CASAMENTO DE BEATRIZ BARATA: NOSSO 14 DE JULHO, NOSSA BASTILHA CARIOCA!

beatriz barata

Beatriz Barata, o lindo vestido, a noiva em total controle da situação

Foto Luiz Roberto Lima, colaborador da Mídia Ninja, via Google

Tendo o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e sra., como padrinhos, e como convidados os colecionadores de arte Sergio e Hecilda Fadel, que recentemente receberam a presidenta Dilma Rousseff para jantar em casa, no Rio, e cuja filha é casada com o filho do ministro Edison Lobão, das Minas e Energia, além do colunista social de Fortaleza, Lalá Medeiros, casaram-se ontem, com festa que varou madrugada no Copacabana Palace, Beatriz Barata, neta do maior empresário de ônibus do Rio de Janeiro, Jacob Barata, e Francisco Feitosa Filho, cujo pai é o dono da maior empresa do ramo no Ceará.

Acompanhar, via mídias sociais e SMS recebidos, o protesto indignado contra este casamento diante da Igreja N. Sra. do Monte do Carmo e da festa no Copacabana Palace, me fez sentir clima de Revolução Francesa, correndo um frio na espinha, um presságio ruim. E me veio à mente a princesa de Lamballe, melhor amiga de Maria Antonieta, com a cabeça espetada na ponta de uma lança, pela multidão que invadiu as Tulherias.

Estávamos numa madrugada de 14 de Julho, mesma data da Revolução Francesa, e toda aquela manifestação, que ontem começou alegre, até divertida, berrando bordões bem humorados, outros de gosto duvidoso, teve consequências desastrosas, com cabeça ensanguentada, decisões equivocadas, batalhão de choque, bombas de gás lacrimogênio, balas de borracha e gás de pimenta, às 3,30h, 4h da manhã, diante de nosso Palácio de Versailles, emblema máximo do luxo, da riqueza e da sofisticação do país: o Hotel Copacabana Palace!

Vou contar como foi, tal e qual… Aquietem-se, concentrem-se e me escutem…

Com gritaria na calçada, o protesto diante da igreja causou tensão nos convidados, perturbou todo o tempo o ofício do padre e a noiva, Beatriz, em vez de cortejo de daminhas e pajens, precisou de cordão de isolamento para entrar na igreja.

Enquanto padre Alexandre fazia a homilia, escutavam-se nitidamente os manifestantes em coro dizerem coisas como “ha,ha, ha, o noivo vai broxar”, “também quero meu Louboutin”, “úúú, todo mundo pra Bangu” e tambores, buzinas e panelas, pó-pó-pó-pó-pó, pó-po-ro-po-pó, fon-fon-fon etc. O cerimonial de moças e rapazes impecáveis, pra lá e pra cá, cochichando baixinho, apreensivos sobre como solucionariam a saída dos noivos. Foi com PM e seguranças.

Beatriz, calada e retraída, permaneceu tensa todo o tempo – pudera! – mas manteve o controle. Foi altiva.

Já na recepção, no Copacabana Palace, todos se descontraíram e puderam se divertir, porque no interior do hotel não se percebia o que se passava lá fora, à exceção daqueles às mesas da varanda.

No calçadão da Atlântica, uma garotada bonitinha da Zona Sul fazia manifestação até divertida, à la carioca, com meninas vestidas de noiva, rapazes, alguns de terno e gravata, sacando bordões inspirados, como “Eu também quero meu Louis Vuitton”, “Cadê minha Chanel?”, “Nesse hotel tem Barata!”, “Eu também paguei essa festa, quero meu bem-casado” e aquele clássico chulo da noite, citado acima, que se referia ao noivo…

E dá-lhe buzina, bateção de panela, de tabuleiro de alumínio, e desacatos para as mulheres (lindas!), que entravam ou saíam, super decotadas, cobertas de bordados: “piraaaaaanha!”. Não poupavam ninguém.

Com todas as quatro entradas do hotel bloqueadas por eles, ninguém entrava, ninguém saía. Pela internet, os seguidores que assistiam à transmissão do canal “Mídia Ninja”, postavam comentários mais pesados, do tipo “CABRAL VAI É DORMIR AÍ !!!!” (detalhe: Cabral sequer figurava na lista de convidados da festa!); “cadê as bombas???chama pa nois estraga a festa!”; “BA-FO-ME-TRO NO HOTEL”; “Rico não tem Lei Seca?” (referindo-se aos que embarcavam em seus carros mesmo aparentando ter bebido, quando ainda se podia sair); “chocada com o valor dos presentes que a Baratinha pediu no casamento. Veja a lista: http://migre.me/fsCZL” (localizaram a lista no site da H. Stern); “Candidato da Baratinha é Marcelo Freixo do PSOL” (foram checar no Face de Beatriz e descobriram); “ISSO.. TEM QUE JOGAR OVO MESMO…” (zangados porque a repórter foi maltratada por um policial à porta);  “Todos RATOS engravatados, saindo pelos fundos constrangimento é a única arma do povo!!” (houve uma hora em que os convidados conseguiram sair pela porta da Av. Copacabana);  “deixem suas mensagens de parabéns ao noivo”.

Vou omitir palavrões, baixarias e violências. Se é que já não transcrevi demais disso.

A horas tantas, chegou ao hotel a diretora-geral, Andréa Natal, que por força do cargo mora no Copa. Entrou pela porta lateral da Pérgola, junto ao Edifício Chopin. Aflita, vendo aquela multidão e a gritaria, parou para discutir com os manifestantes, iniciando rápido bate-boca, logo sustado pelos seguranças, que a transportaram para dentro.

No interior do hotel mais lindo do Brasil, tudo eram maravilhas. No Golden Room, a apoteose do deslumbramento. O decorador Antonio Neves da Rocha plantou no meio do salão uma árvore frondosa, com os galhos alastrando-se por toda a área do teto, de onde pendiam fios com lampadário e buquês de flores. O chão coberto com grama. E a iluminação causava a sensação de se estar numa floresta-lounge, com estofados pretos.

Ali foi o show de Latino, que, para entrar, só conseguiu pela porta de serviço da Rodolfo Dantas, a da cozinha (!), driblando os manifestantes. Depois do bundalelê do Latino, houve ali a dança, com o DJ Papagaio, e sandálias Havaianas vermelhas para todos os 1050 convidados que compareceram. Foram expedidos 1200 convites. Havia lugares sentados para todos, absolutamente todos.

No Salão Nobre, aquele comprido que sucede ao Golden Room, Neves da Rocha cobriu toda a parede com janelões que dão para a piscina com imenso painel único de Debret (ou seria Rugendas?) exibindo super-mega-imensa-paisagem do Rio de Janeiro, abrangendo nossas montanhas, o mar, a Baía, florestas, do teto ao chão, criando visão fantástica.

Completavam o ambiente, lustres enormes cobertos com heras, toalhas de damasco verde musgo cobrindo as mesas até o piso.

O mesmo décor de toalhas musgo de damasco se repetia nos salões da frente e nas duas varandas, cobertas por toldo e fechadas com paredes de muro inglês, com heras, e os mesmos lustres espetaculares. Cadeiras de medalhão suntuosas. Muito bonito.

Entre os três salões da frente, o do meio foi destinado a ser apenas o Salão dos Doces, com bem-casados da Elvira Bona, doces de Christiana Guinle, chocolates de Fabiana D’Angelo. Chá, café, brownies. O Céu, a Terra e o Mar também…

O champagne era Veuve Clicquot. Uísque Black Label. Aqueles coquetéis de sempre, Bellini, Margarita, Mojito etc. Vários bares de caipirinha, saquê etc. O bolo de Regina Rodrigues era um acontecimento, com vários andares, todo branco.

Buffet do Copacabana Palace, muito bem servido e elogiado. Na verdade, eram vários buffets, distribuídos por todos os salões e varandas. Mesas de frios. Pratos quentes. O cerimonial foi de Ricardo Stambowsky. As fotos, de Ribinhas.

Flores de Raimundo Basílio. Não houve exagero de flores, o verde deu o tom. Uma decoração em que prevaleceram o equilíbrio e a elegância. Luxo sem excessos.

Todo esse décor serviu de cenário à mais fantástica coleção de vestidos jamais reunida numa festa no Rio de Janeiro. Esta a opinião que ouvi de vários que lá estiveram, quer como convidados, quer prestando serviços ao evento. Um especialista em moda, que pediu para não ser identificado, falou: “Nunca vi tantos vestidos deslumbrantes como nessa festa. E em gente que ninguém conhece”. Acredita-se que a grande maioria das mulheres com essas roupas sensacionais, vestidos de alta costura, grandes marcas, fosse de convidadas do Ceará, que ocuparam vários apartamentos no hotel. O Copa bombou na festa e na ocupação.

Não apenas os vestidos eram extraordinários. As joias eram também fantásticas. A começar pelas da noiva, usando riviera de brilhantes no pescoço, dois enormes brilhantes nas orelhas e uma coroinha de ouro e grandes brilhantes, no alto da cabeça, tradição das noivas da família. O vestido de Beatriz Barata foi obra da estilista Stela Fischer.

Tudo isso foi coordenado pela avó, Glória Barata, que durante a festa várias vezes se lembrou do filho assassinado naquela época passada da onda de sequestros no Rio de Janeiro. A família pagou o resgate. Mesmo assim o jovem não foi poupado. Ela ainda guarda grande dor. Dona Glória é mulher sofrida e amável. Todos os que trabalham com ela e sua família a estimam.

Enquanto o minueto social seguia harmonioso, farfalhante e cintilante nos salões, entre as mesas de toalhas adamascadas verde musgo, no entorno do hotel, a contradança era outra.

Não têm pão? Comam bem-casados!  Da varanda, convidados rebatiam as provocações verbais atirando bem-casados na “plebe” (bem à la Maria Antonieta, que ofereceu bolinhos, lembram?) e remetiam aviõezinhos de notas de R$ 20 (aí, a inspiração já era mais próxima, à la Silvio Santos), remetendo ao aumento de “20 centavos” nas passagens de ônibus, que motivaram o início das manifestações nas ruas.

Num crescendo dos protestos, bate panelas, mensagens de Face e Twitter, imagens postadas, provocações, bordões, os ânimos foram se acirrando e não houve nada que se tentasse para apaziguá-los. Ao contrário.

Na portaria do hotel da Av. Copacabana, o motorista de um dos convidados arrancou o celular da repórter “Ninja”, que, como Ninja, deu um salto e conseguiu recuperá-lo, botando o elemento pra correr. Ela recorreu a um policial, que a tratou com impertinência, parecendo alcoolizado. Tudo isso registrado pela câmera Ninja. E a rede social participando, reagindo, se indignando.

Em seguida, correm todos para a Atlântica, prosseguem a gritaria. Uma convidada insiste em deixar o hotel, é impedida e inicia uma briga, quando um convidado, lá da varanda, atira um cinzeiro de vidro na cabeça de um manifestante, que se fere muito.

Vendo aquela imagem ensanguentada na tela da internet, a galera começa a postar desacatos enfurecidamente. A repórter corre para buscar socorro na ambulância de plantão diante do hotel (é lei, quando se trata de evento com mais de 600) e o paramédico. Mas o médico não está, “foi lá dentro”. O rapaz machucado tenta entrar no hotel para ser socorrido. Os seguranças e porteiros impedem sua entrada. Está aí cometido o grande erro da noite!

O Copa, neste momento, rompe sua tradição histórica de cordialidade com a população carioca e de diplomacia e assume uma postura hostil.

A multidão na rua se enfurece. A multidão virtual também e passa a convocar o envio geral de comentários negativos à página do hotel na internet. Uma guerra aberta contra o maior tesouro da hotelaria brasileira! Eu, confesso, quase choro. Adoro o Copa. O Copa é o Rio, nossa memória, nossa História.

Mais uns 10, 15 minutos, e chega ao local uma advogada, dizendo-se da OAB, localiza uma testemunha da agressão, consegue recolher a “arma do crime”, fragmentos do cinzeiro que atingiu o rapaz, leva os dois para a delegacia, onde faz o registro da ocorrência: “tentativa de homicídio”. A vítima leva seis pontos na cabeça.

cinzeiro na caraJuan Nascimento, o rapaz atingido pelo cinzeiro

A garotada agitada continua nos impropérios, constrangimentos e panelaço, e eis que, quase quatro da manhã… chega a Tropa de Choque, marcando sua forte presença de sempre, soltando bombas de gás lacrimogênio, atirando com balas de borracha e, para completar a apoteose da alvorada dessa Bastilha carioca, espargindo spray de pimenta a torto e à direita.

Nessa altura, a multidão de manifestantes, que às três e meia da manhã já estava reduzida a uma centena, ficou ainda menor. Eram apenas uns 50 mais experientes, já com suas máscaras anti-spray nos rostos.

Enfim, os últimos convidados, que aguardavam no foyer do hotel pela oportunidade de deixar a festa, conseguem partir. Vão deixando o casamento Barata e tossem, viram os olhos, engasgam com o spray de pimenta. Os manifestantes protegidos com máscara anti-spray gozam, a repórter estica o microfone: “Tá gostando, cara?”.

Foi um acontecimento totalmente atípico, inédito. Já houve manifestações de protesto em casamentos de políticos e pessoas importantes. Como no da filha do senador Álvaro Pacheco, décadas atrás, tendo José Sarney, presidente da República, como padrinho, na Igreja do Largo de São Francisco.

Mas nada, jamais, em tempo algum, se comparou à ferocidade do acontecimento irado deste 14 de Julho carioca, em nosso Versailles, o Copa, que, ainda bem, nada teve de noite de Tulherias, nem de cabeça espetada em ponta de lança. Mas teve cabeça rachada de manifestante. O que já foi um triste começo.

PS: O parágrafo final foi modificado em 15/07/2013, às 13:02, por livre e espontânea vontade da autora

427 ideias sobre “CASAMENTO DE BEATRIZ BARATA: NOSSO 14 DE JULHO, NOSSA BASTILHA CARIOCA!

  1. Não consigo explicação para manifesto de tal ordem, muiito menos entender… Acho um absurdo, e, não entendo porque as pessoas ricas ainda viva neste País.

    • 14 DE JULHO , QUEDA DA BASTILHA , DATA EMBLEMÁTICA
      RICOS , HORA DE FINGIR DE MORTO E NÃO REALIZAR MEGA FESTAS COM DINHEIRO TOMADO DO SUOR DOS POBRES E PATROCINADA PELA CORRUPÇÃO DO GOVERNADOR SERGIO CABRAL , NÃO É HORA DE OSTENTAR FORTUNA ESTACIONANDO CARROS DE MILHARES DE REAIS EM FRENTE DE HOTÉIS DE LUXO , NÃO É HORA DE ATIRAR GARRAFAS DE CHAMPANHE VAZIA SOBRE O POPULACHO … O POVO NÃO QUER MIGALHAS , E MUITO MENOS BRIOCHES …..

    • Já tá mais que na hora de derrubarmos a Bastilha do Brasil – Família Sarney, Calheiros, Collor de Melo e outras dinastias espúrias têm que sentir muito mais do que um frio na espinha pelas décadas de sangue derramado

      • Larissa amei sua explicação!! acho que você deixou td muito claro para essa burguesia que não enxerga além da janela da cobertura deles em Ipanema, Leblon….
        Já está na hora mesmo de derrubar essa Bastilha do Brasil!

      • só uma perguntinha idiota. Li muito sobre derrubar essa ou aquela família. Principalmente as ligadas à política. Porém, todas só lá estão, pelo voto dos mesmos que agora querem a sua retirada, mas por um milagre qualquer, voltam, seja pelo voto, seja pela nomeação dos que ficaram. As pessoas, estão passando atestado de burrice e com firma reconhecida. O fato da moça pertencer a uma família rica e dona das frotas de ônibus, não a desqualifica, nem muito menos a transforma na maior “barata” da face da terra. Eu me pergunto e não consigo resposta: As mulheres que aqui postam favorável ao linchamento moral dessa moça, exatamente no dia mais importante da sua vida, se sentiria como se fosse com elas? Ter dinheiro não é pecado. Eu fico imaginando, se os empresários do ramo de transporte público, um dia se encher disso tudo e investir em outro ramo, deixando pro governo, o fardo para administrar uma frota de ônibus, trêns, metrôs….como era antigamente, com a fatídica CTC. E antes que me lixem, sou pobre, vivo em comunidade carente, mas, procuro votar naqueles que confio e os que me traem no parlamento, mudo o voto, e não saio às ruas agredindo as pessoas, muito menos constrangendo as demais.

        • O problema aqui não é político, tem relação, mas o fato está realmente na administração canalha das empresas de transporte, se alguém da iniciativa privada lesa a população esta deveria responder pelos seus atos, ou você realmente acredita que apenas os políticos devem ser responsabilizados pelas mazelas do país?
          Se os que aí estão na administração dos transportes abandonarem o setor (nunca vai acontecer), sempre haverá outros para ocupar o lugar, não existe a possibilidade de voltar ao governo a responsabilidade por falta de candidatos.
          Votar em candidatos públicos melhores, não modifica as lideranças do setor privado.

          • Excelente colocação. A economia é uma ciência exata. Capital é um recurso limitado e cujo objetivo reside na sua circulação. Só é possivel deter um grande volume de capital se apropriando do capital alheio e deixando pessoas sem capital algum. É apenas lógico constatar que as grandes fortunas se fazem aonde existem grandes misérias. Agora, como elucida bem a matéria do Globo que postei, a fortuna dos Baratas tá muito, mas muito longe mesmo de ser “dinheiro honesto”.

          • Boa. Além disso, também existe um fator que é ignorado, é lembrado mas ninguém fala: por mais que se troque os candidatos ruins por honestos, continuará existindo uma estrutura intacta dentro do Estado, e não que a mudança politica não altera, o Serviço Público. Já trabalhei como estagiário em órgãos do governo e agora trabalho como vendedor, é possível perceber o quanto se avança se for tiver grana e “tratar bem” os servidores públicos de determinadas posições, assim mesmo que se troque de governo “direita-esquerda, esquerda-direita”, não vai adiantar nada, pois você rapa a casca, mas a inflamação da ferida continua a mesma.

          • Exatamente, entre os do protesto estao muitos filhos de donos de empresas de transporte que querem derrubar os que ja tem contratos. Como em SP, o que destruiu a prefeitura era filho de dono de empresa de transporte. Isso nao passa de guerra entre capitalistas, com apoio dos escravos da milicia psolera que nem sabem a quem servem.

          • Excelente colocação. A economia é uma ciência exata. Capital é um recurso limitado e cujo objetivo reside na sua circulação. Só é possivel deter um grande volume de capital se apropriando do capital alheio e deixando pessoas sem capital algum. É apenas lógico constatar que as grandes fortunas se fazem aonde existem grandes misérias. Agora, como elucida bem a matéria do Globo que postei, a fortuna dos Baratas tá muito, mas muito longe mesmo de ser “dinheiro honesto”

          • Pelo amor de Deus, vc acha que algum empresário desse ramo ganha dinheiro honesto?
            Essa turma vive de beneficio direto e te digo mais eles estão loucos pelo passe livre pra aumentar ainda mais o dinheiro ganho do povo via governo, e quanto ao serviço quando publico nao ter uma boa qualidade, nao vejo melhora depois que passou pra iniciativa privada, alias piorou.
            Se qualificarmos o trabalhador ele atendera bem.
            Quanto mais esses empresários se comportarem como Marias Antonietas mais o anarquismo vai ter força e se continuar assim os “vândalos” vão estar em números cada vez maior, e é melhor nao testar pq passando de um limite, mesmo que subjetivo e de difícil localização, NAO TERÁ VOLTA, uma galera vai ter que mudar pra Miami.

        • parabéns Mauro, você é o cidadão ideal para as “pessoas ricas”: cordial e ordeiro. Só que protestar às vezes é essencial para que certas coisas saiam da sua inércia. Achei essa manifestação esplêndida, porque, apesar do desfecho ruim, é preciso urgentemente desglamurizar a riqueza extrema. Nada tenho contra quem é rico a priori, mas os muito ricos, Mauro, os multimilionários são quase todos suspeitos, sabe? Não podemos ser ingênuos, ser bilionário é “pecado” sim, num país desigual como o nosso. É “pecado” porque pessoas como o Barata ficaram milionárias à custa de relações espúrias com o poder público, comprando favores, sonegando impostos, subornando políticos. E contra ele pesam graves suspeitas inclusive de crimes mais pesados. Sobre a CTC, não é que as pessoas queiram a volta dela; entre um transporte estatizado e um empresário “dono” do mercado, praticando o mais descarado monopólio – num serviço concedido! – existem várias alternativas. O mercado tem que ter mais transparência e diversidade.

        • A única coisa que me entristece, é ver que ser rico no Brasil parece pecado. Ser culto parece ser heresia. Precisamos mudar, mas a mudança poderia vir com educação para que todos tenham oportunidades de crescimento, inclusive econômico. Quero um país mais assemelhado aos países ricos e cultos, e não aos do dito terceiro mundo. Não concordo com a bandidagem política, entretanto, tal fato só acaba com a educação.

        • Gostei, Mauro Souza, de seu comentário. Apesar de achar um ABSURDO o ato de quem atirou um cinzeiro, acho que os manifestantes não tinham que estar lá. Tratava-se de uma igreja, um hotel, um casamento. Que protestemos e muito, mas nos lugares adequados e contra as pessoas certas (ou erradas em suas atitudes).

        • A Hilde não contou, mas a gente já sabe que o dia nem era tão especial assim. A noiva já havia reservado a igreja e o Copa há dois anos, ou seja, antes de namorar o tal marido Feitosa.
          Dia, hora e local já estavam definidos antes de definirem quem seria o noivo.
          Muito machismo achar que o dia mais importante da vida de uma mulher é o casamento, não?

        • E você tem exigido e pressionado os políticos em quem vota? Pois se não for assim meu bem aquilo que você chama de voto consciente não está valendo de nada!
          Voto certo e aquele dado antes e depois através de acompanhamento.
          E você se senti triste e injustiçado pela noiva, vai lá falar pra ela amado e vamos vê como vai te receber.
          E deixando bem claro que quem agiu de violência foi eles e não os manifestantes.
          Passe só um dia perto desses burgueses e ouviras e verás o que eles pensam ref. a pessoas pobres. Ai vai entender a indignação que nós sentimos!
          Não deixe- se enganar, quando te dizem que o transporte sendo privatizado e melhor do que ser público, pois isso e uma mentirá que nos contam muito tempo para que nos sintamos menos aflitos e mais acomodados. Podemos sim ter um transporte público de qualidade.

        • Larissa, querida, só na sua cabeça e na do Bernie Madoff a economia é uma ciência exata. Economia surgiu como Economia Política. Política tem a ver com decisão e economia, com ótima alocação de recursos escassos.
          Faz que nem a noiva… vota no Freixo…

      • Larissa e sua campanha de ódio … depois alguém leva cinzeirada e reclama da truculência dos que detêm algum poder ou capital. Na boa, se for assim, é legítimo te assaltarem e hostilizarem na rua também, porque tu também deténs algum capital e poder, mesmo que não te dês conta disso.

        • Desde quando informação é discurso de ódio? Desde que a oligarquia tem grande interesse em manter o povo ignorante para poder fazê-lo de massa de manobra. Entendi, sendo assim prefiro fazer “discurso de ira” do que o da passividade ignorante. A gente tenta não alimentar os trolls mas eles sempre insistem em dar umas garfadas por aqui e por alí. É mais fácil agredir do que abrir a mente. Continue no seu mundinho confortável então, querida, enquanto ele ainda existe.

          • Passividade é uma coisa, ira é outra. Há outras vias … muitas outras e bem melhores. Não é ‘ou isso ou aquilo’, isso é dualismo cego.

    • se você sabe quem é Jacob Barata, você devia saber porquê desse manifesto. Assim como devia saber que manifestos assim deviam ser feitos em outros casamentos,em outros eventos,não só dessa família. E as pessoas ricas vivem nesse país, porque não seriam tão ricas fora dele. Só existe riqueza aqui porque há cada vez mais pobres,ao contrário do que dizem. Com preços exorbitantes e o salário mantido no mesmo piso cada vez mais as pessoas ficam mais pobres sem notar. Enquanto isso, quem é realmente rico se mantêm. No caso deste casamento,e desta família, o que incomoda não é só saber que só são ricos porque há proletários cada vez mais pobres que bancam essa desigualdade cada vez maior. O que incomoda nessa família é saber que só são ricos literalmente às custas do povo com passagens exorbitantes. E esse casamento que apesar de ,como descrito acima, lindo e esplendoroso é bancado pelo povo, parece ser apenas uma aliança político-econômica. Acho que do jeito que as coisas estão é bom os ricos começarem a tomar cuidado mesmo antes que dentro de alguns anos o ”liberté,egalité, fraternité” seja aderido num todo e a ideia do robin hood também.

      • No filme IL GATTOPARDO, que mostra a ascenção da burguesia e declínio da nobreza nos Estados Papais, o nobre interpretado por Burt Lancaster disse: “O Povo dizia que tinha o sangue sugado pelos leões e leopardos (símbolos da nobreza) e agora terá o sangue sugado pelos chacais e hienas (burguesia).

        • Boa! No filme ‘Antonio Gramsci – Os dias de Cárcere’, ele diz que quem tenta rebelar o povo sem antes prepará-lo para o autogoverno busca na realidade se autopromover ou está destinado ao fracasso, já que não há revolução sem o povo e fazer revolução em seu nome sem antes educá-lo é falso.

        • é quase assim que eu me sinto Edeltrudes. Sinto o meu sangue sugado por chacais, hienas e baratas.Não é fácil. O que mais eu vou ler aqui…..

      • Tem toda a razão, nunca tinha ouvido falar desses dois, mas pelo que li, as duas famílias atuam no setor de transporte público, assim fica mais do que claro que é uma aliança politica-econômica a moda antiga, e se esses grupos se unirem e depois fizerem alianças com outros grupos do setor para fazer um oligopólio do transporte público no país inteiro?

    • Pimenta no dos ricos é refresco D. Hildezinha? Não foi a senhora que foi se juntar, chorando de emoção, a uma turba que praticava algo muito semelhante numa tarde de um dia de março de 2012 nas portarias do Clube Militar? Alimente os animais D. Hilde! Assim como critico aquela, faço o mesmo com esta! Com ou sem ideologia, com ou sem manipulação!

      • Ué, seu Balbi, não estou condenando os manifestantes, não. Muito menos os ricos, no interior do Copa. Estou apenas reportando os fatos que são o marco de uma época.

        Quanto aos manifestantes diante do Clube Militar, dou a eles nota 10 com louvor. E aos torturadores do lado de dentro do clube, nota Zero, zeríssimo. Eles é que deveriam se envergonhar de seu vexame histórico.

        • Como não te amar Hilde? Tem gente que não entendeu que a principal diferença entre os dois protestos é que os manifestantes do casamento da Srta. Barata estavam imbuídos do mais vulgar espírito de PORCO.

          • e os que estavam dentro do Clube Militar no dia 31 de março de 2012 eram os próprios porcos…

        • Que comentário infeliz. Será que essa gente não conhece nem a história da própria cidade? Se não sabe ler, aluga o filme Zuzu Angel e assiste antes de falar esse tipo de asneira. Parabéns pela reportagem, Hilde. Foi a única a retratar de forma isenta os dois lados – de dentro e de fora. Bjs

          • Não achei a narrativa da Hildezinha tão isenta assim,
            Dá pra perdoar? acho que sim.
            Ela tendeu muito para os baratas. Usou até história comovente de sequestro. etc.
            Só não crucificou os manifestantes.
            Tentou um 0 x 0 difícil de se manter.
            Boa amiga ela é

        • Olha….só, quem tem real conhecimento da História desse país, pode escrever texto tão sutil e verdadeiro. Merci ao acaso,que trouxe-me através do facebook, essa delícia para os olhos…e mente. Comme il faut!

      • Ué, seu Balbi, não estou condenando os manifestantes, não. Muito menos os ricos, no interior do Copa. Estou apenas reportando os fatos que são o marco de uma época.

        Quanto aos manifestantes diante do Clube Militar, dou a eles nota 10 com louvor. E aos torturadores do lado de dentro do clube, nota Zero, zeríssimo. Eles é que deveriam se envergonhar de seu vexame histórico.

          • Bom dia Danielle,

            Acho que cabe uma revisão dos seus conceitos referentes a imparcialidade. Você tem certeza que leu o mesmo texto que os demais visitantes do site.

          • João Fernando, se após a leitura deste texto o senhor concluiu que o texto não é imparcial, eu não vou tentar convence-lo do contrário. Afinal como diria G.R. : pão ou pães é questão de opiniães .
            Já na minha opinião Hilde foi brilhante e imparcial porque conseguiu relatar no mesmo texto a visão dos dois lados.
            Hilde, os meus parabéns mais uma vez!

          • Ola Hilde, vc é uma batalhadora e sempre fez um trabalho excelente na sua area! Apesar de gostar muito da Gloria, postei no face q este casamento nao pode e nao deve ser considerado uma luta de classes, é uma luta politica contra corrupçao desmedida e impune q assola o nosso pais! Lamento pela Gloria…

      • Seu Balbi considerar uma jornalista que reporta uma festa colonizada e cafona num hotel que devia ser impolido (e um dia se Deus quiser será) de esquerda, percebo que é o que o senhor insinua, é estar perdido no tempo e espaço, Cadeia pra torturados é pouco eles deviam ser jogados ao mar de um helicóptero depois de um pau de arara básico.
        É pq a esquerda do Brasil só tem frouxo pq era a hora de ir buscar esses caras em casa e brincar com eles um pouco.

    • Ledo engano querida!! O copa é um hotel que não se modernizou,como por exemplo, continua com aquelas paredes cafonas pintadas da época em que os estrangeiros consideravam o Brasil um pais exótico e com animais espalhados pelas ruas. Acho que é o simbolo de uma época que já passou.Se o compararmos com outros grandes hotéis do pais, em termos de serviços e acomodações ele esta totalmente ultrapassado. Digo isso por que conheço!!

      • O Copacabana Palace é uma joia arquitetônica e símbolo importantíssimo de uma determinada época do Rio de Janeiro. Por isso, é um bem cultural tombado em três instâncias: federal, pelo Iphan; estadual, pelo Inepac, e municipal, pelo antigo DGPC. Associar o Hotel Copacabana Palace a mazelas ou supostos ilícitos praticados por representantes da classe que o frequentou em sua fase áurea ou que ainda o frequenta, é demonstrar ignorância e menosprezo pela história da cidade e seus símbolos.

      • Deve conhecer de ouvir falar. Aquelas pinturas cafonas… Manda passar uma tinta salmão, e colocar umas janelas rayban azul pra ficar do seu gosto. O prédio é uma jóia arquitetônica, e a sua opinião me faz temer o dia que visitar o Vaticano. “Taca uma tinta branca que tá cheio de gente pelada, acho cafona!”

    • Hahaha!!! Esse foi o melhor comentário : ” não entendo porque as pessoas ricas ainda viva neste País.” ! Vou tentar te explicar, as pessoas ricas moram neste país para permanecerem ricas, já que neste país elas podem continuar aumentando a suas riquezas com suas maracutaias e tendo gente como você que apoiando! =)

    • Não teve cabeça espetada teve cabeça arrebentada por um cinzeiro de vidro arremessado da sacada do meu querido Copa, de forma criminosa e covarde. E saber que o barato do Copa é bem mais que uma blattaria endinheirada e outros arthropodas que adoram ostentar para marcar sua diferença social e de classe.

    • simples as pessoas ricas vivem aqui porque é o único lugar em que podem manter suas fortunas,sonegar impostos e fazer parte da parte mais poderosa e podre do mundo,pois fora daqui não seriam semideuses e disto eles não abrem mão.

    • Seria muito facil entender se procurasse se informar de quem é Jacob Barata e sua posição na questão das tarifas de onibus e qualidade dos transportes publicos no Rio, bebê..

    • É muito fácil de entender as manifestações em frente ao Copa e outras…
      Para os que fingem de cego e surdo: A população brasileira inclusive a “classe média”, que já virou escravos modernos faz tempo,sabe e entende de quem realmente é rico ou ficou rico HONESTAMENTE a custa do trabalho limpo e aos que pertence a casta superior não estão esbanjando e ostentando luxo ao ponto de ser tão cafona e ridículo como o que aconteceu na “festa” da dona baratinha,convidados na sacada do Copa atirando cinzeiro de cristal, notas de R$20 em forma de aviãozinho de papel, gritos de “fora seus pobres” aos que ali manifestavam,na rua.
      Quem não conhece o Sr. Barata e seus amigos que desfrutam de cargos públicos?
      O que não querem entender é que o povo e inclusive a classe média,sendo redundante,não é mais trouxa e cansou de ser explorada e surrupiada.
      Se não houver mudanças rápidas para atender DE FATO a população que grita aos quatro cantos do Brasil,realmente como dito na matéria,seja bem vinda “Revolução Francesa”,. entre a casa é sua !..

        • Um discípulo de Bakunin. Tá explicado. Sua piscina está cheia de ratos, suas idéias não correspondem aos fatos. Tenta se ilustrar mais um pouco, não estamos no século XIX. Anarquista que ganha mesada da mamãe não vale.

    • Por que elas [as pessoas ricas] ainda vivem aqui? É brincadeira? Porque foi aqui nesse sistema corrupto, onde reina a impunidade, que eles construíram suas fortunas. Com ligações criminosas e tráfico de influência. Se você tirasse 5min pra se informar sobre as condições de trabalho dos empregados de empresas de ônibus (por exemplo), não falaria uma besteira dessa. Em um lugar “mais avançado”, eles nunca teriam se tornado quem são. Aqui eles mandam em governadores e prefeitos. Me poupe da sua ilusão (ou má-fé).

    • Simples, BB Schmitt. Porque as pessoas ricas necessitam sugar todo o dinheiro das pobres, até verem os filhos delas morrerem de inanição. Assim podem fazer seus luxuosos bailes e casamentos a custas a altura da H.Stern.
      O problema não é ser rico, o problema é ser corrupto!
      Será que seu Q.I. não deu conta de entender a analogia textual?

    • Nossa, parece que a dona Hilde se esqueceu do seu próprio passado… em um país de miseráveis e ladrões (o que se explica muito bem, por sinal), ela está preocupada com a “imagem! do Copa… como diria um amigo meu:”Me bata um abacate!!!”

      • Claro que estou preocupada com o Copacabana Palace, quem ama o Rio de Janeiro sabe o que ele significa para esta cidade e sua História. Sabe também que ele seria o único espaço neste país, com memória e história, para servir de cenário a uma “queda de Bastilha”, como eu interpretei e interpreto o episódio da madrugada de ontem, 14 de Julho.

        Preocupo-me com o Copacabana Palace porque, independente de significar o símbolo de uma classe social abastada, nacional e internacional, também significa qualidade de turismo e hotelaria que o Rio de Janeiro sabem proporcionar, e por isso está na relação dos melhores hotéis do mundo.

        E não combina com esse perfil, naquele exato momento, ter impedido a entrada do rapaz ferido. Se permitiu a entrada depois, fez bem. Mostrou que o Copa é o Copa.

        Preocupo-me não comigo nem com os meus. PReocupo-me com os nossos, o nosso Rio, a nossa cidade, a nossa economia. No sentido macro e não micro. ;P

        • Também acho Hilde.. Sou carioca e sei da importância de ícones do nosso turismo como o Copacabana Palace, e nem por isso sou rica…Estive em passeata, quanto ao abuso do Governo e sua tirania administrativa e roubalheiras.. E isso não tem nada haver com um Hotel que gera $$ que é gasto em comércio etc..
          Cada coisa em seu galho!

        • O hotel é uma das maravilhas do Rio e tem importância histórica, cultural e emocional inquestionáveis. Não é bairrismo ter amor pela cidade. Ser burguês não é ofensa. Quer dizer que a pessoa não é do clero, nem da nobreza. É classe média. Quem usa a palavra como ofensa deve ser um humilde campesino, um membro do Politburo do governo, ou simplesmente um sem-noção exaltadinho.

        • A verdade é que o carioca pensa que o Copacabana Palace é o ó-do-borogodó – e NÃO é. Está longe de ser. Qualquer cidadão brasileiro que já tenha pisado na Europa ou nos Estados Unidos sabe que existem hotéis superiores aos milhares.

          Se no Rio de Janeiro, cidade suja e dominada por favelas, o Copa representa muito coisa, ok. Agora não me venha pintá-lo como templo do luxo internacional – porque não é.

        • Adorei sua narrativa! Morri de rir! Seu estilo é ótimo e o conteúdo sensato e apresentado com humor! Vou passar a freqüentar seu blog! Parabéns!

        • Adorei sua narrativa! Morri de rir! Seu estilo é ótimo e o conteúdo sensato e apresentado com humor! Vou passar a freqüentar seu blog! Parabéns!

      • Olha, Hilde, respeito seu trabalho, tb sou jornalista, mas me incomoda PROFUNDAMENTE este trecho:
        “Aliviada, vejo que meu frio na espinha não passou do frio de fato dessa noite de inverno carioca. O pressentimento era fajuto. O estrago se limitou a seis pontos na testa de um manifestante, que o responsável pelo estrago há de assumir e, se não assumir, os promotores da festa ou o próprio hotel há de tentar corrigir o ato infeliz de alguma forma”. Vc está parecendo a Regina Duarte… rs… tem medo de que?! Dos “sujos, feios e malvados”?! rs

        • Só pra completar: fui a vários protestos em SP e no Rio, porque sou meio paulista meio carioca (rs). E fui não como jornalista e sim como cidadã porque queria ver in loco o que estava acontecendo. Posso te garantir que este tipo de experiência muda tudo, ou seja, estar no calor do povo, sentindo de verdade o que ele quer, é muito melhor do que ver pela TV ou na tela do computador… Elimina preconceitos e nos lembra quem realmente somos… eu sou pobre, com muito orgulho, embora me digam que sou classe média (detesto catalogações). Não roubo e tenho nojo de quem rouba… estou do lado de quem trabalha 12 horas (ou mais) por dia neste país e não vê resultado disso… ah, já estive no Copa a trabalho e vivo muito bem sem ele e, sinceramente, não acredito nestes benefícios todos ao turismo que vc fala… bjs

          • Querida, seu toque foi ótimo. Veja lá o final do texto pós-Iva. Quanto aos benefícios do Copa, informe-se mais, ele é um símbolo carioca no mesmo quilate de Pão de Açúcar, Corcovado etc. Não há como negar 😉

          • O Copacabana Palace não existiu sempre e nem existirá para sempre.
            Essa velha ladainha de “símbolo” só funciona para saudosistas de plantão; ou para defensores de relações humanas decadentes.
            Imagina o que seria de Dubai, caso tal “simbologia” tivesse algum embasamento.
            A humanidade muda, o mundo muda…..

        • Olha, Iva, concordo com você e vou lhe confessar uma coisa. Esse final eu coloquei depois de o texto concluído. E por quê? Porque quando construímos relações de toda uma vida nos preocupamos com elas, e me preocupei com o impacto que o texto poderia produzir, principalmente no Copacabana Palace, agora sob nova direção, num momento mais complicado, pela primeira vez enfrentando uma efetiva concorrência. Neste parágrafo final, falou mais meu coração bom. E não que eu seja amiga dos donos do Hotel, Orient Express etc, nem conheço. Mas acho que este é um equipamento turístico fundamental para a cidade. E sabe de uma coisa? Vou retirar esse final. 😉

          • Que bom que vc repensou, Hilde, até porque está realmente mais do que na hora de a gente repensar o Brasil. Acho lindo os símbolos brasileiros. Já morei no Rio e sei sobre o que vc está falando, mas acho que mais importante do que os símbolos é o povo. Enquanto vivermos nesta sociedade tão injusta onde somente alguns têm o direito de desfrutar de benefícios e prazeres, não haverá paz. E aí não adianta colocar o Laboutin e ir pra rua de branco pedir paz… qdo será que a “elite” vai perceber que uma coisa está ligada à outra? Ou seja, se o cara já chega ao mundo com uma realidade que o massacra e assim segue por toda a sua vida, o que lhe resta? Mais amor, por favor…

    • Magnifica e oportuna sua coluna sobre este acontecimento que, por coincidência, se confunde com o momento nacional que estamos vivendo.Emobra o lema da Revolução Francesa, já tenha cumprido a sua missão que é o de Liberdade, Fraternidade e Igualdade, acho que , nosso momento, já está pedindo uma nova ordem mundial, como, liberdade, pas e dignidade…mais ou menos isso…O que estamos vendo é que os fatos se repetem como foi traduzido no Bolero de Ravel, na sua perfeita composição. Sinto, e acredito que todos, estão sentindo que não podemos mais conviver e suportar nosso sistema político intrepetado por homens que não têm nada a ver com o sentimento da nossa pátria. Estamos indo , muito rápido para o fundo do poço. Não somente nós brasileiros, mas os americanos , europeus e asiáticos, palestinos tb estão no mesmo caminho. Acredito que o prazo de validade da Carta/lema da Revolução Francesa está vencido. Por tudo, acredito que, vc tem toda a razão em se assustar e, sentir veracidade nos fatos que se repetem de forma evolutiva e rápida, tão rápida, que se não for mudada pelos canalhas de plantão, algo de novo e, de revolucionário irá acontecer…Valeu jornalista Ildegar Angel pela percepção e sensibilidade na compreensão do triste e preocupante fato, onde, somente o povo que foi atingido pela violência pela burguesia acastelada no Luxuoso Hotel.

    • Porque em nenhum outro país do mundo eles enriqueceriam como aqui enriquecem, porque em nenhum outro país do mundo, teriam os privilégios que aqui tem, porque em nenhum outro país do mundo teriam relações perniciosas com o poder público como aqui, porque em nenhum outro país do mundo teriam mão de obra qualificada a custo tão baixo. Isso sem falar dos impostos. Acorda, mermão! Em que mundo vc vive!

      • Seu eu te entendi, a corrupcao e’ um fenomeno Brasileiro ?
        fala serio?
        isso e’ um problema do captalismo e nao do humano.
        se ha governos ha corrupcao.
        na china que o governo mata quem rouba a corrupcao ta alastrada.
        imagina aqui que todo mundo quer tirar o seu se tiver uma oportunidade mas depois paga de cidadao indignado.

    • Elas estão vivas porque são elas que gerem o Estado para serem assim, ricas. Aliás, esse também é o motivo do desespero das massas.

    • Texto épico, apoteótico, e… divertido e reflexivo. Hildegard se faz uma cronista maravilhosamente carioca, bem-humorada e séria. E pensar que tudo que foi narrado foram fatos reais !!!

    • @bb schmitt parabens, vc ganhou um pacote de fly & drive pra miami sem direito a acompanhante, premio concedido por conseguir inaugurar os comentarios desse post da forma mais imbecil possivel.

    • Hildegard,

      que texto perfeito! parabens querida.

      Narrativa inteligente, vai envolvendo o leitor numa trama interessante.

    • Os corruptos e corruptores estão brincando com fogo…fogo gigantesco!!! Será que só eles não percebem o perigo no ar???

    • O recado é para BB Schmitt. Você não sabe por que este tipo de rico ainda mora no Brasil mas eu vou lhe contar. É porque somente aqui eles podem criar tamanha fortuna às custas do povo. Ou você acha que o enriquecimento do Sr Jacob Barata aconteceu através do oferecimento de transporte de qualidade à população? Não tenho a menor pena da noiva Dona Baratinha. Como dizia Caetano, “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Pois é, a moça já conhecia as delícias, chegou a hora da dor”. Tenho mesma pena é do povo que se espreme em seus ônibus.

    • Ande de (varios) onibus todo santo dia que voce entedera perfeitamente o motivo do protesto. Junto com o valor absurdo da passagem

    • Coitadinha!!! Não entendeu o motivo da manifestação!!! Precisamos sim e urgente mostrar nossa insatisfação com muita manifestação e sempre mantendo a ordem, pois temos motivos concretos pra isso.

    • Quer protestar contra os Barata é fácil; compre uma bicicleta e deixe de andar de onibus! Fácil. Eu pedalo 9 km até o meu trabalho. Melhor o exercício com ipod doque um onibus lotado e fedido!

    • O que choca nessa festa e nessa coluna são coisas simples mas que por hipocrisia não são ditas.
      O que choca é o fato da festa ser feita com dinheiro ilícito. Dinheiro conseguido através de muitas licitações fraudadas. Essas mesmas licitações que geram passagens caras, transportes ruins e muitas vezes terminando em estatísticas de mortes em nossa ruas. Sim! Sra. Hildegard, o Sr. Jacob tem uma grande parcela de culpa (isso para não falar das pessoas que ele fez questão mandar para além). A Sra. pode não saber a folha corrida desse “empresário” mas poderia ler nos jornais quantos já morreram vítimas de acidentes com ônibus. Motoristas que trabalham como cobradores, fazem jornadas duplas…
      Os detalhes do casamento são narrados com certo ar de admiração, mas no fundo deveria ser vergonhoso.
      Bato palmas para as pessoas que fizeram essa manifestação. Pessoas ricas e trabalhadoras (eu conheço várias) dão mais valor ao seu dinheiro suado e não costumam torrar em festas megalomaníacas para virarem notícias em colunas sociais.
      O Brasil vive um momento impar. Ou a impressa começa a fazer o seu papel corretamente ou em breve teremos notícias de casamentos de enteados de traficantes….

      Nada contra a sua coluna. Mas é que festa não deveria estar aqui em sim nas páginas policiais.

    • Há muito as tais manifestações viraram baderna. Os baderneiros se acham dono do pedaço. Não trabalha e tampouco estudam. Vivem do amanhecer ou anoitecer nas ruas. Eles destroem os bens que pessoas construíram com anos de trabalho. As vítimas ficam com o prejuízo e logo os autores dos estragos recebem visita de advogados da OAB e representante dos Direitos Humanos. E pergunta-se: por que as vítimas não têm a mesma assistência? Quem paga o prejuízo? A bagunça já cansou e perdeu a graça.

    • O Copacabana Palace é uma referência do turismo de qualidade, atraindo um consumidor estrangeiro de alto poder aquisitivo, atraindo divisas, estimulando nossa economia.

      • Querida Hildegard, o Copacaba Palace é uma referência no turismo na dita expressão ” Para inglês ver” e a economia que esse tipo de atração de “alto nivél” traz deve ser apenas para pessoas de nome e com uma economia propria já bastante recheada.

      • E quem é que ganha com esses estímulos? O povo é que não! A desigualdade social do nosso país é record mundial! No Estado de Excessão que vivemos, os únicos que ganham com esses grandes eventos são os que sempre ganharam às custas do sangue e suor do povo e esbanjam isso nos salões dos Copacabana Palaces da vida. Pois essa gente tem é que se sentir muito constrangida com esse desbunde! Tem que sentir o pescoço coçar mesmo. Pobreza é precisar desse tipo de luxo nojento para viver mesmo que isso custe caro para o resto da sociedade. Temos que mudar nossos valores, parar de achar bonito esse tipo de glamour ostensivo. Hilde, tá na hora de você rever os seus conceitos sobre luxo – Luxo é saber aproveitar a vida de forma simples e promover harmonia social e ambiental. Nesse sentido Mujica é o ícone fashion do momento.

        • Muito bom!! Estive recentemente em Paris e pude reparar duas coisas que os brasileiros deveriam aprender: andar de Metrô ou então ter carros populares (que é o que mais se vê nas ruas de lá). Pra conta fechar, não dá pra uns terem MUITO e outros não tem NADA. É preciso que todos tenham mais ou menos igual. E não estou falando de Cuba, estou falando de Paris que talvez os “esnobes” brasileiros entendam melhor…

          • voce nao foi nos bairros pobres, so nos bairros turisticos, como Copacabana, so viu predios como o Copacabana Palace. O complexo de vira-latas esta agudissimo entre os comentaristas. Hildegard Angel nao tem esses complexos, porque ela conhece Paris e muitos outros paises melhor que todos voces. Alias, os ricos existem em todos os paises do mundo, assim como os hoteis de luxo e os casamentos de luxo. As pessoas que falam do Mujica como fashion do momento deviam pensar que no Uruguai tambem tem ricos e casamentos e hoteis de luxo. Ate em Cuba tem, mas la so podem entrar turistas ricos, cubanos estao proibidos. Nao sei em que mundo vivem os neo-anarcos brasileiros. Parece que nao vivem no mundo capitalista globalizado, mas no mundo da lua.

          • kkkkkkk, a revolução começa com um passeio por Paris??? kkkkkk

      • Pelas palavras da própria gerente do Copacabana Palace, o hotel é uma propriedade privada de um grupo internacional, O dinheiro entra e vai pra fora, como em 90% dos casos no Brasil.

        Deveria ser implodido a muito tempo, isso sim.

      • Fala serio né Hilde, o turismo no Brasil engatinha, Singapura que é do tamanho de BH e anotem metade das nossas belezas e muito menos as gatas que temos aqui e recebe mais turistas que o Brasil todo, quanto mais do Rio.
        Números sao numeros, e olha que odeio os idiotas da objetividade.

      • Estas divisas ficam nebulosas.
        Endinheirados(prefiro chamar de endinheirados esta corja mediocre que não sabe o que vem a ser uma verdadeira grandeza)
        investem em endinheirados.
        Faz pouco tempo conheci uma jovem instrutora de “medicina transcendental”(ela se aproveitou da imagem de David Linch numa visita ao Rio…pronto, vc jah pode descobrir quem ela eh! A socia jah foi modelo, mas ela tem um olhar maligno que nao consegue disfarçar, um horror!), moradora do Leblon que afirmava com crueza: pobre vai morrer pobre! Admiro quem sabe ganhar muito dinheiro, não importa de que maneira! (!!!!) eis o retrato da pobreza perversa destes endinheirados,
        que no Brasil, fizeram uso de 2 ditaduras fascistas para abortar um Estado de Justiça Social que uma Europa teve a felicidade de desfrutar!

    • Amigos, sim, com toda a certeza o Copacabana Palace é patrimonio do RJ. Até do ponto de vista técnico, sendo edifício tombado, a fachada dele não pode ser modificada pelos seus proprietários. Ele é reconhecido como sendo uma das imagens que faz parte da nossa memória do que é o Rio. Sim, a população usufrui dele toda vez que passa na frente dele, da mesma forma como usufrui da imagem do Teatro Municipal ou do Corcovado, mesmo sem nunca ter subido lá. É um edifício lindo e importante. Agora, barbaridades, corrupções, esbanjamento, ostentação desmedida, tudo isso é outra conversa. E conversa importante.

    • Querendo ou não o Copacabana Palace é o símbolo turístico do Rio e não tem nada a ver com o povo usufruir ou não. Vc está misturando “alhos com bugalhos” e é este um dos motivos pelos quais este movimento ainda não decolou. Há tantos patrimônios gratuitos maravilhosos de acesso ao povo e ele utiliza, por acaso? A Biblioteca Nacional, A maravilhosa pinacoteca do Museu de Belas Artes, e outras tantas, e quem utiliza? Estenderam a justa revolta da opressão financeira, a indignação de tanta roubalheira e impunidade, a todos os segmentos da sociedade brasileira. Não é porque se discorda do ponto de vista desta “revolução” que se está contra ela. Aliás hoje muitos estão chorando, mas foram eles através das urnas os grandes culpados. É nela que devemos reverter esta situação. O triste só é pensar que parece não existir mais uma cabeça digna neste país, uma pessoa honesta a quem você possa depositar uma esperança na urna. A política, e não é só no Brasil, é a pior das drogas, provou uma vez fica contaminado pela corrupção.

      • Mais duas antas falando de presidentA.
        Vera e Mirtes = Mais duas professoras de português para mandarmos para CUBA.
        Talvez a Hildegard tenha usado de tal forma por educação, uma vez que a presidente gosta de ser chamada assim, ou talvez por “ironia”.
        Se o substantivo é comum de 2, segue definição:
        “Em gramática, o comum de dois gêneros é a classificação que recebem os substantivos cujas formas masculina e feminina são idênticas mas são diferenciáveis pela presença de um modificante, tal como um artigo ou adjetivo”.

        ** Acho que essas meninas, quando na escola, eram estudantas, contentas e viviam sorridentas !

        • Olhaí, Massimus, vamos mudar esse tom, companheiro. “Antas” e correlatos não combinam com essa coluna que se pressupõe ser escrita e lida por pessoas amigas, que dialogam em alto nível. OK?

          • Desculpe, Hildegard,
            não foi neste sentido: Foi a terminação deveria ter saído mais duas com a mesma história do “enta”, as pessoas, por ironia acabam chamando a presidente de “presidanta”!
            Acho que me empolguei. Peço desculpas as pessoas as quais me referi, mas peço, também, que antes de dar aulas verifiquem.

        • massimus além de não ser de bom tom chamar quem quer que seja de anta. não há motivo para tal. como já disse em posts abaixo do qual não deve ter lido, a língua não é estudada apenas pela gramática normativa e não se restringe apenas a ela. existe a linguística e as variações linguísticas, onde entra entre outros elementos aqueles que são usados com mais frequência numa língua. se procurar historicamente a palavra ‘você’ era gramaticalmente não aceita e ela deriva de vossa mercê. hoje em dia é aceita gramaticalmente mas primeiro ela já existia e não era uum erro, era apenas uma variação da língua. assim como o é a palavra presidenta. e por favor,não considere apenas a gramática normativa para dizer o que é certo ou errado na língua.

          • Sim, o “você” foi catalogado.
            O presidenta não.
            A Língua está em constante processo de evolução, mas não por decreto de uma presidente egocentrista.
            Se houve uma unificação dos países de Língua portuguesa, nos que se refere ao hífen… Será que os outros países terão que fazer uma nova reforma para se adaptar aos caprichos de Dilma.
            Sim, ela pode se chamar presidenta, mas não pode me obrigar a falar ERRADO.
            Mesmo porque isso é uma bobagem em vista do governo que ela faz!
            Ela deveria se preocupar com a educação, saúde e respeito.

          • As variações linguísticas se dão naturalmente, de modo espontâneo e passa a ser considerada.
            Até o momento, só a senhora presidente e seus companheiros reconhecem essa frequência de uso!
            Peço desculpas mais uma vez a Hildegard e, como não defendo partido nenhum, detesto ditadura, mas não concordo com a democracia petista (que é uma nova forma de ditadura) e, pelo que vejo, aqui são todos a favor.
            Reitero: Bobagens discutirmos isso afinal, ela não é presidente, nem presidenta…Ela é uma “ex-guerrilheira” (rs) não me representa.
            Acrescento: Muitos que “lutaram” por democracia, são os nossos opressores hoje.
            Espero ver, um dia, o Brasil livre desses oportunistas!

          • entendi seu ponto de vista. o que quero dizer é que se a maioria da população utiliza a palavra, ela passa a ser linguisticamente aceita, apenas não é gramaticalmente. mas entendi que não concorde por ter sido um uso iniciado devido a eleição da dilma e a ela ter utilizado a palavra.

          • ah! e apesar de defender o uso de presidenta eu não sou petista nem votei na dilma. apenas estudo a língua portuguesa falada no nosso país e queria esclarecer que não é só a gramática que dita o certo e o errado na língua.

        • Presidenta e acabo, como tem gente que se incomoda em mostrar que sabe mais que os outros, isto mostra o quão medíocre é seu mundinho ….. Ela é quem manda e está correto é Presidenta sim …..

          • JÁ VI QUE AQUI TODOS BAIXAM A CABEÇA PARA A PRESIDANTA!
            TODOS DEFENDEM O ERRO.
            PROVAVELMENTE: PETRALHAS!

          • Celso
            Medíocre?
            Quem é o senhor, para chamar alguém assim?
            Me retratei acima com a Hildegard, mas ofensas?
            O Senhor me conhece e conhece meu mundinho?
            Ela é quem manda?
            Tenha argumentos, senhor Celso… Ela não manda.
            E se manda… Manda no senhor, que provavelmente deve ser partidário ou algum tipo de PTralha que vive à sombra desse partido desmoralizado!
            … E por falar em PT.
            O Senhor sabe onde anda o Lula?

        • Dicionário Houaiss:

          PRESIDENTA

          n substantivo feminino
          1 mulher que se elege para a presidência de um país
          2 mulher que exerce o cargo de presidente de uma instituição
          Ex.: a p. da Academia de Letras
          3 mulher que preside (algo)
          Ex.: a p. da sessão do congresso

          • O André “Proeza” não falou nada: Sobre nenhum tema.
            Oh, que piada inteligente!
            Disserte, com suas palavras, sobre o assunto,
            ProeZA!
            Você é inteligentO !
            Nada pessoal, só brincadeirinha com o seu nome com o seu nome, que também dá piadinha!

        • o tucaninho larga a mao de ser chato, nao pense que vcs vao ganhar as proximas eleicoes nao. se o povo ta com raiva do PT imagina da direita reacionaria.
          coloca o Aecio pra dar um role contigo em Miami, vai tomar um chopp no jobi com o diogo mainardi.
          seu Pitiyankee.

        • Acho que a anta na escola não era eu, tanto que consegui ate ser professora e com orgulho. Veja nos dicionários de Aurélio e Houaiss que isto está lá, desde sempre, antes da Dilma. A norma culta da língua portuguesa acata as duas formas como corretas e aceitáveis (presidente ou presidenta , a seu critério ). E se viu o filme sobre Saramago em algum momento voce vai ver a Pilar, esposa dele, falando deste assunto (antes da Dilma). E olhe, ser um tapirus terrestre às vezes é melhor do que ter cérebro e não saber fazer uso dele.

      • PresidentA é tão correto como dirigentA, estudantA, componentA, e tantas outras palavras que aprendemos em nossa vida estudantil em colégios públicos de excelencia, que não tem flexão de gênero.
        PresidentA é típico de quem quer mostrar que tem poder até para mudar nossa língua. Pensa que tem!!!!!!!!!

        • Presidenta sim.
          Está nos dicionários, está reconhecido pelo uso.
          Quem assistiu o documentário sobre a vida de Saramago (José e Pilar) verá que o termo foi cunhado por Pilar em Portugal muito antes da eleição da Dilma.
          E a língua é mutável e… bem, teve muita gente que já explicou acima.
          Ah, e o Google é uma ótima fonte para outras fontes sim…

        • Rafael, meu caro.

          Se você verificar no Houaiss, verá que gerente é um substantivo de dois gêneros, tal como presidente.

          A diferença é que GERENTA inexiste no dicionário.
          PRESIDENTA existe, está totalmente correto.

          HOUAISS:

          n substantivo feminino
          1 mulher que se elege para a presidência de um país
          2 mulher que exerce o cargo de presidente de uma instituição
          Ex.: a p. da Academia de Letras
          3 mulher que preside (algo)
          Ex.: a p. da sessão do congresso

          (…)

          Sugiro que se informe, você só tem a ganhar.

          • por favor, entendam que dicionário é de base lexical enquanto quem acha que presidenta é errada tem bases gramaticais. o que é preciso é entender que GRAMATICALMENTE não é correto realmente, mas que isso não faz com que não possa ser utilizado ou não aceito na linguística e sendo assim, como parte do léxico.

      • Eu sempre soube que presidente; estudante; delinquente;
        etc. etc. são substantivo comum de dois. Será que é bom pronunciar estudanta, delinquenta ou mesmo presidenta?

      • Presidenta não está correto. O correto é A/O Presidente. Quem escreve e diz PresidentA, é ignorante como o Lula e a Dilma. Não estupre a língua portuguesa.

        • HOUAISS

          PRESIDENTA

          n substantivo feminino
          1 mulher que se elege para a presidência de um país
          2 mulher que exerce o cargo de presidente de uma instituição
          Ex.: a p. da Academia de Letras
          3 mulher que preside (algo)
          Ex.: a p. da sessão do congresso

      • Se é correta, procure no dicionário!
        Se normativa ou não…Ainda não foi considerada e nem aceita no uso popular (só com efeito de deboche). Poderá ser um dia, mas, insisto, na norma culta NÃO EXISTE!
        Agora parabenizo vocês, defensores PTistas da Dilma.
        Boa noite a todos e cuidado com a ditadura.

        • Massimus,

          É espantoso como você faz esse tipo de afirmação sem empregar o mínimo esforço de consultar o dicionário.

          E a palavra “leviandade”, você conhece? Acho que sim.

          • Diana,
            Vc parece um papagaio citando o HOUAISS, grato pela informação (se ele catalogou devido ao uso em evidência pela presidente, para esclarecer o fato, até para quem desconheça e vá procurar), leia comentários da ANA O, que tem argumentos próprios e escreve com base e não fica procurando citações por não saber escrever.
            Quanto à leviandade, conheço o significado: MAS CONSIDERO PIOR DO QUE LEVIANA A SUA INSINUAÇÃO.
            Talvez seja a projeção de seu sentimento externado!
            Pare de ficar copiando e colando (Ctrl C e Ctrl V) o dicionário.
            Cordialmente.

        • Caro,
          Não sei se você inventou hoje alguma referência que eu desconheça para a norma culta da língua portuguesa, mas no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), editado pela Academia Brasileira de Letras, o vocábulo presidenta é um substantivo feminino (é o s.f. que você verá se consultar o VOLP na internet), pelo menos, desde a edição de 2009. Até ontem, o VOLP era a principal referência sobre o registro dos vocábulos em língua portuguesa no Brasil.
          Estou certa que você possui um enorme rol de comentários sem embasamento para fazer. Escolhe outro. Não precisa brigar com o VOLP.

          • Mariana,
            No dicionário se encontra até palavrões e palavras de baixo calão, e mesmo assim estão lá!
            Catalogam para que as pessoas QUE DESCONHECEM POSSAM SABER DO QUE SE TRATA!
            Eu e Ana O estávamos discutindo Forma culta ou não; GRAMATICAL X LINGUÍSTICA!
            Não, não vou brigar com o dicionário, mas te garanto que consigo escrever sem depender TOTALMENTE DELE!
            Repito: Procure algum palavrão e verá que está catalogado e escrito: Forma chula ou não culta para….
            Ou seja, nem tudo que está lá pode ser escrito, peça para a Ana O desenhar…

            Ana,
            parece que vc entendeu: “A Língua/escrita é uma fonte de mal entendido”.
            Agradeço por dialogar, peço desculpas, mais uma vez, no primeiro momento, onde fui rude.
            Faça o favor; Desenha “pra galera” sobre dicionário e seu uso!
            Atenciosamente,

    • você , Elizabeth devia ler meu comentário explicando também ao Charlie sobre a gramática e a norma padrão culta não ditarem o que é certo e errado na língua e nem serem a única forma de estudo dela.

      • Ana,
        acabei de te citar acima….
        Mais uma vez, agradeço pelo diálogo sem a presença do Ctrl C / Ctrl V.
        Mais uma vez, me despeço,
        Cordialmente

  2. Sabemos que o empresário em questão domina o serviço de ônibus no Rio, serviço este que “não anda lá bem das pernas”, dispondo de veículos e motoristas de péssima qualidade. O cidadão se cansou disso tudo. Não suporta mais ser ludibriado, usado. Nossas autoridades há muito não estão a altura do povo que os elegeu. O cidadão exige mudanças e isso já ficou mais do que claro. Há exageros nestas manifestações todas, mas em que manifestações ou revoluções estes exageros não estiveram presentes? Ou ” a coisa” muda ou a situação vai piorar ainda mais. O cidadão, como já se disse a exaustão, acordou; e acordou de mau humor!!!!!

  3. Nao tenho conhecimento aprofundado dessa historia de cordialidade do hotel com a populacao (perdoe-me a falta de acentuacao mas meu PC vive seus ultimos dias), mas ”misturaram as estacoes” ao nao oferecer ajuda e sonegar socorro a uma pessoa ferida, e talvez ainda nao tenhamos cabecas espetadas em ponta de lanca, mas acredite, o RJ nunca mais sera o mesmo, nao se suporta mais essa elite cafona que ouve latino e quer eleger um camarada chamado Pezao, que circula livremente na sua Monaco (zona sul) enquanto o resto da cidade se torna uma Bangladesh…

    • Concordo com você. É claro que teriam que oferecer socorro ao ferido. Não combina com tradição do Copa, desde Otávio Guinle, Oscar Ornstein, o relações públicas, dona Mariazinha Guinle, Phillip Carruthers. Não combina mesmo. Talvez a Andréa Natal não tenha sido informada desse impasse. Se tivesse, daria ordem para que ele fosse atendido, acredito. Mas isso foi desastroso. Por tudo isso, passou-me pela mente a imagem da cabeça espetada na lança nas Tulherias. Tudo errado, errado. O evento foi pontual, a data foi emblemática. O momento foi um marco, uma virada, prenúncio de uma reflexão para uma nova atitude. É um novo Brasil. Essa ostentação, esse mundo, essa sociedade dessa forma virou passado, coisa de museu, virou História, memória, e é assim que devemos vê-la e tratá-la. Não devemos mais insistir nela. As diferenças sociais se mantêm agudas no país, apesar de todas as conquistas. Quanto ao Pezão, nada tenho contra o fato de ele se chamar Pezão. Não sou preconceituosa, Fred. Em aspecto algum. Ele tem se mostrado um trabalhador. E não o vi em nenhum momento deste governo com guardanapo na cabeça. Só trabalhando. Reflita sobre isso. E ele circula pelo interior todo o tempo, que eu saiba. Não faço defesa, procuro ser imparcial.

      • A partir do momento em que se tem um Pezão, ” trabalhador ” porém unido ao poder econômico q visa o profit, não se tem tanta liberdade em se trabalhar para o povo, infelizmente o governo fica engessado! O povo reivindica a sua democracia q está cada vez mais escondida por traz da “corporatocracia”! hj em dia é quase necessário fazer uma pós pra poder escolher um político decente!

      • O rapaz não ia entrar para receber socorro.

        Eu, minha irmã (advogada) e o rapaz estávamos IMPLORANDO ao Kollher (oficial responsável no momento – não sei se é assim que escreve o nome dele) que eles entrassem para que o rapaz pudesse identificar o CRIMINOSO que arremessou o cinzeiro. Mas o segurança do hotel PROIBIU que ele entrasse. Foi NESSE MOMENTO que o choque nos ATACOU deliberadamente!

        Me diga, minha senhora, A QUEM ESTA POLÍCIA DEFENDE???

        • A polícia tinha sim que ser chamada, em qualquer lugar onde haja perigo para as pessoas e, também para os bens delas. O que vocês fariam, se de repente juntasse uma multidão à sua porta e começar a te ofender? Desculpe, não sou rica, mas em uma situação como essa é logico que teriam que chamar a polícia.
          A polícia estava lá para conter ambas as partes.

  4. Não sei o porquê de tanto blá blá quanto ao vocábulo presidenta. Presidente não é um substantivo comum-de-dois-gêneros e sabe por quê? Pois existe o feminino de tal substantivo. Por isso presidenta é a forma correta de se dirigir à mulher preside. Vamos parar de uma vez por todas com essa picuínha, já está cansando!

    • Uma aula de Português para a mais nociva Ignoranta!
      Foi elaborada para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se tem presidente ou presidenta. A presidenta foi estudanta?
      Existe a palavra: PRESIDENTA?

      Miriam Rita Moro Mine – Universidade Federal do Paraná.
      No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante… Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
      Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independentemente do sexo que tenha. Diz-se: capela ardente, e não capela “ardenta”; se diz estudante, e não “estudanta”; se diz adolescente, e não “adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.

      Um bom exemplo do erro grosseiro seria:

      “A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta”. Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse essa informação..

      • você faz letras?já ouviu falar em variação linguística ? sabe que a gramática normativa dita regras entretanto elas não ditam o que é certo ou errado na língua, apenas ditam o que é certo ou errado GRAMATICALMENTE? sabia que a gramática não é a única área de estudo de uma língua e qu ela não só se resume a isso ? POis bem, presidentA ,não faz parte da norma padrão culta, ENTRETANTO é sim aceito linguisticamente devido ao uso. não sei se sabe mas existe também uso e desuso na língua. se você não conhece sobre o estudo de uma língua,não tente dizer a NINGUÉM o que é certo ou errado, principalmente quando a discussão em foco é socio-econômica e política.

          • não sou fã da dilma,não sou petista,sequer votei nela. e sou estudante de letras na universidade federal do rio de janeiro. acho que sou mais conhecedora da língua do que quem só estuda norma culta na escola e acha que pode dizer o que tá certo ou não na língua. não culpo quem tenta fazer isso, mas o ensino da língua que faz com que pensem que só a gramática normativa é correta dentro da língua.

        • Li, no “Dicionário de Questões Vernáculas”, do falecido (e conservador) professor Napoleão Mendes de Almeida, também autor da “Gramática Metódica da Língua Portuguesa”, a seguinte explicação:

          Presidente – Não cabe ao caso “lógica”, como asseverou um membro da Academia Colombiana de Língua, nem afirmações graciosas de que “deve ser”, “é preferível dizer”, “a expressão correta é”, que estão contidas em declarações de acadêmicos colombianos, publicadas não há muito nesse jornal, em apoio a “presidenta” quando referente a mulher.
          São em português uniformes os adjetivos terminados em nte, como já no latim havia uma só terminação – ns – para o masculino e feminino dos adjetivos da segunda classe, por cujo paradigma se declinavam os particípios presentes: prudente, amante, vidente, lente, ouvinte. Ninguém, pelo menos em português, diz hoje prudenta, amanta, videnta, lenta, ouvinta.
          Alguns dos adjetivos de tal terminação andam a ser flexionados em nta no feminino quando substantivados: parenta, infanta, governanta. Presidenta, porém, ainda está, ao que parece, no âmbito familiar e chega a trazer certo quê de pejorativo.
          Neste caso, como noutros, a designação de “neologismo” não serve para encobrir o desconhecimento de fatos do idioma. O que está errado é dizer: “…de Paris, o presidente do Clube Brasileiro do Gato, Anne Marie, irá a Essen, na Alemanha”. Por favor, senhor redator, procure saber em qualquer gramática o que é substantivo comum de dois gêneros e verá por que se diz “a estudante Maria das Graças”, a constituinte Etelvina Rodrigues” e por que é certo “a presidente Isabel”. Sua única desculpa será não saber que Anne Marie é nome de mulher.

      • Fernanda,
        Você seria uma ótima professora de português LÁ EM CUBA!
        Acredito que o Brasil faria bom negócio: Trocando vc por 3 médicos!
        Comum de dois gêneros significa: ÚNICO para os dois gêneros.

        • se você não sabe, um dos motivos para a educação do país ser falha e tornar ainda maior as diferenças sociais é o fato de na escola ensinarem a norma padrão culta. que realmente AINDA não adere ao muito recente vocábulo ‘presidenta’. por este fato, ela realmente não poderia dar aulas em escolas brasileiras. talvez tenha se equivocado ao dizer que presidenta é o feminino de presidente. sociolinguisticamente está correto entretanto não está gramaticalmente. de qualquer forma não acho que valha a ofensa. como disse acima para o Charlie e a Elizabeth e para quem mais tiver esse tipo de atitude : se você não conhece sobre o estudo da língua,não tente falar sobre ele.

          • um dos motivos para a educação do país ser falha e tornar ainda maior as diferenças sociais é o fato de na escola ensinarem apenas* a norma padrão cultao deixei claro no post acima.

      • Achei excelente sua aula de portugues… Estava começando a postar sobre os sufixos, e vc o fez muito bem.

      • Charlie,
        Não adianta, eles vão insistir na evolução da Língua, no uso e desuso….Realmente pode ocorrer, mas o uso da “tal” ” PRESIDENTA” ainda não se popularizou (só como deboche),
        como disse o senhor Celso: “Ela Manda” (nele e partido).
        Logo, presidentA ainda é um termo usado só pelos petistas, simpatizantes da presidentA.
        Segue um exemplo: PTralha já caiu no gosto popular e não dos petistas, talvez seja catalogado ou considerado antes mesmo do termo “presidenta”, mesmo porque ela está por um fio (a beira de um Impeachment) e nem dê tempo de formalizar !
        Mais uma vez peço desculpas a todos.
        Foi a primeira vez que participei do blog… Poderei voltar um dia quando não tiver tanta gente com tendências partidárias, digo, petralhas!

    • Quem não argumentação pra outras coisas se apega a picuinhas. Essa turma do ‘Cancei” ainda não cançou de apelação.

    • Engraçado…. o português q a dilma quer OBRIGAR o pais a utilizar NÃO EXISTE NESTE PAÍS, NEM EM NOSSA LíNGUA E ISTO JA FOI SOBEJAMENTE DITO PELOS EXPERTs HA MAIS DE ANO, quando a gracinha inventou isto. Pergunto: porque tanta necessidade de ser presidentA ( não seria… presidANTA ??? kkk) ? Ahhh, esqueci, Freud já explicou e quem não entendeu, vá estudar Português e… Psicologia/ Análise !

      • Malu,
        cai fora… vc não viu o argumento do Celso?
        ele não sabe explicar nada e se resume em dizer: “ELA MANDA” ! Huaaaa
        Repito, cai fora o vocábulo existe para eles que são subordinados a ela!
        É a mesma coisa PTralha não existe para eles, mas já se popularizou!
        PresidentA vai cair em DESUSO, ma PTralha vai cair no uso popular… Talvez seja até catalogado e passe a fazer parte da norma culta!
        Eu cansei!

      • Sou mulher e pretendo seguir a profissão de torneiro mecânico. Adotando o dilmês, serei eu obrigada a virar uma torneira mecânica?

        • Isso mesmo, Fátima!
          Pela cartilha da Dilma: A pilotA de avião, o dentistO !
          Para que ela tem a necessidade de impor tanto a sua feminilidade?
          Poderia se dedicar ao desGOVERNO dela !
          Agora me digam que desgoverno não existe! rs

  5. Anos após escrever para D. Hildegard, sobre uma materia sua bem elitista, curiosamente também sobre um casamento de milionários..ainda hj fico na duvida sobre sua real opinião. O q acha disso tudo?! Dos manifestos e da posição da polícia e governantes? Nunca sei se o tom é de deboche e, se é, o faz com qual dos lados?! Dúvida. Não sei se a admiro ou se o q sinto é repulsa…. Na dúvida, lhe desejo o melhor. Vai que um dia consigo fazer melhor juízo. . .Vá saber….

    • O que eu acho? Acho que os manifestantes estão exercendo um direito legítimo de protestar contra o que lhes incomoda. E que os ricos estão exercendo um legítimo direito de dar uma festa linda de casamento para sua filha e de ir a uma bela recepção.

      Acho que a Beatriz Barata estava linda, com um belo vestido, e se cercou do melhor para oferecer o melhor a seus convidados.

      Mas acho também que os fatos mostram que esse tipo de luxo se tornou anacrônico a partir deste momento pontual das últimas três semanas vividas pelo Brasil, do nível de consciência enfim alcançado por nossa sociedade sobre as diferenças sociais, que permanecem contrastantes e injustas, díspares, apesar de todos os progressos e conquistas.

      Acho que não há mais espaço para o exercício do luxo julgando que ele não terá consequências, pois terá, não há mais tolerância para a falta do comprometimento social, e acho que o Brasil tem que ser mais preocupado em distribuir sua renda, de forma equânime e justa, entre os diferentes degraus de sua sociedade.

      Acho que não devemos ter preconceito contra quem produz e consome, contra o empresariado que emprega, assim como temos que ter um olhar humano e protetor para com aqueles que disso necessitam. Os pobres, os desfavorecidos.

      Acho que o Brasil precisa priorizar o básico, a saúde, a educação, o saneamento, a habitação, e tem que ter um olhar antes de tudo nacionalista sobre suas riquezas, pois elas são do povo e para o povo e pelo povo.

      Acho isso e muito mais.

      Acho que o Brasil não suporta mais essa atitude leniente em relação à corrupção e por isso agora se revolta. Mas a atitude tem que começar em casa, no próprio umbigo, não apenas nas ruas.

      Meu abraço.

      • Acho que seu texto não tocou na questão mais importante: essa manifestação não é um protesto ao luxo e ao custo de um casamento milionário, é ser pago com o dinheiro que o povo paga em imposto e é diariamente desviado, mal usado, roubado, como no caso das licitações fraudulentas da família em questão, que rege uma máfia de transporte público como é o caso do Rio.
        Informações precisas? Não tenho, fica difícil quando não há nenhuma transparência nas decisões políticas, não nos disponibilizam sites explicando o processo nem é aberta a planilha de orçamento. Em São Paulo, a licitação das empresas de ônibus foram canceladas devido aos protestos, agora vamos ver se isso vai acontecer aqui.. se essas famílias querem largar o osso…

        • Exatamente Joana, parece que essa parte a Hildegard nao entendeu. Não se trata de uma luta de classes, ninguém aqui tem nada contra que rico case no luxo, mas uma luta contra a corrupção. O texto dela perdeu o sentido por isso.

          • A corrupção nasce da estratificação dos humanos em diferentes classes sociais. Não é um fenômeno de personalidade individual mas um fenômeno social que se baseia na cultura da supremacia de uns indivíduos sobre os outros mas que atinge a todos e que se torna maior quanto maior e excludente se torna a estratificação dos humanos. Claro, o tamanho desta corrupção não pode ser mensurado pelo maior ou menor barulho que dela faz a mídia tradicional dado que ela é parte inerente e interessada deste processo. Mas do estudo cuidadoso de provas (sobre isso, vale ler “A Privataria Tucana” do jornalista Amaury Ribeiro Jr.) e de sua contextualização histórica e dialética (sobre isso, vale ler “O Brasil Privatizado” de Aloysio Biondi e “Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro” de Raymundo Faoro).

      • Percebe-se que a Sra realmente não entendeu NADA. Ninguém é contra a Luxos ou Ricos gastarem o seu dinheiro PRIVADO. O que o POVO não aguenta mais é saber que esse LUXO é financiado por CORRUPÇÃO, com o dinheiro do POVO….Entendeu agora?

        • Claro que entendi. O senhor é que tem o nível baixo de percepção. Só entende se o texto for escrito em letra de forma e sobre bloco de concreto. Ou se for um PANFLETO. Aviso geral: Não sou panfletária.

          • Hildegard, boa tarde!
            Acredito que seria mais interessante você assumir que o seu texto foi desprovido de imparcialidade e apresentou uma visão míope sobre o momento que o país está passando.
            Tendo em vista o seu histórico familiar, acredito que você deveria ser a primeira pessoa a compreender a reação das pessoas em relação as injustiças praticadas por um governo.

        • Agora sim, tocaram no cerne da questão de forma efusiva. A caixa alta no texto talvez tenha sido necessária, pois enfatizou os pontos corretos. O rico pode ter mais que o não-rico ? Decerto. Não é disso que trata o capitalismo ? Quem está insatisfeito, que faça seu pé-de-meia e se mude pra um país que exerça regime diferenciado. Mas ostentar o luxo, ao ser notória a participação em esquemas fraudulentos que sobrecarregam o transporte público com serviços de péssima qualidade ? Isso não pode. A noiva nada tem com isso ? Não sei… ela poderia “bater pezinho” e exigir algo menos aviltante para sua cerimônia e recepção.. não podia ? “Vovô.. vamos fazer por menos ? Não vai pegar bem” – Imagino uma noiva correta, expressando-se. Claro que cada um é livre pra seguir o caminho que escolher. Mas é preciso ter consciência de que colhemos o que plantamos.

  6. Obrigado Condessa Angel por nos noticiar em primeira mão que vocês tiveram frio na barriga, medo de revolução e ansiedade aguda, gerando apreensão e acidez no estômago e que o papo da festa não foi outro. Vocês são um bando de burgueses medrosos, frouxos, todos, homens e mulheres. 200 pessoas fazendo um protesto bem humorado e até divertido e vocês tremendo de medo. Comparem-se a reis absolutistas e nobres (faz sentido), mas tenham noção da pequenez e da fraqueza de vossas pessoas não obstante o poderio estatal de que dispõem. Por piores que fossem aqueles nobres, reis e rainhas do ‘ancien régime’, ao menos não eram frouxos. Maria Antonieta, que coragem! E vocês, precisaram do Choque por causa de 200 pessoas batucando em frente à festa… e quase mataram um rapaz. Que deselegante, né?

    • Prezado, eu não estava na festa. Sou apenas uma repórter diligente, que trabalhou a noite toda, cobrindo o evento via mídias sociais e ao telefone, e o dia inteiro, colhendo informações com as pessoas que compareceram, reuni dados e fiz essa reportagem, para que vocês pudessem estar bem informados hoje.

        • Ah isso mesmo SRA MIRTES. Ela uma tem trabalha na midia e não deve dialogar com a ´pessoas. Vc esta de parabéns !!! Claro que não !!!!! Gente como vc me cansa !!!

          • Opa. escrevi tão rapido que saiu tudo truncado, Tanta era a vontade de responder a essa SRA. Ah isso mesmo SRA MIRTES. Ela porser uma pessoa que trabalha com/na mídia realmente não deve dialogar com as pessoas. Deve somente receber elogios de pessoas como vc, claro !!!
            Vc esta de parabéns !!! Claro que não !!!!! Gente como vc me cansa !!!

      • 1) Eu não disse que você estava na festa. Mas se não estava, ou se eu por acaso sugeri erroneamente isso, acho que isso é bom pra você, eu não me importo na verdade. Você tem o direito de ir se for convidada. Com o Latino na carta da noite, e um bando de magnatas mafiosos no rol (e no hall), começo a duvidar o que em tese, a meu ver, deveria ser uma festa agradável e de bom gosto, como costumam (ou costumavam) ser festas de requinte. Do mesmo modo, as pessoas tem o direito de protestar contra um dos responsáveis pelo oligopólio que dirige o bárbaro sistema de transporte público que temos. Seria legal que em vez de salões franceses representado o Rio — “O Copa é o Rio” — tivéssemos um transporte público estilo parisiense representando nossa cidade. E será que lá seu Jacob teria essa banca toda? Existira um rei dos ônibus?

        2) Quando digo “vocês”, está claro que faço uma generalização como força de expressão. Isto é um comentário de um blog, não uma palestra de crítica social. Mas não é possível deixar de notar de que lado você está. Pode até não ter estado fisicamente no Copa, mas está lá dentro simbolicamente. O coloca como algo que define o Rio. Um lugar onde 99% dos cariocas jamais pisaram e onde não podem fazer, por exemplo, uma refeição com os amigos, ou aproveitar a piscina. Palácios são palácios, não é verdade? Há lugaras de luxo e exclusivos em qualquer parte, mas no “mundo civilizado”, não temos abismo social, e o exclusivo não é tão exclusivo assim, você sabe. E ao definir o Copa como algo que representa a cidade, isso é demonstrar bem que a sua ótica é aquela desde as sacadas do belo hotel. Pareceu mais preocupada com a mancha no hotel do que com a tentativa de homicídio ao rapaz. Hotéis não tem sangue. Vidraças não sentem dor.

        3) O povo não é necessariamente, e nem majoritariamente, contra a existência de ricos, afortunados e pessoas que façam casamentos de luxo. A prova disso é que a escolha desse casamento em específico não foi por acaso. Não é nada pessoal, é político. A noiva e o noivo podem ser pessoas interessantes, e até inocentes. Mas este é um casamento de luxo sustentado por uma fortuna gerada a partir da exploração mafiosa de um serviço público que massacra o orçamento de boa parte da população (inclusive da classe média). Ônibus sujos, demorados, lotados, desconfortáveis, perigosíssimos e caros, muito caros. Se os noivos forem inocentes mesmo, serão os primeiros a ter esta dimensão e ver que são vítimas das próprias famílias e das próprias fortunas.

        4) A sua reportagem é opinativa, em grande parte, não apenas descritiva. É legitimo o jornalismo de opinião, e até necessário, mas torna-se algo cínico quando se disfarça de discrição neutra e imparcial, mera coleta de dados e informações com o objetivo centra de deixar pessoas bem-informadas. Hildegard, você tem o direito à opinião. À sua posição. Não precisa desse disfarce cuja função primordial é deslegitimar críticas justamente à opinião contida no texto.

        5) O que ocorreu no Copa, na parte de dentro, foi o que se chama de um evento social. Mas o que ocorreu do lado de fora também um evento social, é o outro contexto da palavra. E foi civilizado, consciente e se teve algum ato de barbárie, não foi por parte dos manifestantes. Quem é o deselegante? Quem é o social?

        • É, eu acho que a Hildegard está sofisticando muito na ironia. O pessoal tá com dificuldade de entender… rs

    • Concordo. Lamentável é o nível dos comentários e de alguns comentadores, que por divergirem do modo (exímio, por sinal) como Hilde apresentou-nos os fatos ou por outras discordâncias, acabam por lhe lançar ofensas, usando para isso até mesmo uma história familiar, de conhecimento público, que ainda é muito dolorida na memória de quem lutou contra a ditadura, e sobretudo, na da Hilde.

  7. Estava em casa, já de pijamas, quando vi pelo Midia Ninja a barbárie: convidados jogando dédulas de dinheiro na cara dos manifestantes. Fiquei chocado. A ponto de trocar de roupa e partir para a porta do Copacabana Palace com um presente para os noivos. Infelizmente não pude entrar na festa (Hahahaha!), então tive que deixar meu presente aos cuidados do meu amigo Ibrahim, que está sempre lá, na entrada do hotel.

  8. Querida Hilde!! eles não sabem o que falam!! a nação virou isso!! nao sabem de quem vc e filha nem quem foi seu irmão!!! a nação são essas pessoas !! em quem será que elas votaram neste ultimas 20 anos de democracia conseguida pelo sangue de tantos????? Seria ótimo que todos os empresários saíssem do pais e mandassem todos os seus funcionários embora!! esses acima devem ser todos funcionários públicos!! com direito ainda a boas aposentadorias!! só pode ser!!! completamente desnecessário essa manifestação!!! aprendam a votar!! e não a fazer manifestações na frente de casamento de um empresário!! agora vai ser assim!! votam no corrupto sempre e depois vão atras do corruptor??? sem ação do judiciário?? só do achismoooooo!!! bem ditatorial!! muito loucos esses tempos!!?

    • Vc é uma pessoa de baixo nível intelectual. Desculpe-me, mas não confunda manifestação contra os ditos grandes empresários, que obtém favores e demais concessões de governos, com brincadeiras e balbúrdias de alienados. Quem não tem consciência do processo de transformação de nosso povo neste momento histórico, tem mais é q ter sua “cabeça empalada” nos moldes da “grande” Bastilha.

      • Claro que não farei considerações sobre seu nível intelectual, pois não o conheço e seria uma descortesia, mas certamente o senhor tem dificuldade de percepção de conteúdo e enunciado de um texto. Muito menos me alongarei sobre sua capacidade de identificar sutilezas, ao que parece bastante rasa. E se houve alguém que percebeu o “processo de transformação de nosso povo neste momento histórico” foi justamente esta autora que vos fala, desde o título até os paralelos feitos com a data e os precedentes históricos. Não me plagie, querendo dar uma de mais sabido e mais esperto, por favor. Neste episódio, EU vi antes. Você é que percebeu depois.

        • Pessoas rasas só enxergam a superfície e são prisioneiras do óbvio. Vivemos em um mundo de pessoas rasas, e mergulhar de cabeça é perigo na certa.

  9. “Com todas as quatro entradas do hotel bloqueadas por eles, ninguém entrava, ninguém saía”
    INFELIZMENTE não foi assim. Mal dava pra cobrir a N. S. de Copa e Atlântica.
    Tinha gente de todo tipo, não só a garotada da Zona Sul. O Ruan, o atingido pelo cinzeiro, é do Alemão.
    Foi a melhor manifestação, a mais bem humorada e serviu pra irritar a “high society”. Ninguém queria bomba nem gás, só foi ressaltada a ironia de que PM e Choque não se excederiam, o que aconteceu. Não à toa as maiores ameaças vieram de dentro. Além do cinzeiro, teve motorista sacando arma.
    A boca mais suja lá fora não conseguiria ser tão chula quanto as músicas do Latino.
    De resto, só passei os olhos em alguns parágrafos. Sou ignorante pra fazer distinção entre Elvira Bona, Christiana Guinle e Fabiana D’Angelo. Luxo sem excessos.

  10. Os ricos, diferentemente do que diz a Sra. BB Schmitt, podem querer sim viver aqui no nosso país, mas têm o direito de viver num país que cobra impostos altíssimos, de maneira condizente ao que lhes é cobrado. Se aplicarem bem nossos impostos, isso aqui será o paraíso!!!!!

  11. Por acaso passei por lá umas 3 vezes e vi um amontoado de gente e muitos carros da PM, mas sem entender de quem era a festa e o porquê de tantas viaturas (umas 15, pelo menos). Nessa hora a primeira coisa que me veio à cabeça foi por que tantos policiais lá e quem estava pagando por isso? Aliás, será que algum pobre mortal pode solicitar a PM para dar segurança à sua festa? Se for assim, a partir de agora todos vão pedir, não só por segurança mesmo, mas para dar um ar ainda mais “chic” ao evento.
    Mas enquanto vários carros e policiais foram desviados para essa festa particular certamente eles estavam fazendo falta em outra parte da cidade.
    E sem contar nos vários carros estacionados na calçada e sem a Guarda Municipal para multar.
    Em todos os eventos do Copa os carros ficam estacionados na calçada e nada de multa. Enquanto isso, o pobre mortal é multado a torto e a direito pelos guardinhas.
    Isonomia para todos os cidadãos!

  12. Esse texto me lembra muito uma personagem chamada “Grace” de um autor americano chamado Nicky Silver, da obra Pterodátilos. A extinção de uma família e de uma espécie. Elite não é pior nem melhor, é apenas uma parcela da sociedade que muitas vezes soa cafona e inculta. Há pessoas extraordinárias de todos os lados, este episódio só me faz lembrar como os lados do Brasil são desorganizados e maquiados, é triste e sinceramente me enoja tal cena dos aviõezinhos de 20 reais. Eram os tempos que em os verdadeiros ricos faziam aviõezinhos com notas de dólar e a discrição era um sinal de elegância. Paz e amor pra todos!

  13. A manifestação foi no casamento, pois é onde o povo tem acesso a eles, nos condomínios não é possível encontrá-los todos reunidos… e a repercussão é com certeza maior. É o preço que pagam agora ( só a entrada …) por décadas de exploração e serviços mal prestados. E a arrogância … sem palavras para comentar. Atrapalharam a festa ? Tadinhos … atrapalham a vida dos cidadãos diariamente. A descrição da festa ? Quanta superficialidade a ser comentada em um momento histórico como esse …

  14. Hildegard Angel, não acompanho seu blog, mas conheço muito de vc de seu irmão,de sua mãe, enfim da história de luta de sua família por uma democracia que hoje as pessoas não dão valor e a usam pra ofender a tudo e todos, como vi agora aqui em comentários pra vc. Tive oportunidade de ve-la em ação por tres vezes e todas me emocionaram profundamente, e a todos que se encontravam por perto, pelo que senti. Uma quando vc escreveu sobre falou numa reunião sobre o mentirão, vi e chorei ouvindo vc falar, Outra num dia 31 de março de 2012 onde moços protestavam contra os generais na porta do clube miliar e vc ia passando e parou pra ver o que podia fazer para ajudar , ou mesmo marcar presença , haja vista o número de policiais a jogarem gas em quem la estava. A terceira num mesmo 31 de março deste ano na cinelândia. Parabéns pelo que vc é , por seu trabalho. Respeito vc , sua HISTÓRIA , sim seu nome fez HISTÓRIA no nosso país tao ruim de HISTORIA. Quando li o seu texto tinha quase certeza que vc o fazia profissionalmente e não com deslumbramento de conviva, como alguns aqui quiseram insinuar.

  15. Adorei a materia sou estrangeiro, resido no Brasil, não conhecia a sra.Hildegard. Vou procura-la e adiciona-la no Facebook para ser atualizado sobre proximas materias. Parabéns.

  16. Prezada Sra. Angel, parabéns pelo belíssimo texto. Confesso que comecei a leitura com um preconceito idiota sobre a sua abordagem: o que uma jornalista que tem sua imagem diretamente ligada ao high society poderia acrescentar à minha leitura, feita já nos primeiros minutos desta segunda-feira. Perdoe-me a ignorância e o preconceito que, lamentavelmente, se farão presentes novamente através dos amigos que se dispuserem a ler o meu compartilhamento de suas palavras. Que surpresa agradável para iniciar uma nova semana de trabalho. Boa semana.

  17. 1050 sentados no copa e ônibus sucateados e lotados nas ruas.

    É fácil entender as manifestação esses trabalhadores pagam a conta diariamente.

    não sou operária, mas optei por andar de ônibus a mais de dez anos, posso driblar o rush, e eles não podem?!!

    Alzira Andrade

  18. “Em todos os eventos do Copa os carros ficam estacionados na calçada e nada de multa. Enquanto isso, o pobre mortal é multado a torto e a direito pelos guardinhas.”

    Verdade.

    E no Fasano também.

    A Guarda Municipal é boa em tirar doce de camelô no centro da cidade, e multar carros pela zona sul, na tentativa do prefeito de que essa zona sul do Rio pareça um bairro de uma cidade de primeiro mundo.

    Mas quando a ELITE vai ao Copa (ou ao Fasano), a calçada vira “parking”.

    Até quem mora bem, na zona sul, está cansado dessa promiscuidade.

  19. Hildergard,

    Eu pensava que vc havia desistido de lutar se envolvendo excessivamente em festas e colunas sociais. Me enganei e me desculpa ! Seu texto foi esplêndido e me fez constatar que você também sente a nossa aflição e impotência de tentar moralizar este país repleto de pessoas justas querendo justiça !

    • Reitero, pedindo a Hildegard que, se tiver contato com o rapaz que fez a filmagem, mostre às autoridades O CIDADÃO QUE DEU O SOCO NO SENHOR QUE TENTOU FALA-LHE ALGO!
      Desculpas pela saída de foco (nos substantivos) e vamos fazer justiça!
      Boa noite!

  20. ” A manifestação de ontem não foi contra a pessoa da Dona Baratinha, que é uma pobre menina rica a quem devemos desejar muitas felicidades em suas núpcias, mas foi contra tudo aquilo que seu avô representa: um capitalismo mercantilista, relações espúrias com o poder público, exploração da população, rapinagem, ganância desenfreada sem contrapartidas sociais…”

  21. Só o show do Latino nesse casamento já seria boa razão para protesto! Sério não consigo achar uma razão para isso, com tantas outras opções para se animar uma festa. Das duas, uma: ou o Latino era o único cantor – do mundo! – disponível nesta data ou eles gastaram todo o bom gosto na decoração e no vestido da noiva e acabou faltando para a música!

  22. Hildegard,
    Vi alguns flashes dos Ninjas e, parece que o episódio do CINZEIRO não foi o único desagradável.
    Há, também, um momento em que um convidado sai pelo lado da N.S.de Copacabana, discute com manifestantes e, oportunista, se esconde por trás dos policiais e dá um soco no rosto de um senhor.
    De acordo com a filmagem, bem nítida, ele pode ser RECONHECIDO!
    Mais uma vez a falta de compromisso de nossos policiais, que deveriam tê-lo detido no ato.
    Quanto ao ato do CINZEIRO, foi realmente tentativa de homicídio, conforme você disse acima (poderia ter matado um ser humano) deve ser apurada as responsabilidades.
    Fora do hotel, estavam JOVENS MANIFESTANTES…
    OS VÂNDALOS ESTAVAM DENTRO DO REQUINTADO HOTEL!

  23. Eu que concordo com você, Hildegard, “coisa de museu”…, acho que não me expressei bem e pareci um sujeito preconceituoso (o que as vezes não deixo de ser em relacao a nossa “elite”, mas ai não é pré, é conceito mesmo), mas, quando digo sobre o “Pezão, me refiro ao governo canalha do PMDB/PT no Rio, que parece querer transformar a zona sul do Rio numa “Monaco” e o resto da cidade numa “Bangladesh”…, guardadas as devidas proporções, claro, e não acho que ele não seja da mesma “gangue” ou milicia. Gostei da sua análise, embora tenhamos visões um pouco diferentes, e me desculpo pelos “colegas” que a identificaram como defensora dos Baratas e afins. Está todo mundo com os nervos à flor da pele e, pela educação que nos é dada, interpretação de texto nunca foi o nosso forte, rs. Deixo registrada minha admiração pela história da sua família e não sei bem se era a senhora que vi, mas estava lá na frente do Clube Militar a pedir justiça para eles por ocasião de tentativa de comemoração do golpe militar. Sds Fred Schmidt

  24. Cara Hildegard

    Tenho duas perguntas.

    1. Nos comentários, a senhora afirma o seguinte: “É um novo Brasil. Essa ostentação, esse mundo, essa sociedade dessa forma virou passado, coisa de museu, virou História, memória, e é assim que devemos vê-la e tratá-la. Não devemos mais insistir nela.” Certo. Mas o que faz este texto da senhora senão justamente contribuir para tal ostentação? Mais ainda: sua própria atividade de “colunista social” é na verdade uma das instâncias de validação desta “forma de sociedade” que, segundo seu próprio comentário, “virou coisa de museu”. Não seria o caso então de abandonar este tipo de jornalismo?

    2. Por falar em jornalismo, fiquei impressionado com a riqueza de detalhes através dos quais a senhora descreve o cerimonial, as jóias e vestidos, as reações dos presentes aos protestos etc. No entanto, leio — também nos comentários — que a senhora não estava presente no Copacabana Palace. Assim sendo, como é que a senhora pode ter certeza de que “Beatriz, calada e retraída, permaneceu tensa todo o tempo – pudera! – mas manteve o controle.”?

    • rezado Antonio,
      Não dormi essa noite, acompanhando durante toda a madrugada o desenrolar dos acontecimentos, via mídias sociais e com telefonemas de pessoas no local da festa. Hoje, passei o dia colhendo informações, com várias pessoas que foram à festa e trabalharam na e para a festa, como sempre fiz em meus mais de 40 anos de colunismo sociais e como todos os repórteres fazem. Minha experiência, meu traquejo de festas, meu profundo conhecimento do trabalho de todos os envolvidos e o fato de ter visto antes parte a decoração me credenciaram para fazer o relato detalhado de todos os detalhes, além de ter assistido à transmissão na internet das imagens externas, do vaivem dos convidados. O senhor não deve ser da imprensa.

      O acontecimento de ontem foi um marco. Foi pontual. Foi épico. Foi um momento de virada de página. Eu tive esta visão. E marquei minha posição sobre isso. Posso estar errada. O tempo dirá.

      Soiu juma colunista social assumida, jamais envergonhada, como tantos que sempre vi por aí. Colunistas pela metade, que foram sem nunca terem sido. Colunista e observadora do meu tempo e dos costumes de minha época. Observadora da sociedade. E continuo a elo, com todas as mudanças que a ela cabem.

      É um exercício que me dá grande prazer. Um exercício, se eu for pretensiosa, que posso até chamar de antropológico, e que me levou, por exemplo, a identificar, conceituar e cunhar a “Sociedade Emergente”, há mais de 20 anos, e ela até hoje aí está.

      Faço um colunismo descritivo, procurando transportar o leitor para locais e situações. Não sei se faço bem ou mal, mas faço. Acho que é um dom. Não faço juízo de valor nem me critico ou patrulho. Procuro retratar da melhor maneira que sei e consigo os fatos e eventos. Só isso.

      Não sou eu que vou abandonar esse tipo de jornalismo. Esse tipo de contexto social é que deixará de existir.

      • Hildegard, obrigado pela resposta.

        De fato, não sou jornalista, embora seja fascinado pela atividade (sobretudo em sua vertente mais refinada: Capote, Talese, Wolfe, Hersey). Mas creio que não é preciso ser nem um repórter, nem um leitor voraz das melhores reportagens já feitas até hoje, para saber quando uma descrição parece, em certas passagens, mais próximas do talento ficcional do que da observação rigorosa dos fatos. Não pretendi invalidar in toto seu relato; apenas comentei o que me pareceu ser uma adição subjetiva de sua escrita. Mas este é um ponto menor aqui.

        Na verdade, o principal refere-se à contradição de contribuir ativamente para este mundo de ostentação que você mesmo diz agora ser coisa já ultrapassada. Sua (importante) coluna social é um dos lugares de validação deste suposto mundo-que-já-não-existe-mais: é onde seus habitantes se encontram, se vêem fotografados, se fazem reconhecidos etc. Em bom português: este tal “contexto social” ainda existe sim — se não existisse, uma coluna como a sua simplesmente perderia sua razão de ser.

        Mais: sua coluna é justamente uma das, digamos, “linhas de resistência” deste mundo. Não vai aqui nenhum julgamento de valor, nem crítica ou patrulha. Como você, eu apenas procuro observar, da melhor forma possível, os eventos que tenho diante dos olhos.

        Um abraço

        ps – Há uma diferença entre “conceitualizar” e “cunhar”. Conceitualizar é avançar um conceito, isto é, uma ideia ou noção cuja função seria conferir inteligibilidade a algum fato social. Por outro lado, “cunhar” refere-se tão somente à nomeação de um dado fato ou evento. O conceito de ascensão social existe desde que o mundo é mundo (tem um pessoal meio mau humorado que rebatizou de “luta de classes”, mas é coisa recente, uns duzentos anos pra cá; os gregos, por exemplo, já sabiam da luta do demos, o povo, para serem incorporados à polis, a cidade). Mas sim, bacana saber que o termo “sociedade emergente” foi cunhado por você.

  25. Excelente cobertura sobre o acontecimento. Expressa de forma leve e objetiva o nosso momento atual. Parabéns!

  26. E quem diria que a (bem vinda) convulsão social que vivemos teria no colunismo social mais tradicional seu primeiro relato detalhado, claro, sem omissão de informações e lindamende trabalhado na ironia. Adorei. Parabéns Hildegard.

    • Priscila, concordo com voce. Pensei o mesmo e fiquei feliz de ter lido seu comentario a respeito. Sou parte da turma cansada desse maniqueismo simplista de tachar a sociedade como preta ou branca; certa ou errada. A Democracia, que tanto pedem por ai, precisa que tenham suas opinioes respeitadas, inclusive as de minorias, e a da Sra. Hildegard serve como excelente exemplo. Concordo com ela: o que houve foi um marco. Esse relato, idem. Cordial abraco aas duas.

  27. Se presidentA é correto, então o masculino seria presidentO.
    Se bem que nossa lingua o portugues aceita sim, disparates como correto.
    Haja vista que se usa por exemplo: inclusivamente, q é um adverbio de modo, sobre inclusive que ja é por si só um adverbio de modo.
    Agora nao é o certo nem o portugues castiço. Sorry

  28. Gente sem noção, estes tumultos começaram há mais de um mês com as lanças apontadas direto pra famìlia da noiva com respingos pra do noivo, por mais que pudesse decepcionar o jovem casal as circunstância mais que recomendava uma operação de emergência que levasse a festança pra um pouco mais longe dos holofotes. Não há de ter sido por conta das despesas . Prudencia e discrição são mais que marcas de berço e elegância , são questão de sobrevivência mesmo .
    E ainda acharam pouco e se puseram a bater boca com a massa enraivecida num comportamento suicida de provocação Que gente tão bem vestida é essa?
    Que apreço têm estes senhores pela segurança de seus convidados? A ostentação de uma riqueza adquirida da forma que se percebe que foi( seja verdade ou não) é uma necessidade tão premente que se arriscam a causar um banho de sangue pra isso !
    Que gente é essa!

    • Se me permite Simone, gente pobre. A burguesia desse país é RIDÍCULA, esses ricos do Brasil são RIDÍCULOS e na grande maioria emergentes já que as famílias de “berço” são pouquíssimas, foi-se o tempo. A reação está a altura disso tudo, é triste ver os convidados saindo do estabelecimento caminhando em meio aos insultos tentando manter uma altivez divina e com isso as expressões mostram a pior pobreza que é a futilidade em excesso … isso tudo é muito pobre.

  29. Amei o vestido da noiva e não entendo porque ela não chegou de helicoptero !? Assim ela nem precisaria olhar na cara desses manifestantes!!

  30. Ótimo o texto e estou achando vc uma santa pela paciência em responder SOS desaforos.
    Acho que estão errando na mão com as manifestações. Não é estragando os sonhos de uns que se consegue realizar os próprios.
    Isso tudo nao estaria como esta se o povo nao tivesse errado tanto na hora de votar.
    E mais… Enquanto o mundo for capitalista, haverá luxo, riqueza e infelizmente a pobreza. Faz parte do sistema. Lógico que corrupção nao faz parte e acredito que esse deva ser o foco para mudar o país.
    Quanto ao Copa não receber o ferido, entendo que deva ter sido por medo, o que mais temos visto é depredação de patrimônio, invasão e etc.
    Btw, nao sou rica, simplesmente acho que existe uma deturpação das manifestações, como se os governantes estivessem onde estão por terem tomado o poder, sem votos. O povo precisa de vergonha na cara, nao esquecer os corruptos. Nao reeleger, aprender a votar. E se foi enganado protestar sem perder a razão e o foco.
    Ah.. Tb sou apaixonada pelo
    Copa.

    • Fácil dizer quando vc está do melhor lado, né? Sinceramente, é tanta ignorância num comentário só que nem dá vontade de perder tempo respondendo, mas vamos lá: vc acha q os manifestantes sonham com casamentos de luxo, porcelana de milhões de reais e vestidos caros? A população sonha com saúde e educação. Coloca numa balança e pesa se a sua futilidade vale mais do que reivindicações de um povo cansado de ser pisoteado. Não estamos discutindo sonhos, muito menos “capetalismo”. Estamos discutindo direitos essenciais, resguardados pela Constituição! Estamos discutindo corrpução! E concordando com a leva de imbecilidade geral que eu vi comentando por aqui, acho que gente que enriqueceu pela corrupção deveria mesmo morar fora do país. Sugiro a Suíça, por exemplo. Lá, corrupção não fica impune. Vcs iam se dar “bem”.

  31. Que belo texto dissertativo-argumentativo. Uma maneira elegante de expor opinião sem ser vulgar! Feliz e acertada metáfora com a Queda de Bastilha!

  32. Acho que precisaremos de uma gerenta aqui no blog pra resolver o embróglio.
    Ou será melhor uma sargenta?

  33. Para mim, o certo é porventura, e nao por ventura. Estou errada? Ou é uma “variaçao linguistica”?

  34. Um texto histórico, para ser guardado com documento desse tempo que vivemos. Faz alguns anos que não vou ao Rio, cidade que me criei e amo, mas pude me sentir nele, nesse lugar impar, com esse texto tão carioca, que apesar se tudo ainda tem um humor que é só dele….

  35. Parabéns, Hilde. Belo trabalho. Vejo que os anos de carreira não a fizeram uma profissional acomodada.

  36. A melhor crônica que li nos últimos tempos. Texto repleto de informaçōes; narrativa impecável, é possível enxergar tudo em detalhes sem ter visto nada; e, ao mesmo tempo, o olhar crítico, sagaz e sem preconceito ou ranço ideológico que só uma repórter talentosa e experiente é capaz de ter. Um exemplo que muitos colunistas deveriam seguir: retratar e analisar a sociedade sob todos os ângulos…parabéns!!

  37. Hildegard me admiro voce perder tempo com este Ze Povinho , moro Graças a Deus em NY, so venho a Brasilia , Sao Paulo e Rio porque tenho apartamentos otimos e empregados maravilhosos, tenho 38 anos e sempre soube por toda minha familia que o Brasil sempre foi assim , o povao vota ,nao entende nada e depois faz manifesto nas rua. Abraços Sandra

  38. Afff, “batuque de panelas” fazem “somente barulho”!!! Infelizmente nesse evento alguém foi ferido e precisou de assistência médica que lhe foi negada. No final de tudo, que diferença fez junto as reivindicações da população brasileira?

  39. Afff, “batuque de panelas” fazem “somente barulho”!!! Infelizmente nesse evento alguém foi ferido e precisou de assistência médica que lhe foi negada. No final de tudo, que diferença fez junto as reivindicações da população brasileira?

  40. vc foi patética ao mencionar que, o primeiro erro foi do hotel, nao deixando entrar o ferido…. o primeiro erro vem de quase 500 anos atrás. mas para nao irmos tão longe, o primeiro erro foi o cinzeiro arremessado pelo burgues desgraçado, parece que foi o irmao dela, pq vc nao dá nomes aos bois?

  41. Belíssimo texto, narrativa soberba, lendo me senti lá. Parabéns. Será que vestido de noiva da Dona Baratinha não seria uma estilização do traje clássico de presidiários com aquela barras horizontais?

  42. Quanto o povo aprender a votar, isso acaba. mas no fundo o povo brasileiro gosta mesmo é de pão & circo. Enquanto estiverem nessa, tudo isso só enche páginas de jornal, e tela de veículo virtual. E tudo continua na mesma!

  43. Bom dia Hildegard! O texto,claro,é bem escrito,interessante e com o tom perfeito de quem,aparentemente,observa de fora,entre a calma e o espanto,um quadro que assusta,instiga,apaixona e diverte,aliás,características comuns as grandes obras.Entretanto,neste momento do país,sendo quem és,filha da sua história,adoraria ter lido algo mais do que o relato distante da colunista impessoal.
    Abraços,
    Anna Kaum.

  44. Jogando notas de 20 em aviãozinho… Isso é lamentável, eu diria, que baixaria! Tão nobres, tão luxuosos, mas tão pobres de espírito!

    • Anie, permita-me corrigir seu comentário? Sem ofensas, com a melhor das intenções.
      Alí, naquele escandalosamente desproporcional evento de gosto duvidoso, em contraponto á realidade miserável em que vive e refocila (contra a própria vontade e direitos) a periferia carioca, não se encontrava nenhum membro da nobreza. luxuosos, sim, pobres de espírito, a maioria deles. Fúteis, vazios, sibaritas, oligarcas, tudo o que de pior o consumismo desenfreado produziu,lá estava. Risonhos, debochados, irresponsáveis, inconsequentes e outros adjetivos que me poupo aludir. Os verdadeiros nobres, lá estiveram,mas no lado de fora, protestando. Pessoas decentes, trabalhadoras, conscientes, idealistas.
      O Sr. Jacob barata, hoje empresário e banqueiro, é do Pará e para cá veio , em busca de Canaa,como bom descendente de judeus sefarditas, admirável povo. E venceu, sabe-se lá como, e tão ´rápidamente?Digo-o porque, de um simples lotação, nosaos 50, passou a uma frota de milhares de ônibus, funcionários, concessionárias, banco, operdoras de turismo,além de hospitais , hotéis, de MUITOS imóveis. Um VERDADEIRO milagre de empreeendorismo.
      Algumas pessoas tem até o direiito de considerá-lo e a seus familiáres, pessoas distintas e impolutas. Eu, tenho dúvidas !
      Só a afronta a que submeteu a população com a ostentação, já é um mal sinal.
      E, devo ressaltar que ser rico não desmerece ninguém. O que desclassifica é a exploração dos menos favorecidos.

  45. Perdoe-me o linguajar fútil e deveras chulo que utilizarei, prezada “colunista”, mas o momento nacional me o momento nacional me obriga:

    – que senhor desperdício de espaço em coluna de veículo de grande circulação. Coluna fútil, e para a nação tão inítil quanto peneira para água.

  46. PresidentA está correto, como opção. Mas que é feio pra dedéu é.

    Hilde, você fez o que tinha de fazer. Cobriu a festa da forma mais ampla possível, deu detalhes dos requintes e detalhes das ações dos manifestantes;

    Não se omitiu em nenhum dos pontos, não foi parcial, e deixa clara sua opinião sobre a possível relevância histórica do fato.

    Me parece que parte significativa da elite brasileira ainda não tinha entendido a amplitude das manifestações e da indignação. Como li um amigo comentar, jogar aviõezinhos de dinheiro parece ser a única forma de dialogo que muitos dos realmente ricos parecem ser capazes com os mais pobres. Não entende o rapaz que não são apenas 0,20 centavos, nem mesmo 20 reais.

    Está por demais esquizofrênica essa relação da “elite” com a realidade do resto das pessoas e a violência policial só tende a piorar contra a liberdade de expressão enquanto o estado não fizer uma profunda mudança na sua visão de segurança pública e de suas prioridades.

    A onda de protestos não vai parar tão cedo. Simplesmente porque o governo ou não está entendendo ou não quer entender que as pessoas se cansaram da ausência de qualidade nos serviços prestados, e acham que, parafraseando uma charge do Quino, que cassetete e bala feitos de borracha funcionam para se apagar ideologias.

  47. Olá, bom dia. Considero uma afronta realizar uma festa como essa depois de tantas denúncias recentes. A burguesia sempre criou e alimentou a desigualdade mas não acredita que um dia se voltará contra os próprios. Não é possível imaginar que , ainda hoje, existam milhares de pessoas que achem ser diferentes dos demais, não é possível mesmo!!!

  48. festa de rico ladrao com convidados falsos ricos que so podem mandar notinhas de 20 reais? kkkkkkkkkkkkk
    me lembrou da peça de teatro de marionetes que meu tio tobias produzia para os inumeros sobrinhos na casa de meu tio inar, com 3 andares e um quarteirao em ipanema: quem vai casar com a dona baratinha que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha? se nao me engano ela se casou com outro inseto qualquer, realmente nao me lembro.