Sobre Hildegard Angel

colunadahilde@gmail.com Hildegard Angel é uma das mais respeitadas jornalistas do Rio de Janeiro. Durante mais de 30 anos foi colunista no jornal O Globo, quer cobrindo a sociedade (com seu nome e também com o pseudônimo Perla Sigaud), quer cobrindo comportamento, artes e TV, tendo assinado por mais de uma década a primeira coluna de TV daquele jornal. Nos últimos anos, manteve uma coluna diária no Jornal do Brasil, onde também criou e editou um caderno semanal à sua imagem e semelhança, o Caderno H. Com passagem pelas publicações das grandes editoras brasileiras - Bloch, Três, Abril, Carta, Rio Gráfica - e colaborações também em veículos internacionais, Hildegard talvez seja a colunista social com maior trânsito

Uma seleção de mulheres, que são referência do bom gosto, do saber ser, fazer e receber

Se nós pudermos dizer que no Rio de Janeiro reside, por tradição, o verdadeiro significado da elegância nacional, o grupo de amigas de Maria Alice de Araújo Pinho, reunidas por Lourdes Catão para almoço de seu aniversário, é o que há de mais representativo da elegância brasileira, mantendo-se invicto e resistente aos aromas de vulgaridade que impregnam todos os setores da vida do país.

Uma seleção de mulheres, que são referência do bom gosto, do saber ser, fazer e receber.

Dinheiro, Poder, Fama podem até valer como ‘controle de qualidade’ em outros ambientes, porém, naquele almoço de Lourdes no Edifício Biarritz esses itens eram completamente secundários perto de Atitude, Refinamento, Antigas Amizades.

 Conversas ótimas. Beleza transcendendo idade. Inteligência. Conteúdo nas conversas.

 Este é o diferencial!

Só mesmo Maria Alice e Lourdes – que dobradinha!

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Fotos de Hilde e amigas

Casa de Convivência e Lazer Dercy Gonçalves – O que está dando certo não pode fechar

A pedido de leitores deste blog, transcrevo aqui abaixo o apelo da amiga e escritora Angela Adnet Amaral (texto já publicado no Jornal de Copacabana) pelo não fechamento da Casa de Convivência e Lazer Dercy Gonçalves, que faz a alegria dos idosos da Zona Sul Carioca, sem recursos e sem alternativa de lazer. Com a palavra, a Angela…
Texto de Angela Adnet Amaral  
Já com mais de 10 anos de existência, a Casa de Convivência e Lazer Dercy Gonçalves, recebe a triste notícia sobre a possibilidade de fechamento de suas portas. Como alguém em sã consciência pode interromper um trabalho que vem dando certo? Que vem trazendo vida, alegria, prazer, informação àqueles que já atingiram uma fase em que tudo se torna mais difícil devido aos parcos rendimentos de uma aposentadoria, à perda de entes queridos ou ao confronto das limitações da própria idade? Depressão, isolamento, baixa auto-estima, tudo isso atinge idosos em qualquer classe social.
Desde que comecei a frequentar a Casa (e lá se vão uns cinco anos), tenho visto situações admiráveis, depoimentos comoventes. Idosos que antes se trancavam em suas casas, sem amigos, enfermos muitas vezes pela solidão, neste espaço entenderam que há sempre tempo para resgatar a felicidade e a alegria de viver, como disse a própria Dercy aos presentes à sua inauguração, ainda em Copacabana, em 19 de julho de 2004.
Disse também que, ao longo da vida, recebeu muitas homenagens, mas, sem sombra de dúvida, a que mais a marcou foi ser madrinha e ter seu nome num centro de convivência para idosos!
Disse ainda acreditar que alguns idosos erram aos se sentirem complexados e tristes com a idade. Com veemência afirmou que aos 98 anos ainda se sentia com a cabeça jovem e com grande vontade de realizar muita coisa!
Pois na “Dercy” é assim: sediada no Parque da Catacumba, num espaço aberto aos idosos, simples em suas instalações, mas rica na qualidade de trabalho dos profissionais que lá exercem suas especializações. Seus frequentadores podem vir das comunidades de Cantagalo, Pavão-Pavãozinho, Cabritos, Tabajaras, Cruzada São Sebastião ou de Lagoa, Ipanema, Copacabana, Jacarepaguá, Centro e até de outros municípios, como São João de Meriti, Niterói e Duque de Caxias e por aí afora.
São sempre bem-vindos e bem recebidos pelo psicólogo, pela assistente social, pelo coordenador, pela auxiliar de enfermagem, por todos os profissionais e especialistas em diversas áreas, como danças, canto, teatro, Informática, Tai Chi Chuan, ginástica etc.
A Casa ainda oferece outras atividades, como palestras, passeios, caminhadas ecológicas, piqueniques e saraus ao ar livre, e acompanhados de gostoso e saudável lanchinho!
PURA QUALIDADE DE VIDA E INCLUSÃO SOCIAL! E tudo grátis!
A Casa funciona de 2ª a 6ª, na Avenida Epitácio Pessoa 3.000, Lagoa, dentro do Parque Natural Municipal da Catacumba. Seu telefone é: 2535 7557.
Uma van sai diariamente, de hora em hora, da Estação Metrô Cantagalo, levando e trazendo usuários da Casa!
Leitores, vamos nos mobilizar para que o projeto não cometa a tremenda injustiça de fechar a Casa Dercy, “despejando” seus idosos. Uma proposta que vem dando certo, apesar de lidar com diversas e importante dificuldades materiais, como já presenciei.
Muitas Casas de Convivência para todos! Um NÃO veemente à possibilidade de fechamento da Casa Dercy! ” *
Angela Adnet é escritora; faz parte de um grupo de leitura dramatizada, o Leitura em Cena, que leva aos idosos em hospitais e casas acolhedoras, a literatura de forma lúdica e descontraída. Sem nada cobrar.
Meu comentário (desta Hilde):
A Casa Dercy Gonçalves existe há muitos anos, com sucesso, graças sobretudo ao poder público. Não me lembro de as pessoas se manifestarem para elogiar o que vinha e vem sendo feito. Se agora, por algum motivo que desconhecemos, ela poderá ser desativada, outro projeto deve estar sendo pensado para o local. Recomendo uma mobilização de todos para saberem quais são as novas intenções da Prefeitura para o local e uma atuação junto à secretaria do Idoso e junto à Câmara dos Vereadores no sentido de que o espaço continue a atender ao público da terceira idade.
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Zuzu Angel recebe hoje a maior homenagem do mundo virtual: é Doodle do Google!

Hoje Zuzu Angel, minha mãe, é alvo da mais expressiva homenagem que o mundo virtual pode prestar a uma personalidade: ela é Doodle do Google. A ilustração ficou muito bem elaborada, com uma concepção artística sobre foto de modelos dos anos 70 ilustrativos do pioneirismo de Zuzu em sua moda impregnada do espírito brasileiro, em suas cores, padronagens e estilo. Clicando sobre a imagem temos as informações sobre a vida, a obra e a luta de Zuzu, até sua morte trágica, numa emboscada planejada pelos agentes da repressão, em 1976, durante a ditadura militar.

A memória de Zuzu e de tantos militantes corajosos, que significaram a Resistência dos brasileiros aos governos autoritários de exceção, uma luta bonita, corajosa, exemplo para as futuras gerações, não precisa apenas ser resgatada. Nos dias de hoje, essa memória precisa ser criada, pois chega a ser assustador como os jovens da atualidade ignoram esse período, essa emocionante História brasileira.

É nossa missão, a cada dia, plantar essa semente do conhecimento dos fatos trágicos  passados em nosso país, disseminar a verdade, num exercício contínuo de esclarecer consciências.

Por isso, neste 5 de junho de 2015, em que minha mãe faria 94 anos, penhoradamente agradeço ao Google a bela contribuição à consciência da Juventude brasileira!

E Viva o ItaúCultural, que, com sua equipe sensível, liderada por Saron, empreendeu no ano passado a Ocupação Zuzu, com efeitos estupendos para o resgate da memória de Zuzu e Stuart – 90 mil visitantes SP/RJ e mídia massiva!

Vivas também para Joaquim Vaz de Carvalho e Sergio Rezende, produtor e diretor do filme Zuzu Angel, com uma audiência contínua e surpreendente. Foram quase 1 milhão de pessoas em seu lançamento e continua a ser visto, no Brasil, no mundo.

Viva a mídia impressa, vivam as mídias sociais, vivam os professores, os criadores, os da moda, os historiadores, que não se cansam de lembrar Zuzu, em seus artigos, suas pesquisas, suas referências, suas criações. Sou-lhes grata a todos.

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Abaixo Zuzu no Google

https://www.google.com.br/?doodle=18575615&hl=pt-BR&gws_rd=ssl&nord=1

Sergio Figueiredo: sonhou grande, viveu grande, ao lado de uma mulher que soube ser para ele ainda maior

A partida foi sob protestos. Reclamou, se angustiou, elevou a voz, perdeu a fala, deprimiu-se. Não foram fáceis os últimos anos em que percebia perder o domínio sobre sua vida, a saúde, perder o controle sobre seu bem planejado universo, um mundo de sofisticação e poder, que, pouco a pouco, se diluía à sua volta com a partida de uns muitos e o afastamento de alguns outros, mais jovens, o que a diferença de idade cada vez mais impunha.

Não estava feliz. Seu próprio círculo social se desconstruía. Seu cenário se degradava. Seu Jockey Club não era mais o mesmo. Os grands seigneurs do turfe, seus companheiros das tardes e noites de corridas na Tribuna de Honra, viraram retratos a óleo nas paredes do clube. O Rio de Janeiro dos nightclubs fervilhantes já foi. Restavam o Gero e a Osteria Dell’Angolo, os últimos redutos. Não, não estava mesmo bom.

“Paixão da minha vida” foram suas últimas palavras na UTI, olhar voltado para a mulher, Iolanda, e a filha, Yara. Assim, desprendia-se do único fio de amor que o ligava à vida: a pequena família iniciada há 50 anos. Assim, se completava aquele ciclo emocionante, montanha russa conjugal, a união de duas pessoas absolutamente diversas, reunidas por um elo inquebrantável de nome Yara.

Só a personalidade de um turfista apostador, acostumado a ousar o improvável, explica este casamento, que para muitos seria um Azarão e acabou se revelando Poule de 10.

Ela, um pássaro solto, ao embalo das forças da natureza, sem ambições e sem submissões, bem ao jeito de quem traz nas raízes o destemor do solo pujante das Minas Gerais. Ele, um jornalista em ascensão, mirando perspectivas ao longe e bem acima, quer nas rodas políticas e financeiras, quer nas sociais.

O início do romance de Sérgio e de Iô teve tintas shakespearianas, quase beirando as tragédias do século 17, que Sergio tanto estudou em Londres, quando cursou teatro ao lado de Laurence Olivier, o que lhe garantiu um inglês perfeito e com acento impecável.. Porém, contrariando a dramaturgia, a trama do casal tomou rumo feliz de filme romântico francês de Claude Lelouch.

Iolanda desde sempre foi a fada boa. Centrou-o num lar doce lar, garantindo a ele paz e sossego de espírito. Soube entende-lo e ser, para ele, a mulher de sua vida. Ajeitou-lhe o look, até então “despojado” demais para um jornalista das altas esferas. Aplicou nele uma boa escanhoada e um haircut clássico, como bem convinha às suas ambições. O terno escuro, as camisas engomadas com iniciais bordadas, as abotoaduras, o lenço impecável no bolso, a colônia… Tudo obra da Iolanda, que logo descobrimos ser perfeita esteta, como poucas há.

Formaram um casal obrigatório, unindo a desenvoltura social e a inteligência rápida de Sergio à elegância no vestir e a personalidade singular de Iolanda, sempre muito bonita e altiva.

E a vida correu… Iolanda aderiu aos ensinamentos do guru Osho, passando a nortear suas decisões por eles, com viagens sucessivas à Índia. Fez-se profundamente espiritualizada. Com seu guru, aprendeu – e nisso acredita – que, quando uma pessoa faz a ‘passagem’, a Luz e a Escuridão vêm disputar sua Alma. Assim, ao chegar na capela do hospital Samaritano, onde o corpo morto do marido já se encontrava, Iolanda o vestiu calmamente, ajeitou-lhe o pescoço e a boca, pediu aos funcionários da clínica que se retirassem (o que fizeram sob protesto) e passou três horas solitária ao seu lado, em profunda meditação, até conseguir perceber a Luz!

Na sua crença, a energia da alma deve deixar o corpo através da cabeça, pois só aí se dará a Iluminação. Iolanda pousou a mão sobre a testa de Sergio, aguardou longo tempo e sentiu o aumento da temperatura. Era a energia que enfim fazia sua passagem. A alma, seu transcurso.

Ela se sentiu rica, plena e muito emocionada. Estava segura de que ali completava também a missão espiritual de seu casamento.

Na missa de sétimo dia, Iolanda Figueiredo recebia, ao lado da filha, no saguão da Nossa Senhora da Paz, agradecendo, a cada amigo que chegava, por rezar para Sergio. Digna e firme. Não chorava. Em sua religião, as lágrimas dos que ficam confundem a alma dos que vão.

Estava extraordinariamente bonita e elegante. De preto, com turbante preto e branco de pontas longas, caídas, e a camélia de ouro negro, criação dela, espetada no peito.

Com meu vício de colunista social, comparei-a mentalmente a Jacqueline Kennedy (“foram as duas viúvas mais bonitas que já vi”).

Assim como organizou Sergio para ele brilhar em sua vida profissional, ela soube organizar a missa dos sonhos dele. Padre Jorjão, com o mais belo dos seus hábitos, paramento de gala, preto e ouro. Missa toda cantada pelo afinadíssimo coral da Igreja. Flores brancas cobriam o altar, em arranjos de extremo bom gosto. Na primeira fila, Iolanda, Yara, os sobrinhos de Sergio e, toda de preto, sua irmã, Leda, cabeça branca, em cadeira de rodas.

A sobrinha leu a Primeira Leitura. Yara, as Preces da Comunidade, e, ao final, agradeceu aos presentes em fala breve e carinhosa.

Os amigos estavam tristes. Eram amigos importantes. Três ex-ministros de Estado, um deles atual vice-governador, Francisco Dornelles, com Cecília. Os outros ministros: Ernane Galvêas e Reis Velloso, com Isabel. Advogados, como João Maurício de Araújo Pinho. Embaixadores, como Paulo Pires do Rio. O ex-presidente do Country Club e do Bradesco Seguros, Eduardo Vianna, com Lilian. Personagens sociais de décadas variadas: Ricardo e Gisella, Danuza Leão, Aparecida Marinho, Idinha Seabra, José Antonio Magalhães Lins, Paulo Fernando Marcondes Ferraz, Maitê Proença e a filha Maria Marinho, Tanit Galdeano, Marcelo Itagiba, Carlos Eduardo Bulhões Pedreira, Nelson Tanure, os Celidônio, Narcisa, Tania Caldas, Julio Rego, Simone Rodrigues – viúva de Ibrahim Sued, Bia Vasconcellos, Paulo Müller, Alice Tamborindeguy. O presidente do JB Online, Pedro Grossi, com Lucinha. O ex-presidente da Cemig, Djalma Moraes, e Maria Teresa. Na primeira fila, também, Ronald Levingsohn, um bom companheiro, com a filha, Claudia.

Não foi uma cerimônia glamourosa ou fosforescente. Havia contrição, tristeza e sentimento de perda. O último da fila de pêsames era Alberico Campana da Plataforma, quem não se lembra? Sim, o Alberico da época em que era comum encontrar lá Tom Jobim, em sua mesa, sempre fazendo alguma referência a Frank Sinatra quando lhe perguntavam. E quem mais puxava assunto sobre ‘our friend Frank‘? Sergio Figueiredo, fã incondicional.

Plagiando André Jordan, no inspirado título de suas memórias cariocas, Sergio Figueiredo ‘foi um Rio que passou em nossas vidas’…

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Casa Cor trepida em São Paulo, confirmando sua força no mercado, e reverencia as produtoras da mostra carioca

São Paulo ferve com a mostra Casa Cor. No olho desse turbilhão está o vaivém ao novo eldorado dos decoradores paulistanos, o endereço discreto do antiquário de Arnaldo Danelberg, na Rua da Consolação. Apenas as iniciais AD e, ao lado do portão, uma campainha. Apenas para os compradores muito bem informados…

Foi lá que Danemberg recebeu para um drink em torno de Patricia Mayer e Patricia Quentel, as bem sucedidas realizadoras da Casa Cor no Rio de Janeiro – e não foram poucos, este ano, os arquitetos de interiores e decoradores cariocas participantes da Casa Cor paulistana.

Você os verão aqui nas fotos do cocktail de Danemberg, com os arquitetos e jornalistas paulistas que lá estiveram e alguns dos responsáveis pela Casa Cor São Paulo, como a sempre elegante Cristina Ferraz.

AD Patricia Mayer, Arnaldo Danemberg e Patricia Quentel

Patricia Mayer, Arnaldo Danemberg e Patricia Qüentel

AD raphael Costa Batos e Clarissa Schneider

Raphael Costa Bastos e Clarissa Schneider

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Ambiente da AD de Danemberg em São Paulo

AD Manu Muller, Marcia Muller e Antonia Muller

As Müller: Manu, Marcia e Antonia

AD Marcelo Catalano, Paola Ribeiro e André Danemberg

Marcelo Catalano, Paola Ribeiro e André Danemberg

AD Marina Linhares

Marina Linhares

AD Norea De Vitto, Zize Zink e Clarissa Schneider (2)

Norea De Vitto, Zize Zink e Clarissa Schneider

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A elegância em madeira

AD Paulo Azevedo, Gustavo Paschoalim e Arnaldo Danemberg

Paulo Azevedo, Gustavo Paschoalim e Arnaldo Danemberg

AD André Danemberg e Paloma Yamagata

André Danemberg, que assume o comando do AD paulistano, e Paloma Yamagata

AD Arnaldo Danemberg e Beto Galvez

Arnaldo Danemberg e Beto Galvez

AD Arnaldo Danemberg e Silvia Prado Segall

Arnaldo Danemberg e Silvia Prado Segall

AD Cristina Ferraz, Arnaldo Danemberg e Marcelo Lima

Cristina Ferraz, Arnaldo Danemberg e Marcelo Lima

Fotos Milena Torres – New Image

Em São Conrado, uma tarde abençoada por muitos deuses… e por muitos médicos…

Houve discursos à sobremesa, diante do buffet árabe magnífico de Madeleine Saade. Tão opulenta quanto a visão dos doces era a toalha de mesa branca bordada, trazida da Espanha por Pedro Grossi para sua Lucinha, e, ao centro, a floreira Art Nouveau de prata recheada com lilases em pencas.

Foi uma tarde abençoada pelos deuses. Vários.

Baco, o Deus da Gula, aprovou a culinária servida e fez com que todos repetissem e tornassem a repetir, fazendo o circuito completo das variedades preparadas pela chef Saade. Tanto dos pratos salgados quanto das doçuras, a começar pela cassata de pistache.

Dionísio, Deus do Vinho, fez com que jorrassem excelentes tinto e champagne, a tarde toda e a noite também, com gente partindo já depois das 10, pois a conversa estava boa demais.

Outro que distribuiu bênçãos ao almoço dos Grossi foi Apolo, Deus da Medicina. Não fosse homenageado o pneumologista Carlos Alberto Barros Franco, aniversariante  – e 90% dos presentes eram do meio médico…

Hermes, filho de Zeus e da ninfa Maia (ops, estamos em maio!), Deus da Eloquência, enviou bons fluidos para Barros Francos, que não podia estar mais inspirado em seu speech de agradecimento, ao revelar como conheceu um aflitíssimo Grossi, quando foi chamado pelo dr. Aderbal Maia para atender Lucinha Grossi no Samaritano.

O host, Pedro, respondeu à saudação de Barros Franco com uma ode à sua Lúcia – “maior dos amores de minha vida” (aí incluiu a família). Ah, só podia ser o deus Eros, filho de Afrodite e de Ares, que lá estava munido com seu arco do amor!

Por fim, depois dos exageros ante mesa tão farta, todos juramos fechar a boca pelo menos por uma semana. Mas, como papai do Céu é que é amigo da casa, o deus maior da mitologia, Zeus, o do Juramento, não estava convidado, e não registrou nossas promessas, que certamente não seriam cumpridas!

Pois não é que ontem mesmo os Grossi e os Barros Franco ‘saíram da dieta’… no baita jantar no Satyricon (ah, as delícias do mar do Satyricon!) em que foram homenageados pelos casais Claudio Domenico e Jair de Castro?

O evento de ontem era uma extensão do almoço do sábado, já que Jair não compareceu, pensando que o convite de Pedro e Lucinha fosse para o domingo, enquanto Domenico nunca chegou, julgando que o convite fosse para jantar.

Uma festa, quando é tão abençoada, sempre tem boas razões para prosseguir… (se houver terceiro capítulo, eu conto).

Tereza, Lúcia e Barros Franco

Lúcia Grossi, a anfitriã, entre Tereza e Carlos Alberto Barros Franco, o aniversariante homenageado

Maria Rosa Furtado e Gabriela Itagiba

Maria Rosa Furtado e Gabriela Itagiba vestindo Dianne Von Furstenberg

Luiz Roberto e Eleonora Nascimento Brito, Barros Franco e o doutor Maurício Magalhães Costa

Luis Roberto e Eleonora Nascimento Brito, Barros Franco e Maurício Magalhães Costa

Marie Ururahy, Eliane Couto, Maria Rita Novellino, Mônica Góes e a médica Ana  Maria Magalhães Costa

As mulheres de médicos: Marie Ururahy, do Gilberto, Eliane Couto, do Paulo,  Maria Rita Novellino, do Pietro, a advogada Mônica Góes e a médica Ana Maria Magalhães Costa, mulher do mastologista Maurício Maurício Magalhães Costa

Marcelo Bezerra, Maria José Bezerra, Pedro Grossi, José e Marta Galvão

Marcelo e Maria José Bezerra, o anfitrião Pedro Grossi, José e Marta Galvão

Eliane Couto, Gilberto Ururahi, Gisella Amaral e Paulo Couto

Eliane Couto, Gilberto Ururahy, Gisella Amaral e Paulo Couto

Barros Franco

Carlos Alberto Barros Franco e as costelinhas de cordeiro no buffet árabe de Madeleine Saade

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Gilberto Ururahy, Paulo Couto e Fernando Vaz

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Pedro Luis Mendes de Almeida e Zeca Furtado

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Tereza Barros Franco, Hilde, o tributarista Luís Roberto Nascimento Silva e Eliane Couto

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Gisella Amaral serve-se na mesa da chef Madeleine Saade. No primeiro plano, as lentilhas, logo atrás, charutos de folhas de uva – dois clássicos da culinária árabe

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Bete Floris, o homenageado com o almoço dos Grossi e Aldo Floris

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Lindbergh Faria, Ricardo Amaral e Barros Franco
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Carlos Alberto Barros Franco e Gilberto Ururahy

Fotos das amigas

Almoço em Jasmine Hill, um palacete europeu em Teresópolis, para o decano dos cônsules no Rio

O cônsul-geral do Canadá, Sanjeev Chowdury, mereceu homenagem de seus pares pelo seu recém conferido título de decano do Corpo Consular do Rio de Janeiro. Foi naquela que pode ser chamada de ‘sede campestre’ do Corpo Consular: a residência dos fins de semana da cônsul-geral honorária da Finlândia, Diana de Macedo Soares, em Teresópolis. É lá que ela e seu marido, Sérgio Chamone, recebem com assiduidade os diplomatas para almoços festivos nos fins de semana, sempre com audiência máxima, pois quem vai uma vez jamais declina do próximo convite.

A residência Jasmine Hill é mesmo inspiradora. Um pequeno palacete europeu encravado na paisagem da serra teresopolitana. Residência toda branca, com grandes janelas envidraçadas, pisos de mármore, varandas com sacadas, escadaria de mármore no salão, com bronzes no corrimão e na sacada do mezanino,

bronzes nas maçanetas e luminárias, bem como cristais nos lustres. Sweet home acolhedor e luxuoso. Projeto dos anfitriões e execução acompanhada pessoalmente por eles. No terreno há resquícios da construção antiga anterior e inclusive uma capelinha centenária. Muito inspirador. E a natureza, ao redor e a se perder de vista, é arrebatadora.

Sérgio Chamone é um chef diletante, mas bem poderia disputar o forno com qualquer consagrado. É ele quem orienta o menu, faz alguns pratos e ensina a cozinheira da casa a receita dos demais. Sem esquecer que o salmão vem diretamente da Finlândia e é o Sergio quem prepara. O ritual de uma segunda ida ao buffet é rotina dos almoços. E também nas sobremesas.

Outra peculiaridade do corpo diplomático estrangeiro acreditado no Rio de Janeiro é fazer seus discursos no início e não no encerramento das refeições. A anfitriã Diana situou à sua esquerda o cônsul geral do Chile, no lugar do outro homenageado da tarde, o da Venezuela, que parte do Rio por motivos de saúde e a quem Sanjeev sucede como decano. O venezuelano não pode comparecer.

À direita estava o cônsul canadense. Diana, a propósito, tirou seu doutorado pela Universidade de Montreal, no Canadá. Ela é ‎professor titular em Gestão Estratégica da PUC e Membro da New York Academy of Sciences.

Diana falou, sem se levantar, saudando o homenageado. Sanjeev, charmoso as always, levantou-se, elogiou os requintes dos anfitriões e estendeu a todos o agradecimento, por o terem conduzido ao posto de decano. E contou uma daquelas suas histórias deliciosas do mundo diplomático, cheias de humor e malícia. Todos riram, brindaram, estava feita a festa!

Alguns vizinhos somavam-se aos diplomatas. Como o marchand Ralph Camargo e Ana Luiza, que me contava que, ali, eles formam tipo um “clube de amigos”, em que todos se frequentam, se apoiam, se gostam. Na vizinhança, estão também a embaixatriz Julia Gibson e Ruth Stern.

Um negro bonitão, alto e perfumado, circulava entre as mesas, indo de convidado em convidado, fazendo sucesso, causando frisson, encantando a todos. Ele costuma estar presente em todos os eventos de Diana e Sergio… É o cão doberman mais sociável de que se tem notícia. Na hora do brinde, achei que ia levantar uma taça e brindar junto. Fiquei pensando em trazer os meus cães doberman pra uma temporada com ele em Terê e aprenderem o que é boa educação, finesse e classe.

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Sanjeev Chowdhury, Cônsul-Geral da Alemanha Harald Klein e Ministro Laudemar Aguiar, Diretor das Relações Internacionais da Prefeitura

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Cônsul-Geral da Holanda Arjen Uijterlinde, Cônsul-Geral do Chile Samuel Ossa e Sanjeev Chowdhury

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Kiet To, Ministro Laudemar Aguiar, Embaixador Oswaldo Portela, Sanjeev Chowdhury, Embaixatriz Tania Portela, Sra. Adriana Novis, Chefe de Protocolo do Governo do Estado do Rio de Janeiro

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Cônsul-Geral da Alemanha Harald Klein, Sanjeev Chowdhury, Cônsul-Geral da Espanha Celsa Nuño e Cônsul Honorária da Finlândia Diana de Macedo Soares

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Ralph Camargo, Kate Lyra e acompanhante

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Kiet To, Sanjeev Chowdhury, Sergio Chamone, Cônsul-Geral do Chile Samuel Ossa, Francis Bogossian e Ana Camargo

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Sergio Chamone

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Glorisabel Thompson Flores, ex-Cônsul do Panamá, o Cônsul-Geral do Chile Samuel Ossa e Adriana Novis

Fotos dos amigos

Olivier Mourão anuncia exposição na Polônia e, depois, Suécia

O artista mineiro de Divinópolis, Olivier Mourão, que foi lançado ainda criança pintando portraits de crianças, inclusive os dos filhos do presidente da República, Jango, Denise e João Vicente, hospedado por  Maria Tereza Goulart,  no Alvorada, em Brasília , foi para a Europa, fixou-sena Swinging London, fez carreira, tornou-se celebrity e ,todos os anos, expõe, em Ibiza, na Galeria K5, quando vende praticamente todas as suas obras para tradicionais colecionadores europeus e americanos…
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Olivier Mourão 
Agora, fará sua primeira exposição na Polônia. A iniciativa de apresentá-lo no país é da mulher do presidente, Anna Komorowska. Os príncipes Lubormirski e sua família serão os convidados de honra do vernissage da mostra, que terá como inspiração a ilha de Ibiza, com seu ambiente livre, hedonista, com alto valor cultural.
Porque engana-se quem pensa que Ibiza não é só uma ilha de festas. É uma das cidades fortificadas mais antigas do mundo. Tanto os romanos quanto os fenícios estiveram lá, 2.000 anos antes de Cristo. E sempre foi povoada por piratas. Olivier se inspirou em seus trabalhos o nas camponesas da região, na forma como vivem. E também nas festas alucinantes da burguesia, personificadas pela badalada e espetaculosa Dita Von Teese.
Entre os quadros, um se chama “Party Time”.
“Ibizology” é outra obra representativa da ambiência feérica de Ibiza.
As obras com a temática do futebol são as “Moving Figures”, apresentando “o opium do povo”.
Para o artista, “se não existisse o futebol teríamos mais crime e guerras, é a salvação do mundo”.
Neymar, visto em portrait, é mostrado como “Gladiador Moderno”, aquele escolhido pelo povo para entreter e saciar as vontades malabaristas do futebol. Cristiano Ronaldo, visto na mesma linha heroica.
Em seguida, o artista prossegue em seu périplo europeu, levando a mesma exposição até a Suécia, num projeto do embaixador Marcio Gama, com apoio da rainha Sílvia.
Veremos como os poloneses e os suecos reagirão à ótica e à estética desse controvertido mineiro de Divinópolis, que tem como premissa sempre surpreender. Seja chegando a bordo de um elefante abertura na abertura de suas exposições ou celebrando a vida em banquetes para mil pessoas, cercado por valquírias alemãs completamente nuas.
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Neymar – “Gladiador Moderno”
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 Três obras de Olivier Mourão da série “Moving Figures”, com o futebol como temática

A grande família de Gilberto Chateaubriand e seus 7.000 rebentos

Se há alguém nesse mundo que pode chamar um museu de Lar Doce Lar este é Gilberto Chateaubriand. Só mesmo um prédio das dimensões do MAM, no Rio de Janeiro, para abrigar toda sua prole, a maior coleção de arte brasileira, em torno de 7.000 obras.

Essa grande “família” foi sendo perfilhada por Gilberto ao longo de várias décadas, com sensibilidade e um extraordinário tino.

O primogênito foi um quadro de Pancetti, presenteado a ele pelo pintor em seu atelier, em 1953, durante uma viagem à Bahia. Gilberto tomou gosto e adquiriu outras obras do artista, e também de Scliar, Ismael Nery, Lasar Segall e outros que marcaram aquela década.

Dono de privilegiado olhar clínico para a arte, na função de diplomata em Paris, adquiriu obras de estrangeiros, retornando ao Brasil já determinado a focar sua coleção nos artistas brasileiros. Vieram os modernos Guignard, Di, Djanira, Tarsila.

Ingressou na década de 60 com o faro atilado. Habitué dos estúdios dos artistas, amigo dos galeristas, Gilberto, menos do que um enricado colecionador, sempre foi visto como uma chancela, passaporte para a consagração de quem tivesse obra adquirida por ele. Um crítico sincero e sem rodeios, um amigo. Um insider com ingresso no tão restrito e restritivo mundo paralelo em que transitam, vivem, trocam, vibram, disputam, sofrem e criam os sensíveis das artes plásticas.

É ele quem, nos anos 60, percebe o potencial de novos artistas emergentes e soma ao seu time de consagrados os caçulas Glauco Rodrigues, Carlos Zilio, Rubens Gerchman, Carlos Vergara, Duke Lee , Antonio Manuel.

Em seguida, no fim da década, virão nomes, hoje unanimidade no mercado internacional, como Waltercio Caldas.

Nos anos 80, novas aquisições de Gilberto projetam Jorge Guinle Filho e leda Catunda. E ‘a filharada’ não tem limite.

O crítico Roberto Pontual pontua que, através da coleção de Chateaubriand, “a arte brasileira do século XX, do modernismo à contemporaneidade, tem a sua mais completa e melhor ilustração”.

Em 1993, Gilberto Chateaubriand transfere, em regime de comodato, seu acervo ao MAM/RJ, dando ao público oportunidade de conhecê-lo, através das exposições, também em outras instituições do Brasil e do exterior.

Gilberto hoje é fazendeiro em Porto Ferreira, São Paulo, onde planta laranja e cana-de-açúcar e guarda pequena parte de seu acervo – são os ‘filhos preferidos’.

Na sexta-feira, no restaurante do Museu de Arte Moderna, incontáveis amigos de Gilberto Chateaubriand se reuniram e, torno dele, em almoço de 90 anos organizado por seu filho, Carlos Alberto, e sua nora, Sylvia. Foi uma tarde vibrante, feliz, espontânea. Uma festinha em casa. Na casa da grande família de Gilberto Chateaubriand e seus 7.000 rebentos.

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Gilberto Chateaubriand ladeado pela nora, Sylvia, e o filho, Carlos Alberto Chateaubriand

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Gilberto Chateaubriand e Carlos Vergara

IMG_0041 GILBERTO CHATEAUBRIAND E VALTECIO CALDAS

Com Waltércio Caldas, sua descoberta, seu lançamento, seu orgulho

IMG_0131CASAL CHERMON DE BRITO

Maria Helena e Sergio Chermont de Britto

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João de Orléans e Bragança, Mirtia Gallotti e Marcelo Torres

IMG_0066LUCIA E LEONEL KAZ

Lucia e Leonel Kaz

IMG_0032 GILBERTO CHATEAUBRIAND E LIRA LIMA ROCHA

A amiga Lyra Lima Rocha

IMG_0057 GILBERTO CHATEAUBRIAND E VANDA KLABIM

Com a curadora de arte Vandinha Klabin

IMG_0060BEATRIZ MILHAZ, ENALDA PIMENTEL, CARLOS VERGARA E TERESA MIRANDA

Beatriz Milhazes, Vanda Pimentel, Vergara e Tereza Miranda

IMG_0261 MARCIO DIAS,SONIA ROMANO E GILBERTO CHATEAUBRIAND

O embaixador Márcio de Oliveira Dias, Sonia Romano e Gilberto

IMG_025  gilberto chateaubriand dando bolo para TERESA MIRANDA

E o primeiro pedaço foi para… a gravadora Tereza Miranda!

IMG_0204 GILBERTO CHATEAUBRIAND E NORMA RODRIGUES( MÃE DE GLAUBER ROCHA

Gilberto Chateaubriand e Norma Rodrigues, viúva de Glauco Rodrigues

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Milhazes, Chateaubriand e Emílio Kalil

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Gilberto com Cláudia Noronha

IMG_0094 JOSE OLIMPIO PEREIRA E GILBERTO CHATEAUBRIAND

Olimpio Pereira, outro admirador

IMG_0174 GILBERTO CHATEAAUBRIAND E MAX PERLIGE

Aperto de mão do marchand Max Perlingeiro

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Vergara e Carlos Alberto Chateaubriand

IMG_0173 GILBERTO CHATEAAUBRIAAND E JÃO MAURICIO DE ARAUJO PINHO

Chermont assiste ao encontro dos colecionadores Gilberto Chateaubriand e João Maurício de Araujo Pinho

IMG_0200Com o casal Marcelo Torres

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Obras de arte e seus cachorros, representados no bolo de pois

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O ortopedista Carlos Giesta

IMG_0243 O PARABENS (1)

Amigos lotam o restaurante do MAM, com seus aplausos, sua presença e a vibração – quantos chegam aos 90 somando tantas legítimas admirações, afetos assim multiplicados?

IMG_0223 HOMENAGEM DE CARLOS VERGARA PA GILBERTO CHATEAUBRIAND,NA FOTO, GILBERTO, CARLOS ALBERTO E SYLVIA CHATEAUBRIAND

Hora dos discursos

Fotos de Sebastião Marinho