Eike dos Sete Mares constrói a Embraer dos Mares

E SABEM como Eike Batista, o homem mais rico do Brasil, está chamando o estaleiro que vai construir em São João da Barra, no Norte do Estado? “Embraer dos Mares”. Será o maior estaleiro das Américas e irá desenvolver e manter o Instituto Tecnológico Naval, o ITN

A PREVISÃO do empresário é gerar 3,5 mil empregos diretos e mais 10 mil durante a operação, num investimento, como já contei, de US$ 1,7 bilhão. Nos dias 11 e 12 serão realizadas duas audiências públicas, em São João da Barra e Campos, para o processo de licenciamento ambiental…

Borbulhantes

OS IRMÃOS Colombo sacudiram Portogallo no Réveillon, com música até o amanhecer…

CARLA CAMURATI também curtiu a virada em Angra. Ela, marido e filho foram hóspedes de José Maurício Machline e Christiane Guimarães. Carla aproveitou e confirmou sua permanência na direção do Municipal, no novo governo Cabral, oba!…

EVA E Carlos Mariani inauguraram casa nova em Portobello, no último dia do ano. Aliás, três casas: a deles e as dos dois filhos, ao lado da casa de Sérgio Cabral, que não estava por lá…

TODA TERÇA de janeiro, no Carioca da Gema, tem Rogê, com participação especial de Marcelinho da Lua. Na Lapa

O QUE fazer quando as pessoas se aposentam a partir dos 55 anos e têm mais 30 anos de vida saudável pela frente? Quais as políticas públicas que devem ser implantadas para esses novos velhos? Como a família e a sociedade convivem com os idosos? Quais os falsos mitos sobre a velhice que o marketing alimenta? Estas e outras questões serão discutidas no curso Os Novos Velhos que começa dia 12, na Casa do Saber Rio, sempre às quartas-feiras, coordenado pela jornalista Léa Maria Aarão Reis

ALÉM DE Léa, estarão ministrando o curso a economista Ana Amélia Camarano, doutora em Estudos Populacionais pela London School of Economics; o médico especialista Renato Peixoto Veras; a doutora em psicologia Teresa Creusa de Góes Monteiro Negreiros; a psicanalista Elizabeth Adler e o especialista em geriatria e gerontologia Sergio Telles

Nova York, a cidade que nunca dorme, coberta de neve

Sylvia Bandeira desembarcou de Nova York e amanhã já retorna ao palco com o espetáculo Marlene Dietrich. Apesar da nevasca, Sylvia simplesmente adorou a temporada. Bons restaurantes, muitas comprinhas e caminhadas de galocha pela 5th Ave., onde só se via turista. Neve tanta que os carros não circulavam. Parecia um daqueles filmes de catástrofes em que a cidade que nunca dorme é detonada na telona e que os americanos amam e aplaudem…
Na foto abaixo, nossa Marlene Dietrich Sylvia Bandeira num passeio de neve, brrrrrrrrrrrrrrrrr!…

Nova York Natal e Réveillon 011 Nova York, a cidade que nunca dorme, coberta de neve

Buenos Aires, ontem, hoje e no feriadão

ELIANA BENCHIMOL está em Buenos Aires, passou o Réveillon no chiquérrimo Alvear, bem como a Maria Luiza Mendonça. Buffet dos melhores, serviço de primeira, verdadeira Festa de Babette. Amanhã, Dia de Reis, Eliana volta…

A CIDADE portenha está lotada de brasileiros. Muitos de São Paulo, de Goiás e do Sul. Do Rio de Janeiro, poucos circulando, como a nossa Eliana e a Margareth Padilha, irmã da Beth Serpa, que se encontraram no restaurante Las Lilas, no badalado Puerto Madero

AS DICAS: A moda feminina argentina anda muito fraquinha. Já os homens estão bem servidos neste quesito. Boas livrarias, cinemas bacanas, restaurantes ótimos e hotéis lindos. Para completar o charme da cidade, os preços em Buenos Aires são metade do daqui. Vale a pena dar uma esticadinha até lá no próximo feriadão…

A missa da mãe do ex-ministro Temporão, agora atualizada

Quem julgou que o ex-ministro José Gomes Temporão foi otimista, quando marcou a missa de sétimo dia de sua mãe, Sara Temporão, na imensa catedral da Candelária, equivocou-se. A igreja estava cheia. Várias autoridades, vários deputados, inclusive Miro Teixeira. A família Temporão provou que seu poder não está nos ministérios, está nas amizades reais…

Compareceram à missa, entre outros nomes, o presidente da Academia Nacional de Medicina, Pietro Novellino, e pelo menos 20 médicos membros da academia, como Felipe Mattoso. Estavam o empresário do café Jair Coser, o secretário estadual de Saúde, Sergio Cortes, o presidente da Associação Comercial, Alquéres, Otavio Vaz, Paulo Padilha, Pedro Grossi e muitos mais…

Marisa Letícia Lula da Silva: as palavras que precisavam ser ditas

Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de “a Cara” por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. À “companheira” número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: E o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E – pior de tudo – os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve.
Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a “mudez”, a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que “eles” queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?
Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e as brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar “emergentes” metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo “arrodeado” de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.
Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!
Cobraram de Marisa Letícia um “trabalho social nacional”, um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.
Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece.

DONA MARISA E LULA Marisa Letícia Lula da Silva: as palavras que precisavam ser ditas

Lula e Marisa Letícia da Silva. Foto: reprodução

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O estilo de dona Marisa Letícia evoluiu ao longo do período em que foi primeira-dama. Na montagem acima, bons momentos em que demonstrou sua elegância.

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Marisa Letícia soube valorizar o artesanato brasileiro na moda como nenhuma outra primeira-dama. Vejam, nos looks acima, a bolsa é de fuxico e as rendas são tipicamente brasileiras.

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Com Michelle Obama. Duas lindas mulheres. Foto: reprodução

Borbulhantes

DOM EUDES E Mercedes Orleans e Bragança foram celebrar o Réveillon em Marrakech, a convite de amigos franceses. No avião, o casal encontrou Vanda Klabin, que agora está curtindo o Marrocos com Paulo Bertazzi e registrando as mais belas paisagens e costumes do país com sua câmera… TAMBÉM ESTÃO lá, como companheiros de viagem, o Antonio Bernardo e a Daniela Fiszpan. Hoje estão em Fez, principal referência cultural do Marrocos, cidade tombada como patrimônio histórico pela Unesco. Amanhã seguem para Madrid e depois Lisboa

A TREPIDANTE Carmem D´Alessio já seguiu para o Peru. Antes de embarcar, ganhou jantar de despedida de Paulinho Müller, no Gero. Entre os queridos, Gisella e Ricardo Amaral, Luciana e Beto Pittigliani e a rainha brasileira do Studio 54, a pintora Sylvia Martins

LENNY NIEMEYER começou sua temporada anual de almoços dominicais. O primeiro do ano já foi muito concorrido. Andrea Dellal foi direto do Country para lá e elogiou muito o décor criado por Edgard Octavio para a casa dela e ainda transmitiu os elogios da princesa Caroline. Outros muitos estrangeiros também, mostrando o quanto internacional é a anfitriã… LALÁ GUIMARÃES ajudava a receber de bengala. Há um mês fez cirurgia no joelho, mas já está nova em folha…

Domingo de confraternização no Country

CAROLINE DE Mônaco passou o domingo no Country. De cara lavada, sapatilha e calça corsário, a princesa estava na companhia dos filhos, Andrea, Charlotte e Pierre Casiraghi

TAMBÉM ESTAVAM: a nora de Caroline, Tatiana Santo Domingo, com a mãe e a avó, Vera e Edyala

TODOS NA mesa comandada por Andrea Dellal, idem com os filhos…

EM OUTRA MESA, os barões Silvia Amelia e Gerard de Waldner. A baronesa usava um vestido branco, mantendo a mesma elegância e beleza de sempre…

HARILDA E Gerard Larragoiti comandavam outra mesa. No grupo, Gilda Chamma chegando de Paris; Rawlson de Thuin; Paula Brenha, vindo de Florianópolis, na companhia do padastro Claudio Petraglia; Zilda Junqueira; e mais, entre outros, a embaixatriz Ana Maria Ribas, bem bonitona…

CHARLENE SHORTO chegou no fim do almoço para cumprimentar os amigos todos, de todas as mesas…

Luxo, luxo, o triplex carioca onde Henrique Pinto fez Réveillon

Eis aí, meus amores, o triplex na Avenida Atlântica cenário do réveillon do Henrique Pinto. O projeto, a obra e a decoração bacanérrimos são dos arquitetos Alexandre Gedeon e Hugo Schwartz, sócios da InTown Arquitetura
De propriedade de um francês top do mercado financeiro na Europa, que vem ao Rio apenas algumas vezes por ano, o triplex tem 1000 m². São sete suítes, sendo a maior com 70 m²…
O francês pediu que o projeto remetesse a um loft e deu carta branca a Alexandre e Hugo. Todo o primeiro andar é de madeira. O segundo, com piso cimentício branco. O terceiro, ainda incompleto, deverá ser academia e sauna…

O primeiro andar, também por expresso pedido do proprietário, é usado como galeria de arte. A piscina, de 80 m², tem borda infinita. Sistema de som e automação de cenários para iluminação em toda a área. Realmente, Henrique Pinto escolheu bem o endereço da sua festa…

Abaixo, alguns cliques do triplex espetacular, agora inteirinho para vocês…

InTown Atlântica triplex Eric 1 Luxo, luxo, o triplex carioca onde Henrique Pinto fez Réveillon

InTown Atlântica triplex Eric 2 Luxo, luxo, o triplex carioca onde Henrique Pinto fez Réveillon

InTown Atlântica triplex Eric 3 Luxo, luxo, o triplex carioca onde Henrique Pinto fez Réveillon

InTown Atlântica triplex Eric 5 Luxo, luxo, o triplex carioca onde Henrique Pinto fez Réveillon

InTown Atlântica triplex Eric 6 Luxo, luxo, o triplex carioca onde Henrique Pinto fez Réveillon

InTown Atlântica triplex Eric 9 Luxo, luxo, o triplex carioca onde Henrique Pinto fez Réveillon

InTown Atlântica triplex Eric 10 Luxo, luxo, o triplex carioca onde Henrique Pinto fez Réveillon

InTown Atlântica triplex Eric 13 Luxo, luxo, o triplex carioca onde Henrique Pinto fez Réveillon

InTown Atlântica triplex Eric 11 Luxo, luxo, o triplex carioca onde Henrique Pinto fez Réveillon

InTown Atlântica triplex Eric 12 Luxo, luxo, o triplex carioca onde Henrique Pinto fez Réveillon