Sobre Hildegard Angel

colunadahilde@gmail.com Hildegard Angel é uma das mais respeitadas jornalistas do Rio de Janeiro. Durante mais de 30 anos foi colunista no jornal O Globo, quer cobrindo a sociedade (com seu nome e também com o pseudônimo Perla Sigaud), quer cobrindo comportamento, artes e TV, tendo assinado por mais de uma década a primeira coluna de TV daquele jornal. Nos últimos anos, manteve uma coluna diária no Jornal do Brasil, onde também criou e editou um caderno semanal à sua imagem e semelhança, o Caderno H. Com passagem pelas publicações das grandes editoras brasileiras - Bloch, Três, Abril, Carta, Rio Gráfica - e colaborações também em veículos internacionais, Hildegard talvez seja a colunista social com maior trânsito

ESTAÇÃO DO CORPO COMEÇOU A SER DEMOLIDA HOJE À TARDE!

Começou esta tarde a demolição da Estação do Corpo na Lagoa. Em seu lugar, a Prefeitura do Rio vai montar o Parque Radical da Lagoa. São 18 mil m² de área que havia sido cedida pelo governo estadual e foi devolvida ao município. Já era tempo de começar a obra no local desativado há nove meses, e hoje a Secretaria de Conservação e Serviços Públicos colocou em ação sua big retroescavadeira. O muro que cerca a Estação só será derrubado na última etapa da obra, quando a população vai poder conhecer o  Parque Radical.

Mas eu posso adiantar que ele terá uma pista de bicicross com arquibancada, duas pistas de skate –  uma com formato do espelho d’água da Lagoa, uma praça de eventos, paredes de escalada, muros de grafite, paisagismo vertical, chafariz, área verde, mirante, além de uma tirolesa que cruzará toda a extensão do parque diagonalmente.

Vai haver ainda bicicletários, que se integrarão com a ciclovia do entorno da Rodrigo de Freitas. Em fase de aprovação do Iphan, o projeto está orçado em cerca de R$ 20 milhões, as obras começam no primeiro semestre e deverão demorar de nove meses a um ano.

Com a demolição da Estação do Corpo, vira-se a página da mais glamurosa das academias de que já se teve notícia, equipadíssima, super high tech, a céu aberto e com instalações excelentes, e que era mais do que isso, era praticamente um clube, onde todos se conheciam, você encontrava o who is who dos chiques, famosos, poderosos do Rio de Janeiro e mesmo do Brasil, na maior tranquilidade, sem deslumbramento, todos suando, malhando, se acabando nos ferros, e aquela hospitalidade charmosa dos queridos Ricardo e Gisella Amaral, à frente do business, que depois passou às mãos da família Tanure…

 

OS CHIQUÉRRIMOS D’AMICO PASSAM RÉVEILLON COM OS FAMOSOS HUCK E ANGÉLICA

Vai ser em Angra, em casa de seus vizinhos famosos Angélica e Luciano Huck, o 31 da prole chiquérrima D’Amico, que, como acontece todo fim de ano, está no Rio liderada por Noemia e Paolo (foto). O filho mais velho de Noemia, Carlos Di Mottola, também veio com a capotante namorada sueca, Ebba.

Os D’Amico são o que há de mais sofisticado no chamado jet set europeu. Porém são low key, sem exibicionismo. O que os diferencia. Em sua cave em Orvieto, na Itália, onde produzem vinhos que trazem no rótulo o nome de sua vinicultura –  como o Chardonnay “Falesia” e o “Noe” –  ouvimos óperas dia e noite que se espalham pelos campos. Enquanto corremos os vinhedos sobre a terra, escutamos a voz de Callas vinda do subsolo acalentando os toneis de carvalho…(Uma dica para Angélica: daria uma reportagem maravilhosa para seu programa de TV!)

Entre os amigos com quem Carlos e Ebba têm circulado no Rio, estão Erik e Anne Figueira de Mello, Antonia Leite Barbosa e Joaquim Saboia. Hoje, Carlinhos e Ebba almoçaram no Country com James Castro Barbosa e já partiram para Angra, onde fazem um pit stop na casa de Mauro e Luiza Viegas e depois seguem para a casa dos D’Amico, que passaram o último Réveillon em Copacabana, assistindo ao show dos fogos na cobertura do Carlos Fernando Gomes de Almeida, que inaugurava o endereço novo no Edifício Chopin com uma penca de convidados internacionais, entre eles Brandolinis & cia ltda…

Angélica e Huck, anfitriões em Angra no Réveillon

LILIANA RODRIGUEZ: NOVO LIVRO E MIX CULTURAL

Finalmente ficou pronto o livro A Fazenda São Luiz da Boa Sorte e o Ciclo do café que Liliana Rodriguez lança no final de março, no Copacabana Palace, junto com o Senac. Ela pretendia lançar agora em dezembro, mas desistiu porque ficaria muito próximo das festas de fim de ano. Esta semana Lili está às voltas com os preparativos da casa para o Révéillon, quando receberá 200 convidados, como sempre nos últimos anos. Em meados de janeiro, Liliana volta a gravar em estúdio, na CNT, seu programa Entrada franca, que atualmente é reprisado nas noites de domingo. O programa volta com novo  nome, Liliana Rodriguez entrevista, e novo conteúdo, acrescentando um mix cultural…

THELMA RESTON: DESPOJAMENTO, CORAGEM, ENTREGA. ESTA FOI A VERDADEIRA ATRIZ.

Era o ano de 1966, um espetáculo teatral explodia colorido no Teatro de Arena, em Copacabana, e era o grande acontecimento da cidade: Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Até hoje, para os íntimos, o “Bicho”. Uma co-autoria de Oduvaldo Vianna Filho, o Vianinha, e Ferreira Gullar. Produção do Grupo Opinião. A ficha técnica reunia o melhor do melhor, com direção de Luiz Mendonça, música de Geni Marcondes, o maestro era o Gaya, a cenografia do Ratto, figurinos do Bacci e um elenco simplesmente ex-tra-or-di-ná-rio!

Agildo Ribeiro fazendo o Brás das Flores, Cleyde Yáconis em desempenho premiado pela APTC, Antonio Pitanga como o Aleijado Zé, Francisco Milani, Hugo Carvana, Denoy de Oliveira, Ilva Niño, Jaime Costa, o próprio Luiz Mendonça, Marieta Severo em seu segundo papel no teatro, Marília Pêra, Odete Lara, Sergio Mamberti, minha tia Virgínia Valli fazendo a Bizuza… enfim, eram muitas personagens.

Porém, a atuação em cena que me impressionou e de que jamais me esqueci foi a de Thelma Reston. Thelma era, realmente, o Bicho. Ela interpretava, leio agora no programa antigo, três papéis: “Rosinha”, “Vespertina” e a “Carcereira”. E em determinado momento andava de quatro pelo chão do teatro de arena, totalmente abandonada ao personagem. Ela e seus peitos enormes, exibidos, expostos sem qualquer pudor, recato ou contenção. Ali estava uma atriz por excelência!

Ali eu descobria, aos meus 16 anos, o que era de fato a  entrega de uma grande artista na cena. Jamais esqueci. Foi uma aula de teatro. Uma lição de vida. O que mais tarde, logo depois, vi no cinema em Fellini e fui assistindo nas peças do Oficina e, no decorrer da vida, em outros momentos épicos do teatro e do cinema, quando a arte, para ser inesquecível e perene, ingressa corajosamente no território da entrega sem pudores.

Assim foi quando Tônia Carrero se despiu das plumas de seus vestidos grifados e dos penteados do coiffeur Renault e se jogou num prostíbulo para ser a Neusa Sueli de Navalha na carne, e foi mais linda do que em todas as personagens sofisticadas e encantadas que interpretou nas montagens bacanas do Teatro Copacabana Palace. Assim foi com a inacreditável Joana de Bibi Ferreira em Gota D’Água, que ficará para sempre. Momentos que marcam.

Thelma Reston seguiu dessa forma, despudorada, absoluta, íntegra, durante toda a vida. Quer como atriz, quer como pessoa. Não fui amiga próxima. Mas era uma amizade querida de minha família. Ela e minha tia atuaram muito juntas, no Opinião, no Teatro Jovem, no cinema. Chorei por Thelma, por sua perda, pelo que seus peitos grandes arrastando pelo chão do Teatro de Arena, exibidos como bandeiras de ousadia, representaram para mim: referências de respeito pela profissão. Eu a acompanhei com carinho, ternura mesmo, como a trambiqueira Violante, uma “heroína sem nenhum caráter”, na novela Aquele beijo, do Miguel Falabella…

Graças ao Falabella, que a brindou com esse belíssimo papel, Thelma Reston, que depois tirou o H e virou Telma, teve um grand finale como atriz…

E quando hoje leio que há atrizes criando caso porque não querem fazer o penteado assim ou assado, desobedecendo a orientação dos diretores de arte das novelas de época, tenho vontade de ir lá ao Projac e lhes dar uma “lição de Thelma Reston”. Podem até ser mais famosas e ricas do que ela foi, mas jamais serão guardadas na memória de um espectador por um momento iluminado de atuação, como eu guardei o meu “momento Thelma”…

Thelma Reston em take do filme Os sete gatinhos, de Neville D’Almeida, inspirado na obra de Nelson Rodrigues, da qual ela se tornou uma referência como intérprete

OBSERVANDO O OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

Peço vênia ao bom e atento jornalista Alberto Dines para reproduzir neste blog o mais do que pertinente puxão de orelhas-alerta feito hoje por ele, em seu site Observatório da Imprensa, em toda a imprensa política que cobre o Congresso Nacional e teria a missão de estar alerta, fiscalizando a ação de nossos parlamentares, o que já não faz, pelo visto, há um bom par de décadas… (o negrito é meu)

 

NOTÍCIAS DO LEVIATÃ

Três mil vetos e uma grande omissão

Por Alberto Dines em 24/12/2012 na edição 726

Quando há duas semanas descobriu-se que havia mais de três mil vetos presidenciais na fila para serem examinados pelo Congresso – alguns datados de 1994! – flagrou-se a natureza e dimensões do leviatã burocrático nacional.

A surpresa foi geral, mas a reação do responsável por este formidável atentado ao Estado de Direito foi kafkiana. Para permitir a urgência na apreciação do veto de Dilma Rousseff à distribuição dos royalties do petróleo, o chefe de Legislativo, o inventivo e sempiterno José Sarney, determinou que os vetos fossem examinados simultaneamente: mandou imprimir um catatau de quase 500 páginas para ser distribuído a cada um dos deputados e senadores onde seriam anotados os respectivos votos, item por item, e depois depositados em “urnas” de madeira, verdadeiras caçambas que os funcionários carregariam nos ombros.

A farsa merecia ser incluída numa novela em quadrinhos sobre a República dos Equívocos. Não deu tempo: os chargistas estão assoberbados, nossos melhores satiristas já se foram, outros estão de licença médica e o recesso natalino não pode ser atrasado. Fica para a próxima.

Escancarou-se simultaneamente a incapacidade da nossa mídia em exercer a sua função fiscalizadora. Aquele que foi chamado de Quarto Poder e hoje se comporta como se fosse o undécimo, não conseguiu enxergar a gigantesca ilegalidade que está sendo praticada consecutivamente há 18 anos. Nem se esforçou.

Ícones da inépcia

Três mil vetos presidenciais pendurados, sem solução, constituem uma aberração institucional que não pode ser varrida para debaixo do tapete. Se nossos repórteres políticos já não cobrem o Congresso, por que continuam ser credenciados para esta missão?

É óbvio que há em Brasília profissionais conscientes, ansiosos para exercer a vigilância sobre um poder que no passado foi o principal aliado da imprensa na denúncia de abusos. Os porteiros das redações é que desistiram do jornalismo de formiguinha, teimoso, tinhoso, anônimo e eficaz.

Os editores querem aparecer, brilhar, produzir manchetes espetaculosas, de preferência sopradas ou vazadas pelas autoridades ou arapongas. Não têm tempo nem ânimo para estimular as novas gerações de repórteres a meter a mão na papelada, devassar os “atos secretos” e driblar os arrogantes assessores de imprensa a serviço do mau jornalismo.

Não se cobrem as sessões, não se cobra assiduidade dos representantes do povo, não se examinam os relatórios produzidos pela descomunal burocracia a serviço das duas casas do Parlamento.

Os três mil vetos em suspenso são os ícones de um Legislativo inepto e viciado. São também um atestado de uma imprensa desnorteada, desfibrada, alheia ao seu compromisso de servir a sociedade e a democracia.

KÁTIA SPOLAVORI, A MAIS BEM-VESTIDA DA SEMANA! E DAQUI A POUCO SAI A LISTA DAS ‘MAIS BEM VESTIDAS DO ANO’: AGUAAAAARDEM!

Vocês votaram e elegeram Kátia Spolavori como A Mais Bem-Vestida da Semana, com 62% da preferência (1.218 votos)!…

Na ocasião em que foi fotografada, Kátia prestigiava o aniversário de sua amiga Adelina Bittencourt, no Country Club. Para a tarde, ela optou por um vestido com estampa de leopardo, combinando com bolsa Prada preta e sandálias nude e prateadas…

Kátia encerra com chave de ouro nossa última edição do ano de As Mais Bem-Vestidas da Semana.

E amanhã sai a nossa Lista d’As Mais Bem-Vestidas do Ano 2012, aguaaaaadem!…

Resultado final da enquete:

BETH WINSTON RECEBE PARA BANQUETE NATALINO ÍTALO-MINEIRO-LIBANÊS

A generosa Beth Winston é daquelas que professam o Think Big. Tudo o que faz é grandioso. E assim foi a sua Christmas Night, recebendo junto com seu filho, Kid Winston, com a casa decorada pelo amigo Antonio Neves da Rocha, na Barra da Tijuca…

Clássica, Beth é adepta do Natal tradicional, vermelho e dourado, apesar de no ano passado ter arriscado o “Natal das oncinhas”.  Dino Trappetti e Giovanna Deodato, os italianos mais cariocas, ficaram encantados com o Natal “red Valentino”. Sendo a Winston uma fã confessa de ópera, ela contratou a dupla do bel canto Fernanda Schleder e Frederico de Assis que brindaram os convidados com árias de Puccini e Verdi. Um luxo!

Bolas douradas e arranjos com ânforas transparentes. Toalhas compondo mosaicos no estilo Missoni…

Champagne Veuve Clicquot ge-laaaaa-da e whisky Royal Salute 21 anos, puro malte escocês, um bar com caviar vermelho e preto, salmão fresquíssimo abrindo os trabalhos natalinos. Apoio luxuoso da chef carioca libanesa Madeleine Saade no banquete que somava pelo menos 20 pratos fantásticos que misturavam o cardápio natalino tradicional, o Natal libanês e o mineiro, raízes culinárias dos Winston…

A saber, só pra botar água na boca da gente: caudas de lagostas e camarões gigantes, arroz de pato, leitão à pururuca, saladas variadas, peru, pernil, bacalhau, um tender glacê delicioso e charutinhos de uva recheados de arroz com codorna, codornas assadas com geleia de uvas brancas. Uma loucura. Um festival gastronômico cheio de detalhes e temperos. Molhos de tamarindo para o peru, chutneys variados para acompanhar as carnes e molhos para saladas…

De quebra uma lua quase cheia, que embalava a noite e se manteve a postos até o último convidado ir embora. Nas sobremesas, outro festival…

Além do Natal, outra celebração: o aniversário de Kelly Natalie, a namorada de Kid Winston, linda, vestida pela PatBo, da estilista mineira Patrícia Bonaldi, marca sensação das meninas bem informadas…

O chef Zé Hugo e Marialice Celidônio, Mario e Giovanna Priolli, Ricardo e Gisella Amaral, Leleco e Maninha Barbosa, Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho, Zico Rodrigues e Ruth Sabbá, Fernanda Bruni, Pedro Aguinaga, no elenco…

Mamãe Noel Winston deu presentes a todos os convidados. Os vizinhos Leleco e Maninha caminharam tranquilamente para casa, no condomínio ao lado, como dois namorados à luz do luar…

Kid Winston e Kelly Natalie Correa

Giovanna Deodato, Sivia Fendi e Santo Mario Lolicatto

Beth Winston, Dino Trappetti e Maninha Barbosa

Alicinha Silveira e Giovanna Priolli

Kiko Cruz e Fernanda Bruni

Maria Eduarda Farah, Maria Monica Rodrigues, Bernardo Farah e Ruth Sabbá Rodrigues

Beth Winston e Jorge Leite

Beth Winston entre Marialice e Zé Hugo Celidônio

Zico Rodrigues, Maria Monica Rodrigues e Ruth Sabbá

Marcelo Borges e Liège Monteiro

Pedrinho Aguinaga

Gigi Giuliano e Beth Winston

Fotos de Marco Rodrigues

KARAOKÊ E MUITA ANIMAÇÃO NOS 60 DE ANGELA FONTI

A presidente da Comlurb Angela Fonti chegou aos seus bem vividos 60 anos e resolveu comemorar em grande estilo. A festa com jantar para 100 convidados foi no apartamento em Ipanema de sua grande amiga Angela Costa, que gentilmente o cedeu por ser maior que o da aniversariante. A turma cantou num karaokê improvisado e dançou até três da manhã, como se o fim do mundo fosse mesmo pra valer, ao som de Guilherme Vianna com sua bela voz, sax e como DJ…

Hora do bolo

A anfitriã Angela Costa e a aniversariante Angela Fonti

Angela Fonti com a irmã Claudia Nobrega Batista e os pais Egydia e Francisco Nobrega 

Com a amiga Celina de Farias

Angela com os filhos Bruno, Leticia e Renata

Fonti entre os irmãos Mauro e Carlos Magalhães

O ALMOÇO DE NATAL DA TEREZINHA PITTIGLIANI… VERY, VERY EXCLUSIVE!

Era almoço só da família de Terezinha Pittigliani, que recebia para almoço de Natal grupo pequeno e restrito de amigos. Ovidio Cavalleiro arrumou casa toda linda. À mesa, lugares marcados. Cardápio preparado pelas duas irmãs cozinheiras da casa. Estavam lá a filha de Terezinha, Andrea, com Isaac Berensztejn, Beto e Luciana Pittigliani e a filha, Bárbara, linda, com o namorado Marcus Braga, Yara Andrade, Vania Badin, Ovidio Cavalleiro e o decorador de festas Leo Araújo, Suely e Ricardo Stambowsky, Maria Clara Tapajós. Todos trocaram presentes e Ovidio deu para cada mulher presente um colar da Marcela Virzi. Aí vão alguns registros…

Os Pittigliani: Terezinha, Beto e Bárbara

Ricardo Stambowsky, Yara Andrade e Andrea Pittigliani

Isaac Berensztejn, Vania Badin e Ovidio Cavalleiro

Isaac Berensztejn, Terezinha e Beto Pittigliani