A cada ano, Carlos Alberto e Beth Serpa conseguem, surpreendentemente, brindar seus convidados com um jantar de pré-Natal mais encantador e mágico do que o anterior. É o Magic Christmas do Rio, que todos ansiosamente aguardam. É quando as mulheres capricham nos looks, nas joias, nos humores, esquecem as dietas, e os homens não fazem conta da hora de voltar pra casa. A noite é uma criança. Aliás, todos se tornam crianças. Pois o apartamento luxuoso dos Serpa, nessa noite especial, transforma-se num fascinante parque de diversões, em que todas as fantasias são possíveis acontecer. Assim, depois da entrada triunfal das louras Terezinha Pittigliani, muito mais magra, e Yara Andrade, com fabulosas esmeraldas a lhe descerem quase que até a cintura, vemos adentrar o sorriso espetacular da morena Regina Marcondes Ferraz. E Idinha Seabra chega toda em tom salmão, num caftan, que reinaria absoluto não fosse o da Eliana Moura, em que feras se confrontam (um Versace), e Eliana está bonita como há muito tempo a gente não via. O caftan da anfitriã Beth Serpa não fica atrás, sobretudo pelos acessórios que ela usa: o colar com franja de diamantes e o par de pulseiras idênticas de brilhantes, uma em cada braço.
Mariza Coser com um colar de pérolas graúdas de quatro voltas simplesmente espetacular, hipnotizante mesmo, completando seu caftan Cavalli.
Como acontece todos os anos, o casal Serpa acrescenta novos nomes à lista cativa do jantar tradicional, tornando o ambiente ainda mais vibrante. Desta vez, foram os elegantes Eliana Moura, Ronaldo e Maria José Goytacaz Cavalheiro, Paulo e Renata Fraga, Paulo e Leise Espírito Santo.
A noite corre fluida, servida por uma brigada de garçons vestindo smokings vermelhos, feitos sob medida, servindo solícitos, não deixando as flütes esvaziarem sequer um milímetro.
Eram cinco mesas redondas cobertas com toalhas de organdi estampadas com motivos natalinos, nas cores ouro, vermelho e verde. Como centro das mesas, um pinheiro de natal com luzinhas coloridas. Os marcadores de lugar eram porta retratos em forma de floco de neve dourado, com a foto do comensal em questão. Ideias criativas do Serpa. Diante de cada prato, um Menino Jesus numa pequenina manjedoura. Os porta guardanapos, capotantes de lindos, eram bordados de motivos natalinos. As mesas, enfim, eram um show!
Jantar à francesa, o clássico cardápio natalino. Tudo saborosíssimo. Eu já falei a vocês que nesses jantares dos Serpa a gente sempre faz questão de esquecer a dieta? Pois é! A horas tais, após a sobremesa (ou terá sido durante?), eis que entra no salão do jantar (todo com décor temático, presépios em tamanho quase natural), ao som de uma orquestra ao vivo, tocando hinos de Natal, a Sagrada Família, José, Maria e o Menino Jesus no colo, vestidos ricamente, mantos bordados, resplendores lindos, lindos, presos às cabeças, e desfilam solenes e comovidos entre as mesas.
Em seguida, ingressa na sala o time de artistas cantores da Casa Julieta de Serpa ricamente vestidos em trajes de gala de pailletés vermelhos – elas com acessórios de brilhantes – e cantam hinos de Natal. Primeiro em português, depois em inglês perfeito.
Por fim, a entrada triunfal de Papai Noel, vestido, não com a clássica roupa do Bom Velhinho, mas com uma capa vermelha de veludo, majestosa, bordada a prata, lembrando o Papai Noel ortodoxo russo, bizantino, toda debruada de arminho, um deslumbre! Ao lado, seu duende de orelhas compridas, levando bandeja cheia de presentes. Papai Noel fazia “Ho, Ho, Ho”, chamava os convidados pelo nome, dava tapinhas nas costas de cada um, posava para fotos com eles, prometia um bom ano para todos e desejava “Feliz Natal!”, pedindo que fossem “bonzinhos”.
É claro que nos sentimos com 10 anos de idade (se tanto!) e esperamos ansiosamente pela chegada do duende às nossas mesas, para recebermos nossos presentes, nosso tapinha e pedirmos uma foto com Papai Noel. Quanta ansiedade!…
E, quando ele não disse meu nome, lembrei a ele, quase chorosa, “sou a Hilde, Papai Noel”, igual a qualquer qualquer criança implorando pra sentar no joelho do Bom Velhinho no shopping.
“Ho, Ho, Ho”, ele respondeu. “Eu sei, Hilde, Feliz Natal!”.
Ah, e como eu fiquei contente de ser reconhecida pelo Papai Noel bizantino do reino encantado dos Serpa! Não só eu, como também ficaram contentes a Maria Célia, a Belita, a Regina, o Chalita, a Maninha, os Amaral, os Paes, os Clark…
Ah, como é bom fazer parte dessa corte, onde tudo é beleza, é bom gosto, requinte e delicadeza.
Belita Tamoyo e Carlos Alberto Serpa

Beth e Carlos Alberto Serpa, Gabriel Chalita e Leleco Barbosa
Beth Serpa e Hilde

Beth Serpa e Belita Tamoyo

Beth Serpa, Paula Paes e Maria José Goytacaz Cavalheiro
Beth Serpa, Paulo e Leise Espírito Santo e Hilde

Entrada triunfal de Eliana Moura

Francis Bogossian, Walter Moraes e Ricardo Amaral
Gabriel Chalita, Beth Serpa e Flávia Veiga
Reencontrando meu amigo Gabriel Chalita e os anfitriões Carlos Alberto e Beth Serpa

Idinha Seabra Veiga, Belita Tamoyo e Beth Serpa

Idinha Seabra Veiga e Belita Tamoyo
Jair, Mariza Coser & pérolas
Cada um conferindo o porta retrato com a própria foto usado como marcador do lugar
O discurso de Serpa


Leise Espírito Santo e Maria José Goytacaz Cavalheiro

Leleco e Maninha Barbosa e Regina Marcondes Ferraz

Mariza Coser

Mariza e Jair Coser e Idinha Seabra Veiga

Monica Clark, Lourival Paes e Maninha Barbosa

Monica Clark e Mariza Coser

Monica Clark, Paulo e Renata Fraga e Hildegard Angel

Carlos Alberto e Beth Serpa: árvore de laçarotes dobrados

Paula e Lourival Paes e Gabriel Chalita

Paula Paes, Sergio Clark, Leleco Barbosa, Renata Fraga, Ricardo Amaral e Regina Marcondes Ferraz
Paulo Espírito Santo: porta retrato de “floco de neve”

Ricardo Amaral, Sergio Clark e Gisella Amaral

Ricardo e Gisella Amaral

Ricardo e Gisella Amaral

Ricardo e Gisella Amaral: depois do jantar, a sessão charuto

Carlos Alberto Serpa, Paulo e Leise Espírito Santo

Terezinha Pittigliani, Hilde e Carlos Alberto Serpa

Terezinha Pittigliani bem mais magra
, Beth Serpa com as “best friends” Yara Andrade e Terezinha Pittigliani
Yara Andrade e Paula Paes
Fotos de Verônica Pontes e Marcelo Borgongino