CHICO EM 90 MINUTOS ATÉ 27 DE ABRIL

Falar de Chico Buarque é atemporal. Não tem dia nem hora nem mês. A estreia deTodos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos no Clara Nunes vai ser notícia durante a temporada inteira, até 27 de abril, se depender deste blog.

Vejam aqui alguns maravilhosos, prestigiando o espetáculo que, embalado por canções do Chico, conta histórias de uma trupe circense. Isto, é, como diz o diretor, Charles Möeller, “é o teatro dentro do teatro”…

Chico-P1_0112Zezé Polessa, atriz extraordinária

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Mauro Mendonça, Rosamaria Murtinho e Cristiana Oliveira

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Lucinha Lins e Leilane Neubarth

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Ana de Holanda

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Miúcha

Chico-P1_0015Ana Botafogo

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Rosemary

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Alessandra Maestrini

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Letícia Colin

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Letícia Isnard

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Tiago Abravanel

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Lua Blanco

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Renata Ricci

Fotos de Felipe Panphili

O MELHOR DO MUNDO NA PLATAFORMA

O Bola de Ouro Cristiano Ronaldo foi recebido pelo brasileiro João de Matos na Churrascaria Plataforma em Nova York. Conversaram sobre a Ilha da Madeira, onde nasceram o jogador e o pai do brasileiro João.

Do lado de fora, uma verdadeira multidão de paparazzi à espera de um flash do gataço da bola Cristiano.

Cristiano-Joao de Matos NYCCristiano Ronaldo com João Matos, antes de receber o prêmio de melhor jogador em Zurique

A GRANDE CONTRADIÇÃO BRASILEIRA SEGUNDO MARCO AURÉLIO GARCIA

Marco Aurélio Garcia, a quem se atribui o sucesso na orientação da Política Externa do ex-presidente Lula, fazendo dele Chefe de Estado respeitado pelos demais líderes internacionais  (“Você é o Cara!” – lembram?), cunhou semana passada uma frase que há de brilhar e fazer pensar nas rodas da intelligentzia brasileira neste verão:

“Um estrangeiro que chegasse aqui em 1968, durante a ditadura, fosse ao teatro, ao cinema, aos shows, às livraria, lesse os grandes articulistas, pensaria que estávamos num país de esquerda; enquanto hoje, um estrangeiro que chega e faz as mesmas coisas tem a nítida impressão de que estamos vivendo num país de extrema direita”.

 

JOSÉ DIRCEU: ABATIMENTO DA PENA MAS NÃO DO ESPÍRITO

Não são apenas os 15 livros já lidos na prisão, como foi dito. O sentenciado à pena de semiaberto, mas cumpre regime fechado, José Dirceu, também se ocupa da limpeza do presídio e faz um curso de inglês à distância. Procura aproveitar de modo pleno seu tempo no cárcere, pois cada atividade realizada significa uma cota de abatimento em sua pena, com o benefício extra de não deixar espaços para a depressão.

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, A MÃE DO POVO

Quando eu era pequenininha a Mãe do Povo não era a Dilma, era a Caixa Econômica Federal. Cresci ouvindo isso. Eram os anos JK. O Rio Dourado efervescia com as mineiras, amigas e ex-namoradas de Juscelino, vindas de Diamantina e de Belo Horizonte, e praticamente todas eram funcionárias da Caixa Econômica.

Juscelino deixou o governo e elas continuaram, funcionárias exemplares, atendendo atrás dos vidros dos guichês, onde eram penhoradas as joias.

A penhora de joias era um hábito corriqueiro, fazia parte de nossas vidas. Era a salvação da classe média. Todos penhoravam, pois a Caixa pagava direitinho, a avaliação era decente e se tratava de um dinheiro honesto,  nuns tempos de um Brasil bem mais difícil.

Ato contínuo, a Caixa continuou Mãe do Povo com a Habitação. As pessoas podiam comprar sua casa própria. A condição era de que o comprador não possuísse outro imóvel. Ele dava a entrada, calculada sobre um percentual do valor total do imóvel a adquirir, e o restante era pago em 12, 15, 20 anos, com direito a seguro que saldava o débito na totalidade em casos de doenças graves, incapacidade física ou morte. Meu primeiro apartamento comprei assim, pago em 12 módicos anos de mensalidades. A Caixa foi mesmo uma Mãe para mim.

Tive sorte, pois, logo depois a Caixa passou a financiar apenas novas construções e incorporações de luxo, por um longo tempo, até voltar a de novo financiar os imóveis modestos.

Bem, veio a época da Caixa Mãe da Poupança do Povo. E todo mundo poupou. Sequestraram a poupança. Devolveram – dizem quê. E o povo continuou poupando. Sei que, nessa do sequestro, sabe-se lá onde foi parar a Caderneta de Poupança que as minhas amigas unidas fizeram para meu filho ao nascer, lideradas pela madrinha dele, Titá Burlamaqui.

Nunca mais ouvi falar daquela Caderneta e de seus fundos. Assim como da minha própria conta, da qual, a cada extrato, o dinheiro depositado, em vez de aumentar, diminuía. Chegou uma hora em que eu estava devendo, sem jamais ter retirado um tostão! A Mãe do Povo inspirou-me ali outra Mãe, ou melhor, Mão. A Mão Boba.

Dois prejuízos: a Poupança para ajudar no futuro de uma criança recém-nascida, que sumiu, ninguém sabe, ninguém viu; e a minha conta, alimentada com meu salário, que também tomou Doril…

Agora leio que a Caixa “assumiu” como dela milhares de saldos…

Alguém aí sabe me informar o que devo fazer pra saber se nesse tacho dos lesados pela ex-Mãe do Povo sobrou alguma casquinha do supracitado dinheiro?

ÁLBUM DE FAMÍLIA…

Fui assistir ao Álbum de família. Insistente recomendação da Verinha Bocayuva. Foyer do Roxy superlotado, 90% mulheres, que pagam meia (não preciso explicar o motivo, preciso?), todas exaustas de esperar, sentadas nos degraus da escadaria, nos bancos, fazendo fila na porta do banheiro, aguardando impacientes a sessão anunciada no Rio Show para 17h10, mas o horário correto era 17h50…

Uma sessão por dia apenas, mas todos os dias a mesma coisa: o cinema lotado, e quase totalmente por mulheres da chamada “melhor idade”. Com um desempenho magistral de Meryl Streep, o que não é novidade, vivendo uma terrível mãe megera, o filme, muito bem realizado, não deixa qualquer possibilidade de esperança à instituição familiar, muito menos qualquer salvação ou alento para a perspectiva da velhice feminina.

Um filme que definitivamente não faz bem à alma. Um indiscutível flagelo para as velhinhas de Copacabana que o assistem, o recomendam e têm levado multidões diárias ao Roxy. Vai entender…

(PS: Depois de assisti-lo, coração apertado, cheguei em casa e liguei a TV no Globo de Ouro, canal TNT, para espairecer, esquecer aquela megera da Mery Streep. Quem eu vejo? A Meryl Streep, candidata a Melhor Atriz pela atuação! Curiosamente na categoria comédia, pois há momentos de humor negro. Mas perdeu. O crime não compensa… pensei com meu negro humor… )

 

AINDA A DOAÇÃO DA COLEÇÃO PORTINARI PELA FINEP AO MNBA

Em seu pronunciamento ontem na solenidade no MNBA, a ministra da Cultura, Marta Suplicy, falou em seu discurso que “a doação de obras artísticas aos museus é um ato que tem acontecido no Brasil de forma significante, mas precisa ser praticada mais vezes por colecionadores e artistas para que transforme o ato num hábito brasileiro”. Ela revelou um exemplo familiar, relatando que seu avô Smith de Vasconcellos doou R$ 28 contos de reis para o Museu Histórico Nacional, a maior parte no ano de 1924. Sobre o avô de Marta, pouca gente sabe que aquele Museu manteve até a década de 60 a Sala de Smith de Vasconcellos, reunindo cerâmicas, cristais e porcelanas.

Marta só teve acesso a essas informações no ano passado, por dados de pesquisa que lhe foram fornecidos pelo diretor do Museu Mariano Procópio, Douglas Fasolato, que por sinal estava presente ao evento do MNBA.

O presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, abordou a importância dos 77 anos do Museu Nacional de Belas Artes num momento em que ele passa por grande revitalização,  por meio de recursos do PAC e da Petrobras.

Entre os convidados Sylvia e Cyro Corrêa Lyra, Nathalia Timberg, Maria Pompeu, Maria Ignez Mantovani Franco, presidente do ICOM – Conselho Internacional de Museus, o cônsul geral da Itália, Mário Panaro, o diretor do Instituto Italiano di Cultura, Andrea Baldi, os diretores do Museu da República, Magaly Cabral, do Museu Histórico Nacional, Vera Tostes, dos Museus Castro Maia, Vera de Alencar, o curador Pedro Vasques e a cineasta Anna Paula da Costa e Silva, representando o pai, Sergio Costa e Silva, agraciado com a  Medalha Italo Campofiorito conferida pelo MNBA, devido aos 17 anos de projeto Música no Museu praticados ali.

anna paula costa e silvaAnna Paula Costa e Silva recebe a Medalha Ítalo Campofiorito, para o Projeto Música no Museu, das mãos da ministra Marta Suplicy, na presença do presidente do Ibram, Angelo Oswaldo

AS PRIMAS

Eram cerca de 60 convidados na festa dos 52 da policriativa joalheira Kristhel Byancco, que recebia com os filhos, Rebecca e Newton Rique Neto, em seu apartamento em Ipanema.

As rosas vermelhas no décor de Augusta Lobo simbolizavam, segundo Kristhel, “um coração cheio de amor e perdão”.

Nesse momento só amor e paz, a joalheira também celebrou sua reaproximação da prima Ariadne Coelho, que aniversaria hoje e soprou velas juntamente com La Byancco no “Parabéns”.

IMG_1579-Kristhel Byancco e Ariádne CoelhoAriadne Coelho soprou velinha com a prima Kristhel Byancco

IMG_1302-Kristhel Byancco com os filhos Rebecca e Nilton RiqueKristhel  com os filhos, Rebecca e Newton Rique

IMG_1217-Terezinha SodréTerezinha Sodré

Fotos de Vera Donato

MARTINHO DA VILA LANÇA DOCUMENTÁRIO NA FRANÇA

Martinho da Vila embarca rumo à França dia 19. Viagem tipo vapt-vupt, retorna ao Rio em dois dias. Viaja especialmente para estar presente ao lançamento, dia 20, de O samba, documentário sobre ele, pelo cineasta Georges Gachot, que participará de um festival de documentários para TV.

Gachot gravou com  Martinho às margens do Sena e aqui no Rio, em Vila Isabel.

Martinho da VilaMartinho da Vila protagonista de documentário a ser lançado dia 20 na França

MARLENE SERRADOR: CHINA, SENHOR DO BONFIM, DUBAI

Marlene Serrador chegou hoje da Bahia onde foi para a festa do Senhor do Bonfim, pagar a promessa feita tempos atrás para vender seu hotel, o Serrador, no Centro do Rio.

Marlene agora resolveu curtir a vida e viajar. Chegou da China há um mês, adorou. Passou por Dubai, onde decidiu que vai voltar com mais tempo com as amigas. Estão faltando seis delas para formar um grupo. Quem se habilita?

Ela também já escolheu seu destino no carnaval, antes de ir a Dubai: Buenos Aires, num cruzeiro.