Sobre Hildegard Angel

colunadahilde@gmail.com Hildegard Angel é uma das mais respeitadas jornalistas do Rio de Janeiro. Durante mais de 30 anos foi colunista no jornal O Globo, quer cobrindo a sociedade (com seu nome e também com o pseudônimo Perla Sigaud), quer cobrindo comportamento, artes e TV, tendo assinado por mais de uma década a primeira coluna de TV daquele jornal. Nos últimos anos, manteve uma coluna diária no Jornal do Brasil, onde também criou e editou um caderno semanal à sua imagem e semelhança, o Caderno H. Com passagem pelas publicações das grandes editoras brasileiras - Bloch, Três, Abril, Carta, Rio Gráfica - e colaborações também em veículos internacionais, Hildegard talvez seja a colunista social com maior trânsito

CASAMENTO DE BEATRIZ BARATA: NOSSO 14 DE JULHO, NOSSA BASTILHA CARIOCA!

beatriz barata

Beatriz Barata, o lindo vestido, a noiva em total controle da situação

Foto Luiz Roberto Lima, colaborador da Mídia Ninja, via Google

Tendo o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e sra., como padrinhos, e como convidados os colecionadores de arte Sergio e Hecilda Fadel, que recentemente receberam a presidenta Dilma Rousseff para jantar em casa, no Rio, e cuja filha é casada com o filho do ministro Edison Lobão, das Minas e Energia, além do colunista social de Fortaleza, Lalá Medeiros, casaram-se ontem, com festa que varou madrugada no Copacabana Palace, Beatriz Barata, neta do maior empresário de ônibus do Rio de Janeiro, Jacob Barata, e Francisco Feitosa Filho, cujo pai é o dono da maior empresa do ramo no Ceará.

Acompanhar, via mídias sociais e SMS recebidos, o protesto indignado contra este casamento diante da Igreja N. Sra. do Monte do Carmo e da festa no Copacabana Palace, me fez sentir clima de Revolução Francesa, correndo um frio na espinha, um presságio ruim. E me veio à mente a princesa de Lamballe, melhor amiga de Maria Antonieta, com a cabeça espetada na ponta de uma lança, pela multidão que invadiu as Tulherias.

Estávamos numa madrugada de 14 de Julho, mesma data da Revolução Francesa, e toda aquela manifestação, que ontem começou alegre, até divertida, berrando bordões bem humorados, outros de gosto duvidoso, teve consequências desastrosas, com cabeça ensanguentada, decisões equivocadas, batalhão de choque, bombas de gás lacrimogênio, balas de borracha e gás de pimenta, às 3,30h, 4h da manhã, diante de nosso Palácio de Versailles, emblema máximo do luxo, da riqueza e da sofisticação do país: o Hotel Copacabana Palace!

Vou contar como foi, tal e qual… Aquietem-se, concentrem-se e me escutem…

Com gritaria na calçada, o protesto diante da igreja causou tensão nos convidados, perturbou todo o tempo o ofício do padre e a noiva, Beatriz, em vez de cortejo de daminhas e pajens, precisou de cordão de isolamento para entrar na igreja.

Enquanto padre Alexandre fazia a homilia, escutavam-se nitidamente os manifestantes em coro dizerem coisas como “ha,ha, ha, o noivo vai broxar”, “também quero meu Louboutin”, “úúú, todo mundo pra Bangu” e tambores, buzinas e panelas, pó-pó-pó-pó-pó, pó-po-ro-po-pó, fon-fon-fon etc. O cerimonial de moças e rapazes impecáveis, pra lá e pra cá, cochichando baixinho, apreensivos sobre como solucionariam a saída dos noivos. Foi com PM e seguranças.

Beatriz, calada e retraída, permaneceu tensa todo o tempo – pudera! – mas manteve o controle. Foi altiva.

Já na recepção, no Copacabana Palace, todos se descontraíram e puderam se divertir, porque no interior do hotel não se percebia o que se passava lá fora, à exceção daqueles às mesas da varanda.

No calçadão da Atlântica, uma garotada bonitinha da Zona Sul fazia manifestação até divertida, à la carioca, com meninas vestidas de noiva, rapazes, alguns de terno e gravata, sacando bordões inspirados, como “Eu também quero meu Louis Vuitton”, “Cadê minha Chanel?”, “Nesse hotel tem Barata!”, “Eu também paguei essa festa, quero meu bem-casado” e aquele clássico chulo da noite, citado acima, que se referia ao noivo…

E dá-lhe buzina, bateção de panela, de tabuleiro de alumínio, e desacatos para as mulheres (lindas!), que entravam ou saíam, super decotadas, cobertas de bordados: “piraaaaaanha!”. Não poupavam ninguém.

Com todas as quatro entradas do hotel bloqueadas por eles, ninguém entrava, ninguém saía. Pela internet, os seguidores que assistiam à transmissão do canal “Mídia Ninja”, postavam comentários mais pesados, do tipo “CABRAL VAI É DORMIR AÍ !!!!” (detalhe: Cabral sequer figurava na lista de convidados da festa!); “cadê as bombas???chama pa nois estraga a festa!”; “BA-FO-ME-TRO NO HOTEL”; “Rico não tem Lei Seca?” (referindo-se aos que embarcavam em seus carros mesmo aparentando ter bebido, quando ainda se podia sair); “chocada com o valor dos presentes que a Baratinha pediu no casamento. Veja a lista: http://migre.me/fsCZL” (localizaram a lista no site da H. Stern); “Candidato da Baratinha é Marcelo Freixo do PSOL” (foram checar no Face de Beatriz e descobriram); “ISSO.. TEM QUE JOGAR OVO MESMO…” (zangados porque a repórter foi maltratada por um policial à porta);  “Todos RATOS engravatados, saindo pelos fundos constrangimento é a única arma do povo!!” (houve uma hora em que os convidados conseguiram sair pela porta da Av. Copacabana);  “deixem suas mensagens de parabéns ao noivo”.

Vou omitir palavrões, baixarias e violências. Se é que já não transcrevi demais disso.

A horas tantas, chegou ao hotel a diretora-geral, Andréa Natal, que por força do cargo mora no Copa. Entrou pela porta lateral da Pérgola, junto ao Edifício Chopin. Aflita, vendo aquela multidão e a gritaria, parou para discutir com os manifestantes, iniciando rápido bate-boca, logo sustado pelos seguranças, que a transportaram para dentro.

No interior do hotel mais lindo do Brasil, tudo eram maravilhas. No Golden Room, a apoteose do deslumbramento. O decorador Antonio Neves da Rocha plantou no meio do salão uma árvore frondosa, com os galhos alastrando-se por toda a área do teto, de onde pendiam fios com lampadário e buquês de flores. O chão coberto com grama. E a iluminação causava a sensação de se estar numa floresta-lounge, com estofados pretos.

Ali foi o show de Latino, que, para entrar, só conseguiu pela porta de serviço da Rodolfo Dantas, a da cozinha (!), driblando os manifestantes. Depois do bundalelê do Latino, houve ali a dança, com o DJ Papagaio, e sandálias Havaianas vermelhas para todos os 1050 convidados que compareceram. Foram expedidos 1200 convites. Havia lugares sentados para todos, absolutamente todos.

No Salão Nobre, aquele comprido que sucede ao Golden Room, Neves da Rocha cobriu toda a parede com janelões que dão para a piscina com imenso painel único de Debret (ou seria Rugendas?) exibindo super-mega-imensa-paisagem do Rio de Janeiro, abrangendo nossas montanhas, o mar, a Baía, florestas, do teto ao chão, criando visão fantástica.

Completavam o ambiente, lustres enormes cobertos com heras, toalhas de damasco verde musgo cobrindo as mesas até o piso.

O mesmo décor de toalhas musgo de damasco se repetia nos salões da frente e nas duas varandas, cobertas por toldo e fechadas com paredes de muro inglês, com heras, e os mesmos lustres espetaculares. Cadeiras de medalhão suntuosas. Muito bonito.

Entre os três salões da frente, o do meio foi destinado a ser apenas o Salão dos Doces, com bem-casados da Elvira Bona, doces de Christiana Guinle, chocolates de Fabiana D’Angelo. Chá, café, brownies. O Céu, a Terra e o Mar também…

O champagne era Veuve Clicquot. Uísque Black Label. Aqueles coquetéis de sempre, Bellini, Margarita, Mojito etc. Vários bares de caipirinha, saquê etc. O bolo de Regina Rodrigues era um acontecimento, com vários andares, todo branco.

Buffet do Copacabana Palace, muito bem servido e elogiado. Na verdade, eram vários buffets, distribuídos por todos os salões e varandas. Mesas de frios. Pratos quentes. O cerimonial foi de Ricardo Stambowsky. As fotos, de Ribinhas.

Flores de Raimundo Basílio. Não houve exagero de flores, o verde deu o tom. Uma decoração em que prevaleceram o equilíbrio e a elegância. Luxo sem excessos.

Todo esse décor serviu de cenário à mais fantástica coleção de vestidos jamais reunida numa festa no Rio de Janeiro. Esta a opinião que ouvi de vários que lá estiveram, quer como convidados, quer prestando serviços ao evento. Um especialista em moda, que pediu para não ser identificado, falou: “Nunca vi tantos vestidos deslumbrantes como nessa festa. E em gente que ninguém conhece”. Acredita-se que a grande maioria das mulheres com essas roupas sensacionais, vestidos de alta costura, grandes marcas, fosse de convidadas do Ceará, que ocuparam vários apartamentos no hotel. O Copa bombou na festa e na ocupação.

Não apenas os vestidos eram extraordinários. As joias eram também fantásticas. A começar pelas da noiva, usando riviera de brilhantes no pescoço, dois enormes brilhantes nas orelhas e uma coroinha de ouro e grandes brilhantes, no alto da cabeça, tradição das noivas da família. O vestido de Beatriz Barata foi obra da estilista Stela Fischer.

Tudo isso foi coordenado pela avó, Glória Barata, que durante a festa várias vezes se lembrou do filho assassinado naquela época passada da onda de sequestros no Rio de Janeiro. A família pagou o resgate. Mesmo assim o jovem não foi poupado. Ela ainda guarda grande dor. Dona Glória é mulher sofrida e amável. Todos os que trabalham com ela e sua família a estimam.

Enquanto o minueto social seguia harmonioso, farfalhante e cintilante nos salões, entre as mesas de toalhas adamascadas verde musgo, no entorno do hotel, a contradança era outra.

Não têm pão? Comam bem-casados!  Da varanda, convidados rebatiam as provocações verbais atirando bem-casados na “plebe” (bem à la Maria Antonieta, que ofereceu bolinhos, lembram?) e remetiam aviõezinhos de notas de R$ 20 (aí, a inspiração já era mais próxima, à la Silvio Santos), remetendo ao aumento de “20 centavos” nas passagens de ônibus, que motivaram o início das manifestações nas ruas.

Num crescendo dos protestos, bate panelas, mensagens de Face e Twitter, imagens postadas, provocações, bordões, os ânimos foram se acirrando e não houve nada que se tentasse para apaziguá-los. Ao contrário.

Na portaria do hotel da Av. Copacabana, o motorista de um dos convidados arrancou o celular da repórter “Ninja”, que, como Ninja, deu um salto e conseguiu recuperá-lo, botando o elemento pra correr. Ela recorreu a um policial, que a tratou com impertinência, parecendo alcoolizado. Tudo isso registrado pela câmera Ninja. E a rede social participando, reagindo, se indignando.

Em seguida, correm todos para a Atlântica, prosseguem a gritaria. Uma convidada insiste em deixar o hotel, é impedida e inicia uma briga, quando um convidado, lá da varanda, atira um cinzeiro de vidro na cabeça de um manifestante, que se fere muito.

Vendo aquela imagem ensanguentada na tela da internet, a galera começa a postar desacatos enfurecidamente. A repórter corre para buscar socorro na ambulância de plantão diante do hotel (é lei, quando se trata de evento com mais de 600) e o paramédico. Mas o médico não está, “foi lá dentro”. O rapaz machucado tenta entrar no hotel para ser socorrido. Os seguranças e porteiros impedem sua entrada. Está aí cometido o grande erro da noite!

O Copa, neste momento, rompe sua tradição histórica de cordialidade com a população carioca e de diplomacia e assume uma postura hostil.

A multidão na rua se enfurece. A multidão virtual também e passa a convocar o envio geral de comentários negativos à página do hotel na internet. Uma guerra aberta contra o maior tesouro da hotelaria brasileira! Eu, confesso, quase choro. Adoro o Copa. O Copa é o Rio, nossa memória, nossa História.

Mais uns 10, 15 minutos, e chega ao local uma advogada, dizendo-se da OAB, localiza uma testemunha da agressão, consegue recolher a “arma do crime”, fragmentos do cinzeiro que atingiu o rapaz, leva os dois para a delegacia, onde faz o registro da ocorrência: “tentativa de homicídio”. A vítima leva seis pontos na cabeça.

cinzeiro na caraJuan Nascimento, o rapaz atingido pelo cinzeiro

A garotada agitada continua nos impropérios, constrangimentos e panelaço, e eis que, quase quatro da manhã… chega a Tropa de Choque, marcando sua forte presença de sempre, soltando bombas de gás lacrimogênio, atirando com balas de borracha e, para completar a apoteose da alvorada dessa Bastilha carioca, espargindo spray de pimenta a torto e à direita.

Nessa altura, a multidão de manifestantes, que às três e meia da manhã já estava reduzida a uma centena, ficou ainda menor. Eram apenas uns 50 mais experientes, já com suas máscaras anti-spray nos rostos.

Enfim, os últimos convidados, que aguardavam no foyer do hotel pela oportunidade de deixar a festa, conseguem partir. Vão deixando o casamento Barata e tossem, viram os olhos, engasgam com o spray de pimenta. Os manifestantes protegidos com máscara anti-spray gozam, a repórter estica o microfone: “Tá gostando, cara?”.

Foi um acontecimento totalmente atípico, inédito. Já houve manifestações de protesto em casamentos de políticos e pessoas importantes. Como no da filha do senador Álvaro Pacheco, décadas atrás, tendo José Sarney, presidente da República, como padrinho, na Igreja do Largo de São Francisco.

Mas nada, jamais, em tempo algum, se comparou à ferocidade do acontecimento irado deste 14 de Julho carioca, em nosso Versailles, o Copa, que, ainda bem, nada teve de noite de Tulherias, nem de cabeça espetada em ponta de lança. Mas teve cabeça rachada de manifestante. O que já foi um triste começo.

PS: O parágrafo final foi modificado em 15/07/2013, às 13:02, por livre e espontânea vontade da autora

DIVA JOVEM BRASILEIRA DA ATUALIDADE, ANGELICA DE LA RIVA VEM CANTAR NO BRASIL

Quem está no Rio é a soprano Angelica de la Riva, que mora em Nova York desde 2003 e veio visitar os pais e recarregar as baterias, preparando-se para os concertos de homenagem ao bicentenário de Verdi que fará neste julho, cantando árias de óperas famosas como La Traviata, Otello e Ernani.

A cantora brasileira Angelica se destaca no cenário internacional como uma das principais sopranos da sua geração.

No concerto, ela é acompanhada pelo pianista Alexandre Dietrich. Hoje, ela se apresenta no Festival Internacional de Inverno de Nova Friburgo Dell’Arte, no Teatro do Country Club. Dia 19, no Festival Internacional de Inverno de Petrópolis Dell’Arte, no Museu Imperial. E, dia 26, no Festival Vale do Café, na Fazenda União.

Angelica fica no Rio até dia 31 e depois retorna a Nova York para preparar uma turnê de 11 concertos na Colômbia, com a Orquestra Sinfônica, além de concertos em Paris, Suíça e Polônia e no palco do Carnegie Hall, em Nova York, dentro da série Amazonas, que promove compositores que se inspiraram na Floresta Amazônica, como o próprio Giuseppe Verdi, Carlos Gomes, Villa Lobos, Daniel Catan, Ricardo Calderoni e o venezuelano Reynaldo Moya

Em tempo, nossa Angelica de la Riva, que além de tudo é linda, foi a primeira e única cantora brasileira a se apresentar até hoje no Lincoln Center, do Metropolitan Opera House, em Nova York, depois da diva Bidu Sayão.

Angelica_de_la_RivaAngelica de la Riva em três tempos

Angelica de la Riva 2

Angelica de la Riva 3

MÚSICA NO MUSEU NA JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

Neste julho, o programação do Música no Museu está focada na Jornada Mundial da Juventude, com o concerto do acordeonista italiano Vince Abbraciante marcado para dia 21, às 11h30, no MAM.

Em paralelo aos 35 concertos gratuitos deste mês, o Música no Museu realiza um concurso que dá ao vencedor uma bolsa de US$ 105 mil, da James Madison University. As inscrições terminam no dia 31…

MARIA CRISTINA, UMA PRINCESINHA DONA DO MUNDO

Maria Cristina de Orleans e Bragança é a filhinha querida e o orgulho de Stella Lutterbach e dom João de Orléans e Bragança, que acabou se tornando também orgulho de todos nós.

Portadora da Síndrome de Down, a princesinha sempre se supera. Esta semana ela lançou seu segundo livro, depois do sucesso que foi, em 2006, a edição de Carta de amor. Desta vez, ela atraiu mais de 300 à Argumento do Leblon para o evento de autógrafos de Siwa e meus companheiros do passado e do presente, relato de travessuras, responsabilidades compartilhadas, chegadas e partidas envolvendo sua cachorrinha, Siwa.

Militante da causa da inclusão social há 10 anos, Stella, hoje casada com José Portinari Leão, afirmava: “O mundo pertence a Maria Cristina”.

Foram vendidos mais de 350 livros…

Orleans-Maria Cristina com a cachorrinha SIWA  e a mãe Stella Lutterbach Leão

Maria Cristina com a cachorrinha Siwa e sua mãe Stella Lutterbach Leão

Orleans-Claudia Rosenthal e Paula BergaminClaudia Rosenthal e Paula Bergamin

Orleans-Glorinha ParanaguáGlorinha Paranaguá

Orleans-Paula Bergamin  Carlos Boeschenstein e Paula Nabuco

Paula Bergamin, Carlos Boeschenstein e Paula Navarro

Orleans-Claudia Melli e príncipe Dom João De Orleans e Bragança 1

O casal Claudia Melli e João de Orléans e Bragança

Orleans-o casal Stella e João Portinari Leão

O casal Stella e José Portinari Leão

Orleans-o casal José Antonio Pessoa e Aspasia CamargoJosé Antonio Pessoa e Aspásia Camargo

Orleans-Marialice e Hugo CelidonioMaria Alice e Hugo Celidonio

Orleans-Denise Leão entre as irmãs Ana e  Matilde Spiller

Denise Leão entre as irmãs Ana e Matilde Spiller

Orleans-Josa Brito  Teresa Seiler   Lucia Guanabara e Ted SeilerJosa Nascimento Brito e Lucia Guanabara  com Teresa e Ted Seiler

Orleans-Yasmin e  Naná Paranaguá com Stella LeãoYasmin e Naná Paranaguá com Stella Leão

Orleans-Maria Vitória LagoMaria Vitória Lago

Orleans-Laura Burnier e Fernando GrabowskyLaura Burnier e Fernando Grabowsky

Orleans-Maria Bragança com o namorado Gustavo de Arazane.jpg1

Maria Cristina de Orleans e Bragança com o namorado Gustavo de Arazane

Fotos de Marcelo Borgongino

ENTREGA DO PRÊMIO DA ABMN FOI NO PALÁCIO DO PREFEITO DO RIO!

O prefeito Eduardo Paes franqueou o Palácio da Cidade e foi lá a 12ª noite da tradicional e prestigiosa premiação da ABMN (Associação Brasileira de Marketing & Negócios).

A grande novidade foi que este ano o prêmio mudou de nome para Prêmio Marketing Contemporâneo.

O presidente da ABMN, Thomaz Naves, explicou o motivo da troca: “O mundo evoluiu, nosso Prêmio também. Por isso, nosso lema é ‘A Atitude de um Novo Tempo’. O Prêmio quer reconhecer as melhores práticas e servir de instrumento de referência para as empresas e estudantes que estão se formando. Temos que nos adequar, não só no nome, mas também na dinâmica da premiação”.

Os cases premiados foram anunciados durante a solenidade com o habitual ritual de suspense dessas premiações, envelopes sendo abertos diante do público, o vencedor tendo o impacto da notícia e sendo chamado para receber o troféu e agradecer. Emoção no mundo do marketing!

Porém, alguns dos homenageados da noite, em cerimônia apresentada por Cassio Reis e Thierry Figueira (gataços do elenco da Record), não eram segredo: a trinca brasileira de ouro da lista Forbes, Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, donos da AB InBev, que abiscoitaram o troféu de Personalidade Empresarial; o secretário de Segurança José Mariano Beltrame, como Personalidade do Ano; e o nosso craque Zico, do futebol, numa homenagem especial pelos seus 60 anos. E eu feliz porque, enfim, o Zico que tanto admiro veio jogar no MEU TIME! 😉

Marketing-ZICO CONVERSA COM ATORES CASTRINHO E Bemvindo SequeiraZico, Bemvindo Sequeira e Castrinho

Marketing-THOMAZ NAVES  JOSE MARIANO BELTRAME E ESPOSA RITA PAESThomaz Naves e o secretário de Segurança José Mariano Beltrame com sua mulher, a suave Rita Paes

Marketing-ZICO  SANDRA COIMBRA E CARLOS MONTENEGRO

Zico, Sandra Coimbra e Carlos Montenegro

Marketing-THOMAZ NAVES E LUIZ CALAINHO

Thomaz Naves e Luiz Calainho

Marketing-SANDRA COIMBRA ZICO E RICARDO AMARAL

Sandra Coimbra, Zico e Ricardo Amaral

Marketing-LUIS CLAUDIO COSTA PRESIDENTE RECORD

O presidente da Record, Luiz Claudio Costa

Marketing-LIZANDRA SOUTO E SANDRA COIMBRA

Lizandra Souto e Sandra Coimbra

Marketing-THIERRY FIGUEIRA E CASSIO REISThierry Figueira e Cássio Reis

Marketing-ELOYSA SIMAO

Eloysa Simão

Fotos AGi9 – Paulo Jabur

OS SERPA RECEBEM EM SUA TRINCHEIRA DO REQUINTE CELEBRANDO MANINHA BARBOSA

Carlos Alberto e Beth Serpa receberam em sua cobertura, onde eles pontificam fazendo a resistência do requinte do Rio de Janeiro, para jantar em homenagem a Maninha Barbosa, que fez aniversário e comemorou ao lado das 60 amizades mais próximas construídas ao longo de sua vida. Maninha saiu de lá cheia de presentes e uma joia Cartier comprada pelo maridão, Leleco. No “Parabéns”, Serpa discursou enaltecendo a amizade com o casal Barbosa e lembrando quando se machucou e foi internado no hospital. Depois de dias no CTI, ao voltar a si, a primeira pessoa que viu junto ao leito foi Maninha, que ele classificou de “fantástica”, por ter criado cinco filhos educadíssimos e todos trabalhadores.

O bolo, quase tão lindo quanto a homenageada, era presente da Angélique Chartouny. Isso aliás já se tornou um must no high (que agora os apresentadores de TV mudaram para “na high”, no feminino, sabe-se lá o porquê!) do Rio de Janeiro. Aniversário sem bolo presenteado pela angelical Angélique não está mais com nada 😉

Entre os 60 +  da Maninha presentes, Maria do Carmo e Marcos Vilaça, Chico e Mylene Peltier, Humberto e Madeleine Saade, Belita Tamoyo, Ricardo e Gisella Amaral…

Maninha-Parabéns.jpg3Parabéns, Maninha!

Maninha-Angelique Chartouny  Beth Serpa  Leleco e Maninha Barbosa com Carlos Alberto SerpaAngélique Chartouny, Beth Serpa, Leleco e Maninha Barbosa e Carlos Alberto Serpa

Maninha-Maninha Barbosa e Gisella Amaral

Maninha Barbosa e Gisella Amaral

Maninha-Ricardo Amaral e Carlos Alberto SerpaRicardo Amaral e Carlos Alberto Serpa

Maninha-Maria do Carmo e Marcos Vilaça 1Maria do Carmo e Marcos Vilaça

Maninha-Ricardo e Monica FariaRicardo e Monica Faria

Maninha-Monica ClarkMonica Clark

Maninha-Alda Soares e Mylene PeltierAlda Soares e Mylene Peltier

Maninha-Belita Tamoyo Antonio Carlos Rodrigues e Leila AlbuquerqueBelita Tamoyo, Antonio Carlos Rodrigues e Leila Albuquerque

Maninha-Chico Peltier  Luiz Carlos Veloso e Vicente MantuanoChico Peltier, Luiz Carlos Veloso e Vicente Mantuano

Maninha-Humberto e Madeleine SaadeHumberto e Madeleine Saade

Maninha-Margareth e Fred Padilha 1Margareth e Fred Padilha

Maninha-Renata Fraga e Maninha BarbosaRenata Fraga e Maninha Barbosa

Maninha-Pedro Grossi e Leleco BarbosaPedro Grossi e Leleco Barbosa

Maninha-Walter e Maria célia Moraes com Alexandre IbitingaMaria Célia e Walter Moraes e Alexandre Ibitinga

Maninha-Terezinha  Matta  Giovanna Priolli Mylene Peltier e Leila AlbuquerqueTerezinha Matta, Giovanna Priolli, Mylene Peltier e Leila Albuquerque

Fotos de Marcelo Borgongino

PARA QUEM QUER IR A NOVA YORK SEM VISTO NO PASSAPORTE…

1 – Quem quiser ir almoçar em Nova York sem precisar visto no passaporte, sem enfrentar perna encolhida em avião, fila em aeroporto e cara feia de agente da alfândega americana, a dica é o… Úniko!

2 – Ali na esquina de Rua do Carmo com Rua do Ouvidor, no antigo e magnífico prédio que pertenceu à Sul América, está o Úniko, o novo restaurante do Nicolas, o italiano que veio e venceu, com casas de sucesso como o Duo. Conquistou o Rio de Janeiro com seu bom gosto, sua cozinha impecável, o serviço irretocável, as massas, os peixes, e os pãezinhos, hummmmmm.

3 – O ambiente remonta à tradição de elegância de um Mortimers novaiorquino e a frequência também diz tudo. Numa mesa, o embaixador Paulo Pires do Rio e o advogado Sergio Chermont de Britto leem o cardápio com interesse, enquanto alisam sua capa de couro com a suavidade de uma doce expectativa. Em outra mesa, redonda, com seis amigos, Luciana Fróes, a colunista de gastronomia, não escondia seu encantamento com o conjunto daquela obra do Nicola. O advogado João Mauricio de Araújo Pinho também é habitué.

4 – A casa tem também uma charmosa área externa para almoço. E a cozinha é dentro de uma vitrine, que todos que passam pela galeria do edifício podem observar. Limpíssima, imaculada e funcionando com uma logística azeitadíssima. E por falar em azeite… ah,,,, que vontade de voltar lá na semana que vem. Chama-se Úniko, não esqueçam!…

5 – E dia 13 de agosto, no Clube de Engenharia, lançamento do livro Corrupção, uma endemia sem remédio?, de Edson Monteiro, pela Letra Capital Editora…

6 – Memórias, histórias, pensamentos e lorotas é o livro que o urbanista Rodrigo Lopes lança na terça-feira, dia 16, a partir das 19h30m, na Argumento da Dias Ferreira. E se há uma pessoa com tradição política e histórias de bastidores pra contar esta é Rodrigo, filho do ex-ministro todo poderoso de JK, Lucas Lopes, genro de Juscelino e ele mesmo um homem com muitos cargos públicos no currículo,de ex-secretário de Estado, inclusive.

7 –  Da Escandinávia, peças inéditas no Brasil da marca Monies. Novidades de Nova York, Paris e Turquia. Daqui do Brasil, do Pará, Cristina Franco traz uma nova coleção de biojoias inspirada na relação do homem com a natureza. Joias com temática religiosa em design contemporâneo. E ainda uma linha em homenagem à visita do Papa Francisco ao Brasil. Tudo isso no big lançamento que Sergio Carvalhal anuncia para quarta-feira em sua Rajasthan. Ah, vai ter também um sorteio surpresa. Cardápio va-ri-a-dí-ssi-mo!..

CARMEN COM QUEM MAIS AMA: GATOS, FILHOS E AS AMIGAS!

Como faz todos os anos, Carmen Mayrink Veiga recebeu no apartamento da Rui Barbosa para a festinha de aniversário de seus gatos Sylvie e Top Show. Tudo organizado pela sua acompanhante Eliane Pereira Dias, que, com a convivência com Carmen, acabou se afeiçoando aos gatos tanto quanto ela, e tomou a iniciativa dos festejos anuais. É ela quem vai para a Rua da Alfândega e compra os enfeites da mesa, a toalha de papel crepom, as forminhas dos doces, as lembrancinhas, e tudo fica tão caprichado que você jura que está numa festa de aniversário no padrão de qualquer criança moradora daquele prédio onde só há figurão top de linha.

As amigas de Carmen que amam gato estavam todas lá, a começar pela Iara Andrade. As que amam cachorro também estavam, a começar pela Anna Bentes Bloch. As que gostam de doce de cajuzinho e de bolo recheado foram também, como a Idinha Seabra Veiga. Bem como as que gostam da Carmen “apenasmente”. Sem esquecer dos filhos de Carmen, o Antenor e a Antonia (com sua trinca de amigas inseparáveis, Amelinha Divino, Isabela Lage e Monica Clark). E mais a neta, filha de Antenor, Bibi Mayrink Veiga, e a nora, Maria Gallotti...

Ah, a Carmen estava como ela gosta: cercada de gatos, da família e das amigas que ela curte.

Foi uma tarde e tanto!

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JOANA TEIXEIRA, A MAIS BEM-VESTIDA DA SEMANA!

Não teve pra ninguém nesta última edição de As Mais Bem-Vestidas da Semana! Vocês votaram, vocês escolheram, vocês decidiram. Com mais de 5 mil votos, deixando todas, todinhas, para trás, deu Joana Teixeira!

Na ocasião em que foi fotografada em minha casa, por Anselmo Silva Andrade, Joana vivia um momento mais que especial: o jantar em homenagem ao seu casamento com Aloysio Maria Teixeira. Para a noite, ela optou pelo vermelho, a cor da paixão, combinando um vestido tubinho clássico com um foulard de seda de estampa tropical. Nos pés, um elegante par de sandálias pretas com tiras finas!…

A ararinha amou!… 😉

Joana Teixeira - A Mais Bem-Vestida

Resultado final da enquete:

enquete

NOVELLINO É ELEITO PRESIDENTE DA ACADEMIA DE MEDICINA

O professor Pietro Novellino acaba de ser eleito presidente da Academia Nacional de Medicina. Será o seu terceiro mandato. A vitória foi no segundo escrutínio. No primeiro ele ganhou por um voto, mas pelo regulamento isso não lhe daria a vitória. No segundo escrutínio ele ganhou por 44 votos contra 23. Ou seja: de lavada! Novellino mostrou grande competência e habilidade nas suas gestões anteriores. É reconduzido ao cargo por mérito e sob total aclamação de seus pares. Parabéns!…