CLÁUDIA FIALHO NÃO É MAIS DO COPA MAS CONTINUA PELO COPA

Cláudia Fialho e Guilherme Sampaio Ferraz voltando do Hotel das Cataratas do Iguaçu, do mesmo grupo do Copacabana Palace, onde foram comemorar o aniversário dele.

Cláudia abraça um novo desafio. Desligada da direção de relações públicas do Copa, ela escreve o livro sobre a memória do Teatro Copacabana, com vistas à reabertura do teatro, o que é um projeto da diretora do hotel, Andréa Natal.

O Teatro Copacabana ajudou a escrever grandes momentos da história do teatro brasileiro. Ali pontificou a famosa companhia “Tonia, Celli, Autran”, com montagens importantes, que significaram pontos altos nas carreiras desses monstros sagrados de nosso teatro, Tonia Carrero, Paulo Autran e o diretor, também ator, Adolfo Celli.

Eva Wilma, Rodolpho Mayer, Italo Rossi, Grande Othelo, Oswaldo Loureiro, Rosita Thomáz Lopes, Napoleão Moniz Freire, Rogério Fróes, Nathalia Timberg, João Bethencourt são outros nomes que têm suas carreiras ligadas ao Teatro Copacabana. Sem esquecer que foi naquele palco que estreou Marieta Severo.

Tudo isso está sendo reunido na pesquisa de Cláudia, com busca de fotos, dos grandes mestres que, na época, registravam a vida teatral brasileira, como o fotógrafo Ávila e o jornalista Alfredo Souto de Almeida, que fazia entrevistas com os atores nos camarins – inclusive no do Copa – com seu inseparável gravador.

Cláudia tem um magnífico trabalho pela frente.

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