ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS ELEGE ANTONIO TORRES

Como era esperado Academia Brasileira de Letras elegeu hoje, com 34 dos 39 votos depositados na urna, o romancista baiano Antonio Torres para suceder ao jornalista Luiz Paulo Horta na cadeira 23. O novo imortal estreou na literatura em 1972 com o romance Um cão uivando para a Lua, considerado pela crítica a revelação daquele ano. Entre seus 17 títulos publicados, destaca-se a trilogia formada por Essa terra, O cachorro e o lobo e Pelo fundo da agulha.

Torres foi condecorado em 1998 pelo governo francês como Chevalier des Arts et des Lettres por seus livros traduzidos na França. Dois anos depois, recebeu o Prêmio Machado de Assis da ABL pelo conjunto de sua obra. Em 2007, ganhou o Prêmio Jabuti com o romance Pelo fundo da agulha. Seus livros já tiveram várias edições no Brasil e traduções em Argentina, Cuba, Estados Unidos, França, Espanha, Alemanha, Itália, Holanda, Inglaterra e Israel.

Noves fora isso tudo, Antonio Torres é muito simpático. Jantamos juntos certa feita em Paris, por ocasião de uma bienal literária em que o Brasil era celebrado, em mesa que tinha também o Chico Buarque e o então prefeito Conde.

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