Sobre Hildegard Angel

colunadahilde@gmail.com Hildegard Angel é uma das mais respeitadas jornalistas do Rio de Janeiro. Durante mais de 30 anos foi colunista no jornal O Globo, quer cobrindo a sociedade (com seu nome e também com o pseudônimo Perla Sigaud), quer cobrindo comportamento, artes e TV, tendo assinado por mais de uma década a primeira coluna de TV daquele jornal. Nos últimos anos, manteve uma coluna diária no Jornal do Brasil, onde também criou e editou um caderno semanal à sua imagem e semelhança, o Caderno H. Com passagem pelas publicações das grandes editoras brasileiras - Bloch, Três, Abril, Carta, Rio Gráfica - e colaborações também em veículos internacionais, Hildegard talvez seja a colunista social com maior trânsito

ISABELA FRANCISCO “PINCELA” SEUS QUADROS COM O PRÓPRIO CORPO

É do respeitado Marcus Lontra a curadoria da exposição “Des&Encontros”, da artista plástica Isabela Francisco, com vernissage dia 5 de novembro, 19h, no Centro Cultural da Justiça Federal

Mais do que uma exposição de arte, Lontra apresenta a mostra como “um sensual e poderoso discurso sobre o amor e a vida construído com as armas da arte: tintas, lágrimas, suores, violência, ternura, paixão”…

Ele é ambicioso em seus paralelos e comparações, quando, ao comentar o impacto visual das obras de Isabela, observa que seu gestual “dialoga com Jackson Pollock” e quando relaciona as propostas estéticas da artista com ícones da atualidade “como Yves Klein e Ana Mendieta”…

Marcus Lontra explica Isabela: “Ela cria, transforma, transfigura e processa as informações com a sofreguidão e a virulência de um moedor; tudo aqui é regido pelo ímpeto, pela gestualidade expressiva e contundente, que corporifica o talento e a ousadia da artista”…

Quando fala em “informações”, o curador está se referindo ao corpo, objeto principal das pinturas de Isabela Francisco, que faz da poética corporal sua inspiração…

E essa impressão da sensualidade corpórea em sua arte pode se dar seja através das costumeiras pinceladas, seja pelo próprio corpo nu da artista, pressionado intenso sobre a tela, palpitando vigoroso, deixando lá impressos os registros, as marcas, o rastro de  momentos da energia vital de Francisco feitos em arte. Momentos de des&encontros…

Isabela Francisco, “pinceladas” com o pincel e com o próprio corpo: Lontra faz comparações com Jackson Pollock, Yves Klein e Ana Mendieta

 

EM SANTA TERESA CARTIER LEILOA RELÓGIO NA CASA DO OLAVO

Vêm de Paris as peças Cartier que serão exibidas durante o elegante jantar da joalheria, para 200 pessoas selecionadas, na casa de Olavo Monteiro de Carvalho, em Santa Teresa, na quinta-feira da semana que vem…

A lista de convidados foi elaborada em três cidades, Paris, São Paulo e Rio de Janeiro, e a credencial para ingressar nela é ter alto poder aquisitivo para poder comprar joias Cartier

Como aqueles que selecionaram os convivas são pessoas muito bem relacionadas, a primeira lista começou com o top do top, contendo nomes de milionários graúdos e figurões importantíssimos, sobretudo daqueles que não costumam aceitar convite algum. Assim, as negativas foram inúmeras…

José Luiz Magalhães Lins, Germano Gerdau, Nagi Nahas, os Coser, o prefeito, o governador, todos penhoradamente agradeceram mas não vão poder ir. Ou já tinham outro compromisso ou vão estar viajando…

Os nomes foram sendo substituídos por outros, chegando-se a uma lista final com nomes confirmados, igualmente poderosos e glamourosos. Vamos a eles…

Fernanda e Paulino Basto, Mirna e Paulo Bandeira de Mello, Renata e Alexandre Accioly, Ana Cecília e Carlos Augusto Lacerda, Fatima e Álvaro Otero (que mantém o moral elevado, mesmo com o problema da indisponibilidade dos bens devido à liquidação extrajudicial do Banco Prosper), Mara e Marcos Faizinliber, Zezé e André Jarkurzki, Maria Pia Marcondes Ferraz e Carlos Augusto Montenegro, Ana Gutierrez e Diego Lima, Bebel e Paulo Niemeyer, Ana Lucia e Fernando Optiz, Constança Basto, Betty Lagardère, Andrea Natal, Henriqueta Gomes, Mônica Marinho, Aparecida Marinho, Beatriz Milhazes, Bernardo Paz (de Inhotim),  Cordélia Mello Mourão, Bernardo Carsalade, Claudio Parreiras todas as gerações de Monteiro de Carvalho

Aliás, gente jovem só vai ter com sobrenome Monteiro de Carvalho

Durante o jantar haverá um desfile com as peças de haute joaillerie trazidas de Paris e será leiloado um relógio masculino Cartier, com seu novo design 2012 “squelette”, de fundo vazado, modelo especial, tiragem pequena e numerada, renda revertendendo em beneficio do Instituto Marquês de Salamanca, que Olavo mantém em apoio à comunidade de Santa Teresa

A decoração da festa vai ser de Antonio Neves da Rocha, que procurará fazer o máximo com o mínimo, pois os franceses costumam ser sempre módicos em suas verbas…

Ricardo Stambowsky cuida do RSVP e responderá pelo receptivo à porta. Não se sabe quem cuidará do placement do jantar para 200 com lugares marcados, o que no Rio de Janeiro é uma verdadeira temeridade, pois, vocês sabem, as pessoas confirmam que vão e, na Hora  H, nem tchum:  não aparecem, não telefonam, não mandam telegrama, nada!…

À saída, todos ganharão o livro Inside Rio, editado pela Flammarion, com fotos de maravilhas da cidade, de autoria do francês Nicolas Martin, casado com o cabeleireiro brasileiro Marcos Ribeiro

Esperado e anunciado, Bernard Fornas, o presidente mundial da Cartier, não poderá vir de Paris. Mas virá a diretora de marketing mundial da marca, Christine Borgolz. Chega no fim de semana…

O motivo do jantar é um movimento de reaproximação da Casa Cartier dos ricos do Rio de Janeiro, onde em breve voltará a ter loja, no prestes a ser inaugurado Shopping Village Mall, do José Isaac Perez, na Barra da Tijuca

O relógio Cartier Pasha Tourbillon Squelette-3, tiragem limitada de 100 exemplares, estiloso, Haute Horlogerie, será leiloado  entre os 200 convidados do jantar de quinta-feira na casa de Olavo Monteiro de Carvalho, em Santa Teresa. Ficaria perfeito no braço do Paulino Basto, por exemplo…

NA NOITE DE HELLO DOLLY NINGUÉM SE LEMBROU DE AVENIDA BRASIL

Hello Marília!

A noite de ontem, estreia do musical Hello Dolly, foi um daqueles momentos em que o Teatro Brasileiro respira fundo e brada: “Sensacional!”. Uma série de fatores somados resultou num espetáculo que alcançou belamente seu propósito de estar à altura das melhores produções da Broadway. Marília Pêra deu um show de interpretação como atriz, cantora, comediante, bailarina, enfim tão completa quanto Miguel Falabella que a dirige, é o autor da versão brasileira, atua, canta, dança! Dois monstros sagrados unidos, resultando num estado de encantamento que contagiou toda a plateia, onde se viam Barbara Heliodora, Betty Lagardère, Nélida Piñon, Ruth e Arnaldo Niskier, Beth e Carlos Alberto Serpa, Regina e Técio Lins e Silva, Maria Geyer, Mauricio Sherman, além dos globais Arlete Sales, Claudia Raia, Suzana Vieira

Causando sensação, o Leleco Marcos Caruso e o Nilo José Mayer. Ninguém se atreveu a perguntar “Quem matou o Max?”

SE ESSA RUA SE ESSA RUA DIAS FERREIRA FOSSE MINHA…

O Leblon vai ganhar na quinta-feira mais um endereço precioso. Um lugar cheio de pedrinhas brilhantes, que vai fazer cintilarem ainda mais os olhinhos cheios de cobiça de nossas divas sociais. E, pelo andar da carruagem, todas vão se sentir cinderelas se lhes couberem, não no pé, mas no dedo, um daqueles aneis tentadores, coisa de princesa de conto de fadas, da coleção de lançamento do Ateliê de Jóias IVI, que abre portas nesta quinta-feira, dia 18, de meio-dia às seis da tarde, no trepidante prédio 64 da Rua Dias Ferreira

O ateliê é uma tríplice sociedade de Renata Monteiro e Hivi Andrade, que trabalharam juntas na Sara Joias, e a amiga e antiga cliente, a empresária Ana Paula Rocha, patrocinadora do projeto…

Renata sempre esteve próxima da criação e do design. Fez faculdades de arquitetura, de moda e de jornalismo. Em seis anos de trabalho na Sara, se apaixonou pela criação das joias. Começou a fazer algumas coisas para ela e as amigas quiseram igual. Daí a Hivi, também vendedora, convidá-la a abrirem juntas um ateliê de joias com Ana Paula, foi um pulo…

Em três meses, firma, escritório, embalagens, programação visual, estava tudo pronto!…

Elas sabem exatamente o que a mulher de hoje procura numa joalheria. Têm peças de prata com ouro e pedras preciosas e o tradicional: ouro com diamantes. Exploram bastante o rodium negro e o ouro rosa. Trabalham com criações próprias e com fornecedores  confiáveis…

Aqui, em primeira mão, uma amostra:

Anel de prata e pedra labradorita; anel de prata e pedra turquesa; anel de ouro branco com safira preta e topázio london blue; anel de ouro amarelo com turmalina verde e quartzo fumê; brincos de ouro branco e brilhantes; brinco e anel de onix com brilhantes cognac.

IMPERDÍVEL: O IMPRESSIONISMO E A MODA EM CARTAZ NO MUSEU D’ORSAY!

A segunda metade do século XIX foi marcada por uma série de acontecimentos que revolucionaram os costumes da época, como, por exemplo, o surgimento da Alta-Costura, impulsionado por Charles Worth, que em seu rastro fez nascer milhares de outras maisons, cuja influência junto às revistas ajudou a consolidar a Moda e o tão elegante estilo parisiense, objeto de predileção dos pintores impressionistas, que retrataram de maneira única, com a leveza de pinceladas soltas, as cenas do cotidiano da burguesia parisiense, seja em piqueniques e passeios ao ar livre, cafés, restaurantes ou festas…

Abordando a estreita ligação das pinturas impressionistas com o advento da Moda na sociedade francesa, traçando um panorama dos hábitos e das vestimentas da segunda metade do século XIX, o Museu d’Orsay, em Paris, inaugurou recentemente a exposição “L’Impressionnisme et la Mode” (O Impressionismo e a Moda). Quem indica é nossa amiga querida e atenta Rosa Cordeiro Guerra, que esteve por lá e simplesmente AMOU! Ela conta que a ambientação é lindíssima, com direito a chão de grama sintética na parte em que são exibidos quadros que retratam encontros ao ar livre. Tem até uma passarela com quadros enfileirados, imitando um desfile de moda, cujas cadeirinhas diuradas dos convidados levam os nomes de ilustres personalidades da época. Além das obras, a expo também exibe acessórios e roupas originais daqueles tempos. Uma delas, inclusive, está retratada em um quadro de 1881, do artista Albert Bartholomé, que mostra sua mulher, Prospérie ,usando um vestido de algodão. A peça é composta de duas partes: o corpete enfeitado com laços, estampa de pois, gola e mangas 3/4 listradas. E, por baixo, uma saia plissada em camadas, como vemos a seguir…

É inegável: ainda que usada de maneira inconsciente, a roupa é um elemento poderoso de comunicação. Ela pode dizer muito a respeito de quem a veste, o que esta pessoa deseja transmitir e a que grupo social pertence ou gostaria de pertencer, retratando, assim, a imagem de uma determinada época. A fim de captar o ar daqueles tempos, onde a transitoriedade da moda esteva intimamente ligada ao avanço da modernidade, os artistas impressionistas não hesitaram em pintar detalhadamente os trajes da burguesia…

Por volta de 1860, a última novidade no guarda-roupa feminino era a crinolina de aço. Considerada um item moderno, de fabricação industrial, era uma espécie de grande gaiola, colocada debaixo das saias e vestidos para armar e dar volume. Ao longo do tempo, foi sofrendo algumas modificações, até que, em 1867, a crinolina foi substituída pela anquinha, acessório usado também debaixo das vestes, mas para dar volume somente à parte de trás, especificamente aos quadris da mulher. Para completar a silhueta de “vespa”, as mulheres da segunda metade do séc. XIX ainda contavam com o espartilho, que “ajudava” a afinar a cintura e destacava os seios…

No vestido acima, exposto no Museu d’Orsay, é possível notar o uso da anquinha sob a roupa, por conta do volume nos quadris. A silhueta da mulher desta época, quando observada de lado, aparentava a forma de uma vespa. Os espartilhos acentuavam ainda mais este aspecto.

Neste quadro de Manet, podemos observar um pouco do que era o guarda-roupa íntimo de uma mulher. Nana, evidentemente, está sem anquinha, mas veste um espartilho bem apertado e, por baixo, uma espécie de camisola.

Para os trajes matinais, assim como os trajes de verão, eram utilizados algodões leves. Podiam ser enfeitados com fitas, estampas delicadas de flores, listras ou pois

Acima, em primeiro plano, um vestido de verão em que se nota o uso da crinolina por debaixo da saia.

Os vestidos usados para ir a um jantar ou ao teatro, geralmente, eram pouco decotados, com mangas ricamente ornamentadas. A saia da frente era apertada, enquanto que a de trás tinha bastante volume, ressaltado por babados…

Para os bailes e as grandes noites de ópera, os vestidos eram bem mais decotados, com ombros nus e, obrigatoriamente, de seda. Alguns combinavam mais de um tipo de tecido, formando contraste de cores e texturas, sem esquecer da variedade de ornamentos, como babados, aplicações de fita, rendas e plissados. Os penteados podiam ser decorados com jóias ou flores, como vemos abaixo, nos quadros de Renoir e Béraud

Os chapéus eram acessórios fundamentais para qualquer dama que saísse ao dia. Eles podiam ser de veludo, palha trançada, nude, coloridos, enriquecidos com laços de seda, flores de tafetá e por aí vai. As luvas também eram itens importantíssimos. Outros acessórios como sombrinhas e leques ajudavam a complementar o look, atribuindo-lhe charme e graciosidade. Os sapatos costumavam ser do mesmo tecido do vestido, decorados com um laço ou uma flor. Abaixo, nos quadros de Manet, damas fazem o uso de chapéus, luvas, sombrinhas e leque…

Acima, um chapéu e uma sombrinha da época, expostos no Museu d’Orsay.

Quem visitar Paris até o dia 20 de janeiro de 2013, não pode deixar de conferir essa exposição ma-ra-vi-lho-sa! No ano que vem, ela também chega ao Metropolitan Museum of Art, em Nova York, a partir de 19 de fevereiro, e depois segue para o Art Institute, em Chicago.

Infelizmente, não há previsões de “L’Impressionnisme et la Mode” aterrissar no Brasil. Mas os fashionistas e amantes das artes não ficarão na mão! A partir do dia 23 deste mês, os cariocas poderão contemplar algumas das mais belas obras do acervo do Museu d’Orsay na expo “Impressionismo: Paris e a Modernidade”, que acontece no CCBB. Fiquem ligados!… 😉

Imagem da expo “L’Impressionnisme et la Mode”, em cartaz no Museu d’Orsay, em Paris. IMPERDÍVEL!

Texto: Marina Giustino / Imagens: reprodução

UMA AÇÃO CONJUNTA SINCERA, DE BOA VONTADE: É O JOYEUX NÖEL DE DOM CIPRIANO!

Parem as compras! Não há como pensar em shopping natalino antes do tradicional Bazar Joyeux Nöel, que todos os anos ocupa os salões do Copacabana Palace durante dois dias, e este ano será nos dias 22 e 23 deste outubro, de 14 às 21 horas, com entrada franca como sempre.

O Bazar Joyeux Nöel é aquele momento super-esperado, pois não é um simples evento comercial de fim de ano, quando as marcas aproveitam a oportunidade para impulsionar suas vendas. É uma ação conjunta sincera, de boa vontade, quando fabricantes, lojistas, gente da sociedade, todos eles devotos frequentadores das missas de Dom Cipriano Chagas, se unem para apoiar a Comunidade Emanuel dirigida por ele.

Assim, a patronesse de honra é a nossa ex-vice-primeira-dama Mariza Gomes da Silva, acompanhada na missão de ajudar por Belita Tamoyo, Beth Serpa, Eliana Pittman, Gisella Amaral, Idinha Seabra, Inês Bloch, Maria Teresa Malta, Nara Carruthers, Regina Andrade Pinto.

Mas não são apenas as compras de Natal. Há o chá, os lanches, há os shows, as atrações várias que todos os anos Teresa Malta providencia, com o apoio dos demais envolvidos. E há o frisson durante dois dias das amigas do high, reunidas a tarde toda, aproveitando os achados únicos, os preços ótimos e comprando e tricotando e comprando e tricotando e comprando e tricotando e comprando e tricotando…. ah, vidão!…

 

UM MARANHENSE É A MAIS NOVA CELEBRIDADE DA AMÉRICA!

De um dia para o outro o fotógrafo maranhense Rubem Robierb transformou-se na mais nova celebridade da América. Desde que, na semana passada, o programa Good Morning America, dos mais assistidos nos Estados Unidos, dedicou um grande tempo para seu famoso “moço do tempo”, Sam Champion, sair do armário ao vivo e a cores e anunciar que está noivo do fotógrafo brasileiro, com quem vive um romance desde 2010 e pretende se casar em breve.

Foi a primeira vez que Sam falou de sua sexualidade, cobrindo Rubem com elogios, palavras carinhosas e emocionantes declarações de amor.

O maranhense Rubem Robierb e o “moço do tempo” do Good Morning America, Sam Champion, estão noivos e vão se casar

Rubem, que é natural da cidadezinha de Bacabal, tem um estúdio fotográfico em Miami, onde eles pretendem festejar o casamento, mas não oficializá-lo, pois, pelas leis da Flórida, isso ainda não é permitido. A cerimônia será em Nova York.

O apoio ao casal foi total, até do ator Ben Affleck, que naquele dia era convidado do programa.

Bacabal, onde nasceu Rubem, fica a pouco mais de 250 quilômetros de São Luís do Maranhão, tem 101 mil habitantes e é carinhosamente chamada pelos seus moradores de Bacaba’s City

FUTURÓLOGO METSAVAHT

No almoço de ontem no Satyricom, em Ipanema, o empresário da moda Oskar Metsavaht, ao ser cumprimentado pela excelente venda de 30 % de sua marca Osklen para a empresa Alpargatas, por R$ 135 milhões, saiu-se com a seguinte pérola como resposta: “Eu sempre soube que um dia ia ser rico”. Ao que uma das interlocutoras na mesa pediu: “Não podia usar dessa sua habilidade pra dizer se um de nós vai ficar rico também?”. Pano rápido…

 

A TERRA É REDONDA

VEJAM COMO a Terra é redonda. Na calçada do almoço do Le Vin hoje,  em Ipanema, a senadora morena Patricia Saboya, ex-Ciro Gomes, que por sua vez é ex-Patrícia Pillar e foi flagrado ontem, em Fortaleza, com outra morena, bem mais moça, no show de Mick Hucknall, ex-Simple Red, no Ceará Music

O QUE SE nota é que, a cada nova companhia feminina, Ciro anda pra trás alguns muitos anos. Esperamos que o andar pra trás das escolhas de Ciro seja apenas na idade…

Foto Fred Pontes