Falso. Se for vencedora uma estatal Chinesa, ela vai fornecer todos os equipamentos e vai criar empregos na China. Se for a Shell (favorita do Governo) vai gerar emprego na Europa e nos EUA. Quem compra, gera empregos e tecnologia no País sempre foi a Petrobrás, que, antes da onda neoliberal de FHC, chegou a comprar 95 no País.”
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AGORA, A CARTA DOS PETROLEIROS A DILMA, LULA E AO POVO BRASILEIRO
Na íntegra a impressionante e perturbadora carta dos petroleiros, divulgada hoje pelo blog de Luís Nassif, e que abaixo transcrevo, enviada a Luís Nassif Online pelos grevistas em cárcere privado a bordo de P-33, em protesto contra a venda do campo de Libra. Leiam abaixo.
Enviado por João Maria Fernandes de Sousa
Plataforma Petrobras XXXIII – P-33, 19 de outubro de 2013
Ao nosso leitor:
Os petroleiros da P-33 se dirigem a você para relatar que há algum tempo nos ensinaram que o futuro do Brasil se faria com lutas. Naquele tempo, estas lutas não passaram de sonhos, mas hoje se transformam em pesadelo. Um dia me chamaram para derrubar FHC. Um dia me chamaram para combater a corrupção. Um dia me chamaram para fazer feliz o povo brasileiro. Também houve um dia que me chamaram para defender a Petrobras.
O PETRÓLEO É NOSSO! Bradavam nosso lema. E hoje estes mesmos senhores, que nos inspiravam com belos ideais, colocam tanques de guerra nas ruas numa inversão de valores que não cabe em nossas consciências.
À Presidente Dilma Rousseff:
Nós petroleiros da P-33 viemos te pedir, te implorar, que honre seu passado. Passado que foi passado à limpo, não com um rolo de papel higiênico, mas com torturas dentro do regime militar, defendendo a liberdade social e de expressão, que com força truculenta as polícias do exército tentam nos calar. A senhora hoje está fazendo justamente o contrário que nos ensinou. Nós, os petroleiros, fomos punidos por FHC, pelos tribunais de instancias trabalhistas, e hoje muitos de nós com 30, 40 anos de Petrobras, nos assombramos em ver estas cenas se repetindo nos dias atuais.
Não seja o algoz dos brasileiros, entregando nossa fortuna em mãos de estrangeiros. Imagine a senhora, quando nossos filhos nos perguntarem: Pai, é esta mulher que um dia você me disse que foi torturada, presa pela ditadura militar defendendo os ideais de luta pelo Brasil? Aquela que combateu os tanques de guerra do FHC na luta pela defesa de Petrobras? Quando eu era pequeno vi o senhor chorando emocionado em frente da TV nos discursos do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, era esta senhora que estava ao lado dele? Quando meu filho me encarar nos olhos, terei a hombridade de dizer que sim, mas que nunca imaginei que a traição chegaria a tal ponto. Irei para as ruas defendendo aquilo que é o seu futuro e o futuro do Brasil. Sra. presidente Dilma, coloque a mão na consciência. Não venda o campo de Libra!
Ao Sr. Ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva:
Não faça do povo brasileiro e dos petroleiros massa de manobra! Não nos venda para o capital estrangeiro. E que se transforme no espelho que um dia transformou nossas vidas, balizado também em seu passado. Entre também Sr. Presidente com uma ação de liminar em nome do PT e mostre o que o Sr. nos ensinou. Não jogue na lixeira das consciências de quem um dia acreditou no seu projeto para o Brasil.
18 de outubro de 2013
Página 2
Sra. Presidente Graça Foster:
A Sra. nos faz lembrar um passado recente, onde a categoria petroleira, defendendo um patrimônio público nacional. Nossa categoria enfrentou os canhões e revólveres na Av. República do Chile, quando FHC assaltou o 12º andar da Petrobras, roubando todos os dados de estudos e mapeamentos geológicos que a Petrobras detinha, alegando precisar de subsídios para a fundação da Agencia Nacional de Petróleo. Hoje, estes mesmos canhões se encontram nas ruas direcionados para nossas cabeças, direcionados para as cabeças do povo brasileiro, impondo grande prejuízo à nação como nas grandes ditaduras dos países de terceiro mundo. A Sra. presidente deveria ter ao menos hombridade, e a qualquer custo, até mesmo com sacrifício que nós petroleiros temos a capacidade de realizar, ou utilizando o lucro acumulado da Petrobras, e recompre aquilo que já é nosso. A Sra. tem a oportunidade de entrar para a história como uma das maiores empreendedoras que esta companhia já teve. Mostre que a Petrobras tem corpo técnico capaz de desenvolver o campo de libra. Devemos utilizar a riqueza que pertence ao povo brasileiro, e mostrar nosso orgulho de ter uma presidente empreendedora capaz de utilizar o orçamento de uma empresa para possibilitar a transformação de um país.
Ao senhor José Eduardo Dutra:
Sabemos que o Sr. é o conselheiro da presidência da Petrobras. Sabemos de suas lutas dentro do PT pelos ideais da soberania nacional. O Sr. conhece muito bem os mecanismos que regem o sistema BR. Nosso passado de luta que o Sr. mesmo reconheceu quando readmitiu aqueles perseguidos por FHC, anistiando os petroleiros da grande greve de enfrentamento de 1995. Por conhecer sua história, nós petroleiros te pedimos mais um favor: Interceda no ato da venda do Campo de Libra, para que o mesmo fique nas mãos da Petrobras. Mostre a nós petroleiros, filiados ou não ao PT, que aqueles ideais que vocês nos ensinaram ainda estão vivos. Estamos perplexos com o rumo que o governo tem dado a situação, ficando anestesiados a ponto de não reagirmos.
Não ficaremos calados! A resposta virá em breve.”
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Traídos e profundamente desapontados.
É exatamente assim que nós, os petroleiros, estamos nos sentindo nesse momento: covardemente traídos e apunhalados pelas costas por Lula e por Dilma Rousseff, ele por não se pronunciar sobre esse crime que se está cometendo com relação ao Campo de Libra (quantos e quais mais no futuro?), ela por está desdizendo tudo aquilo que afirmava até pouco tempo, a noção e defesa da soberania brasileira jogadas no ralo das desculpas esfarrapadas da necessidade de pressa na operação dos campos, implicitamente dizendo ao povo que nós e a Petrobrás não temos condições técnicas e humanas de colocá-los pra funcionar adequadamente e no prazo que o Brasil requer, numa palavra, esse governo está dizendo que nós, os petroleiros brasileiros, somos, num certo sentido, incompetentes.
É duro constatar isso Sr Luis Inácio e Sra Dilma Rousseff, mas, lembrem-se, a História é um dos juízes mais pacientes e implacáveis que existe e não costuma premiar a traição dos povos.
MUNDO JURÍDICO REFLETIDO NA LAGOA NA HOMENAGEM AOS PRESIDENTES DOS SUPREMOS DO BRASIL E DA FRANÇA
O espelho da Lagoa Rodrigo de Freitas refletiu ontem uma ocasião especialíssima. Um jantar em que eram homenageados, simultaneamente, os presidentes do Supremo Tribunal do Brasil, ministro Joaquim Barbosa, e da França, Jean-Louis Debré, cujo título correto é presidente do Conselho Constitucional da França.
Os anfitriões eram o advogado Carlos Roberto Siqueira Castro e Silvia, em seu elegante e discreto apartamento da Avenida Epitácio Pessoa, para um grupo de amigos do mundo jurídico.
Grande parte dos convidados estará amanhã participando, no Copacabana Palace, do seminário “A jurisdição constitucional no Brasil e na França – o novo modelo francês e a questão prioritária de constitucionalidade”, a convite do mesmo dr. Carlos Roberto Siqueira Castro, tendo como palestrantes um elenco de protagonistas do Judiciário.
Eles são: Joaquim Barbosa, presidente do STF; Jean-Louis Debré, presidente do Conselho Constitucional da França; Marc Guillaume, secretário geral do Conselho Constitucional da França; Guillaume Drago, professor titular de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade Panthéon-Assas – Paris II, bem como o professor Carlos Roberto Siqueira Castro, da mesma universidade francesa.
Carlos Roberto e Silvia de Siqueira Castro receberam ontem, à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, homenageando os presidentes do Supremo Tribunal Federal do Brasil e da França. (Foto Sebastião Marinho)
A Siqueira Castro Advogados, de Carlos Roberto, é um dos maiores escritórios de advocacia do Brasil, com filiais em vários países e também associada a outros importantes escritórios no exterior.
APELO DE UMA MÃE EM DESESPERO À PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF
Meu peito se rasga inteiro numa cicatriz de dor, como se o coração do Brasil tivesse sido aberto pelo bisturi de um cirurgião planetário, e dele jorram minhas queixas e desesperadas lamúrias, que batem e ecoam na parede silenciosa do fundamentalismo, daqueles que não querem refletir.
Imagino se pensam como gado adestrado para não divergir, sob o guarda chuva protetor de uma sigla, semelhante a uma seita pentecostal, à qual reverenciam sem discussão.
Não, só pode ser mesmo o imaginar tonto de meu desespero que me leva a tais alucinações, quando vejo-nos à beira do precipício de um leilão, em que será batida no martelo a maior das nossas preciosidades, o luxo dos nossos luxos, pelo qual esperamos praticamente um século inteiro, desde as primeiras prospecções da Petrobrás, e que garantiria aos brasileiros o salvo conduto de uma vida boa, confortável e independente.
Ainda no meu torpor, imagino que, para a presidente Dilma, leiloar o Campo de Libra seria como uma mãe que se visse obrigada a negociar os órgãos vitais de alguns de seus próprios filhos para dar aos outros recursos necessários à sua subsistência.
Presidente, “o coração tem razões que a própria razão desconhece” (Blaise Pascal, século 17), mas estamos aqui para apoiá-la numa reflexão de último momento, atendendo ao nosso apelo, não apenas meu, porém de uma significativa parcela dos irmãos brasileiros conscientes da gravidade deste momento: suspenda o Leilão de Libra, marcado para amanhã!
Hildegard Angel
SUSPENSÃO DO LEILÃO DO CAMPO DE LIBRA JÁ, PARA QUE ELE POSSA PASSAR A SE CHAMAR CAMPO DE DILMA!
Vocês sabem e acompanharam meu empenho pela eleição de Dilma Rousseff, e disso não me arrependo. Ela tem cumprido suas promessas de desenvolvimento do país e inclusão social. Porém, não idolatro pessoas. Nutro devoção é por princípios. Sei que o ser humano é falho e sujeito às mudanças de humores e de tempo. Os princípios, não.
Foram princípios que, em foto histórica no tribunal militar, fizeram da jovem Dilma presa uma heroína de sua época, tendo apenas o nariz arrebitado como estandarte.
Pois é em nome desses princípios que hoje eu me mobilizo. Dos princípios daqueles brasileiros patriotas, que nos anos 1950 foram às ruas berrando “o petróleo é nosso!”, e daqueles outros, que nos anos 1960 e 1970 foram às masmorras sangrando “o Brasil é nosso!”.
O Brasil é maior do que partidos, do que projetos de poder, sejam eles de que sigla forem, quantas letras elas tenham, que ideologias abracem.
O Brasil é nossa Pátria, nosso país, nosso solo, é o nosso “para sempre”. Onde nascemos, vivemos e repousaremos. De onde retiramos nosso pão.
O Brasil não é um político. Com barbas ou sem, com botox ou sem, com dignidade ou sem, com mãos limpas ou sem.
Ainda na minha caminha de criança, ouvia meu pai me embalar, com seu sotaque americano e a tatuagem de Mickey Mouse no braço, dizendo das grandezas do meu país, que era o país do futuro, e que seria um país rico e muito próspero. Falava das ferrovias que o cortavam inteiro em suas “dimensões continentais” e, principalmente, do INPS (antes de se chamar INSS), que atendia a todos os pobres, das leis trabalhistas de Getúlio e de outras coisas que beneficiavam o povo e o trabalhador, que em seu país não havia e o encantaram tanto, quando descobriu nosso Brasil.
Norman Angel Jones falava também com entusiasmo da campanha “O Petróleo é nosso”. Acreditava que sob o solo brasileiro corria pujante um rio negro de riqueza. Hoje sabemos que não apenas sob a terra, como sob os nossos mares.
Presidente Dilma, idolatro o Brasil. Como sei que a senhora também. Não lhe perguntarei o porquê do incoerente Leilão do Campo de Libra, contradizendo frontalmente sua promessa explícita de campanha de que não daria a exploração do pré-sal às empresas internacionais, pois “isso significaria tirar dinheiro do país”.
Não lhe perguntarei porque as razões são óbvias: as pressões externas e as pressões econômicas internas.
Mas lhe digo, presidente, esta não é a hora de esconder pressões e de se submeter a elas, é a hora de exibi-las, dividi-las conosco, os maiores interessados, os proprietários do Campo de Libra, a soberana população brasileira.
Não é hora de fazer jogo político, é hora de abrir o jogo. A riqueza do Brasil não merece estar sujeita ao pano verde, rolando feito dados na disputa partidária dos que agora se aproveitam da fragilidade do momento para tirar ‘partido’.
O Campo de Libra junto com o Campo de Franco, ao lado, na mesma estrutura geológica, formam o Maior Campo de Petróleo da História do Mundo, com mais de 25 bilhões de barris! Superando o de Gawar, até então maior do mundo, na Arábia Saudita.
Nosso óleo é de altíssima qualidade, óleo leve, o que o faz ainda mais especial e ambicionado, e o diferencia, por exemplo, do óleo da Venezuela, que tem imensas reservas, mas não tem um campo do tamanho de Libra nem dessa qualidade, é óleo pesado.
Está previsto no artigo 12º da Lei de Partilha que Libra se trata de área estratégica, que deve pertencer à União, em benefício de todos os brasileiros, e explorada 100% pela Petrobras. Está lá escrito. É de lei. E ponto final. Não vamos mudar.
É o nosso futuro, do qual meu pai falava, me enchendo de esperança, em minha caminha de sonhos. Futuro que, enfim e por direito, deverá pertencer a nossos filhos e netos. Lutamos e esperamos demais por ele, para agora vê-lo repassado, assim, a terceiros, na voz miúda, compartilhado sem maiores explicações.
Idolatro princípios, presidente Dilma. Idolatro o Brasil. Não idolatro pessoas, mas a respeito e admiro, presidente, por sua gestão e a intenção da palavra dada.
Em nome da coerência: Suspensão do Leilão do Campo de Libra Já!
E proponho que, após essa suspensão, a quem de direito for, rogo e solicito, que o campo passe então a se chamar Campo de Dilma.
Lembrando aquela admirável jovem, que erguia como estandarte de sua coragem o nariz arrebitado, enquanto os juízes escondiam na vergonha os rostos, peço à nossa Chefe de Estado que, coerente com o discurso de sua campanha, reveja a questão do Campo de Libra e suspenda o leilão de amanhã. A população brasileira é soberana e há de passar a chamá-lo Campo de Dilma!
VITÓRIAS DA ACESSIBILIDADE (E DA CARMEN): DEPOIS DO ELEVADOR DO MUNICIPAL, A RAMPA DO CIPRIANI…
No post anterior falei do posicionamento de Carmen Mayrink Veiga contra o leilão do campo de Libra, do Pré Sal. Carmen é mulher de causas e militâncias. Numa delas, a da acessibilidade, tem colhido várias vitórias. Quando o Teatro Municipal do Rio de Janeiro instalou seu elevador para cadeirantes fez questão de convidá-la, sabedor do grande empenho tido por Carmen naquele sentido. Havia muito da luta de Carmen naquele gol em favor de todos os deficientes físicos frequentadores do teatro…
Há tempos, Carmen reclama das dificuldades de acessibilidade no Copacabana Palace, que, a cada nova adaptação de acesso do hotel, a convida para conhecer os progressos. Ela fica feliz e realizada. Agora, querida Carmen, veja o email que acabo de receber da dinâmica diretora-geral do Copa, Andréa Natal:
“Hilde querida,
Gostaria de te comunicar que avançamos mais no nosso projeto de acessibilidade. Já temos a rampa de acesso ao restaurante Cipriani. A plataforma até o restaurante chega em 15 dias”.
E junto Andréa remeteu esta foto abaixo, ilustrativa de que não há mais os degraus, já com o espaço para a instalação da plataforma.
Viva a Natal! Viva a Carmen! Viva a Hildezinha! Viva o Copa!
VOTE: AS MAIS BEM-VESTIDAS DA SEMANA!
Chegou a hora de conferir a nossa super seleção de mulheres que integram a lista d’ As Mais Bem-Vestidas da Semana! O resto você já sabe, né? O resultado final está em suas mãos! Escolha a sua preferida e não deixe de votar na enquete ao final do post.
Lembrando que a eleição vai até quarta-feira (23)…
3, 2, 1…Valendo! 😉
Legendas: Beth Pinto Guimarães e Rachel Chreem no coquetel de lançamento da Alberta Atelier, em Ipanema – Fotos de Murillo Tinoco; Fernanda Machado na estreia da peça “Vênus em Visom “, dirigida por Hector Babenco, no Teatro Leblon – Foto AgNews; Rosamaria Murtinho em evento em homenagem a Vinicius de Moraes, com show de Miucha e Georgiana de Moraes, na Cesgranrio – Foto de Marcelo Borgongino; Liège Monteiro na apresentação do espetáculo “Stars of Today meet the Stars of Tomorrow”, no Teatro Alfa, em São Paulo – Foto: AgNews
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MINHAS QUERIDAS AMIGAS, PEÇO A TODAS VOCÊS UM MINUTO DE RESPONSABILIDADE CIDADÃ
Minhas queridas amigas.
Conhecedora que sou de sua responsabilidade cidadã, venho lhes fazer o apelo a uma reflexão sobre a gravidade desses instantes finais que precedem o anunciado Leilão do Campo de Libra do Pré Sal, no próximo dia 21, o que poderá significar efeitos catastróficos para o Brasil de nossos filhos e de nossos netos.
Somos mães, não nos podemos esquecer. E a maternidade nos imbui do papel de protetoras não só de nossos filhos, como também de nossa Pátria, da Pátria onde nascemos, onde os criamos e onde todos vivemos.
Outras amigas nossas já assinaram e já se manifestaram publicamente contra tal absurdo, como Carmen Mayrink Veiga, no programa Fantástico. Peço que leiam com atenção o manifesto que remeto e, por favor, que o assinem, como eu já fiz.
A causa é nobre, é urgente, é fundamental para nosso país. O apelo é desesperado e premente. Nossa presidente Dilma está cometendo um grave erro e precisamos, como mães, ajudá-la a ver isso.
Presidente Dilma, reflita. Vender por R$ 1 bilhão o poço de Libra do Pré Sal, avaliado em 1,5 trilhão de dólares, significará a morte dos sonhos de nossa juventude. Cancele o leilão, permita aos jovens brasileiros a possibilidade de um futuro à altura da grandiosidade de nosso Brasil!
Minhas amigas que me leem, muito obrigada pela adesão de todas vocês, se for possível.
Meu abraço carinhoso,
Hildegard Angel
http://www.peticaopublica.com.
A NOVA ALBERTA
Rachel Chreem comemorou os 10 anos de Alberta marcando o início de uma nova fase da marca como uma das mais representativas multimarcas de roupas e acessórios de festas. A empresária recebeu clientes e amigos para coquetel na reinauguração da multimarcas em Ipanema, agora rebatizada de Alberta Atelier. Durante o coquetel, um ensaio fotográfico das novas coleções das grifes nacionais e internacionais. Na passarela, criações que estão à venda por lá. Parte das vendas do dia foi revertida para o Pró-Criança Cardíaca da Dra. Rosa Célia…
Leonor Messer, Rachel Chreem e Francis Waymberg
Beth Pinto Guimarães e Eliana Moura
Lilian Rabinovitch, Eila Nigri e Ana Luiza Nigri
Rachel Chreem e Jackie Sperandio
Flavia Annunziato
Thaisa Rodrigues
Laysa Quirino
Gabriela Uiterwaal
Fotos AGi9 Murillo Tinoco
ERWIN BLUMENFELD, GÊNIO DA FOTOGRAFIA DE MODA, GANHA EXPOSIÇÃO EM PARIS
Erwin Blumenfeld é considerado um dos mais influentes fotógrafos do século XX. Ao longo de 35 anos de carreira, produziu grande material fotográfico, incluindo nus em p&b, fotografias de celebridades, campanhas de publicidade e fotografias de moda para capas e editoriais de revistas como Vogue e Harper’s Bazaar.
Nasceu em Berlim, no final do século XIX. Autodidata, começou a fotografar ainda criança. Ao lado de artistas, participou do movimento dadaísta. Em Paris, na década de 30, fotografou célebres pintores como George Rouault e Henri Matisse. Mas foi em Nova York, depois de fugir da Segunda-Guerra Mundial, que ganhou notória fama, destacando-se, principalmente, por suas fotografias de moda, tornando-se o fotógrafo do ramo mais bem pago do mundo!
Erwin Blumenfeld em autoretrato, Paris,1938
Erwin era extremamente inovador e experimentalista. Imprimiu seu estilo de cor à fotografia como um pintor, revolucionando o modo de ver a moda através da imagem. Com seu jogo de luzes, utilizou-se de técnicas como solarização, sombras e espelhos que replicavam imagens, entre outros efeitos que causavam falsa impressão de multiplicação. Enquanto que em seus trabalhos pessoais, Erwin gostava de usar o preto e o branco, em seus trabalhos para a publicidade e para a moda, as cores predominavam e encantavam.
Recentemente, o Musée du Jeu de Paume, em Paris, inaugurou uma grande exposição inteiramente dedicada ao trabalho do artista, que ao longo de sua carreira também produziu colagens, desenhos e curtas. Quem estiver pela Cidade Luz até o final de janeiro, não pode deixar de conferir!
Fiquem aqui com algumas das belas fotos de Erwin, um dos maiores fotógrafos de moda de todos os tempos!
Detalhe do rosto da modelo Jean Patchett para a capa da Vogue US, 1950
Audrey Hepburn , 1952
Color and lighting, 1952
Vogue US, março de 1950
Modelo do alto da Torre Eiffel, Paris, 1939
City lights, 1946
Do your part for the Red Cross, Vogue US, março de 1945
Babe Paley para Vogue US, fevereiro de 1947
Vogue US, janeiro de 1951
1950
Carmen Dell´Orefice, 1956
Vogue US, 1949
Vogue US, agosto de 1944
Erwin Blumenfeld (1897-1969) – Photographies, dessins et photomontages
De 15 de outubro de 2013 a 26 de janeiro de 2014
Musée du Jeu de Paume: 1 place de la Concorde, 75008 Paris





















