Vera Tostes confirmada na direção do MHN na gestão de Ana de Hollanda!

O mundo dos museus está em festa! Chamada a Brasília, a diretora do Museu Histórico Nacional, Vera Tostes, que, depois de quase duas décadas no posto, já se preparava para passá-lo a um sucessor, foi convidada a permanecer à frente da instituição, orgulho não só entre os mueseus do Rio de Janeiro, mas de toda a museologia brasileira!…

Com seu perfil discreto, de modo sempre conciliador e com grande habilidade e equilíbrio, Vera, além de multiplicar os espaços de exibição e, mesmo, de eventos, do MHN, deu a ele uma visibilidade e uma importância nunca antes conjugadas. Conseguiu atrair parcerias importantes, patrocínios, admirações, provando ser uma grande administradora e, também, uma verdadeira profissional na conservação e na divulgação de nossa memória, expondo-a sempre de modo primoroso, atraindo atenções nacionais e internacionais…

E, se alguém tinha alguma dúvida sobre a capacidade de discernimento da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, certamente já não tem mais…

A guerra dos cisnes nas páginas de O Globo

No Segundo Caderno de O Globo de hoje, Arnaldo Bloch dá uma resposta a Artur Xexéo, que fez duras críticas ao filme Cisne negro no jornal e em seu blog. Tão pesado quanto Xexéo pegou com o filme, Bloch pegou com Xexéo, até ironizando explicitamente suas considerações estéticas. A polêmica fica ainda mais interessante se soubermos que foi Xexéo quem sucedeu a Arnaldo Bloch na editoria do Segundo Caderno de O Globo, hoje entregue à Isabel De Luca…
Confiram abaixo…

Trecho da crítica de Xexéo:
“Como filme de balé, é medíocre. Natalie Portman fez aulas diárias de dança durante dois anos para atuar nas cenas coreografadas. O resultado é decepcionante. Nas cenas em que dança de verdade, as tomadas são sempre em planos próximos para que a câmera não mostre que o movimento de suas pernas não condiz com um posto de primeira bailarina. Nos planos tomados à distância, foi utilizada uma dublê. Quem quer ver dança vai sair do cinema decepcionado”.

Trecho da crônica de hoje de Arnaldo Bloch:

“Mas o que me chocou realmente foi, nos dias que se seguiram, abrir o jornal e ver que críticos de grande credibilidade junto ao público médio e de larga experiência e história reclamavam de “Cisne negro” por não ser um bom “filme de balé”, e de Natalie Portman, por não estar dançando o fino, tanto que a câmera pouco mostra os pés. “Filme de balé”? “Cisne negro” pode ser muitas coisas, menos “filme de balé”! (…) É como dizer, grosso modo, que “Strangers on a train”, de Hitchcock, é um “filme de trens” (…). Não, caros críticos. Não é um balé de Tchaikovsky. É um filme de Aronofsky. Onde um balé é pretexto, mote simbológico, para se falar de uma infinidade de temas”.

Brahma x mijões!

A cervejaria Brahma dá sua contribuição à campanha contra os mijões no carnaval carioca. Mandou gravar a marchinha “Ô abre alas” com a letra modificada, pra incentivar a galera dos blocos e bailes que ela patrocina a usar os banheiros públicos. A música na nova versão diz assim: “Ô fecha as calças, que eu quero passar!”…

Nota de falecimento

Morreu, vítima de um infarto do miocárdio fulminante, na noite de quinta-feira, a sra. Stella Cordeiro Guerra, viúva do notável procurador-geral de Justiça do Governo Carlos Lacerda, João Baptista Cordeiro Guerra, e mãe de Luiza Amália e João Dodsworth Cordeiro Guerra. Foi inesperado, pois ela estava bem até então. O enterro foi ontem pela manhã e a missa será na PUC…

Quando os cavalos puros-sangues chegaram ao Vale do Cuiabá, levados por Julio Cápua

Prosseguindo a série desta coluna sobre as famosas propriedades do Vale do Cuiabá, que após a grande enchente da Região Serrana tenta se reerguer, e onde uma parte dourada da Sociedade Brasileira escreveu sua História de elegância, bom gosto e de pioneirismos…

O engenheiro Julio Cápua nasceu com uma paixão pelos cavalos. Na adolescência, aprendeu a montar e a saltar na Sociedade Hípica Brasileira e, com o espírito pioneiro próprio do começo dos anos 50, fundou e construiu a única fábrica de cimento branco no Brasil , a Cia. de Cimento Portland Branco Irajá, gerando grande economia de divisas, já que o cimento branco até então era todo importado…

Na Hípica, conheceu sua mulher, Marília, e nos fins de semana seguia para Petrópolis, onde os pais dela possuíam uma casa. Como Julio sofria de asma e a umidade da cidade serrana não lhe fazia bem, começou a procurar áreas próximas, que não fossem tão úmidas. Logo, descobriu e se encantou pelo Vale do Cuiabá, em Itaipava

Julio Cápua comprou lá sua propriedade e, com seu instinto e o conhecimento de engenharia, além do interesse por cavalos, afastou morros e deslocou rios para construir uma casa e um centro hípico com um picadeiro coberto maior do que o da Sociedade Hípica Brasileira…

Além do picadeiro, na área da propriedade havia um ginásio coberto com quadras poli-esportivas, que, quando os filhos, Marilda, Dário, Fábio, Priscila e Elizabeth, cresceram tornou-se um ponto de encontr0 da juventude dourada do Vale…

Ao mesmo tempo, nessa época inicial da propriedade, cresce no Brasil o interesse por cavalos de corrida, com os aficionados passando a adquiri-los e importá-los da França. Ao contrário de outros criadores da época, Julio Cápua nunca teve mais do que 11 éguas em seu plantel de criação, fiel ao lema de que qualidade era mais importante do que quantidade…

Seu interesse por cavalos de corrida levou Júlio a pesquisar na literatura inglesa a forma como criá-los. Assim, descobriu o grande estudioso italiano de cavalos Federico Tesio e, a partir das pesquisas desenvolvidas por ele, Julio concluiu que um centro de treinamento para cavalos de corrida em Itaipava seria um passo inteligente, inovador, criativo e à altura dos desafios que ele gostava de enfrentar…

Tudo foi analisado: desde a altitude de Itaipava em relação ao nível do mar, o clima seco, a distância do Jockey Club do Rio, chegando até à pureza da água no Vale do Cuiabá. Boa companheira, Marília Cápua aprendeu a montar e passeava nos seus cavalos puro-sangue pelo Vale, em um estilo muito elegante que os visitantes e outros moradores do lugar definem como inesquecível…

Nos estudos de Federico Tesio, Cápua aprendeu que um cavalo, vivendo e treinando em uma razoável altitude em relação ao nível do mar, produzia mais glóbulos vermelhos e, portanto, mais resistência do que outro animal vivendo e trabalhando ao nível do mar. Logo, se a corrida fosse ao nível do mar, o cavalo que chegasse da montanha horas antes do páreo teria enorme vantagem sobre os concorrentes. Hoje, a teoria é utilizada em larga escala, até por maratonistas, mas na época ninguém sabia sobre sua aplicação em cavalos, não fosse pelos estudos de Tesio…

Assim, após adquirir uma área vizinha ao centro hípico e novamente afastando morros e deslocando rios, uma área plana de aproximadamente 400 mil m² foi conseguida para a construção da pista além de cocheiras, residência do treinador e demais benfeitorias para dar suporte ao centro de treinamento…

Um verdadeiro paraíso também para os demais criadores, pois, quando Julio Cápua dispunha de vagas em suas cocheiras, ele recebia animais de outros haras, que também podiam desfrutar do centro de treinamento…

Os filhos cresceram nesse ambiente e, junto com eles, uma turma de amigos que aprenderam a montar e também se apaixonaram pela criação dos puros-sangues. Algumas gerações da socioedade carioca conheceram o Haras Boa Esperança e a casa dos Cápua e nunca se esqueceram dos momentos maravilhosos que desfrutaram na propriedade…

A preocupação social também mobilizava Julio Cápua e Marília, que, impressionados com a comunidade carente do Vale da Boa Esperança e Cuiabá, onde crianças morriam de sarampo, no final dos anos 40 adquiriram, próximo ao Centro de Treinamento, uma área de 150 mil m², onde construiram a sede da Assistência Social Santa Terezinha

A obra social é composta por duas Igrejas, a escola Santo Antonio, com capacidade para 300 crianças que cursam todo o curso primário, campo de futebol, área de recreação, além de assistência religiosa extensiva à comunidade. A obra foi totalmente mantida por Marília Cápua, até a sua morte, em 2009, e após isso prosseguiu, com o apoio do Instituto Pró-Saber, da Secretaria de Educação de Petrópolis…

Em novembro de 2010, no centro do Vale do Cuiabá, foi inaugurada a Praça Marília Cápua, em gratidão a essa personagem lendária do Vale do Cuiabá, mulher caridosa e também, assim como o marido, uma pioneira da região…

Infelizmente, toda essa área maravilhosa foi devastada pela inundação do rio, coberta de lama, com grandes, imensos, prejuízos!…

Abaixo, fotos antigas, da época dos “retratos em preto e branco”, da propriedade dos Cápua, com seu haras…

ctvaledaboaesperanca1 1 Quando os cavalos puros sangues chegaram ao Vale do Cuiabá, levados por Julio Cápua

ctvaledaboaesperanca2 2 Quando os cavalos puros sangues chegaram ao Vale do Cuiabá, levados por Julio Cápua

ctvaledaboaesperanca3 3 Quando os cavalos puros sangues chegaram ao Vale do Cuiabá, levados por Julio Cápua

De mãe para filho, a equação do sucesso da Praça Tahrir

Meu filho pergunta por que os brasileiros não saíram às ruas aos milhões, como os egípcios, para dar fim à nossa ditadura? Eu tento responder que o cenário era outro, que já havia um processo paulatino de distensão no Brasil, como o episódio da Anistia, que também partiu da pressão popular. Falei do governo de abertura, de João Figueiredo, que já no discurso de posse proclamou “juro que farei deste país uma democracia!”. Falei do temperamento cordial, manso, acomodado e até medroso do brasileiro – afinal, até para termos a Independência foi preciso um português dar o grito! Falei que lá no Egito foram 30 anos, aqui foram 20, talvez não tivesse ainda havido o tempo para a gota d’água que entorna o copo. Mas não falei que, diferentemente do Egito, não havia voz dissonante nem descontentamento nas Forças Armadas no Brasil, que continuavam jogando unidas, e o supremo poder era de um militar general. Também não falei do principal: as redes sociais, que desafiam e desmontam qualquer esquema de censura, qualquer cala-boca de dono de jornal. Está aí a equação do sucesso da Praça Tahrir, meu filho…

Índice de posts da semana desta coluna

Queridos, segue abaixo o índice de posts da semana desta coluna, de 5 a 11 de fevereiro. Boa leitura!

O high em ritmo de samba

Copacabana Palace, cenário carioca

O mofo do Jaburu

Nasce, de cesariana, o primeiro filho de Eriberto Leão

Ricardo Rique e seu micro-ônibus cheio de mulheres!

Os Mais Bem Vestidos do Blog da Hilde

Vítima de um AVC, Millôr está no CTI da São Vicente!

Le Blason: a melhor mesa da cidade!

Foi dado o passo para o primeiro museu de moda do Brasil

A arte da colagem de Anderson Thives

Millôr ainda sedado

Briga, eles querem briga!

Borbulhantes

Grandes chefs fazem jantar-benefit no Solar do Império

Mulher Melancia no cardápio parisiense

Cidade da Música vai inaugurar aos poucos: a primeira parte em agosto!

Feijoada do Chacrinha agita o São Nunca

A embaixatriz e seu amor de Facebook!

Magic poster

‘O Discurso do Rei’, com 12 indicações ao Oscar, lota o Arteplex em pré-estreia

Mate com Angu na Casa do Saber ou a história da pioneira da Merenda Escolar

Borbulhantes

As louras russas estão chegando!

Hildezinha Mãe Diná acerta outra vez!

Marcio Goldfarb traz sua Marisa para Ipanema

Borbulhantes

Yasmin Brunet e Evandro Soldati juntinhos e nas nuvens

Kirsten Dunst em clima lúdico na campanha da Boy by Band of Outsiders

Martelli ensina a organizar mala inteligente

Affair Mortágua faz refletir sobre celebridades com ‘sustança’ e sem ‘sustança’….

Tutu e Manu: belas, talentosas, descoladas e ainda com sobrenome!

Aos 76 anos, Saraceni prova juventude em ‘O gerente’

Borbulhantes

Imprensa italiana perde a classe e chama presidenta do Brasil de “terrorista”!

Trufas borbulhantes

Corte de orçamento + corte de cabelo

Embaixadores Cantuária reúnem sociedade carioca em torno de conde italiano

Brasileiros na rota de Marrakech encontram-se hoje no Londra!

Hélio Oiticica, Jimmy Hendrix e Jorge Salomão de sunga

Cineasta Luc Moullet vem ao Rio para mostra de seus filmes

José Alencar recusa tratamento

Imperdível: Região Serrana em debate amanhã no Clube de Engenharia

Bárbara Heliodora fala de seu amigo-irmão… Shakespeare!

Eike desmente boatos

Grupo EBX se posiciona sobre seu valor de mercado

Dirceu pai prestigia Dirceu filho, novo deputado na Câmara

Borbulhantes

As Três Velhas sacodem o Poeira

Cauby! Cauby! Minha homenagem em seus 80 anos!

Casamento black-tie da neta de Maluf reúne os principais nomes de São Paulo

A Deodato foi ali em Nova York e Roma mas já volta!

Verão do Rio promete muita MPB e cinema na Marina da Glória

Borbulhantes

Tropa de Elite 2 marca presença no Festival de Berlim

Juju Müeller recebe para caldeirada na Mombaça

Cariocas se encantam com hotel em Marrocos

Luiza Brunet vira porta-bandeira no programa da Lili!

Luiza Brunet vira porta-bandeira no programa da Lili!

Luiza Brunet, a Rainha do Baile do Copa 2011, incorporou uma porta-bandeira ao lado de Zeka Marquez, o produtor geral da festa, como mestre-sala, nos estúdios da TV Bandeirantes, durante gravação do programa de Liliana Rodriguez. Brunet fez uma demonstração de como será sua evolução no papel de rainha. Ela e Zeka já marcaram ensaios para fazerem bonito no dia do Magic Ball. O programa de Liliana, que recebeu também a cantora Eliana Pittman, intérprete do tema do baile, vai ao ar domingo, às oito e meia da manhã…

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Liliana Rodriguez com Zeka Marquez, Luiza Brunet e Eliana Pittman

Cariocas se encantam com hotel em Marrocos

Os convidados que foram ao coquetel no Londra conhecer detalhes do hotel La Mamounia, em Marrakech, ficaram encantados com a apresentação passadas por vídeo e fotos em dois telões. A cada nova informação, escutava-se o zum-zum-zum…

O buxixo aumentou mais ainda, quando foi anunciado o sorteio de estada de três noites no La Mamounia. Quem levou foi a cientista Gabriela Cezar, que faz pesquisas com células-tronco, amiga do Dudu Gomes…

Durante e depois da apresentação, os executivos trataram de informar que, como o verão de lá é bem quente, as melhores épocas para ir são outono e primavera…

Tanto o gerente-geral do hotel, Didier Picquot; Denyr Courtier, o diretor executivo de Marketing e Spa, considerado o melhor spa do mundo; o diretor de Vendas e Marketing, Mokhtar El Achak; e o CEO Brasil da Leading Hotels of The World, João Annibale, tiveram a preocupação de sanar qualquer duvidazinha de seus convidados, futuros-possíveis hóspedes…

Fotos de Sebastião Marinho

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Vídeo mostrando região próxima ao hotel n0 Marrocos

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João Annibale, Mokhtar El Achak, Karin e Didier Picquot e Denyr Courtier

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Luiz Felipe Francisco e Isabela

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Paulo Bertazzi, Vanda Klabin e Didier Picquot

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Sully Del Posso, Karin Picquot e Gita Engelhart

Juju Müeller recebe para caldeirada na Mombaça

O mar azulzinho, o céu idem, ventinho refrescante e as lanchas singrando nas águas. E para os dias ficarem perfeitos, neste findi, em Angra dos Reis, só mesmo ser convidada para o almoço que Juju Müeller faz na casa da Mombaça, onde recebe vários hóspedes. Por ordem de chegada, hoje: Taís e Antonio Pereira, filho da Tisse e do Romualdo, Patrícia e Ricardo Mayer, Teresa e Theodore Seiler, Viviane e Beto Grabowsky. Ainda por chegar, o empresário italiano Rocco, com a família, alguns amigos argentinos e paulistas. As lagostas, como é tradição, vieram de Recife, trazidas pela mãe de Juju. Já os mexilhões são de Angra, fresquíssimos e prontos para mergulhar na caldeirada de frutos do mar que Juju prepara amanhã…

Não serão hóspedes, mas confirmaram presença no almoço, Yvonne Bezerra de Mello, Andrea Buffara e Carlos Uchôa, irmão de Juju, Sandra e Alex Haegler. Maria Anisia e Gilberto Buffara se hospedam em sua lancha poderosa…

Mas, caldeirada à parte, a vedete do fim de semana na Mombaça será, na verdade, a Charlotte, a neta de Juju que chegou de São Paulo, um aninho e três meses de puro charme. Juju conversava com a coluna, enquanto Charlotte experimentava o baton da vovó e já dava os primeiros passinhos de uma futura it girl do high, ai, ai!…

Juju Mueller A Juju Müeller recebe para caldeirada na Mombaça

A anfitriã da Mombaça, Juju Müeller, visitando o Lounge da Hilde