Não tenho palavras para ousar-me a descrever a sua dor, Hildegard Angel. Quem perde uma mãe, um irmão, uma cunhada da forma assassina, cruel e covarde como você perdeu e ainda ter que presenciar a tortura no corpo físico e na alma de seu pai, é lógico que precisa se silenciar, não por medo, mas sim por ter visto tamanha desumanidade e crueldade.
Os algozes são sempre covardes, pois nunca agem sozinhos e as vítimas são corajosas e destemidas, pois tem que suportar, sozinhas e na escuridão de locais inóspitos e fétidos, toda a dor, a humilhação e o sofrimento a que são submetidas por estes algozes assassinos, cruéis e covardes. Um dia, um SER GIGANTE e ININGUALÁVEL, disse em meio ao sofrimento e à dor: Pai perdoe-os, pois eles não sabem o que fazem. E se alguém quiser imaginar o que significa anos de opressão, de repressão, de ditadura é só sentir um pouco a dor de quem ficou…
Amanhã talvez seja outro dia, mas a dor com certeza ainda permanecerá naquele ou naquela que tudo viu e nada pôde fazer, a não ser chorar a morte de seus entes queridos. A dor de quem ficou…
Valdir Rocha de Freitas
Sou professor, na realidade parei de lecionar há alguns anos
Em eterna transição profissional desde então
Continuo tentando ser alguém que pensa e que reage
Continuo tentando ser poeta
Continuo tentando ser compositor
Tento ser ainda, admirador da banda que nasceu em meu Bairro, Areia Branca/Pian em Belford Roxo:
da banda que na obra do mestre em ciencias sociais Andre Leite, Memória Musical da Baixada – rompe com os estigmas de cidade violenta e dá, um olhar de esperança de uma nova identidade social, a todos, o Cidade Negra
Por favor de uma olhada na postagem no FaceBook- na verdade um compartilhamento do dia 23 deste, de Marcos Lazão, bateirista da Banda Cidade Negra, de um verdadeiro ataque e absurdo ao sacerdócio lindo, que é ser professor no Brasil
“https://www.facebook.com/marcos.lazao/posts/1970291369711901”
Acho que vale dar uma olhada e mil notas, a este mau exemplo de artista e de brasileiro, qui ça, de aluno
A dor de quem ficou…
Não tenho palavras para ousar-me a descrever a sua dor, Hildegard Angel. Quem perde uma mãe, um irmão, uma cunhada da forma assassina, cruel e covarde como você perdeu e ainda ter que presenciar a tortura no corpo físico e na alma de seu pai, é lógico que precisa se silenciar, não por medo, mas sim por ter visto tamanha desumanidade e crueldade.
Os algozes são sempre covardes, pois nunca agem sozinhos e as vítimas são corajosas e destemidas, pois tem que suportar, sozinhas e na escuridão de locais inóspitos e fétidos, toda a dor, a humilhação e o sofrimento a que são submetidas por estes algozes assassinos, cruéis e covardes. Um dia, um SER GIGANTE e ININGUALÁVEL, disse em meio ao sofrimento e à dor: Pai perdoe-os, pois eles não sabem o que fazem. E se alguém quiser imaginar o que significa anos de opressão, de repressão, de ditadura é só sentir um pouco a dor de quem ficou…
Amanhã talvez seja outro dia, mas a dor com certeza ainda permanecerá naquele ou naquela que tudo viu e nada pôde fazer, a não ser chorar a morte de seus entes queridos. A dor de quem ficou…
Valdir Rocha de Freitas
Bom Dia Hildegard Angel,
Sou professor, na realidade parei de lecionar há alguns anos
Em eterna transição profissional desde então
Continuo tentando ser alguém que pensa e que reage
Continuo tentando ser poeta
Continuo tentando ser compositor
Tento ser ainda, admirador da banda que nasceu em meu Bairro, Areia Branca/Pian em Belford Roxo:
da banda que na obra do mestre em ciencias sociais Andre Leite, Memória Musical da Baixada – rompe com os estigmas de cidade violenta e dá, um olhar de esperança de uma nova identidade social, a todos, o Cidade Negra
Por favor de uma olhada na postagem no FaceBook- na verdade um compartilhamento do dia 23 deste, de Marcos Lazão, bateirista da Banda Cidade Negra, de um verdadeiro ataque e absurdo ao sacerdócio lindo, que é ser professor no Brasil
“https://www.facebook.com/marcos.lazao/posts/1970291369711901”
Acho que vale dar uma olhada e mil notas, a este mau exemplo de artista e de brasileiro, qui ça, de aluno
Sem mais e respeitosamente
sylvio neto