Ivo Pitanguy arrisca a vida num voo de 11 horas para se hospitalizar no Samaritano

  • Paris anda movimentada. Quem almoçou lá esta semana, sala reservada, portas fechadas, 20 pessoas, foi o ministro Joaquim Levy.

  • Em Paris, a discrição é total. Famosos vão e vêm e ninguém fica sabendo. Ordem dos donos da casa, Beth e Carlos Alberto Serpa, que não autorizam fotos. Pois é claro que estou falando do restaurant Paris, da Casa Julieta de Serpa, na exclusiva Praia do Flamengo, mais alto IDH do Rio de Janeiro.

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Enquanto isso, ontem também, na mesma Casa Julieta, acontecia com flashes, no Salão Nobre do térreo, o jantar anual dos ex-alunos do professor Ivo Pitanguy, que pretendiam celebrar o aniversário do mestre, mas este está hospitalizado, no Samaritano, desde que chegou, há duas semanas, de Paris – a de verdade.

Muito bem acompanhado pelo seu clínico geral, dr. João Gaspar Corrêa Meyer, dr. Ivo tem se submetido a oito horas de hemodiálise, a cada 48 horas. Ele começou a passar mal na França e preferiu correr o risco de embarcar para o Rio de Janeiro, para se tratar com seus médicos e junto à sua família, a se internar num hospital em Paris.

Não foi um voo fácil. Com quatro horas de viagem, entrou em séria crise renal, com o comandante chegando a anunciar que interromperia o voo para um pouso de emergência num país africano, para salvar a vida do professor Pitanguy.

Helcius Pitanguy, porém, depois de escutar o pai, optou pelo risco de prosseguirem no voo as restantes sete horas de viagem, até o Aeroporto Tom Jobim, onde já havia uma ambulância a postos. A bordo, o cirurgião foi monitorado com muita atenção e carinho por dois passageiros médicos, seus grandes admiradores.

Já em terra, o pessoal da ambulância quis levar o professor para o Fundão, porém a filha médica, Gisela Pitanguy, foi irredutível: “Meu pai não vai para o Fundão, vai para o Samaritano”.

Assim foi feito, e o professor, com sua constituição forte, resiste com bravura, atendendo bem ao tratamento, apesar de ainda inspirar cuidados.

Arnaldo e Juliana Miró, Raul Chamma , Gisela e Helcius Pitanguy

O cirurgião plástico Arnaldo Miró e Juliana Miró, Raul Chamma e os irmãos, Gisela e Helcius Pitanguy, representando o pai, Ivo Pitanguy, ausente à homenagem prestada ontem a ele por seus ex-alunos, na Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa

Roberto Cohen e Paulo MullerO cirurgião plástico Paulo Müller e o cerimonialista Roberto Cohen
Edmar Da Fontoura e Katia Spolavori (1)

O cirurgião plástico Edmar Fontoura e Katia Spolavori, no evento com cerimonial de Roberto Cohen 

Foto Marcelo Borgongino

 

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