Sobre Hildegard Angel

colunadahilde@gmail.com Hildegard Angel é uma das mais respeitadas jornalistas do Rio de Janeiro. Durante mais de 30 anos foi colunista no jornal O Globo, quer cobrindo a sociedade (com seu nome e também com o pseudônimo Perla Sigaud), quer cobrindo comportamento, artes e TV, tendo assinado por mais de uma década a primeira coluna de TV daquele jornal. Nos últimos anos, manteve uma coluna diária no Jornal do Brasil, onde também criou e editou um caderno semanal à sua imagem e semelhança, o Caderno H. Com passagem pelas publicações das grandes editoras brasileiras - Bloch, Três, Abril, Carta, Rio Gráfica - e colaborações também em veículos internacionais, Hildegard talvez seja a colunista social com maior trânsito

Em cartaz na moda de Bianca Gibbon, “De volta para o passado”: poncho de crochê, chapéu de feltro desabado, blusa cigana

Bianca Gibbon é descomplicada. Ela traça seu caminho na moda com objetividade e alça seus voos de acordo com as asas. A partir de uma loja de moda infantil com criações próprias, percebendo o potencial da clientela das mães, ousou seu passo seguinte, com endereço na mesma Ipanema, no 2000, ampliando o foco de sua marca para moda feminina. Sucesso!

Segue com determinação e cautela, contando com o apoio de uma, vamos chamar assim, “equipe de madrinhas”. Elas são a sua mãe e sócia, Teresa Gibbon, profunda conhecedora dos meandros da moda e da costura, pois já teve confecção própria; a cliente de sua moda infantil, Georgia Worttmann, que acabou se tornando grande amiga e modelo “talismã” de seus lançamentos e catálogos de moda, além de um grupo de “madrinhas” jornalistas e blogueiras (os) de moda, que invariavelmente a prestigiam.

Difícil não incentivar Bianca, para quem acompanha seu esforço legítimo e continuado e seu crescimento no mercado.

A coleção Gitana, que ela apresentou à imprensa e compradores durante almoço na Bottega del Vino, da rua Dias Ferreira, aberta especialmente para seus convidados naquele horário, é uma síntese bem pensada das tendências que a carioca vai vestir em nosso outono inverno sem frio – ou com muito pouco dele.

Camurças, tricôs, jeans, num astral folk bucólico rural glamouroso.

Saias longas, estampas exclusivas, que nos inspiram gitanas, indianas, hippies-chics, em volta de fogueiras, rodopiando ao som de violas, calçando botas até os joelhos em camurças delicadas, cintos largos nos quadris, joias étnicas de prata.

Um quê de western, um muito de coletes cardigan, curtos ou longos, de crochê, saias com babados, e aquelas blusas aciganadas, sensuais, ombros à mostra e mangas que escorregam até as mãos, terminando em babado.

Marcando a volta do poncho tricotado, com ponto bem aberto, usado sobre o vestido inteiro longão estampado. Ou então o vestido preto curtinho de crochê (anos 70 total), abrindo em babados godê. E muitas botas acamurçadas.

A Gitana é facílima de vestir. É graciosa, up to date e não tem erro. No rala-rala do cotidiano ou no far niente do lazer, ela é para todos os momentos dos meses acinzentados que vêm chegando.

Biana Gibbon prossegue sua caminhada na moda a passos firmes. Agora, usando botas de camurça e chapéu de feltro com abas desabadas, de sua Gitana Collection… 

gibbon Bainca Gibbon e Hildegard Angel

Bianca Gibbon, vestindo a estampa exclusiva de sua coleção Gitana, e eu

gibbon Jackie Sperandio, Sylvinha de Castro e Lucia Quintaes

Formadoras de opinião na moda: Jackie Sperandio, Sylvia de Castro e Ana Lucia Quintaes (ela veste os jornais da Rede Globo)

gibbon Patricia Veiga, Rogerio S. e Zizi Ribeiro

Patricia Veiga (há três anos vestindo o jornalismo da Rede Globo) , Rogerio S e Zizi Ribeiro

gibbonAndrea Rudge

Andréa Coser Rudge, a primeira a ter um exemplar da coleção Gitana outono-inverno, de Bianca Gibbon, exibe aqui os vestidos longos nas araras, com as estampas todas exclusivas

gibbon Christina Hellesjo

Christina Hellesjo

gibbon Nicola Giorgio e Dionísio Chaves

Os sócios Nicola Giorgio e Dionísio Chaves, donos da Bottega del Vino, abriram a casa à hora do almoço especialmente para a moda de Bianca Gibbon. Mas o projeto é abrir sempre. Comemos como deuses, hanhamnham…

A Bottega tem a marca do bom gosto e da qualidade de todas as casas que trazem a chancela da dupla ou apenas do Nicola, como o Uniko, no Centro da cidade (no prédio da antiga SulAmérica), e o Duo, na Barra da Tijuca, para dar somente dois exemplos magníficos.

gibbon Wagner Fernandes, Patricia Furtado e Felipe Dornelles

Wagner Fernandes, que assina o projeto visual da campanha Gitana, a modelo Patricia Furtado, vestindo o look Gitana, e Felipe Dornelles, o stylist

gibbon Georgia Wortmann, Patricia Furtado e Hildegard Angel

As modelos Georgia Wortmann, a Grace Kelly de nossas passarelas, e Patricia Furtado e a jornalista

gibbon O casal Bianca Gibbon e Rogério Oliveira

Bianca e Rogerio Oliveira

gibbon Teresa Gibbon e Andrea Rudge

Teresa Gibbon, com o look Gitana, e Andréa Rudge

gibbon Suzana Galdeano e Patricia Veiga

Suzana Galdeano e Patricia Veiga

gibbon Sueli Bombiere e Christina GaldeanoSueli Bombieri. e Christina Galdeano, que responde pela assessoria de imprensa de Bianca Gibbon

Fotos de Marco Rodrigues

Abaixo, o look Gitana por Bianca Gibbon, em foto de Felipe Gaspar, modelo Patricia Furtado, produção do catálogo Georgia Wortmann

Bianca Gibbon 001

 

O primeiro documento de Charlotte Elizabeth Diana of Cambridge

A ficha de nascimento escrita à mão da princesa Charlotte Elizabeth Diana of Cambridge é simplesmente antológica.

Para quem achou o nome dela longo, o do pai é ainda mais comprido, William Arthur Philip Louis.

Mas o mais sensacional é o item “ocupação” dos pais: “Princesa do Reino Unido”, “Príncipe do Reino Unido”.

A assinatura de William é firme, simples e determinada, diriam os grafólogos…

ficha de nascimento da princesa

Aos 50 anos de casados, Ricardo e Gisella Amaral aumentam a prole: nasceu o Rio Book!

O alto nível alcançado por nossa hotelaria e todo o conjunto de alternativas de serviços, lazer, cultura, que, no Rio de Janeiro, atendem ao turismo, estão retratados de modo esplêndido nas páginas do Rio Book, que Ricardo Amaral acaba de criar, editar e lançar, com a chancela e o apoio do Rio Sul, num coquetel exclusivo para os nomes mais qualificados do mercado turístico, bem como nomes que são a marca registrada da cidade.

Mais uma bela peça que o clã Amaral nos prega, pois o projeto Rio Book, além do Ricardo, traz o Rick Amaral – filho – e a Gisella, como diretamente envolvidos.

O Rio Book é aquela linda publicação que o turista encontrará acessível em seu quarto, nos hotéis da cidade. Um livro bilíngue, português e inglês, com apresentação do prefeito Eduardo Paes, capa dura, fotos e papel da melhor qualidade, textos bem redigidos, edição de primeira. Enfim, aquele produto editorial que o turismo da Cidade do Rio de Janeiro há muito tempo exigia e, sabe-se lá o porquê, ninguém havia tido a iniciativa de realizar.

O Rio Book é apenas a ponta do “iceberg” quentíssimo que vai atracar na cidade, tendo como timoneiro o Amaral. A reboque, virão as revistas Rio Book, permanentemente atualizadas com a programação do Rio, também distribuídas em hotéis, restaurantes, lojas, shoppings. E virá o que deu ao Ricardo o status da realeza: suas festas!

Sim, o projeto Rio Book será tipo uma fábrica de sonhos, de eventos e de festas capotantes, cheias de criatividade, únicas, com a grife “by Amaral”. A primeira delas será a dos 50 anos de casados de Ricardo e Gisella. Um luau na Praia do Peró, com o jeitinho que a Gisella tem e gosta, cestos de flores, pareôs, o Havaí é aqui… e a sociedade dourada, bronzeada, esculpida, com os sorrisos mais perfeitos e iluminados do planeta.

Satisfeitos?

Satisfeitissíssimos!

Rio Book  MARCIO WERNER( SUPERINTENDENTE DO RIO SUL E RICARDO AMARAL

Marcio Werner, diretor superintendente do Rio Sul, e Ricardo Amaral

Rio Book  JOQUIM NABUCO (FOTOGRAFO,DEYSE KRIEGER E CHICÓ GOUVEIA

O fotógrafo Joaquim Nabuco, Dayse Krieger e Chicô Gouvêa

Rio Book  CHICÓ GOUVEIA E GILBERTO URURAY

Chico Peltier de Queiróz e Gilberto Ururahy

Rio Book  CLAUDIO MAGNAVITA,RICARDO E GISELA AMARAL

Claudio Magnavita, do Rio Convention Bureau, Ricardo e Gisella Amaral

Rio Book  RICAQRDO AMARAL

Ricardo Amaral folheia seu último lançamento editorial: Rio Book. Uma parceria com o Rio Sul e a Cidade do Rio de Janeiro

Rio Book  THOMAZ NAVES ( DIRETOR DA TV RECORD,MARIA KLIEN E RICARDO AMARAL

Thomaz Naves, diretor da Record Rio, Maria Klien e Amaral

Rio Book  HECKEL VERRI,GISELA AMARAL E RICARDO AMARAL

Heckel Verri, Gisella Amaral e seu love

Rio Book  ANTONIA LEITE BARBOSA E DANIELE MENDES

Katia Leite Barbosa e Danielle Mendes

Rio Book - Gabriel Goyanes, Roosevelt Duarte e Sergio Cherrmon

Rio Book – Gabriel Goyanes, Roosevelt Duarte e Sergio Chermon

Rio Book   GISELA AMARAL E DON EUDES ORLEANS E BRAGANÇA

Gisella Amaral e dom Eudes de Orléans e Bragança

Rio Book RICARDO AMARAL, SYLVIA CHATEAUBRIAND E CARLOS ALBERTO CHATEAUBRIAND

Ricardo Amaral, Sylvia e Carlos Eduardo Chateaubriand

Rio Book RICARDO AMARAL,ENTRE OS DIRETORES DO RIO SUL

Ricardo Amaral e toda a equipe da diretoria do Rio Sul

Rio Book Ricardo e Gisela Amaral

 

Ricardo e Gisella Amaral: 50 anos de casamento

Fotos de Sebastião Marinho

Imortal Arnaldo Niskier dá a partida no Projeto 80 Anos, com lançamento de Exposição e Fotobiografia na ABL

O professor, jornalista e escritor, membro imortal da Academia Brasileira de Letras, Arnaldo Niskier, chega aos 80 anos com uma rica história pessoal e profissional a compartilhar. Seu Projeto 80 anos foi deslanchado esta semana no mais nobre dos espaços, a própria Casa de Machado de Assis, com o lançamento da edição de sua fotobiografia e uma exposição com as fotos ampliadas.

Além disso, os convidados presentes participaram do coquetel de comemoração do aniversário com direito a bolo e happy birthday. Foi um trabalho de pesquisa de dois anos, para reunir os registros fotográficos das muitas décadas em que Niskier tem pontificado na vida intelectual brasileira, quer como jornalista da Manchete, quer como colaborador de vários outros veículos e organizações, quer como escritor com inúmeras publicações, como professor, como gestor público, ocupando secretarias de governo (foi o primeiro Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro), presidindo fundações e inúmeras outras atribuições. Para isso, contou com a assistência da pesquisadora Manoela Ferrari.

Com expressão nacional, Arnaldo mereceu em seu evento a presença de intelectuais de vários estados brasileiros. E os que não puderam vir ao Rio de Janeiro tiveram o cuidado de se manifestar. Como foi o caso do ilustrador Maurício de Souza, que, na madrugada que se seguiu à comemoração, postou em seu microblog no Twitter:

Mando um abraço ao “imortal ” Arnaldo Niskier, da Academia Brasileira de Letras. velho amigo, pelo 80 anos que viveu e nos deu.

Parabéns, Arnaldo! Todas as homenagens pelos seus 80 bem vividos, grande parte deles ao lado da grande parceira Ruth, serão sempre poucas, bem aquém de seu merecimento!

Niskier. ARNALDO NISKIER .Arnaldo Niskier diante da exposição fotográfica com momentos de sua carreira jornalística. Ao fundo, entrevistando Garrincha.

Niskier RUTH NISKIER. SALOMAO SCHWARTZMAN ARNALDO NISKIER ANNA SCHARTZMAN

Ruth e Arnaldo Niskier com Salomão e Anna Schwartzman

Niskier ROSA E RUY BARRETO

Rosa Maria e Ruy Barreto

Niskier ROBERTO STERN ARNALDO NISKIER RUTH STERN

Arnaldo Niskier entre Roberto Stern e sua mãe, Ruth Stern

Niskier. MARLENE RODRIGUES GLAUCIA ZACHARIAS. RUTH NISKIER ALDA SOARES

Marlene Rodrigues dos Santos, Glaucia Zacharias, Ruth Niskier e Alda Soares

Niskier LUIZ CARLOS BARRETO E LUCY BARRETO Luiz Carlos e Lucy Barreto

Niskier RUTH NISKIER PRES. ABL GERALDO HOLANDA CAVALCANTI ARNALDO NISKIER

Os Niskier com o presidente da Academia Brasileira de Letras, Geraldo Holanda Cavalcanti, que fez o discurso na abertura do evento na Galeria Manuel Bandeira da ABL, lembrando que foi Arnaldo quem, quando presidente da casa, criou aquele espaço, antes um almoxarifado

Niskier ARNALDO NISKIER. RUTH NISKIER

Arnaldo, Ruth e o bolo dos 80, na primeira das muitas comemorações que hão de vir pela data. Ruth foi uma importante colaboradora no crescimento profissional de Arnaldo e mesmo na formatação dessa fotobiografia. Casados, ela abriu mão de sua profissão de desenhista industrial formada pela PUC para acompanhá-lo em tudo e com a maior satisfação. É uma grande parceira! As fotos do livro, além daquelas dos arquivos da Manchete, foram guardadas por Ruth em seu laptop e em álbuns(principalmente as das viagens de lazer e as de trabalho), somando-se ao enorme acervo de vídeos, dvds, depoimentos e tudo o que compõe a vida rica em informações e fatos da politica nacional e internacional.

Niskier LUIS SEVERIANO RIBEIRO

Luís Severiano Ribeiro e Maria da Gloria Antici

Niskier. BRUNA. ANDREA NISKIER. DORA. E RAQUEL NISKIER

Bruna, Andréia, Dora e Raquel Niskier

Niskier CELSO NISKIER E ANDREA NISKIER

Andréia e o professor Celso Niskier, filho de Arnaldo. Educador consagrado com uma cadeira na Academia Brasileira de Educação, aos 35 anos Arnaldo Niskier ocupou a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Governo Negrão de Lima, quando deu à cidade o Planetário do Rio de Janeiro. Como Secretário de Educação chegou a inaugurar 87 escolas no Rio e no interior do estado.

Niskier BERNARDO CABRAL ARNALDO NISKIER

O senador Bernando Cabral e o imortal Arnaldo Niskier

Niskier. BIA RIQUE BEBEL NIEMEYER MANOELA FERRARI .

Bia Rique, Bebel Niemeyer e Manoela Ferrari, a pesquisadora que realizou o cuidadoso trabalho de organização da iconografia que compõe a obra.

Niskier A. EXPOSICAO (2)

Com Zagalo, ainda como jogador juvenil do América. As pessoas se surpreenderam com a variedade e multiplicidade de atividades de Arnaldo desde a adolescência – no esporte, no jornalismo, escrevendo e lançando livros e sempre pioneiro nos avanços tecnológicos. Foi quem apresentou ao Austregésilo de Athayde, veterano presidente da ABL, o computador, há quase 20 anos.

niskier EXPOSICAO

Os jovens Ruth e Arnaldo com JK. As fotos expostas vão do preto e branco até ao digital, usando os mais modernos recursos da informática.

Niskier. MANOELA FERRARI EDUARDO COLOMBO MARIA LUISA LIMA

Manoela Ferrari, seu filho, Eduardo Colombo, e Maria Luiza Lima. Ao fundo, Frederika Bastian Pinto.

niskier. EXPOSICAO THEOPHILO AZEREDO ZUZU ANGEL HILDE ARNALDO NISKIER

1973 – Arnaldo (à direita) com Theophilo de Azeredo Santos, então presidente da Federação Brasileira de Bancos, com minha mãe Zuzu Angel ao centro, no programa de entrevistas da TV Rio apresentado por mim (em pé)

Niskier PAULO ESPIRITO SANTO. LEISE ESPIRITO SANTO ARNALDO NISKIER

Desembargador Federal  Paulo Espírito Santo e a juíza Leise Espírito Santo, com Arnaldo 80

niskier HEITOR E LILIAN GURGULINO RUTH E ARNALDO NISKIER

Professor Heitor Gurgulino, Lilian, Ruth, Arnaldo

niskier GILBERTO RODRGUEZ ALOYSIO TEIXEIRA LUIS TENORIO JOANA TEIXEIRA CI NTIA VENTURA

Gilberto Rodriguez, Aloysio Teixeira, Luiz Tenório, Joana Teixeira, Cintia Tenório

Niskier CAROL MURTA RIBEIRO

Carol e o desembargador Murta RibeiroNiskier RUTH NISKIER ALOYSIO TEIXEIRA JOANA TEIXEIRA

Ruth com Aloysio e Joana Maria Teixeira

Niskier  ISIO GHELMAN ANDREIA. FERNANDA E DORA NISKIER

Andréia, Fernanda e Dora Niskier, com o ator Isio Ghelman, genro de Arnaldo e Ruth e  um craque em comunicação visual. É dele a arte final da fotobiografia.

Fotos de Armando Araujo

Barbie Birthday da Carmen: tarde Barbie, Barbie Talk, Barbie Cake e até caixinhas de remédios da Barbie…

Todo aniversário de Carmen Mayrink Veiga é aquela disputa das amigas pelo privilégio de homenageá-la. Vence aquela que primeiro agenda com Carmen o almoço do 24 de abril.

Este ano, the winner foi… eu!!! Corri na frente e tratei de selar e sacramentar o compromisso com Carmen um mês antes da data.

O almoço foi no bistrot Formidable, aberto há pouco tempo e já um baita sucesso, necessitando de pelo menos duas semanas de reserva antecipada. O chef é o Artagon, o mesmo do Irajá, aquele restaurante que a Beth Floris inaugurou e do qual já se desfez, junto com o caçula Formidable, depois de sua bem sucedida experiência de restauratrice.

Éramos nove young ladies e um varão, o estilista Guilherme Guimarães, falando de seu último e capotante vestido de noiva, o da Astrid Monteiro de Carvalho, e dos vários próximos encomendados. Yara Andrade, com seus lindos cabelos e o sorriso ainda mais luminoso. Terezinha Pittigliani, magrinha cada dia mais. Marlene Rodrigues dos Santos com look indiano produção-dela-mesma e anel de peau d’ange enorme. A brasiliense Lilian Gurgulino, que veio passar dois meses no Rio, acompanhando Heitor em tratamento médico. Beth Serpa, com um pé em Paris. Idinha Seabra Veiga, preparando o lanche de aniversário da Glória Severiano Ribeiro, com missa de padre Jorjão. Gisella Amaral, toda verde, com colar de argolas de jade presenteado pela sua hóspede recente Elsa Martinelli. Gisella foi a última a chegar e a primeira a partir, rumo a mais uma boa ação. Todas levaram presentes. Beth Winston, ausente, fez-se representar por um arranjo de flores exuberante, que alegrou a mesa. Houve brindes, muitos brindes. A cozinha do bistrot, com o menu escrito a giz no quadro negro, foi aprovada. A gentileza do maître e dos garçons foi um item importante da tarde, em que o ponto mais alto foi a própria Carmen. Todos ficamos tão contentes de ver a Carmen de sempre, falante, entusiasmada, espirituosa, bonita e com todo gás.

Elas se despediram e dispersaram rapidamente, em seus carros ou a pé, na tarde que já anoitecia. Guilherme seguiu caminhando rumo à Ataulfo de Paiva e eu o confisquei com o meu carro, para prosseguirmos no bate papo mais um pouquinho, até Ipanema, onde o deixei na Casa Alberto.

Chegando em casa, Carmen encontrou a esperá-la um Barbie Cake. Ah, todas merecemos ter, pelo menos uma vez por ano, uma tarde Barbie, com Barbie Talk, Barbie Cake e até caixinhas de remédios da Barbie…

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Marlene Rodrigues dos Santos, look indiano com produção dela mesma, Beth, Lilian e a aniversariante Primeira e Única

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Terezinha Pittigliani, Idinha Seabra Veiga e as flores de Beth Winston

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Marlene Rodrigues dos Santos

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Guilherme Guimarães e Yara Andrade, belos, chiques e em ótima forma

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Carmen Mayrink Veiga e Gisella Amaral, grandes amigas (foi Gisella quem me conseguiu a impossível reserva de mesa para 10, pois o restô só aceita reserva para quatro)

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Beth, Lilian, Marlene e a entradinha de Charcuterie

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Terezinha e Idinha

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Gisella monocromática, toda verde, até no relógio

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Os aneis de Marlene e da Carmen

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O bolo Barbie-Carmen com vestido de baile confeitado por sua dedicada funcionária Eliane

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1 – Caixinha de remédios em forma de bombom… da charmosa Gisella Amaral

2 – Caixinha de remédios plástica compartimentada por dia da semana… do prático Guilherme Guimarães

3 – Caixinha de remédios de porcelana Limoges… da sofisticada Carmen Mayrink Veiga

Fotos de Hildegard Angel

Luiza Brunet: “Agora vão reconhecer que Alex Deneriaz foi o grande Embaixador da Amazônia”

Luiza Brunet, amiga de grande estima de Alex Deneriaz e companheira incomparável nas nossas inúmeras celebrações cariocas, telefonou-me no dia seguinte à publicação deste texto. Falava apressada, num ímpeto só, descrevendo cada etapa dos 12 dias de padecimento do amigo:

“Ele me telefonou de Manaus, assim que passou mal e foi para o SUS”, relatou-me Luiza ao telefone. “Depois, vieram a internação, a descoberta da bactéria no coração, o coma, a ida para São Paulo em jatinho. A bactéria se alojou no pulmão e, em seguida, no fígado, quando ele não resistiu mais”, continuava Luiza num fôlego, sem vírgula, sem ponto, emocionando-se ao lembrar que, na véspera de nosso amigo descansar, sua filha Yasmine foi vê-lo no Sirio Libanês, falando baixinho ao seu ouvido: “Abandona o sofrimento desse corpo, Alex, isso não é para você”.  E agora, Hilde, Yasmine está chorando, arrependida, acha que Alex morreu por causa dela”.

Tudo tão dramático, tão distante daquele nosso amigo alegrão, irradiando vibração boa e “energia cristal” (assim ele dizia) para  todos à sua volta, enquanto bebericava as “flütes” e degustava as “lâminas”, que era como chamava os blinis de caviar ou de salmão. “Lâminas, tragam as lâminas”, brincava, fartando-se dos blinis. Alex adorava ser identificado com tudo que considerasse sofisticação…

Vestia-se de forma extravagante, colorida, sempre com colares. O mais indígena dos europeus! Apesar do sobrenome Deneriaz inspirar Grécia, sua origem familiar era austríaca, porém era de corpo e espírito totalmente amazônicos. Altíssimo e louríssimo.

Se a Amazônia teve um embaixador, um cidadão amazonense brioso de sua origem, orgulhoso da floresta, dos costumes, da cultura indígena, da força daquela natureza, este era o Alex. Foi o autêntico, o legítimo Embaixador da Amazônia no Sudeste Maravilha.

Lembro-me, ainda nos anos 80, quando me pediu para que eu fizesse um camarote amazônico para 200 pessoas no Baile do Scala. Conversei com Chico Recarey e Verinha, que também eram seus amigos, e fizemos o camarote. Em outra ocasião, também a pedido do Alex, fiz uma Festa Amazônica na minha casa da Usina. O Black Tie de inauguração do Instituto Zuzu Angel de Moda, no Palácio da Cidade, teve como Menu do jantar “Dégustation Des Poissons De L’Amazonie”. O chef Demar “importou” de Manaus toneladas de tambaquis, pirarucus, tucunarés, peixes saborosíssimos de rio, descobertas gastronômicas que eu devo ao meu bom amigo Alex. Numa outra vez, fizemos em casa um jantar pela Preservação da Amazônia, quando Cristiane Torloni colheu assinaturas para seu manifesto preservacionista, com várias lideranças presentes, como o professor Ivo Pitanguy, a viúva Roberto Marinho, Martinho da Vila. Ah, meu Baile Pré-Carnavalesco Amazônico, na varanda do Copacabana Palace, também foi influência dele.

Era isso: Alex mobilizava amigos, arregimentava as consciências em torno das causas da Amazônia. Várias vezes convidou a todos nós para festas e passeios, subindo o Rio Negro, o Rio Amazonas, para irmos assistir à focagem noturna dos jacarés, o fenômeno da Pororoca, espetáculos no Teatro Amazonas ou os desfiles dos bois Caprichoso e Garantido. Também para saborear a maravilhosa culinária da chef Charufe Nasser na Ponta Negra.

Alex conseguia ver a beleza do Amazonas. Amava profundamente a sua terra, que ele tinha olhos para ver e gostar. Assim como os estrangeiros têm. As celebridades internacionais, a nobreza europeia, os artistas consagrados, os preservacionistas, os cientistas, que hoje se voltam para a Amazônia, o fazem depois do Alex, que há 30 anos alardeava as maravilhas de seu estado, sua floresta, seus povos indígenas.

Ao encerrar seu telefonema, já com a voz já trêmula, me disse Luiza: “Agora, depois de morto, vão dar ao Alex o mérito que sempre lhe negaram. Finalmente vão reconhecer que ele foi o grande Embaixador da Amazônia”.

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Luiza Brunet e Alex Deneriaz, em foto do jornal A Crítica, de Manaus, onde Alex mantinha sua coluna social

 

O colunismo social está de luto: morreu Alex Deneriaz

Morreu esta tarde, por volta das 15 horas, o jornalista amazonense Alex Deneriaz, colunista social entusiasmado, com grande círculo de amigos no Rio de Janeiro e que, nos últimos anos, ampliou sua área de ação também até São Paulo.

Festeiro por força de sua atividade e do temperamento, Alex era sinônimo de trepidação, onde quer que chegasse, estivesse ou planejasse ir. Estava permanentemente informado sobre a agenda dos badalos e baladas nacionais e, até, internacionais. Festejar era seu estado de ser e viver. Seu paraíso era o Rio de Janeiro. Celebrava “os belos e as belas” da cidade. Sentia-se pessoalmente ofendido quando alguma crítica era feita ao Rio. Enaltecia as belezas da cidade, de sua natureza, da arquitetura, das paisagens em geral e dos corpos, que se bronzeavam em nossas praias ou saracoteavam nas raves.

Estava em todas. Quando chegava por aqui, já vinha perguntando pelas “flütes” e sabia de tudo mais do que qualquer carioca: os termos do momento, os lugares da vez, os novos modismos.

Em sua última vinda, abrimos um champagne no Marimbás para celebrar antecipadamente a festa que daríamos juntos lá, comemorando suas mais de três décadas de colunismo social.

Propus que fizéssemos a festa ao cair da tarde, abrindo os trabalhos ali na Vila dos Pescadores, na praia, de cara para o mar de Copacabana, com os barquinhos dos pescadores cheios de flores, gelo e garrafas de champã, e o pessoal brindando na areia, entrando em seguida no Clube dos Marimbás para dançar no salão de festas, diante daquele vistão, enquanto o sol se pusesse. Ah, o Alex adorou a ideia. Topou no ato!

Foram duas semanas de hospitalização, entre o Samaritano de Manaus e o Sírio Libanês em São Paulo, até esta tarde, quando o estado geral de Alex não resistiu mais à bactéria alojada em seu coração.

Deneriaz teve a melhor assistência médica possível, graças às amigas Cristina Calderaro e Sandra Braga, sempre acompanhado pelas irmãs, Jane e Ana.

Os amigos, que são tantos, se mantiveram em oração, preocupados, presentes. Era um homem muito estimado.

Descansou do sofrimento. Sofrer não era a sua viagem.

E que São Pedro prepare as flütes.

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 Um dos muitos momentos de alegria com Alex Deneriaz: grito de carnaval amazônico, que fizemos, no sunset da varanda do Copacabana Palace, num domingo pré-Momo.

Olhinhos como gotas de mar, Lourdes Lemos de Moraes deixou a lição: “Quem dança também espanta seus males”

Lourdes vivia num mundo de encantamento. Amava apaixonadamente seu marido bonito, de queixo quadrado e furado, e gostava de contar de palácios e príncipes, princesas e, até, rainhas. Tapetes vermelhos, reverências, tiaras, banquetes.

Abria seus olhinhos azul água, que tilintavam como duas gotas de mar clarinho em dia de sol intenso, e contava aquelas histórias com a excitação de uma menina do interior retornando de um baile de debutantes.

E tudo era verdade, sim. Ela tinha, sim, um marido extraordinário, e havia sido escoltada por rainhas e reis, de fato.

Adulada, festejada, ciceroneada pelos faustosos salões europeus e, até, os orientais, nas muitas idas e vindas de negócios com o marido, um dos maiores industriais do Brasil, Wilson Lemos de Moraes.

Ele havia criado e feito expandir o grupo Supergasbrás, além de possuir quilométricas fazendas de gado em Minas Gerais, São Paulo, no Pantanal, indo até a Amazônia, e serem os maiores revendedores da Scania no país. Uma imensidão de negócios.

Lourdes, no pra lá e pra cá dos business, sempre viajando com o marido, pelo Brasil, de fazenda em fazenda, e também pelo mundo.

Afeiçoados à terra, foi no interior que eles escolheram criar os três filhos, Wilsinho, Marisbela e João Flávio, na liberdade que só a natureza pode proporcionar e com os bons valores da simplicidade e das amizades legítimas das cidades pequenas.

Assim, com esse distanciamento geográfico, os Lemos de Moraes se acostumaram a ver o universo cosmopolita das grandes capitais e do alto mundo através das letras do colunismo social da época, das fotos das revistas Manchete e do monitor da TV.

Antes de serem atores protagonistas de nossa alta sociedade, foram também seus entusiasmados espectadores.

Trazendo esse olhar de admiração pelo alto mundo, seus personagens e as celebridades, eles vieram para o Rio de Janeiro, onde se instalaram no mais prestigioso endereço da época, o Edifício Golden Gate, na Avenida Atlântica, tendo entre seus moradores o ex-presidente Juscelino Kubitscheck e dona Sarah, aparentada de Wilson, além de outros sobrenomes que contavam a história social brasileira, como Alckmin, Chateaubriand e Pessoa de Queiroz.

No prédio ao lado, o Golden State, havia os Magalhães Pinto, os Tancredo Neves, os Pedroso, os Mendes de Souza, os Lage. Enfim, era a República de Minas Gerais instalada na Praia de Copacabana, um edifício coladinho no outro.

Um belo dia, toca o telefone em minha mesa no Globo. Do outro lado da linha, Lourdes Lemos de Moraes. Não nos conhecíamos. Eu era a “interina” da coluna da página dupla do suplemento ELA dos sábados. A colunista titular, Nina Chavs, havia se mudado para Paris e eu respondia pelo noticiário local.

Lourdes, aflita, pretendia isentar um importante banqueiro, casado, morador do prédio ao lado, das fofocas iminentes de um romance dele com a Miss Brasil, Eliane Thompson: “Não é ele quem namora a Miss, é meu filho, João Flávio. É que os dois têm carros parecidos”, ela explicava.

Admirei a preocupação daquela senhora de preservar o vizinho, evitando uma possível injustiça. Daí nasceu uma amizade, que se manteve até poucos dias atrás, quando uma hepatite medicamentosa levou-nos Maria de Lourdes Lemos de Moraes.

Acompanhei vários momentos, etapas e facetas de sua vida. Quando íamos para alguns dias em sua fazenda em Campinas, meu filho recém-nascido, ficávamos numa sombrinha da piscina conversando, falando, falando, falando e chupando tangerina poncã. Eram balaios e mais balaios de tangerina. Ela achava que era a melhor poncã do mundo, e eu concordava 100%. Até hoje não encontrei poncã igual.

Voltávamos para embarcar para o Rio, cedinho no aeroporto, quase madrugada, carregadas de poncãs e mais todos os isopores, engradados, embrulhos, cestos e iglus da Lourdes, com ovos, carnes, jabuticabas, queijos e mais tudo de bom que a fazenda produz.

A cada vez, ela trazia a mesma carga para os filhos, para os netos, para os amigos, para toda a prole, que sempre soube prover e cuidar. Era uma provedora de todos, todo o tempo. Com que satisfação fazia isso!

Nos tornamos compadres. Wilson era padrinho de meu único filho, Lourdes assim se considerava madrinha. E como tal agia. Ela foi presente durante toda a infância e a adolescência de meu filho, atenciosa, preocupada. Uma amiga de fato.

Quando Wilson ficou doente, foi nosso também o seu sofrimento, multiplicado pela nossa impotência de ação.

O primeiro a diagnosticar a doença de meu compadre foi o grande clínico, dr. Aloysio Salles. Estávamos em mesa redonda numa festa da Glorinha Pires Rebello. Odaléa Brando comentou: “Dr. Aloysio, o Wilson está tão quieto, ele está bem?”. Ele: “Não, não está. Lourdes, leve Wilson em meu consultório”. Lá, foi diagnosticado o início de um processo de Parkinson.

Determinada a curar o marido, Lourdes peregrinou de grande especialista em grande especialista, de sabichões locais a internacionais, que lhe prometiam milagres, curas salvadoras, pesquisas científicas de ponta.

Diagnósticos contraditórios de grandes medalhões, sempre prescrevendo novas medicações. Wilson servindo de cobaia a toda aquela química, e nada funcionava. Uma fortuna era despendida na busca da saúde perdida. Paradoxalmente, Wilson se mantinha fisicamente bem, um touro forte, corado. Porém, cada vez com menor lucidez, não falava mais, não reconhecia as pessoas.

Por fim, o diagnóstico final: o mal de que ele sofria era mesmo o Parkinson interno (dr. Aloysio estava certo!). Seu grande problema se tornara a intoxicação pela ingestão excessiva de drogas (remédios) por longo tempo, que atingiram seu cérebro, gerando sequelas irreversíveis.

O empresário poderoso foi vítima das promessas vãs de médicos inescrupulosos.

Se não fosse tão rico, quem sabe tivesse conseguido se tratar do Mal de Parkinson interno como qualquer comum mortal?

Foram 30 anos de buscas, expectativa, sofrimento. Trinta anos de morte em vida para Wilson e a doce Lourdes.

Com a presença em casa de um marido ausente, Lourdes buscou fuga na dança. Em vez de chorar, embriagava-se dando piruetas. Tinha como lema “quem canta e dança seus males espanta”, e dançava o mais que podia. Bastava o som de uma canção que Lourdes saía rodopiando sua leveza graciosa e sorridente. Tornou-se um exemplo e referência de alegria, apesar de toda a carga de sofrimento que suportava em seu cotidiano. E não era pouca.

Ela morreu aos 89 anos, completados no último 6 de março, cercada dos filhos e netos, dançando ao som de “Moda Sertaneja”, na fazenda que amava, em Campinas.

Estará sempre dançando, quando nos lembrarmos dela.

Para os que sentiam ternura, carinho, pela Lourdes, ela era, é e sempre será a nossa frágil Lourdinha, mergulhada em suas gotas azuis.

lourdes lemos

Lourdes Lemos de Moraes acostumou-se a usar chapéu para se proteger do sol na fazenda. Tinha a pele frágil, com sardas. Com o tempo, ampliou esse costume. Era comum vê-la com seus chapeuzinhos de palha, de tecido ou de crochê, mesmo à noite. Virou sua marca registrada. O que lhe dava um ar sempre brejeiro, quase infantil.

Foto de Sebastião Marinho especial para este blog

Aniversário de um príncipe de verdade, numa fazenda de conto de fadas…

Catito Peres, o empresário Omar Resende Peres, é amigo de infância do príncipe Francisco de Orléans e Bragança. Catito é dono de uma fazenda com histórias que remontam aos tempos imperiais, brasão na entrada, retratos dos antigos proprietários com títulos de nobreza, relatos de passagem por lá do imperador. É a Fazenda Guaritá. O príncipe Francisco, assim como todos os seus irmãos, costumavam brincar naquela fazenda quando eram crianças e moravam por aquelas bandas, em Vassouras. Então, vejam a ideia boa que teve o Catito: convidar a família toda de Francisco para, juntos, comemorarem os 60 anos dele na Fazenda Guaritá, com quartos para todos, apesar dos incontáveis irmãos, dos múltiplos filhos, do mundão de netos. Sem esquecer as babás. Mas não é só o casarão do Catito que é grande, o coração é imenso e a generosidade, ainda maior.

Assim sendo, para tornar a celebração inesquecível, o anfitrião quis o melhor do melhor. The best of the best. Contratou o chef francês Laurent Suaudeau para preparar o jantar, tendo como referência o livro “Os banquetes do imperador”, que reúne a coleção de menus de dom Pedro II, guardada na Biblioteca Nacional. Inclusive o cardápio do Baile da Ilha Fiscal. Catito e Laurent escolheram o mesmo jantar servido ao imperador há 150 anos na cidade mineira de Leopoldina, berço da família Resende Peres.

Para a sobremesa, Omar “Catito” contratou os serviços do chef Dominique Guerin, que é seu sócio na boulangerie carioca Guerin.

E tudo foi descontração, brincadeiras, alegria e sabor de infância, cortesia, cordialidade, entre amigos de fato e grandes cavalheiros de verdade.

A. FRANCISCO EUDES E OMAR PERES FERNANDO PEDRO ORLEANS E BRAGANCA

 Omar Resende Peres entre os irmãos príncipes Orléans e Bragança: dom Francisco, dom Eudes, dom Fernando e dom Pedro

A. ELEONORA ORLEANS E BRAGANCA

 Dona Eleonora de Orléans e Bragança de Ligne exibe o livro com os cardápios dos banquetes da Família Imperial Brasileira, que inspirou o jantar

A. EUDES FRANCISCO MERCEDES ORLEANS E BRAGANCA

 Dom Eudes e Dom Francisco com Mercedes de Orléans e Bragança

A. FATIMA E PEDRO ORLEANS E BRAGANCA

Fátima e dom Pedro de Orléans e Bragança

A. DANIELA SEADE ANTONIO PAULO SEABRA DA VEIGA

 

Daniela Seade e Antonio Paulo Seabra Veiga

A. LENISE FIGUEIREDO OMAR RESENDE PERES ELEONORA ORLEANS BRAGANCA (1)

 

Lenise Figueiredo, Omar Resende Peres e princesa Eleonora de Ligne

A. CHEF. DOMINIQUE GUERIN CHEF. DE CUISINE LAURENT SUAUDEAU

 

Os chefs Dominique Guerin e Laurent Suaudeau, o preferido de Lily Marinho em seus jantares no Cosme Velho

A. MARIA ELISABETH ORLEANS E BRAGANCA PABLO TRINDADE

 

Maria Elisabeth de Orléans e Bragança e Pablo Trindade

A. DIOGO LO FIEGO MARIA EDUARDA RESENDE PERES

 

Diogo Lo Fiego e Maria Eduarda Resende Peres

A. FERNANDA PIGNITARI SIMONE RORIZ ANNE MARIE LOPES DA CUNHA

 

Fernanda Pignatari, Simone Roriz e Anne Marie Lopes da Cunha

A. GRACA E FERNANDO ORLEANS E BRAGANCA

 

Graça e Fernando Orléans e Bragança

A. MARIA TEREZA MARIA ELISABETH ANIVERSARIANTE FRANCISCO ORLEANS BRAGANCA VALESKA SILVEIRA

 

Dom Francisco de Orléans e Bragança com as filhas, Maria Tereza e Maria Elisabeth, e Valeska Silveira

A. MARITZA E ALBERTO DE ORLEANS E BRAGANCA

 

Maritza e Alberto de Orléans e Bragança

A. MIRIAN CINTRA GODINHO JACQUELINE PERES

Mirian Cintra Godinho e Jacqueline Peres

A. ELEONORA ORLEANS E BRAGANCA MICKEU DE LIGNE

 

Príncipes Francisco de Orléans e Bragança, Eleonora e Michel de Ligne

A. ANNE MARIE PAULO HENRIQUE LOPES DA CUNHA

 

Anne Marie e Paulo Henrique Lopes da Cunha

A. MARIA TEREZA ORLEANS E BRAGANCA MARCOS PILLI

 

Maria Tereza de Orléans e Bragança e Marcos Pilli

A. ANIVERSARIANTE FRANCISCO ORLEANS BRAGANCA OMAR RESENDE PERES

 O anfitrião, Catito, com o aniversariante, Francisco, e suas filhas, diante do bolo com a coroa imperial

A. MARCELO PERES FRANCISCO ORLEANS E BRAGANCA

 Marcelo Peres e  príncipe Francisco de Orléans e Bragança

Fotos de Armando Araujo

 

Réquiem para Maria Cláudia Bonfim

Morreu hoje a jornalista Maria Claudia Mesquita e Bonfim. Foi colunista Social do Diário de Notícias, Colunista de Moda, assessora de imprensa no Governo Wellington Moreira Franco, assessora da Academia Brasileira de Letras. Mulher de grande classe, elegante, culta, uma aliada da moda brasileira, que ela muito apoiou, juntamente à então primeira-dama do Rio de Janeiro, Celina Moreira Franco, por ocasião do movimento Moda Rio. Tinha um grande círculo de amizades em vários ambientes: cultura, jornalismo e a chamada alta sociedade. Uma pessoa, ela sim, altamente estimada. Rest In Peace, querida Maria Cláudia.