Não foi um Natal de luxos, ostentação, exibicionismo, suntuosidade. A beleza mais tocante daquele Natal era a real espiritualidade, a contrição, a caridade cristã. Tudo isso expresso e sintetizado nas palavras do dono da casa, que, durante o jantar, levantou-se duas vezes.
A primeira, para agradecer a Deus a mesa farta e anunciar a presença do cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta, a quem pediu sua bênção para aquela refeição. Tivemos, ali, a consciência de quão diletos filhos do Senhor nós somos, por estar àquelas mesas bonitas, servidos dos melhores alimentos e com tamanha gentileza.
Da segunda vez, o anfitrião falou-nos da alegria de compartilhar. Com sua voz pausada e convincente, foi-nos conduzindo por uma proposta de vida que só faz sentido “quando distribuímos, pensando no outro como em nós mesmos”. Lembrou os momentos difíceis que atravessa o país, que vive o mundo, com povos sem teto e pouso, com mesas sem pão, pais de família sem emprego. E parabenizou a cada um dos presentes, que fazem tanto por tantos, estimulando-os a fazerem muito mais, e sempre mais, pois Deus nos permitiu o privilégio de ajudar.
Entrou na sala o coro natalino. Desta vez interpretando peças líricas, páginas de óperas, cantos clássicos religiosos. Em outros anos, tivemos músicas da Broadway, cantigas natalinas populares. A cada ocasião os nossos anfitriões daquela tradicional noite pré-natalina nos brindam com diferente repertório. Os cantores são do Coro do Teatro Municipal e também do Elenco Fixo da Casa Julieta de Serpa.
Por fim, fomos visitados pela Sagrada Família. São José, Nossa Senhora e o Menino Jesus, humildemente, de mesa em mesa, pessoa em pessoa, ao som dos cânticos.
Quando a emoção impregnava totalmente o ar do salão de jantar, ouvimos o clássico “Ho Ho Ho”, e entrou, pródigo, arrancando sorrisos, Papai Noel, com suas vestes de veludo vermelho, distribuindo caixas de chocolate.
Saímos dali de alma leve e abençoada, já que dom Orani, ao fim da refeição, deu-nos a sua bênção natalina. Ah, este foi mesmo o Natal dos natais!
Muito obrigada a Carlos Alberto e Beth Serpa por, mais uma vez, nos encantarem com a beleza. Não a beleza de suas coisas, sempre tão atraentes aos olhos. Mas a beleza de suas almas, absolutamente irresistíveis aos corações.

Nina Stevens, viúva do CEO da Rolex, Carlos Alberto Serpa e Ricardo Rique

Beth Serpa e Myrian Dauelsberg

Maria Clara Tapajós, Katia Spolavori e Ruth Niskier

Papai Noel distribuiu presentes de bandeja

Marcos Serafim e Marcelo Modenesi

Tocado pela beleza da noite, o secretário de Cultura do Rio, Marcelo Calero, cumprimenta o anfitrião e orador, Carlos Alberto Serpa.

Lourival Paes e dom Orani Tempesta

Myrian Dauelsberg

Beth e Serpa, anfitriões da ceia das ceias

Ruth Niskier

Liège Monteiro

Idinha Seabra Veiga e eu mostramos as coroas de Natal com nossas fotos, que eram os marcadores de nossos lugares à mesa.

Guirlanda da Katia Spolavori

Dom Orani abençoa a ceia pré-natalina, antes do início da refeição

Secretário Marcelo Calero e Leleco Barbosa

Dom Orani, Serpa e Beth

Paula Paes, Edmar Fontoura e Katia Spolavori

Maninha Barbosa e Paula Almeida

Os garçons fardados na cor natalina

Mariza Coser, Belita Tamoyo, Serpa e Jair Coser

Beth Serpa, Paula Paes e Yara Andrade

A placa de placement, com os marcadores de lugares: quatro mesas redondas e a mesa central era ovalada

Maria Clara Tapajós e Dauelsberg

Os Serpa, Belita Tamoyo, elegantérrima de Heckel Verri, e Yara Andrade

Monica Clark, Ruth Niskier e esta jornalista, também by Heckel

Edmar Fontoura e Jair Coser

O presépio

O coro de Natal e Papai Noel

No repertório, árias de óperas

Recebida pelo host

Nossa Senhora, o Menino Jesus, São José e Jair Coser

O Auto de Natal encenado para Dom Orani

As toalhas de mesas estampadas com flores típicas de Natal

O preciosismo das mesas de Beth

O secretário de Educação da Cidade de São Paulo, Gabriel Chalita

Serpa fala da importância de compartilhar e compartilhar e compartilhar

Nina Stevens, levada pelo amigo Ricardo Rique, encantou-se com o jantar, o cenário, a religiosidade

Arnaldo e Ruth Niskier

O secretário Gabriel Chalita e o promotor cultural Luiz Fernando Coutinho
Fotos de Marcelo Borgongino