco nas sextas-feiras, guardando o dia do seu santo, ou orixá, para lhe prestar homenagens e purificar o astral. Uma forma de forma de agradecer e pedir bênçãos e muita paz.
A rapaziada das ruas, data vênia, pede hoje emprestada a ideia aos adeptos de Oxalá e antecipa o costume do branco, de sexta para esta segunda-feira, e milhares de jovens, em várias capitais do Brasil, participam de um grande protesto contra o aumento das passagens e mais um montão de coisas (que até hoje ninguém conseguiu explicar direito e eu aqui propus ontem a eles, como bandeira a levantar, a da suspensão dos leilões de petróleo, já que o que temos estocado já dá e sobra para os próximos 50 anos! hildegardangel.com.br/?p=23909).
No Facebook, a Segunda-feira Branca / White Monday já soma mais de 270 mil de adeptos convocando a geral para que todos se vistam hoje de branco.
Tem gente que já saiu de branco hoje cedinho de casa, mesmo sabendo que não vai poder ir dar plantão na manifestação no Centro. Mas é uma forma de dar força e mostrar simpatia. Um jovem ator me disse: “Não vou poder ir, vou trabalhar hoje à noite, e também não posso levar bala de borracha na cara pois minha peça está em cartaz”. É, a PM não está dando moleza…
“O branco não é só contra o aumento. É contra a violência, é nossa resposta de paz, é nosso silêncio de indignação, nosso pedido de atenção e clareza nas políticas, nosso não contra a corrupção, a vontade de mudar alguma coisa no país”, ele disse também.
Fala bem, o meu amigo. Para quem vai, para quem não vai ou para quem vai vestir branco só mesmo na próxima sexta-feira, aí estão as sugestões brancas deste blog para este e todos os seus White Days 😉
Um recado aos jovens…
O próximo leilão do petróleo brasileiro será o do campo de Libra, que a Petrobras já perfurou. É o maior campo brasileiro: 15 bilhões de barris!
Pelo artigo 12° da nova Lei, a União, “visando ao interesse nacional”, pode em alguns casos contratar o campo com a Petrobras, sem leilão, “para a exploração e produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos sob o regime de partilha de produção”.
No caso do campo de Libra está mais do que caracterizado o interesse nacional, pois a Petrobras já perfurou e descobriu um campo excepcional.
Por que então entregá-lo de mão beijada a empresas estrangeiras se é um petróleo já descoberto e sem riscos?
Eu estava lá no Maracanã quando Lula foi vaiado no estádio nos Jogos Pan-Americanos, e ficou claríssima e evidente a orquestração do prefeito Cesar Maia. E nem foi uma vaia forte. Uma vaiazinha. O que não influenciou nada nas eleições de 2010, com Lula emplacando a Dilma, que chamavam de “poste”.
Essa vaia de ontem da presidenta Dilma me pareceu mais intensa, talvez porque tenha sido em Brasília. No Rio, o pessoal é mais relax e diversificado. Porém, essa vaia e nada é a mesma coisa, em se tratando das eleições do ano que vem. Contudo, ela refletiu uma quebra no encantamento e na euforia que até há pouco tempo blindavam a presidenta de manifestações do gênero.
Significou o desmonte de uma aura de respeito que se criara ao redor dela, que, de certa forma, a desvinculava dos objetos maiores de rejeição da direita: seus companheiros que a elegeram ou ajudaram a elegê-la, Lula, Genoíno, Dirceu e demais petistas de maior expressão.
Agora, Dilma foi jogada de volta no mesmo caldeirão, num jogo político articulado pela oposição. E, quanto mais as eleições se aproximarem, maior será esse mergulho na mesma vala comum. A turma das redes sociais está se empenhando firme no sentido de antipatizá-la e desmanchar todo o encanto, enviando emails maledicentes, fazendo charges, criando filmes de animação, inventando piadas, enfim, foi dada a partida em todo o tipo de baixaria pré-eleitoral, eca!
O nível do exercício político no país, desde a campanha majoritária presidencial passada, caiu demais. A dignidade desceu a ladeira. A política brasileira se tornou um grande funk de periferia, daqueles de conteúdo bem pervertido e cabeludo.
20h20mHildegard Angel
Não é o povo que sai às ruas, é a classe média.
É e sempre foi…
Em 1968, foram os jovens de classe média que ocuparam a Cinelândia, no Rio de Janeiro, na passeata do estudante Edson Luís, morto no restaurante Calabouço. A primeira manifestação, depois vieram todas as outras.
Foram aqueles jovens da classe média que correram das patas dos cavalos, defenderam-se como puderam dos tanques dos déspotas, foram torturados nas masmorras da truculência e morreram em nome de nossa Democracia.
Depois vieram as passeatas das Diretas Já, dos Caras Pintadas e tantas outras, sempre tendo a juventude classe média como combustível da locomotiva que leva às ruas as multidões.
O hoje não difere do passado.
Os jovens estão nas ruas. Os jovens precisam das ruas. A juventude quer as ruas.
Não à toa Caetano Veloso cantou que “a Praça Castro Alves é do povo como o céu é do avião”. Ou que o próprio Castro Alves, muito antes, disse “A praça é do povo! como o céu é do condor”
Os jovens querem as ruas. Não só aqui e agora, mas em toda a parte e ontem, na 1968 de Cohn-Bendit, em Paris, dos Edson Luíses, na Cinelândia.
Os jovens querem gritar o que lhes aperta o peito, o grito da sua idade. E querem uma causa. A de agora nos é apresentada pela mídia como “a causa dos 20 centavos”. Mas sabemos que é muito mais do que isso.
Esses moços sem ilusões gritam contra a insegurança em casa e fora dela; contra o sistema de saúde capenga, o público e o dos planos de saúde, que oprime a classe média lhe negando vagas, tratamentos e cirurgias, obrigando-a a longas esperas e filas, como se os usuários fossem pedintes e não pagantes; protestam contra os aluguéis extorsivos e inviáveis ao bolso do assalariado; contra o show de horrores da corrupção, corroendo todos os poderes, e não é de hoje.
Gritam contra as altas mensalidades escolares que obrigam a classe média a, para educar seus filhos, recorrer a um ensino público da pior qualidade; contra universidades sem verbas, sem reformas, sem equipamentos, em que os professores ganham salários vis e, por isso mesmo, não podem ser sequer um espectro do que foram os grandes mestres do passado.
Esses jovens da classe média se sentem maltratados. Ouvem boas notícias do governo, porque há muitas para serem dadas, realmente há – nosso país retomou seu desenvolvimento e encontrou uma forma mais justa de distribuir sua renda – mas esses resultados parecem não afetá-los.
Posicionada numa camada do meio, onde não é alcançada por benefícios que contemplam os mais pobres, situados abaixo dela, e incentivos que impulsionam o setor produtivo empresarial, colocados acima, a classe média protesta, entre outras coisas, porque se sente esquecida, relegada aos telefonistas do telemarketing.
Classe média entregue às gravações impessoais e sem rosto das prestadoras de serviços públicos e privados, que não lhes solucionam os problemas e a desrespeitam repetidamente, sob o beneplácito das agências reguladoras, criadas para defendê-la, porém solenemente ignoram sua angústia multiplicadora de AVCs e infartos do miocárdio.
Daí que, quando os jovens da classe média levantam a “bandeira dos 20 centavos”, mesmo sem andar de ônibus, como alguns já disseram, eles dão muitos gritos.
Gritam nas ruas pelos que não gritam, não querem gritar, não têm tempo, têm é pressa para chegar em casa, jantar e ver a novela.
Em 1969, espremido dentro dos ônibus lotados, o povão olhava com estranheza aqueles jovens da classe média sobraçando livros serem espancados pela polícia, enquanto berravam ensanguentados “pelo povo e abaixo a ditadura!”.
Mas o povo dos ônibus tinha pressa para ir dormir, descansar do dia puxado de trabalho. Pressa pra ir buscar ou levar os filhos na escola. Pressa pra fazer seu curso noturno e, com o diploma, ter um salário melhor. Pressa pra tirar os sapatos, esticar as pernas. Pressa pra uma chuveirada, mesmo fria.
Passadas cinco décadas, nosso povo continua com pressa pra conseguir lugar na barca. Pra chegar à estação do trem, à rodoviária. Pressa pra fazer a baldeação de dois, três ônibus, até seu ponto final. Pressa para botar a cabeça no travesseiro, pois há sempre o dia seguinte.
O povo tem pressa da pressa. Os jovens têm pressa das ruas. A polícia tem pressa de bater. Os partidos políticos têm pressa de ganhar eleição. E quem tem pressa de defender o Brasil?
Quem tem pressa de dar a esses jovens de 2013 uma bandeira de que o Brasil necessita com urgência? A bandeira do patriotismo!
Coragem de mostrar aos jovens as vísceras da realidade brasileira, oculta sob os panos cirúrgicos de uma vergonhosa operação lambança, a dos leilões petrolíferos da margem equatorial brasileira, roubando a estes mesmos jovens o seu futuro? Aquele futuro brilhante prometido na campanha eleitoral?
A Agência Nacional de Petróleo acaba de vender um bilhete premiado às empresas petrolíferas estrangeiras e todos se calaram.
Perplexos, assistimos em maio passado como que a um grande conluio entre as classes dominantes em todas as esferas – Executivo, Legislativo, Judiciário, grande mídia – parecendo compactuarem com o que, aos tempos de FHC, disse o primeiro diretor geral da ANP a uma plateia de empresários top: “O petróleo é vosso!”.
É fundamental levar a essa juventude inquieta das ruas a realidade desses leilões de entrega do patrimônio nacional às multinacionais, sem compensação ao povo brasileiro, um crime de lesa-pátria, um escárnio, um escarro na Soberania Nacional.
Pressa, temos pressa para que seja cumprida a promessa de campanha da candidata Dilma: “O pré-sal é o nosso passaporte para o futuro”.
No entanto, passadas as eleições e às vésperas de uma próxima, vemos chocados a retomada dos leilões, inclusive das áreas regidas pela Lei 9478/97, aquela que dá todo o petróleo a quem o produz e, para a União, apenas a suave obrigação de pagar módicos, inexpressivos, 10% de royalties, em dinheiro!
Migalhas atiradas da mesa da Casa Grande (os grandes grupos multinacionais) aos da senzala de sempre (nós).
Jovens das ruas, o Brasil precisa desesperadamente do protesto indignado de vocês contra o desprezo por uma questão estratégica para o País!
A corajosa juventude brasileira precisa, com pressa, fazer sua voz alçar voo, junto com o condor de Castro Alves, e bradar que a Petrobras não precisa leiloar nada, pois já descobriu mais de 54 bilhões de barris no pré-sal, que, somados à reserva anterior de 14 bilhões de barris, nos dão uma auto suficiência para mais de 50 anos.
Por que, então, essa teimosia em realizar os leilões? Por que essa pressa?
Vemos hoje estrangulamentos sucessivos e ilegais na Petrobras, obrigando a empresa a importar derivados por preços menores do que é obrigada a vender no país.
Mas não obrigam as concorrentes multinacionais a fazerem o mesmo.
Vemos abrirem o caminho para o cartel internacional atuar em bloco e se beneficiar da eventual impossibilidade da Petrobras participar dos leilões. No da margem equatorial, foi pífia a participação da petrolífera brasileira, enquanto os compradores estrangeiros saíram deles de pança cheia e palitando os dentes (nada temos contra os investidores internacionais, mas não queremos ser explorados).
No caso do pré-sal, é previsto na nova lei 12351/10 que o vencedor do leilão é aquele que der maior percentual do lucro para a União.
Se a Petrobras não participar, o cartel poderá ganhar blocos com uma oferta irrisória do percentual do lucro, o que anularia o esforço do Governo Lula para neutralizar o estrago que a Lei 9478/97 tem feito ao País.
A última novidade foi a Receita Federal desengavetar esta semana um processo tentando impedir a Petrobras de participar dos próximos leilões do pré-sal. Se alguém chamar de complô, não estranharemos.
Jovens das ruas, aí está uma causa fundamental! Uma causa que definirá o seu futuro. Bandeira costurada na medida da sua energia à flor da pele, à flor de seu grito e de seu coração aberto: modulem a voz, engrossem o grito, deem à sua luta maior potência e tônus!
Afinal de contas: era ou não era o petróleo que iria garantir a nossa educação?
Já somos assaltados indefesos, nas ruas e dentro de casa.
Vamos reagir contra o pior de todos os assaltos: aquele contra a nossa possibilidade de independência, cidadania, prosperidade e futuro!
Vamos defender nossos interesses. O interesse do povo brasileiro.
Ser patriota não está fora de moda. Ainda está valendo. Esse papo de globalização é só pra nós. Nos países deles todos se ufanam da Nação que têm.
Vamos dar o nosso grito do Resgate Patriótico!
Se não abrirmos o olho e levantarmos nossa voz, o Brasil, mesmo com todo o seu petróleo do pré-sal, continuará senzala do mundo, curvando a cabeça e recebendo as migalhas da “Casa Grande” dos países poderosos
Não custa lembrar e até declamar o poema épico do ‘poeta dos escravos’ Castro Alves, cujos versos do século 19 vêm a calhar neste 21
Ao Povo o Poder
“A praça é do povo! como o céu é do condor”.
É o antro onde a liberdade
cria águias em seu calor.
Senhor, pois quereis a praça?
Desgraçada a população!
Só tem a rua de seu…
Ninguém vos rouba os castelos,
Tendes palácios tão belos…
Deixai a terra ao Anteu.
Mas embalde… que o direito
Não é pasto de punhal
Nem a patas de cavalo
Se faz um crime legal…
Ah! não há muitos setembros!
Da plebe doem-se os membros
No chicote do poder,
E o momento é malfadado
Quando o povo ensanguentado
Diz: já não posso sofrer.
A boina do Juliano Cazarré foi o acontecimento tudibom da tarde do Village Mall, de lançamento de coleção no Emporio Armani.
Cazarré é um homem com estilo e sua presença num acontecimento de moda agrega sempre. A iniciativa de convidá-lo foi do ‘casal com antenas’, Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho, que fez as honras da tarde, reunindo o que há de elegante neste mundo HD. Nomes como Bianca Castanho, Isabel Fillardis, Sheron Menezzes, com Saulo Bernard, que desfilou para a marca.
A viúva de Chico Anysio, Malga Di Paula, provocou cocerinhas gerais acompanhada do novo marido, amor de Facebook, Felipe Batista. Também convidada, modelo Renata Kuerten, que encabeçou o casting de editorial sobre o Rio para a Vogue China, e o modelo Rafael Sander. Eles circularam pela loja no elenco vip convidado e no elenco dos tops contratados para exibir a coleção. Duplo aproveitamento da viagem até a Barra, hein, queridinhos?
Foram servidas gostosuras do chef Aquim. Já as delícias sonoras foram selecionadas pela DJ Mary Olivetti…
A boina cheia de estilo do Juliano Cazarré entre Liège Monteiro e Letícia Bastos
O encantamento de Isabel Fillardis diante dos looks Emporio Armani saindo tépidos do forno
A linda Franciely Freduzeski aplaude a moda masculina EA
Cesar Coelho Gomes, o empresário estilista dos acessórios brasileiros Swains, se estivesse na Itália seria um nome de calibre internacional
Renata Kuerten, como top da tarde. E, com todo o devido respeito à história e ao mérito de Giorgio Armani, ele deve puxar a orelha do chefe da oficina de costura: que roupas mal feitas!
Confiram na foto abaixo…

Sheron Menezzes e Saulo Bernard
Felipe Batista e Malga di Paula
Alexandre Schnabl, Cecília Figueiredo e Vitor Paes
Malga e Bianca Castanho na plateia da tarde
Os looks masculinos desta coleção Emporio Armani enfeitam, acrescentam e foram o must. Já os femininos…
Renata Kuerten em seu momento convidada E confiram na foto abaixo: Com todo o devido respeito e o mérito a Giorgio Armani, ele deve puxar a orelha do chefe da oficina: que roupas mal feitas!
O sorriso entusiasmado, a alegria espontânea inspirando brasilidade, o viço verde amarelo: Indiraah Almeida é a fina estampa certa para o Emporio Armani no Brasil
Fotos de Bruno Ryfer
Quem chegou de uma temporada europeia foi Narcisa Tamborindeguy. Paris, Londres, uma voltinha na Suíça. Visitou a filha Catharina Gerdau, reviu a amiga que ficou viúva do dono da Rolex, o amigo que produz a tinta do dinheiro do mundo, azeitou as conexões internacionais, bateu pique no international set e voltou à doce vidinha carioca, ao mesmo cenário, ao elenco de sempre.
Bem, parece que houve uma baixa no elenco de Narcisa. Desde sua chegada, ela ainda não telefonou para o namorado Guilherme Fiúza. Foi o comentário do Blackberry para o Iphone.
A noite da posse da escritora Rosiska Darcy de Oliveira, na cadeira Número 10 da Academia Brasileira de Letras, teve mais conteúdo e substância do que supõe a vã filosofia.
A solenidade em torno da oitava mulher acadêmica, a também professora, conferencista e ensaísta Rosiska, tida como a melhor amiga da saudosa primeira dama dona Ruth Cardoso, também homologou, aos olhos da intelligentsia nacional, o casamento do ex-Presidente da República Fernando Henrique Cardoso com Patricia Kundrat.
Pelo menos é o que se depreende na leitura do boletim oficial timbrando, expedido pela Academia Brasileira de Letras sobre o evento, expedido para toda a imprensa, em que está textualmente escrito:
“Estiveram presentes, também, o ex-Presidente da República Fernando Henrique Cardoso, sua mulher Patricia Kundrat, a Ministra do Superior Tribunal Federal Carmen Lucia Oliveira e o editor Paulo Rocco”.
(o negrito é meu)
Pano rápido.
No carnaval, em foto da coluna de Lu Lacerda, FHC e Patricia, até então ainda apresentada como namorada