Uma sobrevivente

Um verdadeiro testemunho de fé, coragem, de amor. Assim foi a palestra de Immaculée Ilibagiza, ontem, no Teatro Oi Casa Grande, no Shopping Leblon. Casa lotada, todos de olhos e ouvidos atentos àquela mulher que sobreviveu ao holocausto em Ruanda. Um genocídio, ocorrido em 1994, em que mais de um milhão de pessoas morreram em 100 dias, inclusive a família de Immaculée

Já na abertura do evento, possível pela iniciativa do Grupo Silvia de Aquino, emoção pura com a apresentação da Banda Filarmônica do Rio de Janeiro tocando O Guarani e trechos de El Camino Real

Depois veio a palestra de Immaculée. Por uma hora e meia ela relatou, em inglês, sua experiência de vida e de fé. Foram três meses trancada dentro de um banheiro do tamanho de uma armário, com outras sete mulheres, fugindo de serem assassinadas. Ali conversou com Deus e aprendeu a perdoar os assassinos. Ali, também, aprendeu inglês através de um livro presenteado por um pastor. Decorou palavra por palavra…

Toda a história desta ruandense está no livro Immaculée Ilibagiza, de Steve Erwin, O poder da fé me salvou de um massacre. “Ela é, sem dúvida, uma pessoa especial escolhida por Deus. Já comecei a ler o livro e, só em falar dele, fico arrepiada”, disse Ísis Penido…

Immacullé, que está no Brasil com o marido, contou que conheceu Pelé e nutria o sonho de também conhecer o Brasil. O momento fofura foi quando as amigas do Grupo do Terço a presentearam com uma pulseira da Agnus Dei, que na mesma hora Immacullé fez questão de usar…

No fim da palestra, a Banda Filarmônica tocou Aquarela do Brasil, acompanhada de um grupo de sambistas…

 

Palestra Immaculee Ilibagiza 16 Uma sobrevivente

Palestra de Immaculee Ilibagiza 17 Uma sobrevivente

Palestra de Immaculee Ilibagiza 14 Uma sobrevivente

Immaculée Ilibagiza: forte, bonita, de fé, uma sobrevivente

 

Fotos de Marcelo Borgongino

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