COQUETEL DA PAOLA NA CASA COR

A arquiteta Paola Ribeiro recebeu em seu espaço na Casa Cor, na Barra, para  apresentar seu Living da Família, que vocês poderão conhecer até 18 de novembro, fim do evento. Cerca de 100 convidados passaram por lá e se deliciaram com a beleza do décor e com a gostosura do coquetel da Laurinha Pederneiras…

Arquiteta-Paola Ribeiro e Marcello Catalano 1

A autora do espaço e anfitriã, Paola Ribeiro, e Marcelo Catalano

Arquiteta-Tininha Tostes e Solange MedinaTininha Tostes e Solange Medina

Arquiteta-Andréa Magalhães Pinto e Gabriela Índio da Costa

Andréa Magalhães Pinto e Gabriela Índio da Costa

Arquiteta-Laura Bezamat

Laura Bezamat

Arquiteta-Patricia e Fernanda Quentel

Patricia e Fernanda Qüentel

Fotos de Marco Rodrigues

BIOGRAFIAS NÃO AUTORIZADAS: LIBERTÉ, ÉGALITÉ, FRATERNITÉ POUR LE MARCHÉ!

……

liberte egalite  fraternite  pour le marche

Na Feira de Frankfurt, o ótimo escritor, especializado em biografias, Ruy Castro, levantou sua voz e falou, muito bem articulado e inteligente que é, ao mundo e à ministra Marta Suplicy, contra o movimento de artistas do ramo musical que se opõe ao libera geral das biografias desejado pelo mercado editorial – hoje altamente lucrativo, e quando não era ninguém se preocupava com liberação – e pelos escritores, hoje prósperos e muito bem instalados na vida – assim se mantenham!

Ao final de sua colocação, Ruy reduziu a questão ao “dízimo”, o que sabemos não é bem assim. Envolve também imagem, honra, vida privada.

Constrange ver as pessoas que mais admiramos, nossos melhores escritores, músicos, poetas, envolvidos numa discussão com tal teor.

Nos tempos de hoje, escritores não trocam ideias, não saboreiam debates, intercâmbios sensíveis de prazeres lidos. Antes, comparam recordes de noites de autógrafos, números de edições, cifras, lucros.

Foram-se os tempos das reuniões históricas em casa de Aníbal Machado, na Visconde de Pirajá, em Ipanema, na de meu tio Oscar Netto, point dos boêmios em Belo Horizonte (Murilo Rubião, Lucio Cardoso, Ezequiel Neves, Sérvulo Tavares e mais) ou dos Sabadoyles famosos.

Os chás da Academia Brasileira de Letras viraram praticamente um item de marketing da Casa de Machado de Assis. Ultimamente, não se tem notícia de que, entre um gole e outro das infusões ferventes at 5 o’clock, tenha saído alguma conclusão inspirada sobre algum tema relevante.

Agora, é nas colunas de variedades dos jornais que os autores se encontram e o frisson gira em torno de quem faturou mais e quais são os autores + pop. Os eflúvios literários tornaram-se secundários diante das questões de mercado.

E quando é o mercado que prepondera… que importância têm as letras ou as dores do parto de uma obra? Que lhe cortem o ventre! Que façam uma cesariana no escritor! A obra precisa ser parida nem que para isso seja necessária uma “barriga de aluguel”! Na linguagem dura do mercado editorial: “ghost writer”.

Assim, à boca miúda, entre cochicho e outro, ouvimos falar de grandes escritores, notáveis, acima de qualquer suspeita, inatingíveis e celebrados, que há tempos recorrem às tais solidárias barrigas, para agilizar partos difíceis, fazendo com que suas obras enfim vejam a luz das livrarias.

Mesmo que às vezes estas nasçam com certa cara de feto. Ou até com certo jeito de aborto literário. Não faz mal, para isso existem a mídia e a maquiagem. Um retoque aqui, uma crítica elogiosa acolá, uma entrevista bem introduzida, uma primeira página, um debate na Flip, e o trono de best seller está garantido. Sem esquecer os prêmios, que não andam assim tão difíceis de serem emplacados.

Bastidores, ah, os bastidores!

E que não tenham a má ideia de escrever biografias e ‘memórias não autorizadas’ sobre  autores e editoras que tanto se debatem por elas…

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SENHORES CONGRESSISTAS, POR FAVOR, UM MINUTO DE SUA LEITURA, ANTES DO VOTO EM FAVOR DO MERCADO EDITORIAL

FERNANDA MACHADO, A MAIS BEM-VESTIDA DA SEMANA!

Vocês votaram e elegeram Fernanda Machado como A Mais Bem-Vestida da Semama, com 402 votos (49% da preferência).

Na ocasião em que foi fotografada, a bela que vive a vilã Leila na novela Amor à Vida, prestigiava a estreia da peça Vênus em vison, dirigida por Hector Babenco, no Teatro Leblon. Para a noite, Fernandinha optou por um look trendy, combinando camisa de seda com listras p&b e mini saia preta godê. O batom coral e a clutch de acrílico vermelha levantaram o look, quebrando os tons sóbrios.

A ararinha amou! 😉

FERNANDA MACHADO A MAIS BEM-VESTIDA DA SEMANA

Resultado final da enquete:

enquete

SENHORES CONGRESSISTAS, POR FAVOR, UM MINUTO DE SUA LEITURA, ANTES DO VOTO EM FAVOR DO MERCADO EDITORIAL

Chegando os minutos finais, na contagem regressiva de mais uma provável derrota, em mais uma das lutas minhas. Tantas lutas…

Quando rezava e implorava a Deus para que meu irmão não tivesse sido agarrado pelos carrascos do Brasil, pois seria morte certa, e que fosse encontrado vivo por nós, logo tive a primeira e definitiva decepção de minha vida.

Depois, alternei as incontáveis delícias dos sucessos de minha carreira com inúmeras perdas pessoais, tragédias, câncer, insídias profissionais, decepções.

E assim seguiu minha vida, como se, num balé grotesco, a Realidade fosse fazendo, diante de mim, um strip-tease contorcionista, ora revelando encantos, ora exibindo feiuras.

Num girar, o desnudar de uma perna lisa, onde a beleza passeia sobre caminho sólido e liso; numa outra volta, a pele cheia de obstáculos, contrações, feridas e perigos.
A cada peça retirada pela stripper, um susto, um medo, um horror, alternando-se com  gratas surpresas, momentos bons, satisfações, carícias, alegrias súbitas.

Balé, ora macabro, ora embriagado por aromas excitantes e perturbadores, suaves e doces.

Não, não posso me queixar de vida insossa. É densa, intensa, arrebatada, temperada com pimenta bem curtida. Ardendo pro bem e pro mal.

Assim, mal deponho as armas, vencida pela realização do maléfico Leilão do Campo de Libra, do qual havemos de no futuro nos arrepender com amargura, novamente eu as empunho, premida pelo noticiário de que, em regime de urgência, o Congresso votará uma lei de biografias não autorizadas, um libera geral.

Ao longo de todos esses anos, desde 1976, com a morte de minha mãe, tenho exercido a vigilância da memória dos Angel. Não fosse isto, a história contada em peças, balés, escolas de samba, especiais de TV, roteiros de filmes – realizados ou não, teria sido bem diferente da História real.

Na visão desses artistas biógrafos, que não pesquisaram, apenas deduziram e/ou ouviram falar, Zuzu Angel seria uma burguesa de classe média alta, de extrema direita, que convivia intimamente com militares e, ao ter o filho morto pela ditadura, num passe de mágica, transformou-se. Virou, da noite pro dia, mulher combativa de esquerda e deu a vida por isso.

Pasmem, mas era isso que me apresentavam! Como se a vida de um ser Humano fosse a vida de um personagem de Novela de TV, que um dia é a vilã da novela e, no capítulo seguinte, a mocinha!

E como precisei suar a camisa para explicar a esses biógrafos (pessoas talentosas, todas bem intencionadas e com excelentes projetos, diga-se de passagem) nossas vidas de luta e trabalho! Para contar da Zuzu de pensamento liberal desde criancinha, mulher de posições e garra, feminista empedernida, um passo à frente dos demais. De como ela se empenhou na formação dos três filhos, dos livros que nos dava pra lermos, das discussões com Stuart à mesa sobre literatura, gostava de Graham Greene, Allan Poe, era Juscelinista empedernida, foi Jango, votou em Lott.

Certa noite, quando chegamos em casa, mamãe colocou o dedo sobre a boca, pediu que todos falássemos baixinho e, com grande preocupação, anunciou: “Eles deram o golpe”. Assim, juntos, ficamos ao pé do noticiário da rádio vitrola. Na minha casa, nunca se disse “Revolução”..

Não fosse meu esforço, minha disposição de discutir, minha teimosia, minhas lágrimas, exaltação, bateção de pé, veríamos uma Zuzu da conservadora Tradicional Família Mineira, tal e qual imaginou um desses autores, que, no calor do debate, insistindo em seu texto, com a mesma e autêntica paixão com que eu insistia em minhas verdades, chegou a me dizer: “Mas meu pai era assim!”. E eu: “Mas minha mãe não era!”. O resultado foi um belíssimo trabalho, legítimo e denso, e nos tornamos grandes amigos.

Zuzu usava calça comprida, quando nenhuma mulher vestia, defendia os filhos em todas as questões levantadas pela diretora da escola (até prova em contrário), foi a primeira a jantar sozinha com uma amiga no chiquérrimo restaurante Concorde de Ipanema, onde mulher, já em meados nos anos 70, só acompanhada de homem (“Absurdo! Terra do atraso”, ela se impôs).

Defendeu o direito de a mulher ser reconhecida como criadora na moda, onde essa prerrogativa era apenas masculina. Mulher só servia para pedalar máquina de costura. E ainda fez questão do título “costureira”, e não “estilista”, pois se orgulhava de saber costurar, enquanto os criadores de moda homens disso nada entendiam.  Hoje, a grande tendência da moda no mundo é costurar. Ovo de Colombo. Descobriram que os maiores criadores da História da Moda sabiam o ofício. Os demais eram meros desenhadores.

Mulher de marketing, na política sempre foi estrategista. Fez trabalho de guerrilha, subterrâneo, noturno, distribuindo filipetas, poemas, fotos, nos lugares com maior concentração de pessoas. Acompanhada da irmã Virginia Valli, disparou sua dor sob os batentes das portas de figurões: eram poesias, cartas mimeografadas, retratos do filho.

E os biógrafos me vinham, não por mal, mas por ingenuidade, querendo retratá-la como perua burguesa fútil, que se ‘metamorfoseou’ qual lagarta em borboleta!

Por isso, excelentíssimos senhores congressistas do meu país, não em nome da biografia dos que estão vivos e assim podem se defender, não em nome dos famosos, dos pop, das celebridades; falo pela voz dos mortos, da nossa memória, da História do Brasil. Não podemos deixar correr com frouxidão e de modo inconsequente um Direito Constitucional, o Artigo 5 da Constituição Federal, parágrafo X: ” – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.

Hoje, tenho mais 10 anos do que minha mãe ao morrer, aos 54. Espero ainda empreender este combate na proteção da memória dos Angel por bem algumas décadas, se Deus me der saúde para tal. Luta infrutífera, porém se a Lei estiver, não ao lado dos cidadãos, mas apenas do polpudo e opulento mercado em que se transformou a produção editorial neste país.

É neste momento que a tal da Realidade, de que falei acima, no requebrar de uma dança de 7 véus, distrai-se num rodopio de seu strip tease e me revela, como numa premonição, um abdômen cheio de pregas, pelancas e volumes… São volumes literários em vias a serem produzidos por biógrafos, que, quando não por despreparo para a missão (pois nem todos são um Ruy Castro, um Fernando de Morais, um Sérgio Cabral), muitas vezes por cobiça, terão como prioridade os lucros, e que se danem o rigor com a pesquisa e a fidelidade aos fatos!

 

 

BAIXA NA SOCIEDADE CARIOCA…

Baixa na sociedade carioca…

Não, não se aflijam, queridos, não é baixa de gente. É baixa de festinha. Foi cancelado o almoço de aniversário do Nestor Rocha, 60 + 1, que seria no próximo sábado, dia 26. Motivo: o prenúncio do tempo ruim, sujeito a tempestade, raios e trovões, na região da Fazenda São Luiz, do casal Nestor e Lili, onde seria a grande celebração. O high, quase enlutado, pois os almoços do casal são tudibom, lamenta e aguarda a marcação da nova data. E que seja para logo!
 Liliana Rodriguez promete que, se no domingo fizer sol, o almoço será transferido para o dia seguinte. Mas isso ainda é uma incógnita, viu, gente?

COMÉDIE-FRANÇAISE, UMA JOVEM VELHA SENHORA, SOMA 333 ANINHOS NO RIO

Comemorando 333 anos (!), a tradicionalíssima Comédie-Française apresentou, no Rio, cheia de vigor e juventude, o espetáculo O jogo do amor e do acaso, peça de Marivaux, depois de passar por Montevidéu, Buenos Aires e São Paulo. Foram apenas três apresentações na Cidade das Artes, na Barra, numa realização em parceria com a Embaixada da França.

Pouco a pouco, e graças à obstinação e à grande experiência de seu diretor, Emílio Kalil, a Cidade das Artes, que muitos chegaram a chamar de “Elefante Branco”, vai definindo seu perfil e sua identidade, de uma verdadeira “vila” cultural, aberta a receber múltiplas manifestações artísiticas, sem estar rotulada ou atada a qualquer delas.

A Cidade das Artes é tipo assim uma grande mãe, sempre aberta a abraçar a cultura em todas as suas maneiras de se manifestar, desde que em grande estilo. 😉

Comédie-DSC_2317  Elenco da Comédie-Française e Emilio KalilEmílio Kalil (o penúltimo à direita), diretor da Cidade das Artes, com o elenco da Comédie-Française

Comédie-DSC_2304   - COMÉDIE-FRANÇAISE

Parabéns!

Comédie-DSC_2202 Lucélia Santos e Bia Seidl

Lucélia Santos e Bia Seidl

Comédie-DSC_2169   Claudia Netto e Angela Vieira

Claudia Netto e Angela Vieira

Comédie-DSC_2226 Gisele Fróes  Fraçoise Forton e Zezé Polessa

Gisele Fróes, Françoise Forton e Zezé Polessa

Comédie-DSC_2160   Os bailarinos Tatiana Leskova e Bayard Tonelli

 Tatiana Leskova, a primeira bailarina do Teatro Municipal condecorada pela França, e Bayard Tonelli, o Dzi Croquette que fez história na França

Comédie-DSC_2208   Françoise Forton  André Midani e  Emílio Kalil

Françoise Forton, André Midani e Emílio Kalil, diretor da Cidade das Artes

Fotos de Cristina Granato

BRASIL E FRANÇA DEBATEM MODELOS CONSTITUCIONAIS

Autoridades jurídicas francesas e brasileiras se reuniram nesta segunda no Copacabana Palace no seminário A Jurisdição Constitucional no Brasil e na França – O Novo Modelo Francês e a Questão Prioritária de Constitucionalidade. No encontro foram debatidos os modelos constitucionais de Brasil e França e foram levantadas questões de Direito Comparado. Na plateia, ministros, desembargadores, juízes, membros dos Ministérios Públicos Estaduais e Federais, advogados, professores e empresários interessados no tema.

O evento teve como palestrantes: Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal; Carlos Roberto Siqueira Castro, professor titular de Direito Constitucional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro-UERJ e professor visitante da Faculdade de Direito da Universidade Panthéon – Assas – Paris II; Jean-Louis Debré, presidente do Conselho Constitucional da França; Guillaume Drago, professor titular de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade Panthéon – Assas – Paris II; Marc Guillaume, secretário geral do Conselho Constitucional da França….

Seminário-IMG_0422- HELEN GRACIE E SIQUEIRA CASTROEllen Gracie e Carlos Roberto Siqueira Castro

Seminário-IMG_0418- MARC GUILLAUME  JOAQUIM BARBOSA   JEAN LOUIS DEBRÊ   SIQUEIRA CASTRO E GUILLAUME DRAGO

Marc Guillaume, Joaquim Barbosa, Jean-Louis Debré, Carlos Roberto Siqueira Castro e Guillaume Drago

Seminário-MG_0441- RICARDO BOECHAT  SILVIA E SIQUEIRA CASTRO

Ricardo Boechat, Silvia e Carlos Roberto Siqueira Castro

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Seminário-IMG_0624- SIQUEIRA CASTRO E JEAN LOUIS DEBRÊ

Carlos Roberto Siqueira Castro e Jean-Louis Debré

Seminário-MG_0446- SILVIA E MARIA CLARA SIQUEIRA CASTRO

Silvia e Maria Clara Siqueira Castro

Fotos de Sebastião Marinho

UM POUQUINHO DE GLAMOUR…

Estavam com saudades de festas glamourosas com tapetes vermelhos trepidantes? Pois aí vão os cliques das celebrities e fashionistas que compareceram ao jantar de gala inaugural do  Wallis Annenberg Center for the Performing Arts, em Beverly Hills. O evento ainda contou  com desfile da marca Salvatore Ferragamo!

Luxo, luxo, luxo…

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Fotos: reprodução

FESTEJANDO A IDINHA

Gloria Severiano Ribeiro recebeu convidadas em happy hour em sua casa para homenagear Idinha Seabra Veiga que festejava aniversário. Idinha é madrinha de casamento de Gloria, que começou a namorar o maridão Luiz Severiano na casa de Idinha. As amigas prestigiaram em peso a festinha que começou à tarde e seguiu noite adentro. Eram quase 100 no bate-papo animado. A casa toda florida, decorada por Cristina Lips. Raphinha Severiano fez os doces e a doceira Dirce assinou o bolo. Entre as que levaram seu abraço, Carmen Mayrink Veiga,  Gisella Amaral, Norma Simões, Sarita Galliez, Terezinha Leal de Meirelles, Angela Gouvêa Vieira, Juju de Almeida Magalhães. Seguem os registros…

Idinha-A. GLORINHA IDINHA CLARA MAGALHAES

Gloria Severiano Ribeiro, Idinha Seabra Veiga e Clara Magalhães

Idinha-A. FREDERICA BASTIAN MONICA CLARK GIOVANNA PRIOLLI

Frederika Bastian Pinto, Monica Clark e Giovanna Priolli

Idinha-A. CARMEN MAYRINK VEIGA  CLEUBA VERRI

Carmen Mayrink Veiga e Cleuba Verri

Idinha-A. ANDREA RUDGE IDINHA MARIZA COSER.

Idinha Seabra Veiga entre Andrea Rudge e Mariza Coser

Idinha-A. SONIA SIMONSEM RENATA FRAGA

Sonia Simonsen e Renata Fraga

Idinha-A. MARLENE RODRIGUES  ODALEA BRANDO BARBOSA

Marlene Rodrigues dos Santos e Odaléa Brando Barbosa

Idinha-A. BERTHA MENDES CAROL RIBEIRO

Bertha Mendes de Souza e Carol Murta Ribeiro

Idinha-A. GISELA AMARAL  CRISTINA LIPS ALDA SOARES

Gisella Amaral, Cristina Lips e Alda Soares

Fotos de Armando Araújo

HOMENAGEM

Dia 28, no Jardim Pernambuco, no Leblon, o secretário municipal de Meio-Ambiente, Carlos Alberto Muniz, e o presidente da Fundação de Parques e Jardins, Mauro Duarte, inauguram a Praça Desembargador Aloysio Maria Teixeira. Roberto Sá e Clara Arthaud assinam o projeto da escultura de bronze do desembargador que completaria 99 anos na data da homenagem. Roberto Sá, que tem obras na França, Bélgica e outros países, foi quem esculpiu a estátua de Zózimo Barroso do Amaral, no Leblon, e de Carlos Del Prete, em Laranjeiras. Em Rio das Ostras, ele criou a escultura em tamanho real da Baleia Jubarte na praça da baleia em Costa Azul. Clara Arthaud é especializada em modelagem de rostos e trabalha em conjunto com o artista.