20 ANOS DEPOIS A COLUNISTA LEVANTA O VEU QUE ENCOBRIA A VERDADE DOS FATOS SOBRE SATURNINO BRAGA NA PREFEITURA DO RIO

“Senador Saturnino, a atividade política não se destina a imobilizar os anseios do povo e perpetuar regras obsoletas e conservadoras. A repetir gestões ineficientes e desmoralizadas. Ao contrário, só se justifica e se legitima ao incentivar, esclarecer, acolher, integrar, incluir, promover, renovar, reformar e se necessário revolucionar, como força propulsora e não como um freio de retenção.

Sua excelência sempre representou a renovação criativa qual o cerne de efetividade é o Estado Social e Democrático de Direito.

Hoje afastado das lides eleitorais, entretanto presente, para nossa satisfação das atividades políticas.

Escritor nato empenhado a pena e tocando o teclado, afim de externar as opiniões de uma inteligência forte, ética, experiente e ideologicamente a serviço da justiça”.

Assim falou Bráulio Maciel, presidente da Sociedade Eça de Queiroz, ao contemplar o ex-senador Roberto Saturnino Braga com seu título de membro honorário da sociedade, um “eciano” de raiz.

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Ladeado pelos demais homenageados, o presidente Bráulio Maciel contempla o ex-senador Saturnino com seu título de Membro Honorário

 Roberto Saturnino Braga é presidente de honra do Instituto Cultural Casa Grande, conselheiro da Fundação Perseu Abramo, do PT, Diretor Presidente do Centro Celso Furtado, Vice-Presidente da Sociedade AMAR que, há mais de vinte anos, cuida de meninos de rua no Rio, e Membro do Conselho Diretor do Clube de Engenharia.

Além disso é um escritor festejado. São de sua lavra as obras “História do Rio em 10 pessoas” – Contos; “Geografia do Rio em Quatro Posições” – Crônicas; “Contos do Rio” – Contos (prêmio Malba Tahan da Academia Carioca de Letras, ano 2000); “Quarteto” – Romance; “Contos de Réis” – Histórias de sua fase de menino; “Os Quatro Contos do Mundo” – Contos; “Cartas do Rio” – Romance; “Entre os Séculos” – Ensaio; “Mudança de Época” – Ensaio; “O Curso das Ideias” – Filosofia; “Correios do Rio” – Coletânia de artigos; “Ética e Política” – Ensaio.

Maior do que seu talento para as letras, a facilidade com que expressa o que pensa e sente através da escrita, a agilidade em coordenar as ideias e o pensamento, mais expressivo do que o mérito do grande escritor é o exemplo, mais do que raro, praticamente inédito, de homem público desprendido e íntegro, alvo de todo tipo de pesadas injustiças, ofensas, incompreensões, aprontadas por maus adversários, que entraram na política pela janela das circunstâncias e dos apadrinhamentos e não dos ideais cívicos.

Engenheiro da turma de 1954 da Escola Nacional de Engenharia da Universidade do Brasil, em 1954, após dois anos de formado ingressou no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico, especializando-se em engenharia econômica. Foi aluno de Celso Furtado na CEPAL e estudou também no ISEB.

Em 1960, ingressou na política pelo PSB, elegendo-se deputado federal.

Embora não cassado em 1964, teve sua recandidatura impugnada por pressão do regime de governo vigente, fazendo-o retornar ao BNDE.

Convidado às pressas por Amaral Peixoto, retornou à política em 1974, elegendo-se senador pelo antigo Estado do Rio, na legenda do MDB, do qual fora fundador em 1966.

Em 1979, já sem o bipartidarismo, Saturnino ascende à principal liderança do PMDB, mas questões políticas internas levaram-no à ruptura e acesso ao PDT, reelegendo-se senador em 1982.

Em 1985, já na volta das eleições diretas para prefeito, Saturnino se candidata pelo PDT e conquista a prefeitura do Rio de Janeiro, com quase 40% dos votos. Em 1988, Saturnino deixa a prefeitura e também o PDT, retornando ao PSB de suas origens.

Em 1996, elegeu-se vereador da cidade do Rio de Janeiro e, dois anos depois, numa aliança de esquerda que reuniu PDT, PT, PSB e PCdoB, reelegeu-se pela terceira vez para o Senado.

Em 2006, ao final do mês de julho, recusou a proposta de se candidatar à Câmara Federal e anunciou o fim de sua carreira eleitoral nos poderes da República.

Todo esse desenrolar de mandatos poderia ser mal avaliado nos padrões neoliberais, mas não nos do socialismo utópico.

E aqui volto ao tema das “pesadas injustiças, ofensas, incompreensões”: a presença de  Saturnino na prefeitura do município, encontrada por ele praticamente falida, com a conta bancária bloqueada por falta de pagamento da dívida, salários dos servidores defasados, 13º por pagar, dívidas enormes.

Este quadro não era incomum nos municípios brasileiros, visto que a reforma constitucional de 1966 esvaziou as receitas municipais.

Saturnino saneou as finanças do Rio, dignificou os servidores com planos de cargos e salários, inicialmente os professores. Efetivou a primeira experiência no país da Gestão Participativa, implantando os Conselhos Governo-Comunidade com reuniões mensais entre secretários de governo e associações de moradores.

Criou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o que permitiu a implantação do Programa dos Polos de Desenvolvimento de indústrias de tecnologia avançada.

Criou a Secretaria de Cultura, a Secretaria de Transportes, com a CET-Rio, o Instituto de Previdência, o Prev-Rio, os Conselhos de Defesa dos Negros e dos Deficientes.

Construiu 24 novos postos de saúde, sendo 20 deles na Zona Oeste.

Ao final de 1987, o Plano Cruzado naufragou. A inflação aumentou violentamente.

Foi quando Saturnino solicitou do Legislativo revisão para o IPTU, o que lhe foi então negado! A inflação já beirava os 20% ao mês.

Com outros prefeitos, apelou ao Congresso Constituinte, a fim de contornar o problema das receitas municipais. Teve êxito, mas a aplicação dar-se-ia somente em janeiro do ano seguinte.

O prefeito Saturnino pediu autorização para lançar novos títulos da dívida pública do município, com a garantia de que novas receitas entrariam a partir de 1989, mas o Banco Central negou-lhe o pedido e comunicou a todos os bancos do país a proibição de financiamentos ao Rio, nem mesmo a rolagem de empréstimos pretéritos!!

O que cabia fazer era tentar sensibilizar a sociedade com a declaração sincera e honesta da falência do município.

Após três meses de luta, tudo aquilo que fora rejeitado em 1987 acabou sendo efetivado, mas agora para outro prefeito.

Novo prefeito que foi sacramentado como “o gênio da lâmpada das finanças” o “redentor”, quando na verdade a solução dos problemas foram viabilizadas pela criatividade de seu antecessor, Saturnino, boicotado pelos adversários no Legislativo e no poder federal.

Este desfile de acontecimentos constitui uma verdade de mais de 20 anos, que poucos cariocas conhecem nos seus detalhes relevantes, aqueles normalmente ocultados pela mídia dos atrasos, que domina a informação com ações mentirosas e omissões inconfessáveis.

Todo esse trajeto político, que aqui relato, pude colher durante o elogio feito pelo engenheiro Edson Monteiro ao ex-senador e prefeito Roberto Saturnino Braga, por ocasião da entrega de seu título de Membro Honorário da Sociedade Eça de Queiroz.

Aplausos para ele!

FERNANDA MONTENEGRO NA EUROPA ANTES DE VOLTAR A SER DONA PICUCHA

Enquanto os cariocas enfrentam o Rio 40º, Fernanda Montenegro viaja pela Itália e a Suíça, acompanhada da filha, Fernanda Torres, do genro, Andrucha Waddington, e dos netos, Antonio e Joaquim.

A atriz soberana retorna ao Rio no dia 9 e, no seguinte, já começa a gravar Doce de mãe, especial de fim de ano da Globo, que lhe deu o Emmy internacional de melhor atriz e que agora vira série.  Dona Picucha, a viúva de 85 anos que gosta de ouvir música e cozinhar, volta cheia de fôlego, “doidicice” e poesia para nos encantar como Picucha…

Fernanda-Montenegro-foto-DonatoFernanda Montenegro, em breve de volta com Doce de mãe

Foto de Vera Donato

PERDOEM-ME A FALTA DE MODÉSTIA: VOU FALAR DA MAIS TOCANTE DAS HOMENAGENS, AO LADO DE CLEONICE BERARDINELLI E SATURNINO BRAGA

Humildade e modéstia são bagagens que trago da infância. Bagagens para o meu bem e para o meu mal, que ora contribuem ora me pesam sobremaneira. Transmitidas talvez por meu avô materno, Pedro Netto, poliglota autodidata, tradutor da obra de Marcel Proust, mas que nunca permitiu que sua sabedoria ou a aparência sugerissem aos demais a percepção de seu extraordinário conteúdo intelectual. Considerava-se pouca coisa. Não valorizava o muito que era.

Tão modesto foi meu avô, que, certa vez, adquiriu dois bilhetes de loteria, um para ele, outro para dar ao seu amado e bem sucedido irmão Oscar, colocando um em cada bolso. Saindo premiado o do bolso direito, Pedro imediatamente o atribuiu ao irmão, a quem presenteou com o bilhete da sorte. Percebia-se pequeno demais para ser contemplado pelo acaso com tão vultosa quantia!

Morreu admirado pelos que enxergavam nele sua grandeza e desprezado pelos que viam em seu desprendimento os contornos do fracasso.

Pode parecer falta de humildade comparar-me a um homem especial como foi meu avô Pedro Netto, contudo, só mesmo um ataque de “Pedrite Netto aguda” explicaria eu esperar tanto tempo até divulgar a informação sobre a mais importante das honrarias atribuídas a mim: a Homenagem da Sociedade Eça de Queiroz, e isso na mais augusta companhia, juntamente a dois ilustres brasileiros, a professora e imortal da  Academia Brasileira de Letras, Cleonice Berardinelli, e o escritor premiado e ex-senador Roberto Saturnino Braga, personificação da integridade em nossa vida pública.

Vou contar.

A Sociedade Eça de Queiroz surgiu como herdeira do antigo Club do Eça, que funcionou aqui mesmo, em nosso Rio de Janeiro, nos anos 40, 50 e 60, quando ainda éramos a capital da República e hospedávamos a maior comunidade lusitana fora do território europeu.

Disse o presidente da Sociedade, Bráulio Maciel, ao abrir a solenidade: “A memória histórica de Eça de Queiroz é um elo inquebrantável a nos unir e inspirar admiração permanente. Através de sua obra e seus exemplos de vida, o escritor nos legou princípios que nos são caros, como a ética, a liberdade e a justiça”.

E prosseguiu: “É de nossa tradição agregar ao quadro associativo pessoas que, no âmbito de suas atividades específicas e na vida pessoal, adequam-se ao espírito eciano”.

A cerimônia aconteceu em duas etapas. Primeiro, o almoço alegre, descontraído, em mesas longas e floridas, em que os membros da sociedade se reuniram em congraçamento gastro-literário, entre salgadinhos muito bem preparados, bufês fartos de saladas, comidas salgadas, doces, e animados por muitos bate-papos.

Depois, a sessão solene no auditório, quando a Sociedade Eça de Queiroz celebrou o êxito de suas atividades de 2013 e nos homenageou aos três com a outorga dos títulos de “Membros Honorários”.

Ao discursar a respeito dos contemplados, o presidente Bráulio  fez o preâmbulo: “Cada um dos senhores receberá o elogio, que de fato lhes cabe (…) pelas suas qualidades de espírito e fidalguia de seus generosos corações lhes anuncio o quanto são gratos e admirados no nosso meio”.

E iniciou discorrendo sobre a acadêmica das letras Cleonice Berardinelli, minha companheira à mesa do almoço e, agora, à mesa do palco:

Ele foi só inspiração: “D. Cleonice, a sua voz é toda claridade, sua fala toda substantiva. Franqueou seus estudos e seus saberes a muitas gerações que foram irrompendo, graças ao custo de seu espírito e a magia irradiante dos temas que abordou.

Peço licença para parafrasear o poeta e dizer-lhe que estamos a beijar sua nobre fronte e reverenciar sua extensa poesia”.

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À mesa da cerimônia, onde estávamos os três homenageados, o presidente Bráulio Maciel saudou Cleonice: “Peço licença para beijar-lhe a fronte!

Vou interromper o discurso do presidente, mudar a ordem da cerimônia, para me deter em Cleonice. Dizer que foi lido em seguida um breve resumo do inacreditável currículo da professora doutora de 97 anos, orientadora de 74 dissertações de mestrado e 42 teses de doutorado, daquela que proferiu 175 conferências e 140 palestras, no Brasil e no exterior, há mais de 70 anos exercendo o magistério, que declama de cor longos poemas de Camões e Fernando Pessoa e que, ali, diante de nossos olhos e ao pé de nossos ouvidos, declamou um poema inteiro de Camões, mastigando deliciosamente as palavras, como um gourmet exigente delicia-se com um prato de iguaria nobre.

Em seguida, sua amiga e contemporânea, a diretora da Sociedade Eça de Queiroz, Marta Vinelli, leu um texto lembrando da juventude juntas, que, por tudo de delicioso que o relato encerra, recorte da História, fiz questão de reproduzir:

“Querida Cléo

Após um resumo insuficiente e incompleto de sua existência gloriosa eu pergunto: Vamos voltar ao passado? Nós fomos juventude de guerra, você se lembra?

Era a Segunda Guerra Mundial. Os black-outs, as cortinas negras nas janelas, os automóveis com gazogênio, o racionamento dos mantimentos, os navios brasileiros torpedeados pelos alemães e a tristeza dos jornais. Eram listas e mais listas de meninos pracinhas mortos em combate em pleno inverno cobertos pela mortalha da neve branca, fina e fria. O Rio de Janeiro era a capital do Brasil e as embaixadas eram todas aqui. As embaixatrizes organizavam chás para angariar fundos que seriam transformados em agasalhos, remédios e barras de chocolate para os soldados no front. As meninas da sociedade eram convidadas para servir e lá estávamos nós e um grupo de amigas de aventalzinho de xadrez e bandeja na mão. Primeiro uma banda militar tocava o hino dos países aliados. Todos de pé cantavam, muitos choravam. Era lindo e emocionante.

Querida Cléo, para terminar:

Só tenho a dizer que um dia nos encontramos em pleno vigor de uma adolescência febril e arrebatada, depois nos separamos. E agora depois de tantos anos, após uma longa estrada percorrida, tranquilas e felizes nos reencontramos ostentando com orgulho nossas lutas, nossas fadigas, nosso passado, nosso presente e nossos noventa anos.

Marita Vinelli”

Ato contínuo, a entrega do diploma com o título à mestra das mestras, professora Cleonice, e vejam na foto abaixo seu sorriso de translúcido contentamento por ser agora consagrada “eciana” legítima:

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   A imortal Cleonice Berardinelli feliz e exultante com o título a ela conferido

DEPOIS DA HOMENAGEM À EXTRAODINÁRIA CLEONICE, OS MEUS 15 MINUTOS DE GLÓRIA

Após a homenagem à professora Cleonice, o presidente da Sociedade Eça de Queiroz, Bráulio Maciel, apresentou as justificativas do título conferido a mim (quanta honra – meu deus – suceder à incomparável Berardinelli!):

“A sra. Hildegard Angel, por sua adesão pronta, decisiva e incondicional em defesa dos direitos e garantias fundamentais do homem, tornou-se um símbolo, uma fada madrinha, com participação íntima e toda especial na história da liberdade. Seus textos jornalísticos são ágeis, instigantes, justiceiros.

E toda liberdade haverá de ser construída de desassombros”.

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O presidente Bráulio dirige-se a mim e Cleonice acompanha atenta

EÇA este  Exibo bem esticadinho o diploma, à mesa da cerimônia, onde o presidente Bráulio Maciel faz-me imerecidos elogios: “fada madrinha, com participação íntima e toda especial na história da liberdade”. E classificou meus textos jornalísticos de  “ágeis, instigantes, justiceiros”, concluindo: “toda liberdade haverá de ser construída de desassombros”.

Acredito mesmo que esta inesperada homenagem foi a mais tocante, expressiva e, até, importante, entre todas as que recebi – e tenho recebido – ao longo de minha vida profissional.

É aquela que prestigia o que há de mais profundo e importante em meu ofício: o conteúdo, o objeto, o fim, o sonho de transformar o mundo em que vivemos, através das “letras desassombradas”, como classificou Bráulio Maciel.

Vocês podem bem imaginar como anda esta neta de Pedro Netto, conjeturando mesmo se esse “bilhete de loteria” não teria sido colocado no bolso errado…

 

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Stella Leonardos lê poema de sua autoria

Para completar tal rasgo de generosidade dos amigos da Sociedade Eça de Queiroz, houve ainda a poesia escrita pela notável Stella Leonardos, e dita ali por ela, de pé, diante de nós do palco e os do auditório – que presente eu recebi!

OUVES MÚSICA, HILDEGARD?

nosso entorno está mais leve,

Tudo ficou harmonioso.

Ter bom gosto é privilégio,

não se aprende no colégio,

diria Noel na certa,

dedicando-te algum samba,

dos que amam nossa lembrança.

E havia de abrir-te os braços

E aplaudir tua elegância.

Sabias que no teu nome

– Hildegard – vem uma lança?

E um anjo, também, revoando

E roçando asas de sonho?

Que muito hás sofrido, moça, exemplo de ética e estética,

Quanta sofrida vivência

Ver de lúcida esperança

Porque ergueste tua lança

E soubeste atar as asas

Um em flor abriu-se em cores

E houve um mundo de fragrâncias

Sejas feliz, Hildegard,

Tu que nos tornas felizes

Pelo belo que nos trazes

E o bem com que nos alcanças

Stella Leonardos

 

No próximo post, a homenagem a Roberto Saturnino Braga

O JANTAR DA GIOVANNA DEODATO PARA O PREFEITO DE MARICÁ

Giovanna Deodato reuniu 20 para jantar no triplex da Rodolfo Dantas, em torno do prefeito petista de Maricá, Washington Quaquá, que ela conheceu – vejam vocês – em Roma!

A apresentação foi através de engenheiros, amigos de seu namorado, Santo Mario Lolicato, que estão negociando obras em Maricá.

Giovanna recebeu Quaquá pra jantar em seu apartamento romano, servindo rocambole de ricota com trufas negras, que ele gostou tanto que ela resolveu repetir no jantar carioca.

Em agradecimento à anfitriã, o prefeito ofereceu a ela um passeio de helicóptero a Maricá, para conhecer a cidade, juntamente com o grupo de investidores italianos. Giovanna adorou.

Deodato-giovanna fabio missoriGiovanna Deodato e Fabio Missori, diretor da TRE Telefonica

Deodato-elza guardenghi marido e claudia ferrazMauro e Elsa Gardenghi e Claudia Ferraz

Deodato-anna coliva santo mario lolicatoAnna Coliva, diretora da Galleria Borghese em Roma, e Santo Mario Lolicato

Deodato-flavio letizia andreaniFlavio e Letizia Andreani

Deodato-lorival casula e esposaO casal Lourival Casula, Secretário de Desenvolvimento, Indústria, Economia e Petróleo de Maricá

Deodato-madame Gueutier e  hassan kadiriDelphine Gautier e Hassan Kadiri

Deodato-murilo rayol alessandra malfattiMurilo Rayol, construtor do Amazonas, e Alessandra Malfatti

Deodato-pricipe durini dino trappettiPríncipe Giulio Durini e Dino Trappetti

Deodato-santo lolicato prefeito wasington quaqua francesco moliterni lourival casulaSanto Mario Lolicato, o prefeito Washington Quaquá, Francesco Moliterni e Lourival Casula

UM SPA QUE A MAJESTADE JÁ COMEÇA PELO NOME, CASA REAL, E É PERTINHO DO RIO!

Preparem seus corações. Aquele Spa que vocês estavam esperando, próximo ao Rio, num ambiente sofisticado e muito exclusivo – são apenas 13 suítes! – em que a majestade já começa pelo nome, Casa Real, numa fazenda histórica tombada do Sul Fluminense, Vassouras, onde tudo é refinamento e requinte, está prestes a ser inaugurado no próximo dia 8 deste janeiro.

Spa Casa Real será instalado na Fazenda São Luiz da Boa Sorte, a duas horas do Rio, com a cozinha detox gourmet sob o comando das chefs nutricionistas Cristiane Rodrigues e Clara Navarro.

Toda a concepção técnica e supervisão geral é de Carla Nigel, com o traquejo de seu bem sucedido spa Salus Per Acqua, que bombou sete anos na Serra, sempre lotado com hóspedes exigentes, sobretudo do mundo político.

Com a base da decoração composta por peças legítimas reunidas em leilões e antiquários, inclusive os da mostra de decoração e antiquariato “Casa Real”, com profissionais de São Paulo e Rio, realizada naquele casarão há dois anos, o spa Casa Real passou por uma adaptação para confortos da modernidade, pelo decorador Tony Litz, com roupas de cama da Trousseau e produtos L’Occitane em todos os quartos.

As tulhas da antiga fazenda foram transformadas em academia.

As baias, em salas de massoterapia, e são vários massoterapeutas.

Há uma programação de palestras culturais sobre literatura, música, antiquariato, cinema, moda, enfim, tudo para fazer da temporada o mais aprazível possível, seguindo a rotina convencional de um spa, com exercícios, caminhadas, hidroginástica etc.

Em tempo, a grande anfitriã do Casa Real é a Liliana Rodriguez, mulher de boas ideias, ao lado do marido Nestor Rocha, que assim fazem de sua bela fazenda um projeto auto-sustentável.

Chapeau para eles!

 

BAIXO DESEMPREGO NA CIDADE MARAVILHOSA SE DEVE AO ÍNDICE ALTO DE OBRAS PÚBLICAS, E 2014 VEM COM MUITO MAIS!

As grandes obras no município do Rio de Janeiro são as principais responsáveis pelo baixo desemprego registrado em novembro passado na Cidade Maravilhosa. A avaliação não é minha, é do diretor do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, Manuel Thedim.

Porém, a taxa baixa de desemprego daquele mês de 2013, que foi de apenas 3,8%, poderia ter sido ainda menor se a prefeitura tivesse executado toda a verba prevista em seu orçamento para prevenir estragos causados pelas chuvas.Quem diz é a vereadora tucana Teresa Bergher.

Teresa constatou que, dos R$ 105 milhões do Programa de Encostas e Áreas de Risco Geotécnico, a Geo-Rio gastou apenas 37%; dos R$ 551 milhões de investimentos previstos para o Programa de Controle de Enchentes, a Rio-Água só executou 58% até agora. Segundo ela, quem se saiu melhor foi a Secretaria de Conservação, dando conta de 70% dos R$ 38 milhões destinados a  manter o sistema de drenagem.

Não há, no entanto, motivo para chorar sobre o leite derramado. A Prefeitura do Rio rompe 2014 cheia de fôlego e disposição para prosseguir a transformação da cidade para melhor. No penúltimo dia do ano, 30 de dezembro, ela publicou 66 novos avisos de licitação de obras na imprensa oficial!

Elas vão de reformas de conjuntos habitacionais na Zona Norte à construção ou às reformas de UPAs e UPPs; de obras de desassoreamento e drenagem em Irajá, Rocha Miranda e Clodovil à contenção de encostas; sem esquecer o Programa Morar Carioca, em Bangu, Campo Grande e Barreira do Vasco.

O 2014 já amanhece sorrindo para os cariocas.

ALCIONE ESCAPA POR POUCO DE ASSALTO NO MARANHÃO

Foi um Réveillon de pura emoção para Alcione, que rompeu o ano novo cantando numa praia de São Luís do Maranhão.

Às  vésperas do 31, três homens armados invadiram a casa de Ivone, sua irmã, onde a família estava já em ritmo de congraçamento familiar de fim de ano – umas dez pessoas pelo menos – e levaram o que puderam: aparelhos eletrônicos, celulares e mais e mais. Felizmente, sem agressões graves.

A nossa Marrom escapou por poucas horas da violência, pois só desembarcou em São Luís no dia seguinte ao assalto, ufa!

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MÚSICA NO MUSEU EM VIENA E EM HONOLULU

Sucesso de público desde sua criação, o projeto Música no Museu começa sua temporada internacional  de 2014 em Viena, no dia 15, apresentando o concerto The Brazilian Tropical Violins, no WeltMuseum, com músicos de 8 a 14 anos, dirigidos pela professora Suray Soren. No roteiro, clássicos brasileiros de Villa-Lobos a Tom Jobim. A Embaixada do Brasil na Áustria dá apoio ao evento.

Em fevereiro, a programação do projeto tem continuidade em Honolulu, no Havaí, com a pianista Miriam Grosman.

Antes de tudo isso, porém, semana que vem, dia 8, a Camerata Assis Brasil abre a temporada carioca 2014, nas comemorações dos 100 anos de Guerra Peixe, no CCBB.

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RICHARD SERRA VEM EXPOR DE NOVO NO RIO NESTE 2014!

Bomba! Bomba!

Em breve no Rio o artista plástico Richard Serra  para fazer exposição a convite do Instituto Moreira Salles. Serra veio ao Brasil pela primeira vez em 97, com a mostra Rio Rounds, convidado por Vanda Klabin, na ocasião diretora do Centro Helio Oiticica.

Quem conta a novidade é Vanda, que fez a curadoria de Rio Rounds e não poupa elogios ao artista. Ela anuncia também a exposição do amigo Nuno Ramos, que vem de São Paulo expor na Caixa Cultural na segunda quinzena deste janeiro.

Vanda trabalhou muito no final de 2013. Recentemente, ela fez a curadoria das exposições de Daniel Feingold, no MAM, de Raquel Versieux, na Galeria Athena Contemporânea, e do espaço de Gisele Taranto, na Casa Cor.

Por tudo isso, optou por tornar este início de ano mais light. Ela entra de férias para organizar sua vida pessoal, enquanto aguarda definição de outras novas exposições.

Seu Réveillon foi no Country Club, em ceia com Paulo Bertazzi e pequeno grupo de amigos. Tudo very cool, em seu atual  momento tranquilidade…

O RÉVEILLON DE VERA FISCHER SÓ PARA ÍNTIMOS

Vera Fischer reuniu grupo íntimo para o Réveillon em casa no Leblon. Apenas os mais queridos, como os amigos de seu filho, Gabriel, e os seus muito próximos, como Luiz Fernando  Coutinho e Liège Monteiro, que ganhou da atriz um anel desenhado pela própria Vera, e vejam abaixo como a joia é bonita!

Vera-Luiz Fernando Coutinho  Vera Fischer e Liège MonteiroLuiz Fernando Coutinho, Vera Fischer e Liège Monteiro

Vera-foto-anelO anel de ouro, desenhado por Vera Fischer para sua amiga Liège Monteiro, com brilhantes brancos e negros.