Sobre Hildegard Angel

colunadahilde@gmail.com Hildegard Angel é uma das mais respeitadas jornalistas do Rio de Janeiro. Durante mais de 30 anos foi colunista no jornal O Globo, quer cobrindo a sociedade (com seu nome e também com o pseudônimo Perla Sigaud), quer cobrindo comportamento, artes e TV, tendo assinado por mais de uma década a primeira coluna de TV daquele jornal. Nos últimos anos, manteve uma coluna diária no Jornal do Brasil, onde também criou e editou um caderno semanal à sua imagem e semelhança, o Caderno H. Com passagem pelas publicações das grandes editoras brasileiras - Bloch, Três, Abril, Carta, Rio Gráfica - e colaborações também em veículos internacionais, Hildegard talvez seja a colunista social com maior trânsito

A FEIJUCA TOP NO PANELÃO DE MATO GROSSO DO SUL

Vamos arriscar uma dança de ares? Que tal zarpar até Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, e mergulhar na segunda edição da Feijuca de Verão, que ferveu nas piscinas do Rádio Clube?

Promovida pelo empresário Thiago Cânepa e organizada pelo produtor Neil Brasil, a feijoada é o pré-carnavalesco top do Estado. E quem compareceu atestou que o samba e a animação aos cuidados de Áttila Gomes e Chorotrio, grupo Sampri, Casual e Michele e Banda ferveram mais do que o feijão na panela…

Ah, teve também a participação dos vocalistas Negro, da Grande Rio, e Alexandre, da Imperatriz Leopoldinense, acompanhados da escola de samba Mocidade Independente da Nova Corumbá…

Sem esquecer a gente linda de capotar que pintou por lá. Miss BRasil havia uma porção. E dá-lhe feijão no panelão!…

Feijoada-Prisicla Machado -1A Miss Brasil 2011 Priscila Machado

Feijoada-Ana Tavares (2)

Ana Tavares

Feijoada-Márcia Gabrielli - Thiago Canepa - Lucas Gil - Neil Brasil - Jonas Schulzbach - Sidney Volpe - Hélio Fogolin

Ex (e Sempre)-Miss Brasil Márcia Gabrielli, Thiago Canepa, Lucas Gil, Neil Brasil, Jonas Schulzbach, Sidney Volpe e Hélio Fogolin

Feijoada-Gabriela Casagrande

Gabriela Casagrande

Feijoada-Karen Recalde - Direly Rezende

Karen Recalde, Direly Rezende e a turma do samba

Fotos de Vera Donato

NA MUL.TI.PLO, EXPO DE EDUARDO SUED, O INIGUALÁVEL

Mais de 200 pessoas passaram pela galeria Mul.ti.plo Espaço Arte, de Maria Cristina Magalhães Pinto, Stella Silva Ramos e Luiz Carlos Nabuco, na noite de vernissage da exposição de Eduardo Sued.

O artista  recebia os convidados e autografava o livro com sua obra. Sued é uma unanimidade no circuito das artes plásticas brasileira. É considerado pelos críticos e seus parceiros de ofício o maior colorista vivo; um pintor singular e inigualável e também um raro desenhista.

O artista diz que trabalha “de olhos fechados”, afinal, é um observador do que lhe é essencial, um criador de linguagens ou, como disse melhor um dos mais renomados e severos críticos de arte, Rodrigo Naves: “como todo grande artista, ele é um pensador – o maior da pintura brasileira”.

Do alto dos seus 87 anos, exigiu que uma das paredes fosse pintada em verde esmeralda e firmada por ele em prata.

A exposição, de colagens e objetos em madeira pintada, está comovente. São 12 colagens inéditas e recentes, todas do ano passado, e seis objetos. Sued trabalhou como desenhista de arquitetura no escritório de Oscar Niemeyer entre 1950 e 1951. Cursou até o terceiro ano de Engenharia e abandonou o curso para se dedicar à arte. Sua exposição Colagens e Objetos vai até 16 de março. Entre os que prestigiaram a abertura, Waltércio Caldas, Tunga, Vanda Klabin e Paulo Bertazzi, Carlos Vergara, Lelli de Orleans e Bragança, Naná e Pedro Paranaguá, Regina Martelli…

Eduardo Sued1 Eduardo Sued2

Fotos de Paulo Jabur

TORLONI CONFIRMA: VAI SAIR NA GRANDE RIO!

Christiane Torloni bateu o tamborim: vai desfilar em carro alegórico da Grande Rio na segunda-feira de carnaval!

Ontem, a atriz experimentou sua fantasia feita por Michelly X e adorou.

A Grande Rio é a quarta escola a desfilar no dia 11, com um elenco de superstars: Cleo Pires na bateria e, nos enfeites, Danielle Winits, Wolf Maya, Suzana Vieira, André Gonçalves, Juliana Knust e Diogo Boni

Quem também sai  na escola  é o casal 100 mil, Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho, que também escala os convidados do camarote da agremiação no Sambódromo e a lista dos vips do Baile do Copa, um blend de artistas com society. O Sherazade Magic Ball vai ser das Arábias!…

Christiane TorloniChristiane Torloni: em forma para o samba

Foto de Marcelo Borgongino

VOTE CORRRRENDO: OS MAIS BEM-VESTIDOS DA SEMANA!

Chegou a hora de conferir a nossa seleção especial dos Mais Bem-Vestidos da Semana (quinzena), em terras tupiniquins! E o resto, você já sabe, é com você! Escolha seu preferido e não deixe de votar na enquete ao final do post. Lembrando que pode, e deve, votar quantas vezes quiser. A eleição vai até terça-feira (5)…

Os Mais Bem-Vestidos da Semana - 2Legendas: Vincent Cassel fotografado pelas ruas do Leblon; Pablo Moraes na abertura da exposição Histórias às Margens, de Adriana Varejão, no MAM; Micael Borges passeando pelo Fashion Mall; Thiaguinho no programa Mais Você especial, em homenagem ao aniversário de São Paulo, na Av. São João, em São Paulo; Seu Jorge no festival Verão Jequitimar 2013, na Arena de Shows do Sofitel Jequitimar Guarujá, SP; Paulo Barragat no jantar de Heloisa Lustosa para Academia Brasileira de Artes chez Eliane Lustosa, na Gávea; Heckel Verri no aniversário de Liliana Rodriguez em Copacabana

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BIANCA BIN, A MAIS BEM-VESTIDA DA SEMANA!

Vocês votaram e elegeram Bianca Bin como A Mais Bem-Vestida da Semana! A atriz que vive a vilãzinha Carolina, na novela Guerra dos Sexos, obteve 43% da preferência (149 votos).

Na ocasião em que foi fotografada, Bianca conferia o musical A Família Addams, no Vivo Rio. Para a noite, ela optou pela combinação entre saia longa preta e uma elegante regata de seda branca com bordado em estilo Art Déco. Nos acessórios, pulseiras p&b. Confiram…

A ararinha amou! 😉

Bianca Bin - A Mais Bem-Vestida da Semana

Resultado final de enquete:

enquete

MINHA FALA NO ATO NA ABI PELA ANULAÇÃO DO JULGAMENTO DO MENSALÃO

Venho, como cidadã, como jornalista, que há mais de 40 anos milita na imprensa de meu país, e como vítima direta do Estado Brasileiro em seu último período de exceção, quando me roubou três familiares, manifestar publicamente minha indignação e sobretudo minha decepção, meu constrangimento, meu desconforto, minha tristeza, perante o lamentável espetáculo que nosso Supremo Tribunal Federal ofereceu ao país e ao mundo, durante o julgamento da Ação Penal 470, apelidada de Mensalão, que eu pessoalmente chamo de Mentirão.

Mentirão porque é mentirosa desde sua origem, já que ficou provada ser fantasiosa a acusação do delator Roberto Jefferson de que havia um pagamento mensal de 30 dinheiros, isto é, 30 mil reais, aos parlamentares, para votarem os projetos do governo.

Mentira confirmada por cálculos matemáticos, que demonstraram não haver correlação de datas entre os saques do dinheiro no caixa do Banco Rural com as votações em plenário das reformas da Previdência e Tributária, que aliás tiveram votação maciça dos partidos da oposição. Mentirão, sim!

Isso me envergonhou, me entristeceu profundamente, fazendo-me baixar o olhar a cada vez que via, no monitor de minha TV, aquele espetáculo de capas parecendo medievais que se moviam, não com a pretendida altivez, mas gerando, em mim, em vez de segurança, temor, consternação, inspirando poder sem limite e até certa arrogância de alguns.

Eu, que já presenciara em tribunais de exceção, meu irmão, mesmo morto, ser julgado como se vivo estivesse, fiquei apavorada e decepcionada com meu país. Com este momento, que sei democrático, mas que esperava fosse mais.

Esperava que nossa corte mais alta, composta por esses doutos homens e mulheres de capa, detentores do Supremo poder de julgar, fosse imune à sedução e aos fascínios que a fama midiática inspira.

Que ela fosse à prova de holofotes, aplausos,  projeção, mimos e bajulações da super-exposição no noticiário e das capas de revistas de circulação nacional. E que fosse impermeável às pressões externas.

Daí que, interpretação minha, vimos aquele show de deduções, de indícios, de ausências de provas, de contorcionismos jurídicos, jurisprudências pós-modernas, criatividades inéditas nunca dantes aplicadas serem retiradas de sob as capas e utilizadas para as condenações.

Para isso, bastando mudar a preposição. Se ato DE ofício virasse ato DO ofício é porque havia culpa. E o ônus da prova passou a caber a quem era acusado e não a quem acusava. A ponto de juristas e jornalistas de importância inquestionável classificarem o julgamento como de “exceção”.

Não digo eu, porque sou completamente desimportante, sou apenas uma brasileira cheia de cicatrizes não curadas e permanentemente expostas.

Uma brasileira assustada, acuada, mas disposta a vir aqui, não por mim, mas por todos os meus compatriotas, e abrir meu coração.

A grande maioria dos que conheço não pensa como eu. Os que leem minhas colunas sociais não pensam como eu. Os que eu frequento as festas também não pensam, assim como os que frequentam as minhas festas. Mas estes estão bem protegidos.

Importa-me os que não conheço e não me conhecem, o grande Brasil, o que está completamente fragilizado e exposto à manipulação de uma mídia voraz, impiedosa e que só vê seus próprios interesses. Grandes e poderosos. E que para isso não mede limites.

Esta mídia que manipula, oprime, seduz, conduz, coopta, esta não me encanta. E é ela que manda.

Quando assisti ao julgamento da Ação Penal 470, eu, com meu passado de atriz profissional, voltei à dramaturgia e me lembrei de obras-primas, como a peça As feiticeiras de Salém, escrita por Arthur Miller. É uma alegoria ao Macartismo da caça às bruxas, encetada pela direita norte-americana contra o pensamento de esquerda.

A peça se passa no século 17, em Massachusets, e o ponto crucial é a cena do julgamento de uma suposta feiticeira, Tituba, vivida em montagem brasileira, no palco do Teatro Copacabana, magistralmente, por Cléa Simões. Da cena participavam Eva Wilma, Rodolpho Mayer, Oswaldo Loureiro, Milton Gonçalves. Era uma grande pantomima, um julgamento fictício, em que tudo que Tituba dizia era interpretado ao contrário, para condená-la, mesmo sem provas.

Como me lembro da peça Joana D’Arc, de Paul Claudel, no julgamento farsesco da santa católica, que foi para a fogueira em 1431, sem provas e apesar de todo o tempo negar, no processo conduzido pelo bispo de Beauvais, Pierre Cauchon, que saiu do anonimato para ao anonimato retornar, deixando na História as digitais do protótipo do homem indigno. E a História costuma se repetir.

No julgamento de meu irmão, Stuart Angel Jones, à revelia, já morto, no Tribunal Militar, houve um momento em que ele foi descrito como de cor parda e medindo um metro e sessenta e poucos. Minha mãe, Zuzu Angel, vestida de luto, com um anjo pendurado no pescoço, aflita, passou um torpedo para o então jovem advogado de defesa, Nilo Batista, assistente do professor Heleno Fragoso, que ali ele representava. O bilhete dizia: “Meu filho era louro, olhos verdes, e tinha mais de um metro e 80 de altura”. Nilo o leu em voz alta, dizendo antes disso: “Vejam, senhores juízes, esta mãe aflita quebra a incomunicabilidade deste júri e me envia estas palavras”.

Eu era muito jovem e mais crédula e romântica do que ainda sou, mas juro que acredito ter visto o juiz militar da Marinha se comover. Não havia provas. Meu irmão foi absolvido. Era uma ditadura sanguinária. Surpreende que, hoje, conquistada a tão ansiada democracia, haja condenações por indícios dos indícios dos indícios ou coisa parecida…

Muito obrigada.

COMEMORAÇÃO DUPLA

Lucy Sá Peixoto e Sergio Carvalhal fizeram aniversário e a amiga em comum, Tania Caldas, promoveu comemoração conjunta: happy hour com direito a bolo na loja do Sergio, a Rajasthan. Apesar da chuvinha de fim de tarde, as amigas não desanimaram e foram chegando aos poucos. Gisella Amaral, Itamara Koorax, Rosamaria Murtinho, Vera Bocayuva, Noelza Guimarães, Giovanna Priolli levaram seu abraço à dupla. Carvalhal prometeu que logo terá mais novidades na loja, trazidas de Paris e Marrocos, para onde vai no fim de fevereiro…

Lucy-IMG_3063Sergio Carvalhal, Lucy Sá Peixoto e Gisella Amaral

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Noelza Guimarães

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Anna Silos e Tania Caldas

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Sonia Romano e Marcia Duvivier

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Eliane Pontes, Itamara Koorax e Melba Ravizzini

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Waleska Carvalho e Anna Clara Herrmann

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Giovanna Priolli e Lucia Lima

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Cristina Franco

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Cristina Aboim

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Ilka Bambirra

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Noelza Guimarães, Vera Bocayuva e Marta Surerus

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Renata Fraga

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Parabéns pra você!

Fotos de Sebastião Marinho

UH, UH, UH, QUE BELEZA, DEU ANJINHO NA DERMAGE!

Vejam que graça o mimo carnavalesco que recebi, hoje, da Dermage: uma regata branquinha, pronta para ser customizada.

Nessa sexta, quem passar na loja do Shopping Leblon, das 17h às 21h, na compra de qualquer produto, ganhará um acessório de cabeça exclusivo customizado pelos colaboradores do Instituto Zuzu Angel. Participam, ainda, profissionais da área de Beleza, que farão makes incríveis na mulherada! Corram, meninas, corram, que o carnaval está chegando, os blocos estão na rua, e eu quero todas vocês beeeem lindinhas!….

Fica a dica. 😉

INSTITUTO ZUZU ANGEL E DERMAGEimage001customizaçãoAcessórios de cabeça prontinhos para serem customizados pelos colaboradores do Instituto Zuzu Angel, nessa sexta, na Dermage do Shopping Leblon!

O BARDO E O GERALDINHO

Outro lançamento literário ontem, desta vez na Livraria Argumento do Leblon: O discurso do amor rasgado, poemas, cenas e fragmentos de William Shakespeare, que Geraldinho Carneiro traduziu, editado pela Nova Fronteira.

Não consegiuimos aferir se lá havia mais fãs do Bardo  (o Shakespeare)  ou se do Geraldinho (o  Carneiro) . Acho que deu empate. Vejam o cast da noite: Christiane Torloni, Marcelo Serrado, Bianca Byington, Roberta Gualda e Ana Paula Pedro, mulher do Geraldinho, escolheram trechos do livro para ler na hora. E leram!

Também presentes, Marília Pêra, Antonio Pedro, Ziraldo, Daniel Filho. Mas estes não leram, Que peninha! ;-(

Geraldo-DSC_4885  Christiane TorloniChristiane Torloni

Geraldo-DSC_5028 Ana Paula Pedro  Olivia Hime  Eliana Caruso  Olivia Byington  Marília Kranz  Geraldinho  Francis Hime   Antônio Pedro  Daniel Filho e Chico Caruso  - Foto CRISTINA GRANATO

Ana Paula Pedro, Olivia Hime, Eliana Caruso, Olivia Byington, Marília Kranz, Geraldinho Carneiro, Francis Hime, Antônio Pedro, Daniel Filho e Chico Caruso

Geraldo-DSC_4744  Marília Pêra e Bruno Faria

Marília Pêra e Bruno Faria

Geraldo-DSC_4782 Geraldinho Carneiro e Regina Rique

Geraldinho Carneiro e Regina Rique

Geraldo-DSC_4853  Christiane Torloni e Liége Monteiro

Christiane Torloni e Liège Monteiro

Geraldo-DSC_4963  Bianca Byington e Marcelo Serrado

Bianca Byington e Marcelo Serrado

Geraldo-DSC_4756 Bel Kutner  Geraldinho Carneiro e  Olivia Byington

Bel Kutner, Geraldinho Carneiro e Olivia Byington

Geraldo-DSC_4904  Ziraldo e Cacá Diégues

Ziraldo e Cacá Diegues

Geraldo-DSC_4839  Ana Paula Pedro e o casal  Sergio Cabral e Magali

Ana Paula Pedro, Sergio e Magaly Cabral

Geraldo-DSC_4940 Doc Comparato e D'Artagnan

Doc Comparato e Dartagnan

Geraldo-DSC_4804  Bel Kutner e Maria Pompeu

Bel Kutner e Maria Pompeu

Fotos de Cristina Granato