Sobre Hildegard Angel

colunadahilde@gmail.com Hildegard Angel é uma das mais respeitadas jornalistas do Rio de Janeiro. Durante mais de 30 anos foi colunista no jornal O Globo, quer cobrindo a sociedade (com seu nome e também com o pseudônimo Perla Sigaud), quer cobrindo comportamento, artes e TV, tendo assinado por mais de uma década a primeira coluna de TV daquele jornal. Nos últimos anos, manteve uma coluna diária no Jornal do Brasil, onde também criou e editou um caderno semanal à sua imagem e semelhança, o Caderno H. Com passagem pelas publicações das grandes editoras brasileiras - Bloch, Três, Abril, Carta, Rio Gráfica - e colaborações também em veículos internacionais, Hildegard talvez seja a colunista social com maior trânsito

O MUITO QUE O AMARAL FAZ PELO CARNAVAL CARIOCA E O MUITO QUE JÁ FEZ

O que eu conversava com o professor Ivo Pitanguy naquela mesa comprida da varanda do MAM durante o Baile da Cidade, ontem? Muitas coisas. Mas o assunto principal era a importância para o Rio de Janeiro de empreendedores visionários e apaixonados como Ricardo Amaral, um homem com boas ideias. E falamos de sua coragem de abraçar a causa de trazer de volta para o Rio o carnaval de salão, há bem uns 10 anos ou mais no esquecimento. Com honrosa exceção ao Baile do Copa, que se mantém hors concours, alheio aos modismos. Mas o Copa é o Copa, como digo sempre. E o Baile do Copa é o Baile do Copa…

Tempo houve em que baile de carnaval era todo dia no Rio de Janeiro, anos 70/80, num período que se estendia do sábado anterior ao sábado de Momo indo numa batida só até o Sábado de Aleluia.

Ivo, ao meu lado, lembrava: “O primeiro era o Baile do Popeye, no Marimbás. Depois vinha o baile do Iate Club, do Havaí!“. Bem, o do Popeye eu não peguei. Mas peguei os almoços do Pitanguy e da Marilu no sábado pré-pré Momo. Almoço sucedido pela Feijoada do Amaral, que atualmente passou-se para o sábado de carnaval mesmo. E depois vinham, nessa ordem: na segunda-feira, no Castel, o Baile do Pierrô; na terça,  no Hippopotamus, o Baile Borbulhantes, uma co-produção do Amaral comigo; na quarta, no Flamengo, o Vermelho e Preto, que começou muito bem frequentado;  na quinta, o Baile Circo Fantástico, da Régine Choukroun, no Canecão; na sexta tinha o Baile do Havaí, no Iate Club, e o Sugar Louaf Ball, do Guilherme Araujo, no Pão de Açúcar; no sábado, o Baile do Copacabana Palace, posteriormentre sucedido pelo Baile do Champagne, do Humberto Saade, no Canecão. No domingo, trabalhos de baile suspensos para todo mundo virar a noite nas escolas de samba, que às vezes se estendiam até meio-dia do dia seguinte, pois naquela época o desfile não se desdobrava em duas noites. Na segunda, o Baile da Cidade, no Canecão (NR: aqui houve uma correçãozinha {09/02 ás 10h44m}  na postagem feita anteriormente {08/02 às 23h18m}, pois eu troquei os eventos de domingo pelos de segunda, sorry! ;-( ). Na terça, fecho de ouro, de ouro mesmo, pois era o Baile Dourado, no Hippopotamus, grã-finérrimo. Ah, tinha também o Baile do Monte Líbano, mas esse era da pesada, de exibicionismo explícito. Mesmo assim, o Humberto Saade e o presidente Alfredo Saade conseguiam levar grupo bacana para o camarote presidencial. E todos faziam fantasias para todos os dias (eu, pelo menos, garanto que fazia).

Sem esquecer que houve também o Gala Gay, e que o Chico Recarey inaugurou o Scala com outra sequência incrível de bailes (todos os dias), e depois Mario Priolli suspendeu os bailes no Canecão e o Recarey sucedeu-no no posto de Rei dos Bailes

Quanto baile, quanta história, quanta mulher bonita que foi lançada neles, quantos homens também, e até travestis, como a Roberta Close, num baile do Chico…

E a noite disco não parava nuuuuuuuunca, durante todo o período de carnaval, rolando non stop no Régine’s, no Hippopotamus, no Privé, no Concorde Special, no aconchego do Chiko’s Bar e em outras casas, que abriam e fechavam. Era a vida carnavalesca trepidante do Rio nos anos 70 e 80.

É isso que o Amaral quer reabilitar com os Bailes do Rio, que se sucedem em todos os dias de Momo. Por isso, em vez de ter dificuldades para licenciar seus bailes ou levantar patrocínios, acho que, pelo muito que o Amaral faz à cidade, as autoridades é que deveriam estar correndo atrás dele para procurar facilitar ao máximo suas realizações e o mesmo no que diz respeito aos patrocinadores.

PS: E tem gente me cobrando aqui que não falei dos Bailes do Municipal. Mas isso foi mais atrás minha gente, anos 60 e comecinho de 70. Depois que ele acabou houve aquele marasmo, só o Baile do Copa e aí, naquela onda de nostalgia do Baile do Municipal é que vieram os bailes todos do Canecão e aquela avalanche de bailes de Hippo, de Scala etecetera e tal. 😉

E eu ainda conto aqui, informação de cocheira, como nasceu, na piscina do Copa, a ideia dos bailes do Canecão que deram início ao turbilhão de bailes do Rio. Fui testemunha ocular e auditiva dessa história. E o Mario Priolli pode confirmar.

Hildezinha também é História.

baileFotos de Marcelo Borgongino e Verônica Pontes

MAIS UM CAPÍTULO DO BAILE OFICIAL DE ONTEM NO MAM

Gisella recomendou aos grupos de seus amigos e conhecidos que fossem todos de branco. Assim, o Baile da Cidade teve a sua área branca, ocupando um grande salão privado, refrigerado, muuuito refrigerado e um terraço ao ar livre com a bandinha carnavalesca a todo frenesi, onde foi servido champagne Veuve Clicquot o tempo todo e buffet volante. Para entrar neste local era preciso passar por um esquema rigoroso de segurança, uma triagem feroz, que implicava em conferência de nome, colocação de pulseirinha prateada e ainda tinha o Rick Amaral supervisionando quem podia e quem não podia ingressar…

O Rick Amaral é um pedaço de homem. Um sósia do Richard Gere, porém mais jovem, mais charmoso e mais bonito. Não fosse um homem tão discreto, estaria pontificando na mídia sem parar…

E foi um vaivém. Os que são de samba davam uma circulada na área chique e depois se jogavam no salão quentérrimo, onde o carnaval comia solto, com os foliões totalmente entregues ao espírito contagiante da alegria de Momo. Essa momice pega!…

Tem gente que precisa de orquestra, de ruído, de fantasia, de motivação para se alegrar no carnaval. Mas tem gente que vibra em ritmo de tamborim o ano inteiro. Uma dessas é a Lou do Boni. Quando ela chegou foi aquela trepidação. Essa moça é a felicidade ambulante. É uma mulher para fazer feliz o homem que está ao seu lado. E quando ela entrou no salão e o Boni a viu, abriu aquele largo sorriso de marido satisfeito. Eles se amam! Esta é mais uma boa notícia que eu tenho hoje para transmitir a vocês no meio de todas essas fantasias, alegorias e coreografias dos dias que fazem o Rio de Janeiro incendiar…

E vejam abaixo mais registros da festa de ontem…

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Fotos de Marcelo Borgongino e Veronica Pontes

BAILE DA CIDADE – PARTE 2

O Baile Oficial da Cidade do Rio de Janeiro, que abriu ontem o carnaval no MAM, contou com várias celebridades, mas houve duas que deixaram os fotógrafos inquietos, nervosos, elétricos: o professor Ivo Pitanguy e a linda paraibana Luiza Rabelo. O dr. Ivo Pitanguy é o brasileiro que está para a cirurgia plástica no mundo como nosso saudoso Oscar Niemeyer esteve para a arquitetura internacional. Ele é o Pelé do bisturi. E que me perdoe o Petkovic, que estava presente, essa comparação com o futebol, pois há vários Maracanãs de distância separando a dimensão de suas importâncias. O Ivo, além de um grande homem da ciência, é um notável do humanismo. Ele estava me lembrando da importância que tem para ele a cidade de Santa Maria, onde já deu palestra, de onde já recebeu vários alunos, onde dois sobrinhos seus cursaram faculdade: “É uma cidade íntima, onde todos se conhecem, uma cidade voltada para o estudo, o conhecimento, uma cidade universitária. Fico imaginando o drama que foi, num local como aquele, onde todos se sentem um pouco família uns dos outros, acontecer tal tragédia”. Ivo falou com o sentimento e o conhecimento de quem viveu de perto o drama de um incêndio que vitimou 500 pessoas, nos anos 50, no Gran Circo em Niterói. E ele foi o Gran salvador naquele cenário de terror e miséria…

Mas voltando à alegria do baile de ontem, vamos falar da Luiza Rabelo. Sabem quem é ela? É a Luiza daquele anúncio de lançamento imobiliário da Paraiba, que bombou no país inteiro, porque ela estava no Canadá. Este ano ela não passa o carnaval no Canadá, veio passar no Rio de Janeiro com a família inteira. E começou pelo baile dos Amaral. Só mesmo Gisella e Ricardo para nos proporcionarem uma noite gloriosa como a do baile do MAM. E confiram como a Luiza é linda…

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Fotos de Marcelo Borgongino e Veronica Pontes

O BAILE DA CIDADE, ESTÁ DECRETADO O CARNAVAL: E AÍ FUI PARA O SALÃO E SAMBEI E DELIREI E AMEI SER BRASILEIRA!

Amore mio, a festa começou! Foi decretado o carnaval! O Baile Oficial de Abertura do Carnaval da Cidade do Rio de Janeiro foi ontem, no Museu de Arte Moderna, coberto de glórias, paetês, confetes e sem serpentinas, que isso, parece, não usa mais. Porém plumas ainda vigoram, e havia muitas.

Gisella e Ricardo Amaral, que de reis da noite foram alçados à categoria de reis do carnaval, recebiam com aquela sua classe ímpar e um quê de stress, pois passaram um dia que não desejariam ao pior concorrente, com pressão de todos os lados, do Iphan à Prefeitura, com exigências de última hora para a liberação do baile no museu. Mas no final foi happy end total, pois Nossa Senhora e todos os santos do calendário estão sempre do lado de Gisellinha, e Ricardo é um homem de muita sorte por isso.

Vou começar a mostrar a festa aos pouquinhos. As pessoas estavam lindas, felizes, capotantes, eletrizantes, borbulhantes, bombação, borbulhação, tradição, emergênciação. Tinha de tudo. Até mesmo o time que aposta em mensalão. E também a presença de minha pessoa. Aquela que aposta em mentirão. Pois estamos numa democracia, esta é a maior das belezas, e ôba!

E lá veio subindo a família real a rampa do Museu de arte Moderna, precedida pelo mestre de cerimônias da corte, o grande Haroldo Costa que a anunciava: “Abram alas, a família Real!”, “A Família Real vai passar!”. Eram o Rei Momo, as duas Rainhas Momas, a primeira e a segunda, as Princesas Momas, as Passistas Momas e a Banda Moma a todo vapor. Que frenesi!

E aí, eu que já estava de saída, não resisti, voltei para o salão e sambei e sambei e delirei e amei estar viva e ser brasileira, com meu amado marido. É carnaval. Foliem-se!

E o dia todo vou mostrar, em quadros vários de fotos, como foi a festa e quem estava lá. E como tinha gente bacana. Bacanééééérrima!

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Fotos de Marcelo Borgongino e Veronica Pontes

JOÃO PAULO CUNHA CONSAGRA O TERMO ‘MENTIRÃO’ CRIADO POR MIM E NÃO ME CHAMAM PRA FESTA!

Meus amores, colunista traquejado de guerra (mas velho e cansado jamais!) tem disso: muitos termos cunhados por ele que ninguém nem sabe.

Por exemplo: sabiam que “bombar” foi um termo pinçado nas ruas por essa colunista, ainda em seu nascedouro, jogado por ela na mídia (em minha coluna diária, então n’O Globo), e tão repetidamente que logo pegou feito rastilho de pólvora e veio pra ficar? Pois foi. Foi sim. Quem tem memória lembra.

Outro foi o “borbulhar”. Quando, em 1975, criei minha coluna Borbulhantes, em que as festas “borbulhavam”. As pessoas borbulhavam, as viagens, os romances, a vida. E não mais apenas o champagne. Aí vieram as variantes em colunas sociais pelo país inteiro: As Faiscantes, As Cintilantes e por aí foi….

Sabiam que Emergente, para designar uma Sociedade Emergente, um grupo social novo, pujante, rico, abonado e sem medo de ser feliz e gastador, foi invenção desta amiga de vocês? Pois foi. E inventei com barba, cabelo e bigode: até um elenco emergente apontei, liderado pela Vera Loyola, a musa da Barra. E logo vieram reportagens, novelas, livros sobre os Emergentes. O termo veio para ficar.

Além deles, outros houve, mas, agora, o meu filho caçula, que me enche de orgulho, é o Mentirão, para designar Mensalão, referindo-me à grande mentira pregada pelo delator Roberto Jefferson, segundo my point of view e de muitos outros que concordam comigo.

Pois vejam vocês: de acordo com O Globo de hoje, o termo lançado por esta colunista no último dia 30, durante o discurso que fiz na ABI, bombou ontem em São Paulo, repetido pelo deputado João Paulo Cunha em seu discurso no salão da Casa de Portugal, superlotado com parlamentares e nomes de esquerda, na festa dos 60 anos de militância do ex-deputado petista Ricardo Zarattini, um dos 15 presos políticos trocados em 1969 pelo embaixador americano sequestrado Charles Elbrick. 

Eu soube que, quando Cunha chamou o Mensalão de “Mentirão“, a galera foi à loucura, aplaudiu, vibrou. E eu que nem fui convidada pra essa festa! Vejam vocês o que é a injustiça contra o criador. ;-(

O Mentirão foi outro termo que pegou feito rastilho de pólvora. E desta vez nem precisou do empurrãozão da grande mídia. Bastou eu transcrever aqui o discurso que fiz no ato na ABI, salão super-hiper-lotado, que ele foi replicado por inúmeros blogs (e os primeiros a disponibizarem no ar foram os super acessados Conversa Afiada, do Paulo Henrique Amorim, o Blog do Miro, o Viomundo – e assim foi feito bola de neve). A fala também está postada em vídeos no YouTube.

O termo Mentirão marcou o advento do manifesto pelo cancelamento do julgamento do Mensalão, digo, Mentirão.

FILME QUE ENTRA EM CARTAZ NO BRASIL: AO POVO SÓ RESTA O CONFORTO DE REZAR. E QUE LAMBA OS BEIÇOS!

O amante da rainha, filme da Dinamarca indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, teve sessão especial no Espaço Itaú de Cinema em pré-estreia nacional. O filme entra em cartaz amanhã.

Na plateia, recebidos por Steve Solot, uma importante relação de diplomatas, cônsules estrangeiros, embaixadores e embaixatrizes que já passaram por vários postos no exterior, gente das artes, da cultura, do jornalismo, empresários, o top, enfim.

A noite lembrou-me uma daquelas sessões raras de Harry Stone em seu tempo de Motion Pictures.

Sala de cinema superlotada. Elegância. O embaixador Stelio Amarante, que responde pelas Relações Internacionais da Cidade do Rio de Janeiro, estava lá com Elisa. O diretor de cinema Nelson Hoineff. Gente do samba: Haroldo Costa e Mary Marinho. Da MPB: Ricardo Cravo Albin. Do empresariado: Ruth Stern. As embaixatrizes Julia Gibson e Anna Maria Thopson Flores, entre muitas. Da política, o tucano Márcio Fortes, com Célia.

Mas a única que não precisava ler as legendas era Siri Chateaubriand, porque é dinamarquesa. Na ausência do cônsul-geral dinamarquês, o país estava muito bem representado pela Siri…

O filme, um romance histórico sobre uma era radiosa daquele país, pouco conhecida, o primeiro momento do iluminismo na Europa, valendo até carta elogiosa de Voltaire ao rei, logo seguido de período tenebroso e obscuro, reacionário, de trevas, choro, censura, chibata, degola, sangue e ranger de dentes, é muito bem realizado, com excelentes interpretações do trio protagonista. Há de brilhar na Noite do Oscar.

Porém, em muitos daqueles assistência, e também em mim, brilhou como uma lâmpada acesa um sinal de alerta de que, depois de eras profícuas de governos com liberdade de expressão, alegrias, conquistas para o povo e realizações, seguem-se as trevas do reacionarismo, do obscurantismo, dos que não suportam compartilhar e desejam manter privilégios custe o que custar.

São os abonados, que querem sempre para si e apenas para si. Ao povo só resta o conforto de rezar. E que lamba os beiços…

Filme-Kate Lyra_Steve SolotKate Lyra e Steve Solot

Filme-Siri Chateaubriand_Steve Solot

Siri Chateaubriand

Filme-André Ramiro Andréa Coelho Schiavone Steve Solot

André Ramiro, a atriz Andréa Coelho Schiavone e Steve Solot

Filme-Nelson Hoineff e Kate Lyra

Nelson Hoineff e Kate Lyra

PRÍNCIPE ALBERT II, DE MÔNACO, JÁ ESTÁ NO COPACABANA PALACE!

Confirmada a bomba desta coluna!

O príncipe Albert está no Copacabana Palace desde ontem. Ele veio a trabalho e está acompanhado de uma grande comitiva. Toda masculina.

E logo na sua chegada ao hotel, nove da noite, quem ele encontrou? Seu amigo de Mônaco e Gstaad, Helcius Pitanguy! Ele ficou encantado e saiu do carro, correu para abraçar o Helcius (notem bem, foi o príncipe que, entusiasmado, correu para encontrar o Helcius, e não o contrário), que estava na calçada da portaria por um mero acaso, vestindo training, preparando-se para ir correr no calçadão junto com sua amiga Narcisa T. (sempre ela!).

Albert disse ao Helcius que ficará aqui cinco dias, que adorará sair com o Helcius para jantar, mas não poderá ir à Ilha em Angra, pois está com uma agenda de trabalho apertadíssima.

O príncipe de Mônaco, Albert II, chegou com sua comitiva em dois carros, com aparato de Chefe de Estado, cercado de Polícia Federal, secretários, assessores monegascos, mas sem a princesa Charlene.

 

O GLOBO DIZ HOJE QUE ARIADNE FOI BARRADA NO COUNTRY CLUB. VERDADE OU MENTIRA? SAIBA AQUI

Li hoje no primeiro caderno de O Globo, reportagem de página inteira sobre as bolas pretas a Guilhermina Guinle no Country Club em que está dito que Ariadne Coelho também teria levado um colar delas e sido barrada no clube. Como eu jamais soube disso, liguei curiosa para Ariadne. Transcrevo abaixo nosso diálogo. E vejam só como a moça é bem articulada…

Ariadne, o jornal O Globo publica hoje que você foi barrada no Country Club. Como foi isso?

“Não sei de onde tiraram essa informação. Eu nunca quis entrar para sócia do Country Club. Nem nunca me passou pela cabeça. Moro na Barra da Tijuca e esta seria uma opção totalmente fora de mão para mim e meus filhos, que moramos numa casa que dispõe de todas as opções de lazer. Eles cresceram jogando tênis com os instrutores e os amigos nas quadras que temos em casa  e frequentando a nossa piscina olímpica, nossas áreas de recreação, os jardins. Enfim, nunca cogitei atravessar o Túnel Zuzu Angel para ir buscar entretenimento lá no Country Club para minhas crianças, o que as desgastaria demais nos engarrafamentos. Elas estudam aqui na Barra e minha prioridade sempre foi dar a elas o máximo de conforto, no ambiente de convívio delas, com os amigos cultivados por elas. Nada tenho contra outros grupos, mas cada um no seu quadrado”.

Mas Ariadne, eu já cobri um aniversário seu, no Country Club, anos atrás, oferecido pelo saudoso Hélio Fraga…

“Foi mesmo, Hilde. Uma grande delicadeza do Hélio, um gentleman, e da Silvinha. Mas foi iniciativa deles, sou grata pelo gesto. Porém, se fosse o caso de eu comemorar o meu aniversário, faria uma escolha mais próxima de minha casa, como o Gávea Golf, pois na época meus gêmeos eram ainda muito pequenos e exigiam atenção integral durante o dia. Agora que minha pequena Maria, a nova caçula da casa, não está mais amamentando, pude comemorar meu aniversário com um almoço de 50 pessoas no Fasano, em Ipanema, pois tenho muitos amigos na Zona Sul e não quero impor que eles venham até a Barra a cada aniversário meu. Além do que adoro o Fasano, é meu restaurante preferido, o pessoal da casa é sempre muito atencioso e a comida é boa. Não sei de onde saiu essa informação totalmente descabida, publicada em um jornal com tanta credibilidade. Deve ter sido alguém mal intencionado, querendo prejudicar O Globo”.

O VÍDEO SENSAÇÃO NA WEB: UM BEBÊ QUE ENCESTA TODAS!

E depois de falar das peripécias exóticas e amorosas dos adultos, vamos falar também das peripécias dos bebês, que pelo visto andam aprontando mais do que a velha guarda.

Vejam só esse little baby norte-americano, dois anos apenas, Titus, um geniozinho do basquete, que está bombando na internet com um vídeo gravado pela família, que editou vários clipes desde que ele tinha um ano e meio, numa sequência evolutiva impressionante de seus dotes de grande arremessador. O menino acerta todas as cestas, até mesmo quando é bloqueado pelos irmãos mais velhos e confundido por bolas jogadas em todas as direções.

Por essas e outras, meus amores, o vídeo causa sensação na web. E é mais uma informação deliciosa que eu compatilho aqui com vocês, para que tenham um resto de dia feliz e cheio de sorrisos.

GERMANO GERDAU VAI AO BAILE DO COPA COM SUA SHERAZADE PARTICULAR: A NOVA NAMORADA. CONHEÇAM ANTES AQUI!

E já que comecei a coluna de hoje falando de coisas de amor, vou revelar a vocês quem é a atual dona do coração do querido por todos nós o empresário do aço Germano Gerdau Johannpeter.

Trata-se de uma linda, capotante mulher. Não é criança nem jovenzinha. É mulher de fato, a Zélia Cunha Lima, portadora dos genes da beleza, não fosse ela a mãe da também belíssima Ariadne Coelho e avó da gatinha Tiffany Coelho e da pequenina Maria Sausha, que vão pelo mesmo caminho de beleza da avó Zélia.

Este momento de enlevo amoroso inspira a Germano alguns retornos. Como a sua volta aos bailes de carnaval do Copacabana Palace. Ele adquiriu dois camarotes do Sherazade Magic Ball do próximo sábado, onde, espera-se, deverá pontificar com sua Sherazade particular, a bela Zélia.

gerdau e namoradaO brinde: Germano Gerdau Johannpeter ao lado da bela Zélia Cunha Lima e, em pé, Ariadne Coelho.

Discretos, avessos aos flashes e ao noticiário, os Johannpeter, no entanto, são sempre notícia, dada à expressão de sua presença fortíssima na economia brasileira e em nosso panorama industrial, e dado, também, ao brilho de sua participação como atletas em eventos hípicos nacionais e internacionais. Germano, super reservado, evita toda e qualquer visibilidade. Mas não tem jeito. A visibilidade corre atrás dele.

zelia cunha lima e ariadne coelhoA prova de que beleza, quando de fato existe, não tem idade nem época: Zélia Cunha Lima e sua filha, Ariadne Coelho

Fotos Sebastião Marinho