Um restaurante que é uma revelação: escondido dentro de uma floricultura!

Não foi fácil encontrar o “Espaço gourmet Tropical” no Itanhangá. Afinal, não há uma placa, um letreiro, um aviso. O restaurante, de fato, “se esconde” dentro de uma das mais antigas floriculturas daquela região, a Tropical, uma das muitas casas de plantas que há de frente para o muro do Itanhangá Golf Club. O local é realmente inspirador. Antes de chegar ao restaurante que há no fundo do terreno, passamos por uma infinidade de orquídeas, bromélias, flores de todas as cores e, também, um lounge que dá acesso a um pavilhão recheado (recheado mesmo!) com uma variedade incrível de peças de artesanato de várias regiões do Brasil. Tudo isso sob uma super clarabóia própria para as estufas de plantas…

O espaço gourmet mais parece um empório do interior, daqueles de antigamente, onde se encontra de tudo. As mesas estão dispostas entre as prateleiras, com os produtos à venda. Ladrilhos hidráulicos nos pisos, um décor rústico, ambiente todo bonito e agradável. Mas não pensem que, num cenário tão bacana desses, a comida seja apenas um detalhe. Nada disso! De cara fomos brindadas com cestinhas cheias de pasteis de camarão que, mal eram colocadas diante de nós à mesa redonda, logo esvaziavam. Os bolinhos de bacalhau também evaporavam. E os sucos de frutas, além de criativos, eram bem bonitos. De abacaxi com hortelã, de frutas vermelhas várias e por aí. Fui na sugestão de quem convidava, Mariza Gomes da Silva, e pedi um risoto de camarão. Garanto que, da próxima vez em que eu voltar ao “Espaço gourmet Tropical”, pedirei o mesmo prato…

Mariza, danadinha, veio lá de Brasília, Sampa e Belô para mostrar às amigas cariocas o endereço charmoso/gostoso que nenhuma de nós conhecia. A dica foi de sua filha, Patrícia. E já fomos brindadas à mesa, diante de nossos pratos, com uma bela bonequinha artesanal, com corpo de cabaça, presente da anfitriã. As conversas rolaram. Angela Fragoso Pires comentou o aniversário de Plácido Domingo, em Buenos Aires, no Alvear, onde estava entre os convidados. Idinha Seabra falou de mais uma das muitas obras que faz, arquiteta de interiores diletante que é. Maria Célia Moraes, na contagem regressiva da grande festa-almoço que dará no sábado em Itaipava. Mariza justificava que não irá porque ainda está muito sentida com a morte de José Alencar, e lembrava passagens da doença, comentando episódios praticamente milagrosos que tem presenciado. Um deles, registrado em fotos. Ficou de enviá-las. Assim que receber, conto e mostro aqui a vocês…

Por enquanto, fiquem apenas com os registros de mais uma tarde agradável que Mariza proporcionou às amigas…

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Fotos de Sebastião Marinho

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