A Rubens o que é de Rubens!

O cenógrafo Marcos Flaksman lembra que a casa onde há hoje o prédio com o Teatro Ipanema pertenceu à avó do ator Rubens Corrêa. E foi graças ao empenho do neto Rubens que, quando a casa foi demolida e ali construído o edifício, um teatro foi integrado ao projeto. Lá, Rubens encenou espetáculos que marcaram época na cena brasileira, como o monólogo O diário de um louco, de Gogol, em que ele apresentava um desempenho impressionante, O arquiteto e o imperador da Assíria, A China é azul, O beijo da Mulher Aranha, Hoje é dia de rock, O jardim das cerejeiras e as montagens do grupo Asdrubal Trouxe o Trombone. No palco do Teatro Ipanema, que chegou a se chamar por um tempo Teatro Rubens Corrêa, lançaram-se grandes nomes da cena, como Regina Casé, José Wilker, Perfeito Fortuna, Luiz Fernando Guimarães

Por tudo isso, nada mais adequado do que o teatro, caso seja adquirido pela Prefeitura do Rio, iniciativa do prefeito Eduardo Paes que merece aplausos, ele passe a se chamar Teatro Rubens Corrêa

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