Representatividade em pauta

Via Instituto Zuzu Angel

Atualmente, a questão da representatividade tem sido bastante debatida. Muitos padrões estéticos vem sendo questionados, especialmente na Moda, que sempre prezou por modelos magérrimas, muitas vezes com padrões fora do comum no que diz respeito à maioria das mulheres.

De olho nas transformações do mundo, em especial, na retomada da atitude, consciência e empoderamento femininos, muitas marcas têm optado por utilizar mulheres reais em suas campanhas. O resultado é maravilhoso, pois gera uma identificação imediata das consumidoras com a marca, pois elas passam a se verem ali representadas, como nunca antes. Toda forma de beleza é válida e é preciso saber comunica-la e ressalta-la: a magra, a gorda, a baixinha, a alta, a negra, a loira, a morena, enfim, o mundo é belo e plural!

Só pra citar alguns exemplos de campanhas bem-sucedidas, aqui, no Brasil, temos a Tulli, marca de lingerie que utiliza modelos dos mais diferentes biotipos em suas fotos:

Quem também faz bonito é a marca Lab Fantasma, do rapper Emicida. Em sua estreia na São Paulo Fashion Week, a Lab trouxe pra passarela um casting composto em sua maioria por negros, homens e mulheres, de corpos e estilos diversos.

No Brasil, a agência de modelos Squad vem dando o que falar, abraçando belezas de todos os tipos. Em seu catálogo, é possível encontrar uma garotada real e descolada, nada parecida com o padrão convencional das passarelas.

Lá fora, uma das porta vozes do feminismo é a cantora Beth Ditto, que possui uma marca de roupas plus size. Recentemente, o casting de sua campanha foi todo feito através do Instagram, usando meninas reais. Gente como a gente. 😉

 

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