Sobre Hildegard Angel

colunadahilde@gmail.com Hildegard Angel é uma das mais respeitadas jornalistas do Rio de Janeiro. Durante mais de 30 anos foi colunista no jornal O Globo, quer cobrindo a sociedade (com seu nome e também com o pseudônimo Perla Sigaud), quer cobrindo comportamento, artes e TV, tendo assinado por mais de uma década a primeira coluna de TV daquele jornal. Nos últimos anos, manteve uma coluna diária no Jornal do Brasil, onde também criou e editou um caderno semanal à sua imagem e semelhança, o Caderno H. Com passagem pelas publicações das grandes editoras brasileiras - Bloch, Três, Abril, Carta, Rio Gráfica - e colaborações também em veículos internacionais, Hildegard talvez seja a colunista social com maior trânsito

JANE FONDA CHEGA AO RIO PARA LANÇAR SEU LIVRO

Jane Fonda chega ao Rio na quarta-feira à noite e fica no Hotel Fasano. A atriz e escritora, como já contei aqui, vem lançar seu livro “O melhor momento – Aproveitando ao máximo toda a sua vida”, sexta-feira, 30, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon. No livro, Jane conta todos os segredos para viver e envelhecer bem. Aborda questões relativas a sexo, amor, alimentação, atividade física, autoconhecimento, sociabilidade e espiritualidade. A atriz será também a grande atração do VII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que acontece no Hotel Transamérica amanhã, em São Paulo, onde ela também lança seu livro na Saraiva na tarde de quarta-feira…

OS PERIGOS QUE RONDAM UMA CAPA PRETA…

A capa do ministro Joaquim Barbosa rende capa, notícia, reportagem. Rende comparação com a mais famosa das capas, a do Batman.

Há capas e capas. Mas elas sempre despertam emoções muito fortes, quando são capas pretas. Capas pretas vêm carregadas de forte simbologia. Outro dia falei da capa preta de chumbo, que Dante condenou o Invejoso a portar eternamente em seu círculo de fogo. Há as capas pretas dos românticos amantes de Veneza, que navegavam furtivos nas gôndolas pelos canais. As capas medievais, negras, inspiravam medo.

Eu tive uma capa preta longa, de noite, capa capotante. Feita de jersey de lã, pelas mãos de fada de uma grande costureira espanhola, dona Angela Maris, ali da Rua Figueiredo Magalhães. Não tinha avesso nem direito, era um masterpiece da alta costura. Frequentei muito com essa capa. Festas em Nova York, Paris, no palácio do Itamaraty, em Brasília, Mas me roubaram essa capa. Tiraram de dentro do meu armário! Lamentei por mim, pela capa e pela dona Angela Maris. Era uma capa digna do Museu da Moda, representaria muito bem a artesania primorosa das costureiras espanholas no Brasil…

Mas vou mais distante no tempo… Vou até a capa do Tenório Cavalcanti. Também chamado de O Homem da Capa Preta. Nos anos 40, 50 e início dos 60, foi o Manda-Chuva da Baixada. O grande coronel do subúrbio carioca. Se Batman tinha o Robin, Tenório tinha como inseparável companhia a Lourdinha, sua metralhadora. Não andava sem ela. E também com óculos de lentes escuras e chapéu.

Uma vez eu vi o Tenório, eu vi, eu vi sim, juro que vi! Eu devia ser adolescente. Foi no Jardim de Alah. Ele passava em carro conversível pela Visconde Pirajá, em pé no automóvel de capota arriada, de capa (o forro era vermelho, não esqueci) e a Lourdinha em punho. Tinha uma barbicha. Devia estar em campanha. Fiquei fascinada.

Era o Rei de Caxias. Se elegia o que queria por aqueles lados e quantas vezes quisesse. Era temido. Diziam que matava ou que mandava matar. Diziam que tinha um exército e a casa era uma fortaleza. Uma vez o Flávio Cavalcanti, que era um repórter cheio de marra da TV Tupi, no programa Noite de Gala, provocou o Tenório, falou mal, desancou (Flavio adorava fazer isso, seu ídolo era o político Carlos Lacerda e ele parecia querer ser o Lacerda do showbiz), desafiou. Tenório disse que daria resposta, mas só em seus domínios em Caxias. E lá se foi o Flávio, metido em seu black-tie de Noite de Gala, arrotando coragem, todo esquentadinho. Os equipamentos transportados por uns caminhõezões de ocupar quarteirão, com as antenas transmissoras, até a fortaleza do Tenório.

Flávio desembarcou com a equipe da Tupi, as câmeras imensas, os cabos. Entrou na fortaleza, tudo foi instalado devidamente, e Tenório tratou de passar o ferrolho em toda a volta da casa que ocupava o quarteirão: nos portões, nos muros, nas grades, tudo cercado por seguranças, metralhadoras, cachorros, nem Alcatraz era tão protegido.

O Flavio Cavalcanti lá dentro, todo enfatiotado com seu microfone, já mudando de atitude, diminuindo de tamanho, falando mais fino, e a gente em casa vendo a cena. E o Tenório de capa. Capa preta.

Aí quem começou a falar grosso, cheio de coragem, foi o Tenório. Flavio, cada vez menor, diminuindo na proporção em que seu medo aumentava.

Teve lá uma hora em que a chapa esquentou, Tenório subiu nas tamancas e mandou o Flávio Cavalcanti mergulhar na piscina de roupa e tudo. De revóver em punho, o Homem da Capa Preta dizia que ou o Flávio mergulhava ou não saía vivo da fortaleza. Tinha que escolher. Que ali era Caxias, quem mandava era ele. Ele era a lei.

Flávio ainda tentou salvar o fiapo que lhe restava de dignidade, argumentando com Tenório, mas não teve jeito: ou dá ou desce! As câmeras ligadas. E a gente vendo. Estatelado. Siderado. Fascinado. Isso é que era reality show, os de hoje são fichinha.

Aos olhos do Brasil, o maior apresentador da televisão brasileira (era como se a gente somasse hoje o Luciano Huck mais o Faustão mais o Silvio Santos mais a Ana Maria Braga e elevasse ao cubo) caiu de smoking e tudo dentro d’água, submergiu com um braço esticado de fora e, antes de atravessar a piscina semi-olímpica com braçadas de nado crown, emergiu, fazendo, humilde, uma última súplica: “Posso ao menos tirar o relógio? Tem valor estimativo, foi de meu pai!…”.

Tenório deixou. Tratava-se de um sentimental, um homem com coração de manteiga, como vemos.

Duas fotos históricas: Tenório Cavalcanti, o próprio, num registro de 1950, um aparelho de TV da época, e seu inseparável chapéu; a capa famosa, que era forrada de vermelho, e a metralhadora “Lourdinha”. Os “acessórios” viraram peças de museu…

VOGUE & TESTINO: UMA ODE À ESPANHA

Esta aí uma revista que todo bom fashionista precisa ter em mãos! Trata-se de um documento histórico, memorável. Algo que daqui a 20 anos você folheará e, ainda assim, terá sua emoção despertada. Estamos falando da edição de dezembro da Vogue Espanha, que traz um SUPER especial do fotógrafo Mario Testino!…

Como vocês sabem, a Europa enfrenta uma grande crise econômica. A Espanha, em especial, é um dos países que mais tem sofrido com isso. Em tempos de baixa auto-estima e descontentamento, esta edição da Vogue surge para resgatar de forma simbólica o sentimento espanhol de patriotismo, orgulho e paixão. E ninguém melhor do que o peruano Testino, com seu estilo exuberante, sensual e divertido, para traduzir a cultura espanhola, as touradas, a tomatina, os leques, as rendas, os churros, o vermelho, as mulheres e tudo o que há de mais clichê, mas que através de suas lentes parece ainda mais belo, pulsante e sedutor…

No casting, um caldeirão borbulhante, desses que só Testino sabe fazer. Top models internacionais, como as brasileiras Isabeli Fontana, Alessandra Ambrosio e Izabel Goulart, se misturam a chicas, chicos e personalidades de Espanha, como o cineasta Pedro Almodóvar, o designer de sapatos Manolo Blahnik e o tenor Plácido Domingo

Apesar de a capa não ser a síntese daquilo a que esta edição se propõe, ainda assim, ela merece ser comentada. Pois, se trata de uma das mais belas de 2012! A proposta é simples e ultra-elegante: um close-up na imbatível musa Kate Moss, que ganha ar delicado e sublime, com o rosto coberto por uma voilette fazendo lembrar algum flash glamouroso perdido na década de 50. A fragilidade é acentuada ainda mais pelos tons suaves de verde em seus olhos, nas letras e no fundo da capa. Kate foi feita para as lentes de Mario, assim como as lentes de Mario foram feitas para Kate. Mas o melhor do estilo “testiniano”, o leitor encontrará, de verdade, ao folhear as páginas…

Querem um preview? Pois aí vai…

Fotos Mario Testino / Vogue Espanha

Por Marina Giustino

FESTEJANDO O ZÉ PAULO

Avesso a homenagens, José Paulo Soares não queria festejar seu aniversário. Mas concordou quando sua querida Alda teve a ideia de comemorar junto os aniversários dos padres Paulo de Tarso e Evandro Ruiz. Padre Paulo é pároco da São Paulo Apóstolo e Superior Provincial da Ordem dos Padres Barnabitas. Evandro Ruiz celebra as missas em que José Paulo e Alda participam como ministros da Eucaristia. Alda organizou, em casa, jantar para grupo pequeno em noite agradável registrada para o álbum de família. Seguem as fotos…

José Paulo e Alda Soares

Luiz Felipe e Isabela Franciscos, Cristina Lips e Karl Lilienwald

Padres Paulo de Tarso, Evandro Ruiz e Miguelito

Padre Paulo de Tarso, professor Albino Pelizon, padre Aldo Fernandes da Rocha e monsenhor Aroldo Ribeiro

Hora do bolo

Por Mary Carvalho

O NIVER DA CRISTINA ABOIM BOMBOU

Foram 120 amigas na festiva tarde, só para mulheres, oferecida por Cristina Aboim, que comemorava seu aniversário. As delícias do menu todas preparadas em casa sob a supervisão da anfitriã. A mesa de doces preparada por ela com ajuda do amigo decorador de festas Amaro Leandro, que também fez os arranjos de flores. Entre as que levaram seu abraço, Ana Helena Mesiano, Belita Tamoyo, Constança Castello Branco, Cecília Dornelles, Fátima Martins, Idinha Seabra Veiga, Leda Castro Neves, Sonia Romano e muitas mais. A festa foi até dez da noite…

Cristina Aboim

Cecília Dornelles e Sandra Gomide

Sonia Simonsen, Frederika Bastian Pinto, Katia Spolavori, Sumaya Neves, Lucy Sá Peixoto, Giovanna Priolli e Renata Fraga

Fotos de Sebastião Marinho

Por Mary Carvalho

LISHT EM NOITE DE LANÇAMENTO

No Espaço Gávea 150 os anfitriões foram os irmãos e sócios Lisht e Lui Marinho, que receberam convidados para apresentar sua coleção 2013 de joias. Entre as presenças, a da primeira-dama do município Cristine Paes. Festa ao som do DJ Luiz Fernando Matarazzo e quitutes do Buffet Pederneiras. Belle Epoque, Bouquet, Symphony, Aquarela, Quadratto, Valsa, Clássica, Ballet, Rock, Dress, Bolero e Splendid Knot são as 12 linhas apresentadas pela Lisht. No final da festa, os convidados ganharam deliciosos macarrons de Thaís Vargas…

A primeira-dama do município Cristine Paes entre Adriana e Lisht Marinho

Natasha Nóbrega, Georgianna Marinho, Fernanda Scarambone e Julia Bosselman

Sabrina Correa e Lui Marinho

Lisht Marinho, Cecília Nobre e Adriana Marinho

Carla Gama e Manoela Castro

Eliane Ximenes

Cristine Paes e Fernanda Scarambone

Fotos de Murillo Tinoco

Por Mary Carvalho

A GRANDE PERDEDORA COM A AUSÊNCIA DE PIOVANI NA NOITE DO EMMY NÃO FOI A LUANA, FOI A PRÓPRIA REDE GLOBO!

Desde a noite do Emmy estava atravessada em meu pescoço a ausência da Luana Piovani no palco do Hotel Hilton, em Nova York, para receber o troféu como A mulher invisível! Como é que pode? Como é que a Rede Globo comeu essa mosca?…

Em vez da atriz translumbrante, a emissora mandou, para uma noite de tapetes vermelhos, paparazzi, cada sorriso um flash, para uma festa de caudas de vestidos arrastando e das atrizes posando de lado exibindo as lordoses, a Globo enviou um bando de carinhas talentosos e simpáticos, barbudos, cabeludos, bigodudos, cavanhacudos, porém desprovidos de glamour e ainda por cima com uns lapelões de “tuxedo” que nem conto!…

Como é que a Globo, que investe forte em seu elenco, no melhor elenco da América Latina, deixa de enviar a mulher mais linda entre as mais lindas que estavam naquela festa, naquela noite, naquela entrega de prêmios televisionada para o mundo inteiro?!!!…

Na celebração da grande constelação das estrelas mundiais da TV, a Globo nega fogo e não manda a protagonista da série A mulher invisível, que está disputando prêmio? E não me digam que o grupo não estava levando fé ou que estava fazendo contenção de custos, pois senão não teria mandado o diretor Claudio Torres e o roteirista Mauro Wilson. Enviava um representante local para receber a estatueta da mulherzinha dourada segurando o globo e tamos conversados…

No dia seguinte, lendo a @sigapiovani (Luana) no Twitter, fiquei sabendo por ela mesma: “Não fui convidada para ir. E olha que eu pedi, disse que tinha casa, vestido e inglês, que iria arrasar no ‘red carpet’. Babau. Ninguém me convidou. Ganhamos…é isso! Parabéns a todos do meu amado (seriado) Mulher Invisível”…

Vejam bem: ela só pedia a passagem. O resto seria 0800 para a emissora. E não toparam…

Piovani disse mais: “Orgulhosa e saudosa da Amanda (a personagem). Magoei que não me levaram. Eu pedi….”…

As razões que levam a esse tipo de, digamos, erro empresarial são, não obrigatoriamente e não necessariamente nessa ordem: 1- as decisões equivocadas, 2 – a fogueira de vaidades, 3 – as implicâncias gratuitas (ou não, mas os interesses da empresa nada têm a ver com isso), 4 – os desmancha prazeres de plantão, 5 – os invejosos…

Uma pausa para lembrar e/ou alertar a eles que, na Divina comédia, Dante condenou os invejosos a passarem a enternidade, em seu círculo de fogo, portando uma capa de chumbo e mantendo os olhos permanentemente abertos, sentenciados a verem para sempre o sucesso e as realizações dos outros e a carregarem o peso da própria inveja…

A inveja é uma doença. No Brasil, a inveja é uma doença mais letal, porque até em empresas poderosas, bem sucedidas, importantes, a mediocridade e as intrigas muitas vezes se sobrepõem aos méritos. E a Globo não é a única. É um fato brasileiro. Por isso, tanto se diz que o olho do dono engorda o gado. Tem que olhar de perto, muito de pertinho, com olhar diligente, consciente. Olhar de entendedor. Para não pagar micos como esses. Que não são micos, são prejuízos certos. E, pra quem não é dono, vale mais a satisfação de seus próprios recalques do que o lucro ou o preju…

Não estou afirmando que tenha havido este componente neste específico “episódio Emmy”. Mas ele existe em tantos e tantos e é sempre cruel e demolidor. Não custa estar atento…

A Rede Globo, representante do star system brasileiro, perdeu a oportunidade de ter uma fabulosa mídia gratuita mundial, com Luana Piovani e Selton Mello juntos, maravilhosos, absolutos, glamurosos, fotografados, televisionados no palco do Prêmio Emmy Internacional, ao lado do genial diretor Claudio Torres (também roteirista do seriado e autor do texto original do filme) e do co-roteirista Mauro Wilson. O Grupo Globo mostraria qualidade e competência…

E que as chamas da vaidade e da inveja ardam sim, mas apenas no inferno… de Dante

Luana Piovani deveria ter ido a Nova York. Sem ela não haveria estatueta do Emmy Internacional, ah, não haveria não. Perdeu o seriado, o prêmio e o Star System global a chance de exibir a translumbrante Luana no Red Carpet. Mico!

OPINIÃO

Depois do Furacão Sandy, de tão má memória, ficou difícil fazer qualquer comparação bacana usando como imagem o furacão. Contudo, também é difícil imaginar imagem feminina na telona (e na telinha) mais avassaladora do que a de Luana Piovani no seriado A mulher invisível, que acaba de passar como um tremendo pé de vento pela entrega do Emmy, trazendo uma estatueta para a Rede Globo.

Quando assisti ao filme de Claudio Torres, escrevi a respeito e disse que Luana era, no Brasil, a nossa única estrela hollywoodiana completa e acabada. Sua parceria com o grande ator Selton Mello foi de total integração, liga absoluta. Na vida real, de mulheres visíveis, Piovani é “a mulher invisível” escarrada e escrita.

Desaforada, atrevida, provocadora, prepotente, implacável, engraçada, imprevisível, talvez por isso eu não consiga ver outra, senão ela mesma, interpretando a personagem.

Com os meus entusiásticos aplausos ao Claudio Torres, por seu belo trabalho de direção, no cinema e na TV, pela ótima história e também pela sua sensibilidade para escalar seus protagonistas, pois, sem o humor do Selton e sem Luana Piovani bem visível na telinha de A mulher invisível, acho que não tinha Emmy, não!

BOLO DE CARNE COM MOLHO DE ROQUEFORT OU GORGONZOLA À LORETA BURLAMAQUI

E a receita da chef chic Beth Winston hoje homenageia a médica clínica dra. Loreta Burlamaqui, ela também uma grande mestre cuca diletante. Loreta é a aniversariante de hoje, com direito a festa temática em casa, um arrasta pé…

Com o requinte no DNA, sobrinha que é da saudosa Titá Burlamaqui, chamada de “a nossa Diana Vreeland do décor”, Loreta sabe tudo que é bom em se tratando de gastronomia. E sabe também que a culinária é uma “alquimia”, arte capaz de surpreendentes transformações. Como a da receita de hoje, que, misturando queijo roquefort à carne, faz surgir um bolo de sabor irresistível…

É o nosso presentinho à Loreta, que merece mesmo ser muito festejada. Não só pela sua competência médica, como também pelo seu desprendimento de se manter ao lado de Lucinha Araújo, atendendo as crianças da Fundação Viva Cazuza, desde sua criação…

BOLO DE CARNE COM MOLHO DE ROQUEFORT OU GORGONZOLA À LORETA BURLAMAQUI

Ingredientes

1 kg (um) de carne moída

1 1/2 (uma e meia) cebola

4 (quatro) dentes de alho

Sal e pimenta a gosto

6 (seis) colheres de creme de cebola Maggi ou Knorr

1( uma) cebolinha (parte branca e verde separadas)

1(uma) colher mãe de manteiga

Usar as mãos para amassar todos os ingredientes

colocar na forma

 Molho

Queijo, leite, manteiga

Sal e pimenta a gosto

  Acompanhamento

 Salada de Maçã

4 (quatro) maçãs vermelhas

1(molho) de aipo à Juliana

Limão, azeite, açúcar

Creme de leite

1 1/2 de maionese

Camarões médios ou vg

Sal, pimenta do reino e bacon

01 Colocar em um bowl 1(um) kg de carne moída, pão francês dissolvido no leite e 6 (seis) colheres de creme de cebola (Maggi ou Knorr)

02 Adicionar 6 (seis) colheres de sopa de cebola branca picada, 2 (duas) xícaras de chá de cebolinha verde picada e alho amassado

03 Colocar um pouco de sal do himalaia e pimenta do reino moída na hora

04 Acrescentar 1 (uma) colher mãe de manteiga, 2 (dois) ovos cozidos e amassados inteiros e 1(um) ovo cru inteiro

05 Adicionar 1 (uma) colher de mostarda e ketchup e amassar todos os ingredientes com as mãos

06 Untar com manteiga um refratário que vá ao forno e adicionar a carne

07 Passar manteiga sobre a carne e levá-la ao forno por 40 minutos

08 Bater meio triângulo (180gr) de roquefort e dissolvê-lo no leite quente

09 Engrossá-lo com farinha de trigo peneirada até  ficar em ponto de molho e pra finalizar 1(uma) colher de manteiga

10 Salada – aipo cortado à Juliana, 1 (uma) xícara de chá da parte branca da cebolinha e 1 vidro e meio de maionese

11 Acrescentar maçã cortada à Juliana, queijo parmesão e creme de leite fresco batido

12 Colocar bacon picado, uma pitada de sal e açúcar e misturar a salada

13 Salada Pronta com camarão e cebolinha para enfeitar e finalize com suco de limão por cima

14 Bolo de carne com molho de Roquefort ou Gorgonzola

Fotos de Marco Rodrigues

Beth Winston em foto de Antonio Guerreiro

DA COBERTURA DO HOTEL PRAIA IPANEMA PARA O MUNDO AS JOIAS NIGRI

As joalherias e joalheiras se esforçam, a cada coleção, para apresentar algo novo para apresentar a suas darlings. Sejam nas joias ou mesmo nos eventos. Léa e Esther Nigri não pensam diferente e apresentaram sua nova coleção em um lugar que muitos ainda não conhecem: a cobertura do hotel Praia Ipanema…

Um por de sol divino, um atendimento classe AA, salgadinhos deliciosos, bolinho de bacalhau digno dos mais tradicionais bistrôs cariocas, um barman de primeira, decoração do salão estalando de nova e, para completar, a simpatia de Sandra Bandeira, que assumiu o posto de relações publicas do hotel…

“Vamos aproveitar essa vista maravilhosa e incrementar o happy hour na beira da piscina, debruçados sobre o mar de Ipanema,” disse Sandra. Para dar aquele ar especial ao evento, o parceiro de Léa e Esther foi o decorador Irajá Carneiro, que antes de tudo é um make-up artist de primeira e transformou a linda modelo Isabella Nassar em uma Rihana. A gata Luciana Lopes toques de Marina Montini, a mulata nota 100 mil que inspirava o pintor Di Cavalcanti…

Ana Paula Leão Teixeira, Andréa Rudge, Gabriela Trybon, Tânia Drummond, Letícia Spiller com um look totalmente verão, Jackie Sperandio e o sucesso da barriga de Andrea Simonelli, linda, toda de preto, totalmente feliz…

A cantora internacional Ithamara Koorax contando que lança um novo CD em janeiro de 2013, com muitos shows. Esse foi o papo divertido no meio de brilhantes, safiras e rubis sensacionais nas joias assinadas pela dupla Nigri…

Ana Paula Leão Teixeira

Esther e Léa Nigri

Irajá Carneiro e Luciana Lopes

Marcia Verissimo

Andrea Simonelli, Sandra Bandeira e Angela Hall

Carol Muller

Gabriela Trybon e Jackie Sperandio

Giovanna Priolli

Katia Spolavori

Lea Nigri entre Ithamara Koorax e Leticia Spiller

Tania Drummond, Katia Spolavori, Renata Fraga e Giovanna Priolli

Fotos de Bruno Ryfer

HAPPY HOUR DA GISELLA PARA OS RABELLO. FORAM TODOS MENOS A LUIZA, AQUELA QUE ESTAVA NO CANADÁ…

O papo estava animado e só acabou uma da madrugada. Gisella e Ricardo Amaral receberam para happy hour em torno do casal Patricia e Gerardo Rabello. Ele, jornalista da Paraíba. Explicando melhor: o colunista mais influente da Paraíba e arredores. Respeitado  pela precisão de suas informações, temido pela independência de seus comentários. Patrícia, mulher linda, que já representou o Estado, de cetro e coroa, no Miss Brasil…

Gisella quis retribuir o carinho com que Gerardo e Patrícia a receberam em João Pessoa, quando ela foi lá em sua peregrinação de prevenção do câncer. Rabello, com seu prestígio, desenrolou o tapete vermelho, abriu-lhe todas as portas, os gabinetes, salões e corações. Do palácio do governo às famílias mais tradicionais. E Gisella pôde, mais uma vez plantar suas sementes de informação e sabedoria na prevenção desse mal, e também no modo de lidar com ele…

No coquetel-jantar dos Amaral, um grupo pequeno e refinado de convidados, cerca de 25, todos indicados por Patrícia e Gerardo. que queria rever os amigos, paraibanos ou não, que moram no Rio…

Estavam lá o ex-governador da Paraíba, Milton Cabral, e Miriam, Ricardo Rique,com quem hoje eles estão passeando de lancha, o senador Lindberg Farias, o estilista Rogerio Rufino, que deu um vestido de presente para Gisella, Maria do Céu Carvalho, e Saulo Barreto, um dos anfitriões de Gisellinha em João Pessoa, onde a celebrou com um jantar. Aí vão as fotos…

Em tempo: Patrícia e Gerardo são pais da Luíza, que ficou famosa da noite pro dia, lembram dela? Aquela que não foi porque estava no Canadá...

Ricardo e Gisella Amaral entre Patricia e Gerardo Rabello

Lindberg Farias, Milton e Myriam Cabral

André Braga, Maria do Céu Carvalho e Rogerio Rufino

Ricardo Rique, Ricardo Amaral e Gerardo Rabello

Gisella Amaral e Tulenka Marinheiro

Valdevino Ribeiro, Paulo Barreto, André Braga e Gerardo Rabello

Fotos de Sebastião Marinho